A Tentação da Irmã – Parte 5 O domingo do batismo estava ensolarado. O tanque batismal, uma estrutura elevada nos fundos do templo, já havia sido enchido com água morna. Após os batizados, o pastor dispensou a maioria dos irmãos mais cedo. Apenas alguns poucos ficaram para ajudar a organizar e guardar as coisas. Rosa esperou o momento certo. Vestia uma saia longa cinza e uma blusa leve. Por baixo, novamente sem calcinha. O coração batia tão forte que parecia que todos podiam ouvir. João apareceu discretamente quando o salão principal já estava quase vazio. Ele a puxou pela escada lateral que dava acesso ao tanque. O lugar era apertado, com água até a cintura, paredes de azulejo branco e uma cortina fina que separava o tanque do salão principal. Qualquer barulho ecoava. Assim que entraram na água, João a prensou contra a parede do tanque. A água batia na altura do peito deles. Ele levantou a saia dela, que flutuou ao redor, e encostou o pau já duro entre as coxas. — Aqui dentro da água... você ficou louca? — sussurrou Rosa, mas já abrindo as pernas levemente. — Quero sentir você toda molhada por fora e por dentro — respondeu ele, voz rouca de tesão. A encoxada começou devagar. João deslizou o pau entre os lábios da buceta dela, usando a água para facilitar o movimento. A fricção era diferente, escorregadia, quente. A cabeça grossa roçava do clitóris até a entrada, para cima e para baixo, em movimentos longos e firmes. Rosa agarrou nos ombros dele, mordendo o pescoço para abafar os gemidos. A água chapinhava levemente a cada movimento dos quadris. Ela rebolava no pau dele, apertando as coxas grossas em volta da rola dura, criando pressão extra. — Mais forte... — pediu ela, a voz falhando. João obedeceu. Segurou a bunda grande com as duas mãos debaixo da água e começou a encoxá-la com força. O pau deslizava entre os lábios inchados, batendo no clitóris a cada estocada. A água tornava tudo mais intenso: o som molhado, a sensação de flutuar, o risco de alguém entrar no salão e ouvir o barulho. Eles estavam quase à vista. Apenas a cortina fina separava o tanque do restante da igreja. Se alguém subisse as escadas ou olhasse para o fundo... Rosa perdeu o controle. Rebolava desesperada, a buceta esfregando com força no pau dele. Seus seios balançavam dentro da blusa molhada, mamilos duros marcando o tecido. João chupava um deles por cima da roupa enquanto continuava metendo o pau entre as coxas dela. — Eu vou gozar... ai, meu Deus, eu vou gozar dentro da água do batismo... — gemeu ela baixinho. O orgasmo veio forte. Rosa tremeu inteira, apertando o pau dele entre as coxas enquanto a buceta pulsava. Um jorro quente se misturou à água. João não aguentou mais. Segurou a bunda dela aberta e gozou com força, jatos grossos de porra explodindo contra a buceta e dentro da água, nublando o espaço entre eles. Eles ficaram colados, ofegantes, a água ainda balançando ao redor. O sêmen dele subia em fios brancos na superfície. Foi nesse momento que ouviram passos no salão principal. — Tem alguém aí? — chamou uma voz masculina (um dos diáconos). Rosa congelou, o pau de João ainda latejando entre suas coxas. Eles ficaram absolutamente imóveis, abraçados dentro da água. O coração dela parecia que ia sair pela boca. Os passos se aproximaram... pararam... e depois se afastaram. — Graças a Deus... — sussurrou ela, ainda tremendo. João sorriu, malicioso, e deu mais uma lenta encoxada dentro da água, roçando o pau sensível na buceta dela. — Isso não vai parar, né? Rosa, com o corpo marcado, a saia destruída e a consciência pesada, apenas balançou a cabeça. — Não... eu acho que não consigo mais viver sem isso.
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