Meu sogro, viúvo e militar reformado, mesmo inativo continuava trajando roupas estilo militar: tecido verde oliva ou caqui, e grosso. Quando ainda namorava e morava com o Gerson, ele acabou entrando para uma escola de ensino superior do exército brasileiro. Como passei a ficar muito tempo sozinha em casa, meu sogro sugeriu que fossemos morar na sua casa que tinha espaço sobrando. Meu sogro era um homem um pouco carrancudo, mas demonstrava preocupação com o filho e até comigo, querendo sempre agradar com alguma coisa gostosa que ele fazia na cozinha. Nos fundos da casa tinha uma pequena piscina que ele sempre mantinha limpa, mesmo usando-a muito pouco. Gerson me incentivava a aproveitar mais a piscina, mesmo que fosse sozinha. Um dia estava tranquila na piscina quando meu sogro apareceu trajando um bermudão. Fiquei um pouco sem jeito dele me vendo de biquini, estando ali sozinha com ele. Mas com o tempo fui me acostumando com sua presença ali comigo, e passamos a conversar mais sobre assuntos variados. Passei também a notar, mesmo trajando bermudão, um volume bastante saliente na sua virilha. Fiquei um pouco sem jeito, e querendo sair rapidamente da piscina escorreguei na escada torcendo o tornozelo que cheguei a gritar de dor. Rapidamente ele me pegou no colo me levando até uma espreguiçadeira, passando a examinar meu pé direito que inchou rapidamente. Ele apalpando delicadamente meu tornozelo, disse que aquele inchaço ia diminuir com uma boa pomada em dois ou três dias já estaria andando normalmente, que tinha sido apenas uma luxação sem nenhum osso quebrado. Novamente ele me pegou no colo me levando pra dentro de casa, me colocando sobre um sofá de couro dizendo que ia buscar a pomada. Como a dor ainda era intensa, fiquei apenas aguardando até vê-lo voltar com uma bisnaga na mão. Quando ele começou passando a pomada no meu tornozelo é que fui perceber que eu estava de biquini e toda de perna aberta com ele olhando na direção da minha xoxota. Ele apenas sorriu e continuei sentindo seus dedos deslisando no meu calcanhar. Depois me pediu pra antes de fazer qualquer coisa, esperar pelo menos meia hora pra que a pomada começasse a fazer efeito. - Depois, posso tomar um banho? - Sim! Se precisar posso te ajudar no banho!... Fiquei sem entender aquela proposta, e fiquei ali de biquini assistindo um pouco de TV esperando o tempo passar. Passado o tempo, ele retornou pra sala. - Vamos pro banho? Me preparava pra levantar, ainda sentindo o calcanhar latejando. - Não é melhor você se despir antes de ir pro banheiro? - Hein? Como assim???? - Me deixa te ajudar no banho, Mariza! - Não! Isso é um absurdo! - Ninguém vai precisar saber que te ajudei a se lavar! - Eu agradeço, mas não posso aceitar! - Confia em mim, ok? Não vou fazer nada sem o seu consentimento! Mas mesmo sem dar consentimento, ele segurou a parte de baixo do biquini e foi puxando pelas minhas pernas me fazendo colocar as duas mãos sobre a xoxota, e mais uma vez me pegou no colo e foi me levando até o banheiro onde ele já tinha colocado dentro do box uma cadeira de plástico. Ele me colocou sentada e foi abrindo a chuveiro e ficou verificando a temperatura da água, até puxar a cadeira e chegar com ela embaixo do jato d’água. Meu coração estava quase saindo pela boca, quando ele tirou a parte de cima do biquini me deixando completamente nua. Eu continuava escondendo minha xoxota com as duas mãos, quando ele começou a passar a bucha com sabonete, começando pelo meu pescoço, ombros, me empurrando pra frente passando nas minhas costas, voltou pra frente passando sobre meus seios e barriga. Quando foi passando pelas minhas coxas ele mesmo tirou minhas mãos pra passar bem sobre minha buceta, que mesmo sem a minha permissão estava ficando toda assanhada (latejando de tesão). Me fez ficar em pé sobre só uma perna e passou mais um pouco sobre minhas costas, descendo e lavando minhas nádegas. Mesmo com um pouco de dificuldade, ele conseguiu secar todo meu corpo com uma toalha, me levando no colo pro meu quarto onde me colocou delicadamente sobre a cama... Foi quando notei que o volume no seu bermudão estava enorme. Ele saiu, voltou rapidamente pra passar mais pomada, e me deixou ali com meus pensamentos. Fiquei pelada por bastante tempo sem me preocupar que ele poderia voltar. Mas não voltou, e somente duas horas depois é que apareceu na porta pra dizer que tinha feito um lanche pra nós. Nesse momento eu estava com apenas um lençol sobre meu corpo, com receio de pisar no chão pra pegar uma roupa, com o pé ainda dolorido. Ele entrou, e indo no armário pegou um short e uma camiseta me entregando pra eu me vestir. Com ele ali parado me olhando, resolvi deixar de lado todo meu constrangimento pra primeiro sentar e vestir a camiseta. E quando tirei de vez o lençol pra vestir o short sem calcinha, ele rapidamente veio me ajudar a passar pelos meus pés, e claro, ficar olhando pra minha buceta. E sempre me carregando no colo me levou até a cozinha. Foi lá na cozinha que ele falou que eu não precisava falar nada pro Gerson quando ele viesse pra