FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: NO BANHEIRO
Ela me mandou mensagem no meio da tarde: “Banheiro masculino do fundo. Daqui a 20 minutos. Não tranca a porta.” Eu cheguei primeiro. O banheiro era pequeno, cheiro de desinfetante barato, uma privada e uma pia. Deixei a porta entreaberta e esperei. Ela entrou de vestido floral curto, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Fechou a porta só o suficiente pra ninguém ver de fora, mas não trancou. Olhou pra mim com aquele sorriso sujo e já ajoelhou na frente da privada. — Rápido. Alguém pode entrar a qualquer momento. Abriu meu zíper, tirou o pau pra fora e engoliu até o fundo de uma vez. A garganta dela apertou, saliva já escorrendo. Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca ali mesmo, ouvindo os passos e as vozes do corredor do lado de fora. Cada vez que alguém passava perto, ela engolia mais fundo, engasgando de propósito, o barulho molhado ecoando no banheiro pequeno. Quando eu estava quase gozando, ela se levantou, virou de costas, ergueu o vestido até a cintura e se apoiou na pia. Sem calcinha. A boceta já estava encharcada. — Enfia. E não tira até gozar dentro. Quero sair daqui escorrendo. Eu enfiei de uma vez. A boceta quente, apertada, molhada pra caralho. Comecei a meter fundo, segurando o quadril dela. O espelho embaçado refletia o rosto dela contorcido de prazer. Do lado de fora alguém tossiu. Ela mordeu o próprio braço pra não gemer alto, mas o barulho molhado das estocadas era impossível de esconder. Eu meti mais rápido. A cada empurrão a bunda dela batia na minha barriga com um estalo. Ela estava gozando, o corpo tremendo, a boceta apertando meu pau em ondas. Eu segurei o cabelo dela, puxei pra trás e continuei fodendo sem parar. Passos se aproximaram. A maçaneta girou. Alguém tentou abrir. A porta emperrou no meu pé. Uma voz masculina: — Tem alguém aí? Ela olhou pra mim pelo espelho, olhos marejados de tesão, e sussurrou: — Responde. E continua metendo. Eu forcei a voz: — Ocupado. A pessoa do lado de fora resmungou e foi embora. Eu aproveitei e enfiei ainda mais fundo, quase levantando ela da pia. Ela gozou de novo, dessa vez sem conseguir segurar o gemido, um gemido baixo e rouco que qualquer um do corredor poderia ter ouvido. Eu senti o porra subindo. Segurei o quadril dela com força e gozei fundo, bombeando tudo dentro da boceta. Continuei metendo enquanto gozava, sentindo o líquido quente vazando e escorrendo pelas coxas dela, pingando no chão do banheiro. Quando tirei o pau, um fio grosso de porra escorreu da boceta dela e caiu no piso. Ela se virou, ajoelhou de novo e limpou o pau com a boca, chupando até o último fio. Depois se levantou, ajeitou o vestido (agora com uma mancha úmida entre as pernas) e me olhou no espelho. — Vou andar pelo supermercado assim. Sem calcinha, tua porra escorrendo pela coxa. Se meu marido ligar, eu atendo no meio do corredor. Ela abriu a porta e saiu mancando de leve, o vestido colado na bunda. Eu fiquei mais um minuto, limpando o chão com papel, o cheiro de sexo misturado com desinfetante ainda forte no ar. Quando saí, ela estava no corredor de bebidas, fingindo escolher um vinho. Ao passar por mim, murmurou sem olhar: — Próxima vez eu quero que você me foda no carro, no estacionamento, com as luzes acesas. Quero que alguém veja. E continuou andando, a mancha úmida no vestido bem visível se prestasse atenção. Eu já estava duro de novo.
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