VIREI A PUTINHA DO VOVÔ.



Os acontecimentos narrados neste conto são do ano de 2018. Cidade pequena, meu avô (viúvo) era professor de matemática no único colégio particular da cidade, e eu estudava em outro colégio que era estadual. Sempre tive dificuldade com a matéria de matemática, onde mantinha minhas notas apenas na média. Quando me preparava pra prestar vestibular pra odontologia pra faculdade na cidade a mais de 100km de distância, onde também meu avô lecionava, minha própria mãe pediu para meu avô (seu pai) me dar algumas aulas grátis quando ainda faltava uns 3 meses para as provas. Dei até um tempo no namoro pra me dedicar exclusivamente aos estudos. Passei a ir à casa do meu avô aos sábados a noite, e tudo corria normalmente até que meu pai recebeu uma proposta de emprego em Minas Gerais... Morávamos no interior do Rio de Janeiro. Minha mãe resolveu ir junto com meu pai, e para que eu não perdesse o dia da prova do ENEM que seria mais ou menos em 2 meses, foi combinado de ficar durante aquele tempo morando junto com meu avô, pra aproveitar pra ter mais aulas particulares com ele. Estava indo muito bem nas aulas com meu avô, que sempre chegava em casa com algum presentinho pra mim... Desde uma simples blusa, até dinheiro para que eu pudesse sair um pouco de casa e eu mesma comprar coisas pra mim ou apenas lanchar. Meu avô lecionava na faculdade durante 3 dias seguidos na semana, e era quando ele ficava hospedado lá na cidade durante dois dias. E era durante nesses dias que eu gostava de ficar bem a vontade dentro de casa, a ponto de algumas vezes andar até pelada pela casa. Sabia que corria algum risco do meu avô aparecer de repente por algum motivo, e sentia prazer com essa possibilidade. E acabou acontecendo, quando tomando banho com a porta escancarada tive uma sensação de que alguém me espiava através do vidro transparente do box. Olhei na direção da porta e não vendo ninguém comecei a fantasiar nua na frente do meu avô que cheguei a tocar uma siririca até ter um orgasmo... Na realidade eu estava subindo pelas paredes por falta de sexo. Como sempre fazia quando ficava sozinha em casa, sai do banheiro peladinha pra ir pro meu quarto, quando trombei literalmente com meu avô no corredor.
- Vôôôõ????????
Ele me segurando com as duas mãos sobre meus ombros.
- Calma Alice, não precisa ficar com medo!
Minha preocupação foi cobrir meus peitos com o braço e a xoxota com a mão, e com minhas pernas tremendo não conseguia nem sair do lugar. Ele aproveitou pra me abraçar e fazendo carinho nas minhas costas.
- Está tudo bem ok?
Não sei por que, aquele carinho nas minhas costas foi me deixando um pouco mais relaxada que acabei eu mesmo enlaçando meu avô me cintura enquanto ele continuava alisando minhas costas.
- Que vergonha vô!...
Imaginava que a sensação que senti no banho, devia ser ele me espiando e que provavelmente deve ter me visto até me masturbando embaixo do chuveiro.
- Nada de vergonha com seu avô, tá bom? Comigo você pode ficar do jeito que quiser!
A mão dele desceu alisando minha bunda bem de leve, e depois sem deixar de me abraçar foi me levando até meu quarto. Me soltando e me olhando completamente nua na sua frente, disse que tinha ido somente pegar alguns documentos, mas que teria que voltar pra faculdade. Ele saiu e eu me joguei sobre a cama, e ali fiquei peladinha numa mistura de medo e prazer pensando no que tinha acabado de acontecer, sem me preocupar em me vestir logo. Com isso meu avô retornou do seu quarto, entrando no meu me encontrando do mesmo jeito. Resolvi não me esconder, e ali fiquei vendo-o sentar-se na cama do meu lado, fazer um carinho nos meus dois peitinhos, reclinar e me dar um beijinho no rosto.
- Tenho que ir, tá bom?
- Tá bom vô!...
Ele deu mais uma boa olhada pro meu corpo nu.
- Você está uma menina muito bonita, hein?
Ele falando alisou minha coxa fazendo sua mão apenas encostar na minha xoxota... Senti um calafrio percorrer todo meu corpo, que quase pedi pra ele ficar mais um pouco. Ele saiu e eu fiquei ali deitada por um bom tempo imaginando várias coisas, até que resolvi tocar mais uma siririca e novamente gozar pensando no meu avô. Ele só retornou dois dias depois me passando alguns problemas em uma folha pra resolver até o dia seguinte. No dia seguinte lhe entreguei a folha com outras mostrado as resoluções do problema, dizendo em seguida que ia tomar banho antes de descermos para almoçar no restaurante de sempre. Ele me olhando e sorrindo me perguntou se poderia deixar a porta do banheiro aberta. Apenas sorri de volta, e já pronta pra entrar embaixo do chuveiro abri a porta do banheiro entrando rapidamente no box. Pelo vidro transparente logo vi meu avô entrando.
- Quer que eu esfregue suas costas?
Meu coração batia forte enquanto minha xoxota latejava sem parar, o que me fez abrir a porta ficando de frente pra ele, que pegando o sabonete e a esponja da minha mão começou a passar um pouco acima dos meus peitinhos, depois pulou os peitinhos passando pela minha barriga, pulou a xoxota passando nas minhas pernas. Largou a esponja pra voltar a lavar meus peitinhos com as mãos, como se os estivesse massageando. Naquele ponto minha bucetinha já estava até babando, quando ele foi com a mão passando os dedos.
