FUDENDO E TRANSFORMANDO A EMPREGADA EM PUTA - DIA 4
No quarto dia, Maria já não era mais a mesma pessoa. Chegou à casa com um plug anal de tamanho médio enfiado no cuzinho, como o patrão havia ordenado no dia anterior. Cada passo que dava fazia o plug pressionar dentro dela, lembrando constantemente sua nova condição. O uniforme justo marcava os seios firmes e a bunda grande, e ela sentia a bocetinha molhada só de imaginar o que viria. Roberto a esperava na sala de estar, sentado no sofá. Assim que ela entrou, ele apontou para o chão. — De joelhos. Rasteja até aqui. Maria obedeceu sem hesitar, caindo de quatro e rastejando como uma cadela até os pés dele. O plug aparecia ligeiramente quando ela empinava a bunda. Roberto segurou seu queixo com força, levantando o rosto dela. — Olha pra mim. Quero ver nos seus olhos o quanto você já caiu. Há quatro dias você era uma garota decente, trabalhadora, com futuro... Agora olha o que você virou: uma empregadinha de 23 anos que vem trabalhar com o cu plugado, ansiosa pra ser usada como um buraco vivo. Como se sente sabendo que nunca mais vai voltar a ser aquela Maria de antes? Ela corou violentamente, lágrimas de vergonha brotando nos olhos, mas respondeu com voz submissa e excitada: — Eu me sinto suja, patrão... me sinto inferior, quebrada... uma vadia sem valor que só serve pra dar prazer ao senhor. Roberto sorriu cruelmente. — Tira o uniforme. Quero ver o plug. Maria tirou tudo rapidamente, ficando nua na sala. Virou de costas, abriu as pernas e empinou a bunda, mostrando o plug enfiado no cuzinho. — Tira ele e me mostra. Ela puxou o plug devagar, gemendo, e entregou na mão dele. O cuzinho ficou piscando, vermelho e ligeiramente aberto. — Olha o estrago que eu fiz nesse cu virgem em poucos dias... — disse ele, enfiando três dedos com margarina direto, sem piedade. — Você sente orgulho de ser tão fácil de corromper? — Não... eu sinto vergonha... mas não consigo parar... eu preciso disso agora — confessou ela, a voz falhando enquanto ele girava os dedos com força. Roberto tirou o pau pra fora, passou margarina e mandou: — Senta no meu pau. Primeiro no cu. Quero ver você se arrombar sozinha. Maria obedeceu como uma puta bem treinada. Posicionou o cuzinho sobre a cabeça grossa e desceu devagar, gemendo alto enquanto o pau entrava. Quando chegou no fundo, começou a cavalgar com força, subindo e descendo, rebolando, fazendo as bolas dele baterem na bocetinha encharcada. — Isso... cavalga no pau que te destruiu — provocou ele, dando tapas fortes nos seios e na bunda. — Imagina se sua mãe soubesse que a filha dela vira uma cadela anal por uns trocados. Imagina seu namorado vendo você agora, gemendo feito uma porca enquanto outro homem te usa como um brinquedo sexual. Maria gemia mais alto, acelerando o movimento, lágrimas escorrendo pelo rosto de tanta humilhação e tesão: — Ele nunca pode saber... eu sou uma traidora, uma puta nojenta... só sirvo pra levar porra no cu... fode sua vadia, patrão! Ele a segurou pela cintura e começou a meter de baixo pra cima com brutalidade, alternando buracos. Enfiava tudo no cu, tirava e metia na buceta, depois voltava pro cu, usando a margarina para manter tudo escorregadio e sujo. A cada troca ele falava mais baixo, destruindo a mente dela: — Você não merece mais ser tratada como gente. A partir de agora, quando estiver limpando a casa, vai fazer de quatro, com o cu ou a buceta sempre acessíveis. Toda vez que eu passar, você vai abrir as pernas e pedir pra ser usada. Entendeu, sua empregada inútil? — Sim, patrão... eu entendi... sou só um objeto sexual... uma burra que merece ser humilhada e arrombada todo dia — respondia ela, quase soluçando de prazer e degradação. Roberto a jogou no sofá de lado, levantou uma perna dela e meteu com força selvagem, alternando os buracos sem parar. O barulho molhado de margarina, porra e sucos enchia a sala. Ele apertava o pescoço dela levemente, olhando nos olhos: — Goza enquanto admite que você é inferior a mim. Fala. Maria tremia inteira, o orgasmo chegando forte: — Eu sou inferior... sou uma putinha burra, feia por dentro, que merece ser usada e descartada... Aaaahh! Ela gozou violentamente, esguichando na buceta enquanto ele continuava metendo no cu. Roberto não parou. Aumentou o ritmo até o limite e, com um grunhido animal, enterrou tudo no cuzinho e explodiu. Jatos grossos e quentes encheram o intestino dela até transbordar, escorrendo pela bunda enquanto ele continuava pulsando dentro. Quando tirou o pau, mandou ela ficar de quatro e não limpar nada. — Deixa tudo escorrendo. Hoje você vai limpar a casa inteira assim: nua, com porra e margarina vazando do cu e da buceta. E toda vez que passar por mim, vai se ajoelhar, abrir a boca e pedir pra limpar meu pau. Maria, destruída, humilhada até o fundo da alma, apenas assentiu com um sorriso submisso e quebrado: — Sim, patrão... obrigada por me transformar nisso. Eu sou completamente sua.
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