18 anos, com pais separados a mais de 2 anos, passei no vestibular da UFRJ no bairro da URCA Rio de Janeiro para estudar comunicação em jornalismo. Começou meu dilema, pois minha mãe mesmo com seu salário e a pensão que recebia do meu pai não ia conseguir me sustentar morando na cidade do Rio de Janeiro. Eu que já andava afastada do meu pai a mais de 1 ano resolvi ligar pra ele e explicar o que estava acontecendo. Quase chorei de alegria quando ele me falou que estava já alguns meses trabalhando e morando na cidade do Rio e que poderia me ajudar. Morando no interior, combinamos e fui de ônibus me encontrar com meu pai na Rodoviária. Depois de irmos até a faculdade pra ver as burocracias para efetuar minha matrícula, fui com ele até o seu apartamento que ficava no Bairro Tijuca bem próximo do metrô. Somente lá que fui descobrir que ele estava morando sozinho, e ele sugeriu de ficar no seu apartamento até ele conseguir alugar alguma quitinete mais próxima da faculdade onde eu poderia ter mais privacidade. Meses depois eu estava indo de “mala e cuia” morar com meu pai por algum tempo. Rapidamente me adaptei na rotina de metrô, faculdade e apartamento. Meu pai não era de ficar me bajulando, e eu evitava de atrapalhar sua vida de homem acostumado a morar sozinho. Alguns meses, com um feriado prolongado chegando pretendia ir pra casa dos meus pais e só retornar na terça-feira. Um dia antes de viajar liguei e minha mãe disse que ia fazer um passeio com meu pai pra aproveitar o feriado... Acabei ficando no Rio mesmo. Só que no corre-corre esqueci de avisar meu pai que não ia mais viajar. No sábado cedo, meu pai saiu pra trabalhar e eu peguei a mala que tinha deixado na sala e voltei com ela pro meu quarto, saindo pra me encontrar com uma colega no shopping ali mesmo na Tijuca. Voltei lá pelas 14 horas, e ao entrar no apartamento dei de cara com meu pai saindo da cozinha peladão segurando uma toalha na mão. - Jandira? - Pai? Fiquei ali olhando para aquele homem pelado na minha frente, todo atrapalhado tentando esconder suas partes intimas com a toalha. - Ué! O que houve? Me dei conta da burrada que tinha feito em não lhe avisar, e fui explicando o que tinha acontecido. Ele não se enrolou na toalha, apenas a colocou na frente do seu corpo, e quando virou pra ir pro quarto fiquei vendo-o pelado pelas costas. Acho que naquele momento foi rompido todo tipo de constrangimento que um poderia ter com o outro, e a imagem do bilau do meu pai mesmo mole não saía da minha cabeça. Depois na sala foi ele quem veio me pedir desculpas por ter saído do banho e ido até a cozinha pelado, explicando que era mania dele morando sozinho de não se preocupar em muitas vezes andar pelado saindo do banho e até indo do quarto até a cozinha; além de ficar no sofá vendo TV pelado tomando uma cervejinha. Falei que era eu que estava atrapalhando sua rotina, e que ele podia continuar fazendo as coisas como se eu não estivesse ali. Ele riu. - Tem graça eu ficar andando pelado pela casa com você me olhando? - Prometo que vou fingir que nem estou vendo! E ele caindo na gargalhada. - Vai só fingir ou vai olhar? Também acabei rindo, colocando minha mão sobre meus olhos, mas com os dedos abertos. - Juro que não vou olhar!... - Tá bom! Tá bom! Já entendi!... Umas duas semanas depois, estava na sala quando acabei vendo meu pai saindo do banho peladão. Mesmo tendo sido rápido, notei que ele passou pelo corredor com seu pinto duro. Depois ele agiu normalmente como se nada tivesse acontecido. Passou a ser normal de vê-lo muitas vezes saindo do banho peladão indo pro quarto; até o dia que ele ao invés de ir pro quarto foi pra cozinha. Lógico que ele estava gostando que eu o visse pelado. Um dia imaginando enquanto ele tomava seu banho, fui pra cozinha e fiquei sentada na cadeira. Não demorou pra ele entrar com aquele seu pau duro e ir até a geladeira pegar água pra beber, e se aproximando de mim. - Vamos sair pra comer uma pizza? Seu pau estava a menos de 20 cm do meu rosto. - Vamos sim pai; você espera tomar um banho? - Espero sim! Se quiser posso te ajudar no banho!... - Não precisa pai; não vou demorar no banho!... Com certeza de que ele também estava querendo me ver pelada, e até de me comer. Quase que segurei seu pau, mas me levantei e sai da cozinha rapidamente. Fui pro banho sentindo um tesão enorme que minha buceta estava ficando úmida, e com o coração batendo forte e com as pernas tremendo acabei deixando a porta do banheiro alguns centímetros aberta... Possivelmente ele nem ia perceber. Mas não demorou nem 3 minutos pra ele entrar e ficar parado na frente do