Sou a Telma, e minha irmã gêmea a Tânia. Desde muito pequena fomos criadas só pelo nosso pai Danilo, e era ele quem muitas vezes tinha que nos ajudar no banho e até nos vestir, para dar tempo de estarmos prontas pra chegada Van-escolar e da empregada que trabalhava na nossa casa. Mas nós mesma, no máximo que já o vimos foi de cueca. Fomos crescendo e naturalmente fomos deixando de ficar muito expostas na frente do nosso pai, mas continuamos a não nos preocuparmos se por acaso ele nos visse nuas, mesmo já bem crescidinhas. Tânia foi a primeira a arrumar um namorado, e passou a me contar todas as safadezas que eles faziam. Desde quando ele chupou seus peitinhos pela primeira vez, de quando ela viu e segurou pinto duro dele, de quando ela o viu gozar no chão também pela primeira vez. Quando arrumei o meu primeiro namorado, ele ficou assustado quando lhe mostrei meus peitinhos e pedi pra ele chupar e me mostrar seu pinto, a ponto de não querer mais namorar comigo. Já o segundo foi logo topando, que acabei dando a bundinha antes mesmo da minha irmã. Ficamos sabendo da outra até quando perdemos nossa virgindade. Nosso pai, sempre aos domingos ia jogar bola e depois tomar algumas cervejas com seus amigos em um campinho de várzea próximo da nossa casa, a ponto de sair de casa já trajando short do seu time, camiseta e tênis. Normalmente ele chegava do futebol e ia direto pro banho, até que um dia o vimos entrar em casa bêbado igual um gambá, se jogando sobre o sofá com aquela roupa toda suja de terra. Tânia: - A gente precisa colocar ele pra tomar banho! Eu: - Mas como? Ele é muito pesado! Ela: - A gente o faz ir andando até o banheiro! Resolvemos tentar, e minha irmã sugeriu de tirarmos as roupas dele ali mesmo no sofá. Tiremos o tênis, as meias, com muita dificuldade tiramos sua camiseta. Tânia: - Vamos tirar o short, também! Quando ele ficou só de cueca; ela. - Vamos tirar também... Eu: Mas ele vai brigar com a gente depois! Ela: - Não vai não, a gente diz que foi ele mesmo que tirou suas roupas. Quando conseguimos tirar sua cueca e vimos aquela piroca que mole devia ter pelos menos um palmo, Tânia olhou pra mim. - Caramba, olha só o tamanho! Falou segurando e levantando o bilau no nosso pai que até roncava sem ter noção do que estava acontecendo. Quando ela soltou, eu também segurei levantando e examinando aquela rola que mesmo mole era o dobro em tamanho e grossura da do meu namoradinho. Tentamos fazer com que ele levantasse para ir até o banheiro, mas não tivemos sucesso. Eu e Tânia ficamos discutindo o que íamos fazer, até que decidimos colocar pelo menos a cueca de volta e esperar que ele acordasse sozinho. Mas ao levantar uma perna e tentando levantar a outra, ele de repente abriu os olhos, nos vendo e resmungando. - O que houve, o que está acontecendo? Tânia: - Nada pai, é que você chegou em casa muito bêbado! O ajudamos a sentar, sem termos conseguido vestir a cueca, mesmo assim ele custou a perceber que estava pelado. Ainda sob o efeito da bebida, ele custou a pegar uma almofada pra colocar sobre seu colo. - Por que estou desse jeito? Novamente minha irmã foi logo falando que ele é que tinha tirado sua própria roupa e deitado ali no sofá... Ele olhando um pouco assustado pra uma e pra outra. - É? Eu fiz isso? Ela: - Fez pai, mas vamos te ajudar a ir até o banheiro, ok? - Não! Não precisa! Eu vou sozinho!... Ele tentou se levantar, mas caiu novamente sentado deixando a almofada cair no chão. Foi minha vez de falar que ele não precisava se preocupar com a gente, pois só queríamos ajudá-lo. O pegamos cada um por um braço e puxamos fazendo-o levantar-se e ir na direção do banheiro trocando as pernas. Tânia abriu o chuveiro e ele ficou com as mãos apoiadas na parede deixando a água cair sobre sua cabeça e costas. Eu e minha irmã ficamos ali paradas só olhando, sem jeito de fazer mais alguma coisa a mais pra ajudá-lo. Aos poucos ele foi aprumando o corpo, e depois de mais ou menos uns 5 minutos ele foi virando pro nosso lado já com seu pau duro, dizendo que podíamos sair que ele ia terminar o banho e ir deitar um pouco no seu quarto. Fomos ficar na sala ainda preocupadas, até vê-lo sair peladão do banheiro na direção do seu quarto. Duas horas depois, com Tânia dizendo que ia tomar banho, resolvi dar uma olhada no nosso pai, pois já tinha percebido que ele deixou a porta um pouco aberta. Empurrei a porta bem lentamente, mas ao olhar na direção da