— O café está quase pronto — ela disse, sem se virar.
Eu não respondi. Aproximei-me e abri a geladeira, retirando o pote de manteiga. Coloquei-o sobre a bancada, ao lado dela. O som do plástico contra o granito foi o sinal de que a ordem matinal estava prestes a ser revogada.
Puxei Elena pela cintura, forçando-a a apoiar as mãos na borda da bancada. Com uma das mãos, levantei a camiseta dela, expondo a pele alva e a fenda proibida que se escondia entre as nádegas firmes. Com a outra, mergulhei os dedos na manteiga pastosa, sentindo a textura gordurosa e densa.
— Marcelo... agora? — ela arquejou, o corpo já cedendo à posição de submissão que eu impunha.
— A cozinha é o lugar da alquimia, Elena. E hoje, vamos transformar o seu corpo.
Comecei a massagear a entrada do ânus dela com a manteiga. O toque era frio no início, mas rapidamente aqueceu-se com o calor da pele dela. Meus dedos deslizavam com uma facilidade obscena, dilatando a prega delicada, preparando o caminho com uma paciência cruel. Elena soltou um gemido longo, a cabeça pendida para frente, enquanto o aroma do café se misturava ao cheiro da gordura e do desejo que começava a transbordar.
Eu a abri com os polegares, expondo a mucosa escura e pulsante, agora brilhando sob a camada de manteiga. Sem qualquer aviso, penetrei-a com o polegar, sentindo o anel de Elena lutar contra a invasão, antes de relaxar e me engolir por inteiro. A lubrificação era perfeita; não havia atrito, apenas a sensação de um vácuo quente e faminto.
Desci o meu pijama e liberei a minha pica, já latejante. Posicionei-me atrás dela, a ponta encostando na entrada lubrificada. Com um movimento lento e contínuo, eu a invadi. A sensação da pica deslizando pelo cu de Elena, facilitada pela gordura da manteiga, era de uma crueza indescritível. Ela soltou um grito abafado, as mãos apertando o granito com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.
— Está sentindo, Elena? Sente como eu estou fundo? — eu rosnava no ouvido dela, enquanto começava a estocá-la com um ritmo pesado e metódico.
A foda na cozinha tinha um som específico: o baque da minha bacia contra as nádegas dela, o som úmido da manteiga sendo trabalhada pela fricção e a respiração entrecortada de Elena, que agora implorava por mais. Eu a fodia com uma violência doméstica, transformando o espaço do cotidiano em um templo de degradação consentida.
O ápice veio quando a forcei a olhar para o próprio reflexo no aço inox da geladeira. Ela via a minha pica entrando e saindo do seu cu, a gordura brilhando nas coxas, a imagem da sua própria entrega total. Elena descarregou em um espasmo que percorreu todo o seu corpo, e eu me derramei fundo nela, sentindo o calor do meu gozo misturar-se à lubrificação improvisada.
Recuei devagar, deixando-a debruçada sobre a bancada, o café já frio e esquecido. Limpei a mão no pano de prato, o olhar fixo na mulher que eu acabara de reclamar para a minha própria liturgia.
— Bom dia, Elena.
FIM