A GRÁVIDA: QUINTA-FEIRA, O ENCONTRO NO HOTEL - CAP. 10
Quinta-feira no hotel Carla chegou ao hotel às 14h em ponto. O vestido leve mal conseguia disfarçar a barriga enorme de sete meses. Assim que entrei no quarto, ela tirou o vestido e ficou nua na minha frente. — Meu marido sabe de tudo agora — disse ela, acariciando a barriga. — E ele quer que eu volte pra casa cheia. Não esperei. Empurrei ela na cama, abri suas pernas e enfiei o pau na buceta já molhada com uma estocada só. Carla gemeu alto. — Isso… me fode forte. Quero levar bastante porra pra ele hoje. Fodi ela em várias posições. Primeiro de lado, segurando a barriga pesada enquanto metia fundo. Depois de quatro, batendo forte contra a bunda. Ela pedia sem vergonha: — Me arromba o cu também! Quero os dois buracos cheios. Enfiei no cuzinho dela devagar no começo, depois com força. O cu apertado engolia meu pau enquanto ela gritava de prazer. Gozei primeiro no cu, enchendo tudo. Depois voltei pra buceta e continuei metendo até gozar pela segunda vez, jorrando fundo. Carla estava destruída: buceta aberta e vermelha, cu piscando, porra escorrendo dos dois buracos. Ainda chupei seus peitos, tirando leite enquanto ela gozava pela última vez. Antes de sair, ela vestiu a calcinha por cima da bagunça. — Quero sentir escorrendo no caminho inteiro pra casa — disse, me dando um beijo sujo. — Meu marido tá esperando. Chegada em casa Quando Carla abriu a porta de casa, o marido estava na sala, exatamente como combinaram. Ela caminhava devagar, pernas um pouco abertas. A cada passo, porra escorria pela coxa. — Cheguei… — anunciou, com a voz rouca. O marido se aproximou imediatamente. Levantou o vestido dela e viu o estado: a calcinha estava encharcada, quase transparente, com fios grossos de sêmen branco escorrendo. — Porra… olha o estado da sua buceta — murmurou ele, excitado. Carla abriu as pernas ali mesmo na sala. — Ele me fodeu por quase duas horas. Gozou primeiro no meu cu, depois duas vezes na buceta. Tá tudo misturado aí dentro… quer sentir? O marido não respondeu com palavras. Puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos, tirando uma boa quantidade de porra grossa. — Tá quente ainda… — disse ele, cheirando os dedos antes de lamber. Carla gemeu. — Ele apertou minha barriga o tempo todo… disse que eu sou uma puta grávida perfeita. Metia fundo e falava que meu marido ia comer essa buceta cheia depois. O marido tirou o pau para fora, já duro, e sentou no sofá. Puxou Carla para cima dele, fazendo ela sentar devagar. O pau deslizou facilmente na buceta encharcada. — Conta tudo enquanto eu te como — pediu. Carla começou a quicar, a barriga balançando entre eles. — Ele me colocou de quatro e meteu no cu primeiro… disse que meu cuzinho tava piscando pedindo porra. Gozou tanto que quando tirou, escorria pelo meu rabo. Depois virou pra buceta e me fodeu mais forte. Falou que ia me deixar bem cheia pra meu marido ver o trabalho dele. O marido metia para cima com força, segurando a barriga dela. — Sua vadia… tá sentindo minha rola na porra dele? — Tô… e tô adorando — gemeu Carla. — Da próxima vez você pode assistir ele me fodendo. Quer? — Quero — respondeu ele, acelerando. — Quero ver esse cara enchendo você enquanto eu assisto. Carla gozou primeiro, apertando o pau dele. O marido logo em seguida explodiu dentro dela, adicionando mais porra à mistura. Quando terminou, Carla ficou sentada no colo dele, porra escorrendo abundantemente sobre as coxas dele e no sofá. — Quinta que vem de novo? — perguntou ela, beijando o pescoço dele. — Quinta que vem — confirmou o marido, ainda dentro dela.
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