A GRÁVIDA: O PRIMEIRO ENCONTRO NA CASA DO CASAL - CAP. 14
Primeiro encontro na casa do casal Era sábado à noite. O marido de Carla estava sentado na poltrona do quarto, nervoso e excitado. Carla, com quase oito meses de gravidez, vestia apenas um robe de seda aberto. A barriga enorme, os seios pesados e cheios de leite. Quando cheguei, Carla me recebeu na porta e me levou direto para o quarto. O marido já estava lá. — Esse é ele — disse Carla, apresentando-nos. — E esse é meu marido. Houve um momento estranho de silêncio. O marido me cumprimentou com um aceno de cabeça, visivelmente tenso, mas com o pau já marcando a calça. Carla tirou o robe e ficou completamente nua no meio do quarto. — Quero que vocês dois me vejam sendo usada — disse ela, olhando para o marido. — E quero que você assista bem de perto. Eu me aproximei e beijei Carla com força, apertando seus seios. Leite escorreu pelos meus dedos. O marido respirava pesado, sem tirar os olhos. Deitei Carla na cama do casal, abri bem as pernas dela e comecei a chupar sua buceta inchada na frente do marido. Ela gemia alto: — Olha, amor… ele tá me chupando. A língua dele é tão boa… O marido abriu a calça e começou a se masturbar devagar. Eu me levantei, tirei a roupa e esfreguei o pau na entrada da buceta dela. — Quer que eu meta? — perguntei, olhando para o marido. — Quero — respondeu ele, voz rouca. Enfiei tudo de uma vez. Carla soltou um gemido longo. Comecei a foder ela com estocadas firmes, fazendo a barriga balançar. — Tá vendo, amor? — gemeu Carla. — Ele é mais grosso… tá me abrindo toda. Tá gostando de ver outro homem fodendo sua esposa grávida na nossa cama? — Tô… — respondeu o marido, punhetando mais rápido. Eu virei Carla de quatro, de frente para o marido. Meti fundo na buceta enquanto ele assistia a poucos centímetros. — Olha como ela engole meu pau — falei para ele. — Sua mulher tá louca pra ser comida. Carla gemia: — Me fode mais forte! Quero que ele veja tudo! Mudei para o cuzinho dela. O marido arregalou os olhos quando enfiei devagar e depois comecei a meter com força. — Ele tá no meu cu, amor! Tá arrombando bem fundo! O marido estava hipnotizado, batendo punheta sem parar. Carla gozou primeiro, tremendo inteira. Eu continuei metendo no cu até gozar forte dentro dela. Depois, sem tirar o pau, virei ela de lado e voltei para a buceta, fodendo mais devagar enquanto o marido assistia a porra escorrendo. — Goza dentro de novo — pediu Carla. — Quero que meu marido veja minha buceta cheia. Gozei pela segunda vez, enchendo a buceta dela. Quando tirei o pau, um rio de porra escorreu dos dois buracos. Carla olhou para o marido: — Agora vem cá. Quero que você limpe tudo. O marido se aproximou, hesitante no começo, mas depois grudou a boca na buceta dela, chupando minha porra misturada com os fluidos dela. Carla acariciava a cabeça dele enquanto gemia: — Isso, amor… engole a porra dele. Limpa sua esposa bem usada. Depois de limpar a buceta e o cuzinho, o marido estava desesperado. Carla o puxou e fez ele meter na buceta ainda cheia. — Agora fode o que ele acabou de usar — disse ela. O marido meteu com força, gemendo alto, enquanto eu assistia sentado na poltrona. Quando ele gozou, Carla sorriu satisfeita, acariciando a barriga: — Esse foi só o primeiro. Da próxima vez quero os dois me usando ao mesmo tempo.
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