FUDENDO E TRANSFORMANDO A EMPREGADA EM PUTA - DIA 3



No terceiro dia, Maria chegou mais cedo que o normal. O corpo dela ainda carregava as marcas da foda do dia anterior — o cuzinho e a bucetinha doloridos, mas latejando de um tesão vergonhoso que ela não conseguia mais esconder. Ela vestiu o uniforme justo sem calcinha, como o patrão havia ordenado. Assim que entrou na cozinha, Roberto já estava lá, sentado à mesa, esperando.
Maria parou na frente dele, baixou a cabeça e falou com a voz baixa e obediente:
— Bom dia, patrão. Estou aqui pra servir o senhor... do jeito que o senhor quiser.
Roberto sorriu com satisfação ao ver a jovem de 23 anos completamente quebrada e transformada em puta.
— Olha só pra você... ontem resistia feito uma santa, hoje já chega oferecendo os buracos. Tira a saia e mostra essa bunda pra mim.
Maria obedeceu imediatamente. Desceu o uniforme até os pés, ficando só com a blusa, expondo a bocetinha inchada e o cuzinho ainda vermelhinho. Virou de costas, empinou a bunda grande e redonda e abriu as pernas.
— Assim, patrão? — perguntou ela, a voz carregada de humilhação e tesão.
— Mais aberta. Mostra esses buracos que eu arrombei — ordenou ele.
Ela obedeceu, abrindo mais as pernas e inclinando o corpo para frente, exibindo tudo. Roberto pegou o pote de margarina e se aproximou. Sem aviso, enfiou três dedos cheios de gordura no cuzinho dela, girando com força.
— Ai... patrão... — gemeu Maria, mas não se mexeu. Ficou empinando, recebendo os dedos como uma boa puta.
— Você virou uma vadiazinha bem rapidinho, hein? Fala alto: o que você é agora?
Maria corou profundamente, a voz tremendo de vergonha:
— Eu sou sua putinha, patrão... sua empregada vadia que gosta de levar no cu e na buceta.
Roberto riu e deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca vermelha.
— Isso mesmo. De quatro no chão, agora.
Maria se ajoelhou rápido, colocou os seios firmes no piso frio da cozinha e empinou a bunda bem alto. Roberto tirou o pau grosso pra fora, passou margarina na cabeça e enfiou tudo de uma vez no cuzinho dela. Ela soltou um gemido alto, mas empurrou a bunda pra trás, engolindo o pau inteiro.
— Isso... fode meu cu, patrão. Arromba ele de novo — pediu ela, a voz cheia de submissão.
Ele começou a meter com força bruta, batendo os quadris contra a bunda macia, fazendo o corpo dela balançar. A margarina escorria enquanto ele alternava: metia fundo no cu, tirava, enfiava na bocetinha encharcada, depois voltava pro cu. Cada troca era acompanhada de tapas fortes e humilhações.
— Olha como você tá molhada, sua puta barata. Ontem chorava pedindo pra parar, hoje tá implorando pra levar nos dois buracos.
— Sim, patrão... eu sou uma puta suja... fode sua empregadinha como quiser — respondia ela entre gemidos, o rosto encostado no chão, completamente humilhada e excitada.
Roberto a virou de costas, colocou as pernas dela sobre os ombros e meteu na buceta com estocadas violentas, depois voltou pro cu, alternando sem parar. Segurava o pescoço dela levemente, olhando nos olhos enquanto a fodia.
— Fala pra mim: você gosta de ser humilhada assim, não gosta?
— Gosto, patrão... eu amo ser sua putinha humilhada... fode mais forte, por favor — implorou ela, os olhos marejados de tesão e vergonha.
Ele a fez sentar no pau, de frente pra ele, e mandou ela cavalgar. Maria obedeceu como uma vadia obediente, subindo e descendo com força, primeiro na buceta, depois no cu, gemendo alto e rebolando. A margarina e os sucos escorriam pelo pau dele.
Depois de deixá-la cavalgar até as pernas tremerem, Roberto a colocou de novo de quatro e meteu no cu com tudo, sem piedade.
— Vou encher esse cu de porra mais uma vez, sua empregada vadia.
Maria empinou ainda mais, pedindo:
— Goza dentro, patrão... enche o cuzinho da sua putinha...
Com um rugido, ele enterrou tudo e gozou violentamente, jatos grossos enchendo o intestino dela até transbordar. Maria gozou junto, tremendo inteira, a bocetinha pingando no chão.
Quando ele tirou o pau, ela virou automaticamente, ficou de joelhos e limpou tudo com a boca — pau, bolas, margarina e porra misturados — olhando pra cima com cara de puta obediente.
— Obrigada por me foder, patrão... — murmurou ela, humilhada e satisfeita.
Roberto segurou o queixo dela:
— Amanhã você vai vir com um plug no cu o dia inteiro. E quando eu mandar, vai se ajoelhar e pedir pra ser arrombada na frente de quem eu quiser. Entendeu, sua putinha?
Maria, com o rosto sujo e os buracos latejando, apenas sorriu submissa:
— Sim, patrão... eu entendi. Sou sua pra usar quando e como quiser.

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Comentários


foto perfil usuario homem-afim

homem-afim Comentou em 04/06/2026

Eu queria estar no lugar dela ser puta de macho




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Ficha do conto

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mestrern

Nome do conto:
FUDENDO E TRANSFORMANDO A EMPREGADA EM PUTA - DIA 3

Codigo do conto:
263710

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
04/06/2026

Quant.de Votos:
5

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