casa. - Eu sei, ele jamais ia entender! Ele também disse que ia conversar com o Gerson pra que ele agilizasse nosso casamento, mesmo que fosse apenas no civil. E quando disse que o Gerson pretendia resolver primeiro sua vida militar, meu sogro não concordou dizendo que já que vivíamos juntos, ele via o casamento como uma segurança pra mim. E ainda frisou que poderíamos continuar morando ali com ele até que Gerson tivesse melhores condições financeiras. Ele ficou me levando no colo pra lá e pra cá, sempre que eu precisava, não querendo deixar que eu forçasse o pé machucado. No fundo eu estava era ficando apaixonada pelo meu sogro, mesmo com aquele seu modo autoritário de fazer as coisas. No dia seguinte depois do café, já imaginando e desejando, disse que queria tomar banho. Me deixando sentada no sofá da sala foi preparar a cadeira dentro do box. Voltando, sem pestanejar foi me despindo ali mesmo no sofá, tirando meu short (estava sem calcinha) e a camiseta. Mas só que dentro do banheiro, mesmo antes dele abrir o chuveiro me perguntou se teria problema de ele também ficar sem roupa, e aproveitar também pra tomar banho. Eu que já tinha perdido totalmente minha vergonha, e tinha muita curiosidade sempre vendo aquele enorme volume aparecendo na sua virilha, concordei, pois, sabia que o Gerson só retornaria do quartel somente depois de quatro dias. Gerson tinha uma piroca um pouco acima do normal, mas quando vi meu sogro pelado ainda com ele mole, vi algo que jamais poderia acreditar. A piroca do meu sogro parecia a de um jumento... Enorme e bem grossa. Era uma situação totalmente fora do normal, e fiquei evitando de ficar olhando para aquela coisa roliça. Mas quando ele começou a me ensaboar, cheguei até a fechar os olhos só sentindo sua mão deslisar pelo meu corpo com a esponja. Mas ele ao me pedir pra ficar em pé senti sua mão alisando minha buceta sem a esponja. - Não faça isso, a gente não pode!... - Podemos sim! É só a gente manter isso em segredo! - Oh meus Deus! Tenho medo!... Ele me abraçou de frente que senti seu pau roçando no meio das minhas pernas. - Mas está com vontade, não está? - Estou! Mas não sei se a gente deve fazer! - Posso lhe dar um beijo? Consenti sem imaginar que ele ia segurar minha cabeça e lascar um beijão na minha boca. Eu estava tentando bancar a difícil, mas sabia que ao chegarmos naquele ponto não podia mais ter volta, e no fundo eu estava desejando ser possuída por aquele homem pirocudo. Segurei seu pau e me entreguei deixando continuar me beijando na boca e passando as mãos pelo meu corpo. Quando me perguntou se gostaria de ir pra cama com ele, disse que “sim” na hora. Com nossos secos ele me levou me colocando sobre sua cama, pra começar a mamar nos meus peitos e voltar a me beijar até de língua. - Vem meu sogro, quero ser fodida por você!... Rapidamente ele veio entrando no meio das minhas pernas segurando seu pau que tinha ficado duro, encostou e foi logo empurrando pra dentro da minha buceta. Parecia até que eu ainda era virgem, tamanha pressão que aquele pau fez alargando os lábios vaginais... parecia que ia me rasgar ao meio. Enfiou apenas um pouco mais de metade e ficou puxando pra trás e socando me fazendo berrar. - Meuuuuuuu Deuuuuuusssss! Huuuuuuaaaiiiii! Huuuuuaaaaiiiii!!!!. Ele só fazendo movimentos com a pélvis de vai-e-vem num ritmo forte, tive a impressão de ter tido dois orgasmos seguidos antes dele tirar e gozar sobre minha barriga. Nova ida no seu colo pra me lavar, depois me levou até meu quarto me deixando sobre minha cama, me dando um beijo e saindo do quarto. Fiquei ali peladinha ainda com minha buceta latejando. No terceiro dia já estava conseguindo andar sem forçar muito o pé no chão, e acordando fui até a cozinha encontrando-o já preparando nosso café da manhã. Sentei e ele veio direto beijar minha boca me perguntando se eu tinha dormido bem. Disse que sim, e frisei que tínhamos que tomar cuidado pro Gerson não desconfiar de nada. Mas enquanto o café estava sendo passado na cafeteira, ele me mandou tirar meu short (novamente estava sem calcinha) e ele sentando na outra cadeira pediu pra sentar no seu pau. Sem forçar o pé no chão, fui me posicionando até conseguir colocar minha buceta na ponta daquela enorme piroca. Ao começar soltar o peso do corpo fazendo minha buceta ir engolindo aquela tora, a pressão novamente me fez urrar de prazer. - Aaaaahhhh! Aaaaahhhhh!... Ele me ajudando a subir e descer com as duas mãos na minha bunda. - Que buceta gostosa Mariza!... Fui aumentando o ritmo da subida e descida. E mesmo ele me pedindo pra sair que ele ia gozar, continuei a cavalgar até sentir o primeiro jato de porra dentro do meu corpo... Sentei de vez no seu colo também gozando praticamente junto com ele. Resumindo, era ficar sozinha com meu sogro pra gente fazer todo tipo de putaria juntos. Já chupava seu pau, ele me chupava e principalmente metia bem gostoso na minha buceta. Somente dois anos depois é que Gerson teve condições de arrumar uma casa bem próxima do quartel pra gente morar.
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