Jantar Arriscado O restaurante era daqueles elegantes, com luz baixa, velas nas mesas e um pianista tocando suavemente ao fundo. Eles escolheram uma mesa no canto, mas ainda visível o suficiente para que outros casais pudessem olhar. Ana vestia um vestido preto justo, curto, com um decote generoso e sem sutiã. Marcos sabia exatamente o que ela queria naquela noite. Assim que o garçom trouxe o vinho e se afastou, Ana cruzou as pernas devagar, deixando a fenda do vestido subir pela coxa. Seus olhos brilhavam com malícia. — Você está sem calcinha, não está? — murmurou Marcos, já sentindo o pau endurecer dentro da calça social. Ela sorriu, mordendo o lábio inferior. — Descubra. Debaixo da toalha longa da mesa, a mão dele deslizou pela perna dela, subindo devagar. Quando os dedos tocaram a pele nua e molhada da boceta, Marcos soltou um suspiro baixo. Ana estava encharcada. Enquanto o garçom servia os antepastos, Ana abriu ligeiramente as pernas. Marcos começou a massagear o clitóris dela em círculos lentos, fingindo estar atento ao cardápio. Ana mantinha o rosto quase neutro, mas seus dedos apertavam a borda da mesa. Quando o garçom se virou para ir embora, ela deixou escapar um gemidinho baixo. — Safada… — sussurrou Marcos, enfiando um dedo devagar dentro dela. Ana respirou fundo, olhando ao redor. Na mesa ao lado, um casal conversava. Do outro lado, um homem mais velho jantava sozinho. A possibilidade de alguém perceber deixava os dois absurdamente excitados. Ela se inclinou para frente como se fosse pegar o vinho, e o decote se abriu ainda mais, revelando quase completamente um dos seios. Marcos não resistiu: com a outra mão, puxou o tecido de leve, expondo o mamilo duro por alguns segundos antes de cobrir novamente. O risco fez o coração dela disparar. — Quero seu pau — sussurrou ela, a voz rouca. Marcos abriu o zíper discretamente. Ana se aproximou com a cadeira, virou um pouco de lado e, com a toalha cobrindo os movimentos, posicionou-se sobre ele. Desceu devagar, sentindo a cabeça grossa abrir sua boceta molhada e quente. Ela engoliu um gemido quando ele entrou inteiro. Sentada no colo dele, de frente para a mesa, Ana começou a rebolar bem devagar, quase imperceptível. Parecia apenas que ela estava ajustando a postura. Mas por baixo da toalha, o pau dele entrava e saía dela em estocadas curtas e profundas. O garçom voltou para servir o prato principal. Ana apertou as paredes da boceta em volta do pau de Marcos e sorriu educadamente para o garçom, respondendo algo sobre o vinho enquanto sentia o pau latejando dentro dela. O risco era enlouquecedor. Quando o garçom se afastou, ela acelerou o movimento, rebolando com mais vontade. Marcos segurava a cintura dela por baixo da mesa, metendo para cima com força contida. O som molhado quase era abafado pela música, mas não o suficiente para eles não sentirem o perigo. — Alguém pode ver… — murmurou ela, excitada demais. — Então goza pra mim — respondeu ele, enfiando a mão entre as pernas dela e esfregando o clitóris enquanto metia. Ana gozou primeiro, mordendo o guardanapo para não gritar, o corpo tremendo violentamente sobre o pau dele. O espasmo apertado fez Marcos gozar logo em seguida, enchendo-a com jatos quentes enquanto tentava manter a expressão neutra. Eles ficaram assim por alguns segundos, ofegantes, o pau ainda dentro dela, gozo escorrendo pela coxa de Ana. O garçom passou novamente e perguntou se estava tudo bem. Ana sorriu, corada, com a voz ainda rouca: — Tudo perfeito.
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