cama ele já estava acordado, e me vendo me chamou pra entrar. Fui caminhando até a cama onde ele continuava pelado. - Vem cá filha, vem me dar um abraço, vem! Eu olhando pro seu pinto mole caído sobre sua coxa, tive que subir na cama pra conseguir lhe abraçar. Ele me puxou pra sobre seu peito me dando um beijo no rosto dizendo que estava muito agradecido por nós duas tê-lo ajudado a tomar banho. Quando voltei a olhar seu pinto estava duro e reto apontando pra cima. Estranhei que ele que sempre foi muito reservado com a gente, estava ali peladão como se fosse algo normal pra ele, e levou a mão passando sobre minha bundinha por cima da minha bermuda. Minha vontade era de colocar a mão no seu pau, mas mesmo sabendo que ele parecia estar gostando de ficar pelado ali comigo, resolvi lhe dar um beijo e sair do quarto. Fui logo fofocar com minha irmã, que me perguntou o que eu tinha achado na piroca do nosso pai. Quando disse que tive vontade de segurar e de até chupar, ela fez a pergunta se ele aceitasse se eu chuparia. - Não sei, é nosso pai, né? Ela: - Eu chuparia, e até fico imaginando enfiando aquilo tudo na minha buceta! Nos dias seguintes, depois de o vermos saindo pelado do banho pro seu quarto pela terceira vez, resolvemos ir até lá e encontrando a porta somente encostada fomos entrando, e novamente ele estava deitado totalmente pelado com a TV ligada. A safada a minha irmã, foi entrando e sentando na cama levando a mão e segurando a piroca do nosso pai que foi crescendo e ficando dura. Fiquei na porta apenas olhando, e fui vendo Tânia tirar sua blusa e passar a esfregar seus peitinhos naquela piroca dura, pra em seguida simplesmente começar a chupar. Foi nesse instante que ele olhou pra mim fazendo um sinal me chamando. E a filha da puta da Tânia parou apenas um instante de chupar pra me olhar. - Você não disse que tinha vontade de chupar? Vem chupar, vem! Ele gosta!... E ele: - Vem filha, se quiser pode chupar também!... De repente pareceu que alguma coisa entrou no meu corpo que fui também ficando seminua indo reversar com minha irmã na piroca do nosso pai que apenas gemia... Que delícia chupar o pau do meu próprio pai. - Oooooo! Oooohhhh! Que gostoso! Chupa! Chupa!... Quando ele disse que ia gozar, eu parei, mas a Tânia continuou chupando deixando-o gozar dentro da sua boca... Ela engoliu a maior parte, mas um pouco de porra escorreu pela sua boca, pescoço e peitinhos. Tânia foi até o banheiro se limpar, e ele. - Deixa eu chupar seus peitinhos, deixa? Me aproximei dando-lhe um peitinho pra ele começar a mamar, enquanto sua mão apalpava minha xana por cima do short. Nisso Tânia retornou e ali mesmo na nossa frente foi tirando seu short e sua calcinha, e nua veio subindo sobre a cama e falando pra que eu também tirasse meu short. Sabia exatamente que estávamos nos comportando como duas putinhas que éramos com nossos namorados. Mas o fogo que estava consumindo meu corpo me fez também ficar pelada indo ficar do outro lado, vendo nosso pai passar a mão na buceta da Tânia que uivava feito uma cadelinha no cio. Eu segurando a piroca que estava a meia bomba fui sentindo ela ir crescendo. Passei a movimentar minha mão até sentir aquela coisa duríssima novamente. Ele nos fez ficar deitadas uma do lado na outra e veio primeiro enfiando a piroca na minha buceta, dando algumas socadas firmes e fortes que fazia meu corpo balançar e eu a gemer escandalosamente. Tirou a minha pra enfiar na buceta da Tânia que também gemia alto, - Mete pai, mete! Quero gozar! Já vou gozar! Hhhhhhaaaaa! Hhhhhhaaaaaa!!!!! Bastou 2 minutos pra ela gozar, e ele voltar a enfiar na minha buceta e socar por mais uns 3 minutos antes de tirar pra gozar sobre meu corpo. Foi minha vez de ir até o banheiro, e quando voltei os dois estavam se beijando de boca. Tânia saiu de sobre a cama e ele me chamou pra também lascar um demorado beijo na boca. Naquela semana, todos os dias, passamos a ficar peladinhas na cama com nosso pai que além de chupar nossos bucetas, nos colocava de quatro e metia sempre alternando nas nossas xoxotas... O gostoso era que ele conseguia meter por vários minutos, dando tempo pra termos orgasmos antes de tirar e gozar sobre a bundinha de uma de nós. Continuamos a namorar, mas pra mim já não era a mesma coisa fazer sexo com aquela piroquinha, sabendo que em casa em podia trepar muito mais gostoso com meu pai.
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