A chuva caía fina sobre as ruas de Lisboa quando Ana entrou no pequeno bar de esquina. O ar cheirava a vinho tinto, madeira velha e perfume misturado. Ela sacudiu o cabelo molhado, o vestido preto colando levemente na pele úmida, marcando as curvas dos quadris e dos seios. Não esperava nada aquela noite. Só queria um copo de vinho antes de voltar para o apartamento vazio.
No balcão, ele estava sentado. Alto, ombros largos, camisa branca com os dois primeiros botões abertos. Olhos escuros que se ergueram e a prenderam no mesmo instante. Chamava-se Lucas. Um sorriso lento, quase predatório, surgiu em seus lábios quando ela pediu o vinho.
— Noite ruim? — perguntou ele, voz grave e baixa.
— Noite longa — respondeu Ana, sentando-se ao lado.
A conversa fluiu fácil, carregada. Olhares que demoravam demais. Dedos que se roçavam "sem querer" ao pegar a taça. Quando a mão dele pousou na curva da sua cintura para ajudá-la a descer do banco alto, Ana sentiu um calor subir pela espinha.
— Meu apartamento fica a duas quadras — murmurou ele, perto demais do seu ouvido. — Quer fugir da chuva?
Ela deveria dizer não. Em vez disso, sorriu e pegou a mão dele.
A porta mal se fechou atrás deles e Lucas a prensou contra a parede. O beijo foi urgente, faminto. Línguas se enroscando, dentes mordendo o lábio inferior dela. As mãos grandes deslizaram pelas coxas de Ana, subindo o vestido até a cintura. Ela gemeu baixo quando ele apertou sua bunda, puxando-a contra o volume duro que já pressionava entre suas pernas.
— Quero te sentir inteira — rosnou ele contra o pescoço dela, mordendo de leve.
Ana puxou a camisa dele para fora da calça, unhas arranhando o abdômen definido. Abriu o cinto com dedos ansiosos. Quando a mão dela envolveu o pau grosso e quente, Lucas soltou um gemido rouco. Ele a levantou como se ela não pesasse nada, pernas dela envolvendo sua cintura, e a carregou até o quarto.
Jogou-a na cama. O vestido foi arrancado em um movimento rápido. Lucas parou um segundo para admirá-la: sutiã de renda preta, calcinha já molhada, pele arrepiada. Ajoelhou-se entre suas pernas, afastando-as devagar. Beijou a parte interna das coxas, subindo torturantemente devagar. Quando a boca dele finalmente pressionou sobre o tecido da calcinha, Ana arqueou as costas, gemendo o nome dele.
Ele puxou a calcinha para o lado e lambeu devagar, saboreando. Língua circulando o clitóris inchado, dois dedos grossos entrando nela, curvando-se no ponto exato que a fazia tremer. Ana segurou os cabelos dele, quadris se movendo contra sua boca, cada vez mais rápido.
— Lucas... por favor...
Ele subiu, tirando o resto da roupa. O pau latejava, cabeça brilhando. Ana o puxou para cima, beijando-o com gosto dela própria na língua dele. Abriu as pernas mais, sentindo a ponta grossa roçar sua entrada molhada.
Com um movimento lento e profundo, ele entrou inteiro. Ana soltou um gemido longo, unhas cravando nas costas dele. Lucas começou a estocar, primeiro devagar, sentindo cada centímetro dela apertá-lo. Depois mais forte, mais fundo. O som de pele contra pele enchia o quarto, misturado aos gemidos dela e aos grunhidos roucos dele.
Ele a virou de bruços, levantando seus quadris. Entrou novamente, mais fundo. Uma mão segurava o cabelo dela, puxando levemente, a outra apertava o quadril. Ana empinava para trás, pedindo mais. Cada estocada fazia seus seios balançarem, o prazer crescendo como uma onda.
— Goza pra mim — ordenou ele, voz rouca.
O orgasmo a atingiu forte. Ana apertou os lençóis, corpo tremendo, gemendo alto enquanto gozava ao redor dele. Lucas não parou. Continuou metendo até que, com um gemido gutural, puxou para fora e gozou quente nas costas dela, jatos grossos marcando sua pele.
Caíram na cama, respirando pesado. Lucas puxou Ana contra o peito, beijando sua testa suada.
