Tentação da Irmã O ar do templo ainda estava carregado de suor, perfume barato e o cheiro adocicado dos hinários antigos. O culto de domingo à noite havia terminado havia quase uma hora, mas irmã Rosa continuava no salão principal, arrumando as cadeiras de plástico com movimentos metódicos. Aos 52 anos, ela mantinha o corpo que muitas irmãs mais novas invejavam: quadris largos e firmes, cintura ainda marcada, seios volumosos que a blusa branca abotoada até o último botão mal conseguia conter. A saia longa azul-marinho descia até os tornozelos, mas o tecido leve grudava sutilmente nas coxas grossas quando ela se movia. Viúva há seis anos, Rosa dedicava-se à igreja com devoção quase feroz. Ensinava crianças na escola dominical, organizava o chá das irmãs e orava todas as noites pedindo força contra as tentações da carne. Mas ultimamente as orações não eram suficientes. Às vezes, sozinha em casa, ela deixava a mão deslizar por baixo da camisola, pensando em coisas que depois confessava com lágrimas nos olhos. João, o novo violonista, tinha 28 anos. Alto, pele morena, barba bem aparada e braços definidos pelo trabalho na construção. Sua voz grave no louvor fazia o ventre de muitas mulheres apertar. Naquela noite, ele demorou guardando os equipamentos no fundo do palco. Quando viu Rosa sozinha no salão escuro, sentiu um calor subir pela espinha. — Irmã, precisa de ajuda? — perguntou ele, aproximando-se por trás. Rosa sentiu o perfume dele antes mesmo de virar: sabonete, suor limpo e algo masculino que mexia com ela. — Pode deixar, irmão João. Já estou terminando... Mas ele não parou. Parou bem atrás dela quando ela se abaixou para pegar uma Bíblia que havia caído. A saia subiu o suficiente para revelar a curva generosa das panturrilhas e parte das coxas grossas. João engoliu seco. Seu pau, já meio duro dentro da calça jeans, latejou. Quando ela se levantou, o corpo dele estava colado. O peito largo tocou as costas dela. Rosa congelou. Sentiu claramente o volume rígido pressionando contra sua bunda macia, separado apenas pela saia fina e pela calça dele. — João... o que é isso? — sussurrou ela, a voz falhando. As mãos ainda seguravam a Bíblia contra o peito. — Desculpa, irmã... eu não consigo mais fingir — murmurou ele no ouvido dela, a voz rouca. — A senhora é tão... cheirosa. Tão quente. Ele moveu os quadris devagar, esfregando o pau duro contra ela em um movimento longo, de baixo para cima. Rosa soltou um suspiro trêmulo. Sentiu o calor dele atravessando o tecido, a rigidez grossa deslizando entre suas nádegas. Instintivamente, ela arqueou um pouco as costas, empinando a bunda contra ele. — Isso é pecado... nós não podemos... — disse ela, mas o corpo traía as palavras. Seus mamilos endureceram contra o sutiã, e um calor úmido começou a se formar entre suas pernas. João segurou os quadris largos dela com as duas mãos grandes, puxando-a mais forte contra si. Agora o movimento era claro: uma encoxada firme, ritmada. Ele esfregava o pau para cima e para baixo, sentindo a carne macia e quente da bunda dela ceder e moldar ao seu contorno. A fricção fazia o tecido da saia subir aos poucos, acumulando entre eles. Rosa apoiou as mãos na mesa à frente. Sua respiração estava pesada. Ela sentia cada centímetro dele: o comprimento, a grossura, o jeito como a cabeça latejava contra sua carne. O atrito constante deixava o tecido molhado — uma mistura do pré-gozo dele e da excitação que escorria dela, encharcando a calcinha de algodão simples. — Você sente como eu estou duro pra senhora? — perguntou João, a boca roçando na orelha dela. Uma mão subiu e apertou um seio por cima da blusa, sentindo o peso pesado e o bico rígido. — Sinto... ai, meu Deus... sinto sim — gemeu Rosa baixinho. Ela começou a rebolar devagar, acompanhando o ritmo dele. A bunda grande e macia deslizava contra o pau dele, pressionando, girando em pequenos círculos que o deixavam louco. O salão estava silencioso, apenas o som abafado da respiração deles e o barulho baixo do tecido se esfregando. João acelerou, metendo os quadris com mais força, simulando uma foda por trás sem tirar nenhuma roupa. Ele apertava os seios dela com as duas mãos agora, beliscando os mamilos por cima do tecido enquanto continuava a encoxada intensa. Rosa tremia inteira. O clitóris inchado roçava contra a costura da calcinha a cada movimento. O prazer subia rápido, vergonhoso, inevitável. — Eu vou... João... eu não aguento mais... — sussurrou ela, a voz quebrada. Ele mordeu de leve o ombro dela por cima da blusa e meteu mais forte, esfregando o pau bem no meio da bunda dela. Rosa gozou primeiro: um orgasmo profundo, silencioso, que fez suas pernas tremerem e um gemido abafado escapar. Seu corpo inteiro convulsionou contra ele, a buceta pulsando forte, molhando a calcinha até escorrer pela coxa. Sentindo ela gozando, João não aguentou. Grunhiu baixo e gozou também, jatos quentes e grossos manchando a parte de dentro da saia dela, o pau latejando forte contra a carne macia. Eles ficaram assim por quase um minuto, colados, ofegantes. O cheiro de sexo agora dominava o salão. Rosa se virou devagar, o rosto vermelho, olhos brilhando de vergonha e desejo. Ajeitou a saia com as mãos trêmulas, sentindo o gozo dele escorrendo quente pela pele. — Isso nunca mais pode acontecer — disse ela, sem convicção nenhuma. João sorriu de canto, ainda com o pau semi-duro marcando a calça. — Amém, irmã. Mas ambos sabiam que era mentira. Na próxima semana, durante o louvor, Rosa cantou com os olhos semicerrados e as coxas apertadas. Quando João tocou o solo no violão, ela apertou a Bíblia contra o peito, sentindo novamente aquele calor proibido entre as pernas.
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