A GRÁVIDA: TERCEIRO ENCONTRO, FODA ATÉ O AMANHECER - CAP. 4
Na terceira vez que nos encontramos, Carla já chegava ao hotel com fome explícita. Vestia um vestido solto que mal escondia a barriga pesada de seis meses. Assim que fechei a porta, ela o tirou e ficou nua na minha frente. Seus seios estavam ainda maiores, inchados de leite, veias azuladas sob a pele clara. A barriga redonda e tensa brilhava, o umbigo saltado. A buceta já estava molhada, brilhando entre as coxas grossas. — Hoje eu quero ser usada — disse ela, voz baixa e rouca. — Quero seu pau no meu cu, quero gozar até não aguentar mais, e quero você me enchendo de porra. Comecei devagar. Deitei ela de lado e chupei seus mamilos com força, tirando jatos doces de leite enquanto meus dedos fodiam sua buceta encharcada. Depois virei-a de quatro, a barriga pendurada. Lambi seu cuzinho rosado e apertado, enfiando a língua fundo enquanto ela rebolava contra meu rosto, gemendo alto. — Prepara meu cu… quero ele bem arrombado hoje. Cuspi bastante e enfiei dois dedos, depois três, abrindo o buraco estreito. Quando o pau estava duro como pedra, pressionei a cabeça grossa contra o anel e empurrei. Carla soltou um gemido longo e profundo quando entrei. Fui devagar até enterrar tudo, sentindo o cuzinho quente e apertadíssimo pulsar ao redor do meu pau. — Porra… tá me rasgando… mas continua — pediu. Segurei seus quadris e comecei a meter com ritmo crescente. O cuzinho dela ia ficando mais macio e guloso. Metia fundo, tirava quase tudo e enfiava novamente, ouvindo o som obsceno de pele contra pele. A barriga balançava pesadamente, os seios pingavam leite nos lençóis. Carla gritava de prazer: — Me fode o cu! Mais forte! Arromba essa bundinha grávida! Acelerei, metendo com força bruta. O cuzinho dela apertava meu pau ritmadamente. Carla gozou pela primeira vez só com o cu sendo fodido, o corpo tremendo inteiro, a buceta esguichando no colchão. Continuei sem parar, até sentir o orgasmo subir. Enterrei até o fundo e gozei forte dentro dela. Jatos grossos e quentes encheram seu intestino. Quando tirei o pau, o cuzinho arrombado ficou piscando, vermelho e aberto, vazando porra grossa que escorria pela bunda e coxas. Carla virou-se imediatamente, de joelhos, rosto erguido. — Agora na minha cara. Masturbei o pau ainda melado do cu dela na frente do seu rosto. Gozei com força: o primeiro jato acertou dentro da boca aberta, o segundo e terceiro cobriram sua língua e lábios. O resto pintou suas bochechas, nariz, testa e pingou nos seios enormes. Carla engoliu o que conseguiu, lambendo os lábios sujos de porra, o rosto brilhando. — Delícia… — murmurou, ainda ofegante. Mas ela não estava satisfeita. Depois de alguns minutos descansando, Carla subiu em mim, sentando-se com cuidado sobre meu pau, agora voltando a endurecer. A barriga pesada descansava contra minha barriga enquanto ela começava a cavalgar devagar, primeiro na buceta. — Quero mais uma rodada — disse, rebolando gostoso. — Quero gozar de novo com você dentro. Segurei seus seios pesados, apertando-os enquanto ela quicava. Leite espirrava com o movimento. Depois ela se inclinou para frente, ainda com meu pau na buceta, e me beijou com gosto de porra. Levantei-a, coloquei de quatro novamente e voltei a meter na buceta, alternando com o cuzinho arrombado que ainda vazava meu sêmen anterior. Metia alternadamente: três, quatro estocadas na buceta molhada, depois voltava para o cu, que agora entrava com ainda mais facilidade. Carla estava delirando: — Isso… fode os dois buracos… sou sua puta grávida… me enche de novo! Na terceira rodada, fodi com força por longos minutos. O quarto cheirava a sexo, suor e leite. Carla gozou mais duas vezes, uma na buceta e outra quando voltei para o cu. Por fim, tirei e gozei novamente no rosto dela, que mantinha a boca aberta pedindo. O novo sêmen misturou-se com o anterior, escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Exausta, Carla deitou de lado, a barriga grande subindo e descendo, o cuzinho vermelho e cheio de porra, o rosto e peitos completamente melados. Passou os dedos na mistura e lambeu, sorrindo satisfeita. — Agora sim… tô destruída e cheia por todos os lados. Ficamos ali, suados e colados, até o amanhecer.
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