— Fica a noite toda — murmurou.
Ana sorriu, dedos traçando o peito dele.
— Não pretendo ir embora tão cedo.
O sol da manhã entrava tímido pelas cortinas semiabertas, pintando listras douradas sobre os lençóis bagunçados. Ana acordou com o corpo deliciosamente dolorido — um lembrete gostoso da noite anterior. Estava de lado, nua, e sentiu imediatamente o calor do corpo de Lucas atrás dela.
Ele já estava acordado. Uma mão grande deslizava devagar pela curva da sua cintura, subindo até envolver um seio, apertando com possessividade. O pau dele, já duro e quente, pressionava contra a sua bunda, roçando devagar entre as nádegas.
— Bom dia... — murmurou ele rouco contra o seu pescoço, mordendo de leve a pele sensível.
Ana arqueou as costas, empinando o quadril contra ele em resposta. Sentiu a mão dele descer, dedos grossos separando suas coxas e tocando sua boceta ainda inchada e sensível. Estava molhada novamente, quase envergonhada de como o corpo reagia tão rápido a ele.
— Tão molhada logo de manhã... — Lucas riu baixinho, malicioso. — Parece que você não teve o suficiente ontem.
Sem esperar resposta, ele a virou de barriga para baixo e subiu sobre ela. Ana sentiu o peso dele, o peito largo contra suas costas, e abriu as pernas instintivamente. Lucas não penetrou de imediato. Em vez disso, esfregou a cabeça grossa do pau para cima e para baixo entre os lábios molhados, provocando o clitóris inchado, torturando-a.
— Por favor... — gemeu ela, voz abafada no travesseiro.
— Por favor o quê? — perguntou ele, mordendo o lóbulo da orelha dela.
— Me fode... forte.
Lucas não precisou de mais. Entrou de uma vez, fundo e bruto, arrancando um gemido alto de Ana. Segurou os pulsos dela contra o colchão e começou a meter com estocadas longas e poderosas. O ângulo fazia ele roçar fundo, tocando um ponto que a deixava trêmula a cada investida.
O som molhado e obsceno dos corpos se chocando enchia o quarto iluminado. Ele soltou um dos pulsos dela e enfiou a mão por baixo, encontrando o clitóris, massageando em círculos rápidos enquanto continuava fodendo sem piedade.
Ana sentia o prazer subir rápido demais. Tentou segurar, mas era impossível. O orgasmo veio forte, fazendo seu corpo inteiro tremer e apertar o pau dele dentro dela. Lucas grunhiu, mas não parou. Continuou metendo através do orgasmo, prolongando-o até ela quase choramingar de tanto prazer.
Ele saiu de dentro dela de repente, virou-a de frente e abriu suas pernas bem abertas. Ajoelhou-se entre elas e mergulhou o rosto, chupando sua boceta com fome — língua firme no clitóris, dois dedos curvados dentro dela. Ana segurou os cabelos dele, quadris se movendo contra a boca dele, gemendo sem controle.
Quando estava quase gozando novamente, Lucas subiu, alinhou o pau e meteu fundo, olhando nos olhos dela. O ritmo era selvagem agora. Uma mão apertava o pescoço dela com pressão controlada, a outra segurava sua coxa, abrindo-a ainda mais.
— Olha pra mim enquanto goza de novo — ordenou ele, voz rouca.
Ana obedeceu. Os olhos castanhos dele estavam escuros de desejo. O segundo orgasmo a atingiu como uma explosão. Ela gritou o nome dele, unhas cravando nas costas dele, corpo convulsionando. Lucas meteu mais algumas vezes fundo e forte, até que puxou o pau para fora e gozou violentamente sobre a barriga dela, jatos grossos e quentes subindo até os seios.
Os dois ficaram ofegantes, suados, colados um no outro. Lucas rolou para o lado e puxou Ana contra o peito, beijando o topo da cabeça dela.
— Acho que vamos precisar de um banho... — murmurou ele, sorrindo.
Ana riu, ainda sentindo as pernas fracas.
— Só se você prometer me foder contra a parede do box.
Lucas apertou a bunda dela com força.
— Cuidado com o que pede... posso passar o dia inteiro dentro de você...
CONTINUA...