FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: GARGANTA PROFUNDA
Na semana seguinte ela já estava me esperando no estacionamento, sentada no banco de trás do carro prata com as pernas abertas. O vestido dessa vez era de alcinha, fácil de puxar. Quando abri a porta ela nem falou nada. Só apontou pro próprio colo e abriu a boca. — Enfia. Até eu engasgar de verdade. Sem dó. Eu subi no carro, fechei a porta e puxei o pau pra fora. Ela engoliu de uma vez, até a base, o nariz colado na minha barriga. A garganta dela apertou a cabeça do pau com força. Eu segurei o cabelo dela com as duas mãos e comecei a foder a boca sem piedade. Estocadas longas, profundas, ouvindo o barulho molhado de saliva e engasgo. Ela babava pra caralho, o queixo escorrendo, os olhos marejados, mas não pedia pra parar. Pelo contrário: empurrava a própria cabeça pra frente, forçando mais fundo. Quando ela engasgou de verdade, a garganta contraindo em volta do pau, eu segurei ela ali alguns segundos a mais. Ela bateu na minha coxa, mas eu só soltei quando quis. Ela puxou o ar com força, cuspiu um fio grosso de saliva no meu pau e voltou a engolir imediatamente. — Isso… usa minha boca… me trata que nem puta… Eu continuei. Fodi a garganta dela até sentir que ia gozar. Aí puxei o pau, bati na cara dela algumas vezes e enfiei de novo, gozando direto na garganta. Ela engoliu tudo, engasgando no meio, o gozo vazando pelo canto da boca. Quando eu tirei, ela ficou de boca aberta, mostrando a língua suja de porra, e engoliu o resto devagar, me olhando nos olhos. — Agora me leva pro teu apartamento. Eu quero os dois buracos arrombados também. No elevador ela já estava de joelhos de novo, chupando o pau ainda semi-duro e sujo. No apartamento eu a empurrei de quatro no chão mesmo. Levantei o vestido, cuspi na boceta e enfiei de uma vez. Comecei a meter duro, segurando o cabelo dela e puxando pra trás. Ela gemia alto, a boca ainda com gosto de porra. — Mais forte… arrebenta essa casada… Eu tirei o pau, enfiei no cu sem avisar. Ela gritou, o corpo tremeu. O cu estava apertado, mas já um pouco aberto da semana passada. Fodi sem dó, batendo a bunda dela com a mão livre. A cada estocada o barulho molhado da boceta escorrendo pingava no chão. Ela se masturbava desesperada, gemendo: — Enche o cu… goza dentro… quero sentir escorrendo enquanto eu chupo de novo… Eu gozei fundo no cu dela, bombeando tudo. Continuei metendo enquanto gozava, sentindo o porra vazando e escorrendo pelas coxas. Quando tirei, o cu ficou aberto, pingando. Ela se virou na hora, engoliu o pau sujo de porra e cu, e limpou tudo com a língua. Chupou os saco, chupou a cabeça, engoliu o que ainda escorria. Mas eu ainda não tinha terminado. Levantei ela, coloquei de costas no sofá, abri as pernas e enfiei de novo na boceta. A boceta estava uma bagunça: molhada, escorrendo gozo do cu, quente pra caralho. Fodi fundo, rápido, até ela gozar gritando, apertando meu pau com força. Eu continuei, mais um pouco, e gozei pela segunda vez dentro dela, até não sobrar mais nada. Ficamos ali, destruídos. Ela estava um nojo gostoso: vestido amassado no peito, cabelo bagunçado, boca vermelha e inchada, gozo escorrendo dos dois buracos, coxas brilhando, saliva e porra no queixo. Ela se levantou devagar, ajeitou o vestido o melhor que pôde e me olhou com aquele sorriso sujo. — Meu marido vai me beijar quando eu chegar. Vou deixar ele sentir o gosto da tua porra na minha boca. Na porta ela parou, ainda mancando um pouco, e falou: — Próxima vez eu quero que você me foda no banheiro do supermercado. Enquanto o povo passa do lado de fora. Eu quero o risco. A porta bateu. Eu fiquei no sofá, pau mole, o cheiro de sexo e porra impregnado em tudo, já contando os dias pro próximo encontro.
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