- Ooooh vôôôô!!!!! Pode enfiar o dedo, enfia! Enfia!!!!!
E ele atolou de dedo na minha xana e ficou socando como se fosse um pinto me fodendo, que acho devido minha carência de sexo rapidamente fui tendo um orgasmo.
- Aaaaahhhh! Aaaaahhhhhh!...
Me fez sair do box, me ajudou a secar meu corpo com a toalha me levando em seguida para o meu quarto. No momento que me deitei já estava louca pra ser fodida mesmo que fosse pelo meu avô, que até então nunca tinha demonstrado interesse pelo meu corpo. Ele ainda todo vestido sentou na cama do meu lado e reclinando passou a mamar nos meus peitinhos e a passar a mão na minha bucetinha. Eu gemia alto, e dos meus peitos ele foi descendo com a boca pela minha barriga até chegar no meio das minhas pernas e começar a lamber, chupar e cutucar a ponta da língua na minha xana que estava pegando fogo. Foram mais ou menos uns 5 minutos com ele chupando minha xaninha que acabei tendo um gostoso orgasmo, praticamente gritando de prazer.
- Oooooh vôõõõõõõ!!!!!! Ooooohhhhhhhhhhh!...
De repente ele apenas sentado me mostrou o volume na sua calça.
- Olha só como você deixou o vovô!
Sem hesitar, botei a mão naquele volume por cima do tecido da calça sentindo a dureza daquele membro que ainda nem tinha visto ao vivo.
- Tira ele pra fora vô, tira!
Fiquei olhando ele ir abrindo a calça até puxar uma bela piroca dura, que novamente sem hesitar passei a fazer carinho e abaixando esfreguei no meu rosto... Senti vontade de chupar, mas com receio de me mostrar muito puta apenas dei um beijinho na ponta, perguntando em seguida se ele tinha camisinha.
- Não precisa Alice, consigo me controlar... Prometo que tiro antes de gozar.
Me fez ficar de quatro sobre a cama com meu bumbum virado pra fora, e ele em pé com as calças arriadas encostou e já foi empurrando pra dentro da minha xoxota.
- Aaaaahhhhh! Aaaaahhhhhh! Vai vô! Vaaaaiiiiiii! Mete! Meeeeete tudo!!!!
E ele enfiou tudo e começou a bombar cada vez mais forte que seu corpo batia na minha bunda enquanto seu pau penetrava até o fundo da minha alma.
- Que delícia minha netinha... Que bucetinha apertadinha!
- Não para vô! Nããããooooo paaaaara!...
Tive mais um maravilhoso orgasmo que chegava a rebolar sentindo todo seu pau dentro de mim... De repente ele tirou seu pau de dentro da minha buceta pra ficar esfregando sobre minha bunda lambuzando-a com seu gozo. Fui me limpar, e voltando ele já não estava mais no meu quarto. No dia seguinte cedo ao chegar na cozinha encontrei meu avô já tomando seu café e resolvi cumprimentá-lo dando-lhe um beijo no rosto, mas ele de propósito deixou a boca na reta.
- Vô?????...
Ele me puxou pro seu colo já enfiando a mão por baixo da camisola indo direto pra minha bucetinha descobrindo que eu estava sem calcinha.
- Sem calcinha, é?
- Eu gosto de ficar sem calcinha!
- Ué, aqui você pode ficar até pelada se quiser!
- Olha que eu fico, hein? Kkkkkkkk!...
Fui sentindo que ele estava ficando de pau duro, e sem hesitar praticamente lhe ofereci minha boca que ele foi logo beijando.
- Fica peladinha pro vovô, fica!...
Rapidamente me livrei da camisola, e antes de sentar no seu colo novamente fiquei olhando-o arriar seu short deixando seu pau duro reto. Segurei seu pau e fui ajeitando meu corpo de frente pra ele, dando uma esfregadinha com minha buceta na ponta do seu pau e achando a entrada fui descendo meu corpo fazendo seu pau ir entrando lentamente dentro de mim.
- Ooooooh vô! Ooooooohhhhhh!
Ele com as duas mãos segurando minha bunda foi me ajudando a subir e descer no seu pau.
- Aaaaahhhh! Aaaaahhhh! Vou gozar vô! Vouuuuuu goooooooozarrrrr!!!!!!
Gozei, e ele me fazendo sair do seu pau me encostou de bruços sobre a mesa e veio rapidamente encostando e empurrando pra dentro do meu cuzinho. Quando me dei conta já estava me penetrando, e apesar da dor fui sentindo um prazer totalmente diferente de quando meu namorado comia minha bundinha... Ele socou por mais de dois minutos pra ficar parado com tudo enfiado gozando dentro da minha bunda. Virei a putinha do vovô, e tempos depois passei no vestibular e meu avô resolveu se mudar para um pequeno apartamento perto da faculdade pra que eu pudesse estudar. Até me formar, fiquei morando e trepando com meu avô, indo pra Minas somente tempos depois. Estou montando meu próprio consultório com a ajuda do meu pai, e pretendo quando estiver estabilizada ir visitar meu avô.
Foto 1 do Conto erotico: VIREI A PUTINHA DO VOVÔ.

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Comentários


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jmgaucho Comentou em 21/07/2026

Que netinha do vô safada né e virou a putinha dele então. Votado belo relato




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Ficha do conto

Foto Perfil angelrj6
asangelrj6

Nome do conto:
VIREI A PUTINHA DO VOVÔ.

Codigo do conto:
267815

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/07/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5