box me olhando. Pelo vidro transparente vi meu pai pelado parado do lado de fora, e veio um calafrio percorrer meu corpo. - Posso abrir a porta? - Po... po... pode! E ele abriu e entrou junto comigo. Minha primeira reação foi de cobrir minha xoxota com a mão e cobrir meus seios com o braço, mas resolvi mandar tudo “as favas” e liberei tudo pro meu pai ver. Ele olhando-me de cima em baixo, sorriu. - Posso de dar um abraço? - Pode!... E ele me abraçou deixando seu pau duro espremido de lado logo abaixo dos meus peitos, com suas duas mãos fazendo carinho nas minhas costas. Fui sentindo uma sensação tão gostosa que resolvi alisar seu pau enquanto ia sentindo suas mãos descendo pra minha bunda. Não demorou pra sentir a ponta do seu dedo fazendo pressão sobre meu cuzinho, deslizar pra baixo até minha buceta e começar a dedilhar. - Tá molhadinha é?... Ele estava sentindo minha buceta babando na ponta dos seus dedos. Quando ele me levantou do chão me beixando na boca, enlacei seu pescoço e correspondendo seu beijo como uma tara quase incontrolável. Sem me largar, ele saiu do box e me colocou sentada sobre a bancada da pia, pra descer com o rosto pra entre minhas pernas e começar a lamber minha buceta que só faltava gritar pelo seu cacete duro. Comecei a gemer, e já estava sentindo o gozo vindo quando ele parou, segurou sua piroca e foi enfiando pra dentro da minha xoxota. - Ooooh pai! Ooohhh! Mete com força, mete!... Eu nem pensava no perigo dele não estar usando camisinha; só queria era gozar naquele delicioso pau. Mas ele conseguiu ficar metendo forte por uns 4 ou 5 minutos, e assim que terminei de ter um orgasmo ele tirou da minha buceta pra ir gozar lá dentro do box. Voltou pra me beijar na boca, me fazendo sentir o gosto da minha própria buceta. Terminamos o banho e cada um foi pro seu quarto se arrumar para sairmos. Ficamos fora de casa por mais de 3 horas, sem falarmos nada sobre o que tínhamos feito durante o banho. Mas bastou entrarmos no apartamento pra ele me agarrar, me beijar na boca e com a mão na minha cintura ir abrindo minha bermuda até ela cair no chão. Só de calcinha, fui sentar no sofá pra ele chegando perto eu mesmo também ir abrindo sua calça até conseguir puxar sua pica que estava ficando dura. Fiz um pouco de carinho no seu pau deslizando carinhosamente minha mão, e quando soltei ele bateu com ele no meu rosto bem de leve... Quase que eu pedi pra ele parar pra poder dar uma chupadinha. Me mandou ficar de quatro sobre o sofá. Eu mesmo tirei minha calcinha pra me posicionar e só esperar ele meter bem gostoso novamente na minha buceta. - Huuummmmm! Huuuummmmm! Que bucetinha deliciosa! Rebola no meu pau, rebola!... Ele socava, parava, eu rebolava e ele voltava a socar. - Oooohhhh! Vai pai! Vaaaaiiii! Não para! Nãããõooo paaaara!!!!! Fui tendo um orgasmo, e assim que terminei ele tirou da minha buceta e foi colocando sobre meu cuzinho. Fazia mais de um ano que tinha dado a bunda pela última vez, e ele com seu pau todo ensebado com meu líquido vaginal foi empurrando que senti nitidamente minhas pregas se abrindo com aquele pau grosso entrando. Ele ouvindo meus gritinhos histéricos, enfiou tudo e ficou parado esperando meu cuzinho se acostuma com aquela coisa roliça enfiada. Depois ele começou a puxar pra trás lentamente e voltar a socar até o fundo com força. - Aaaaaiiii! Aaaaiiii! Tá me rasgando pai!!!! Ele parou, e eu achando que ele ia tirar. - Não tira pai, não tira! Mete tudo, vai! Meeeeete!!!! E ele me segurando pela cintura com as duas mãos passou a socar forte que eu sentia até seus pentelhos nas minhas nádegas... Gostei tanto que assim que senti ele gozando dentro da minha bunda, sem nem encostar na minha buceta tive outro orgasmo. Passei também a sair pelada do banho, principalmente quando eu queria que meu pai me fodesse. Um dia ele foi ficar pelado sentado sobre uma toalha esticado no sofá assistindo TV enquanto eu ia pro meu banho. Sai pelada e fui também pra sala, subindo no sofá com ele entre minhas pernas e chegando com minha buceta na sua cara. - Quer chupar pai, quer? Ele com as duas mãos na minha bunda, me puxou pra chegar com minha buceta na sua boca. - Sua safada; depois você vai ter que chupar meu pau também! Eu esfregando minha buceta na sua cara. - Eu chupo pai, eu chupo! Mas agora quero sentir sua língua chupando minha bucetinha! Ele deu algumas linguadas, pra em seguida me fazer sentar na parte alta do sofá e me chupar com vontade que rapidamente gozei feito uma gatinha no cio. Mas tive que cumprir minha palavra e fui chupar seu pau, que fiz com muito prazer. Acabei que fiquei os 4 anos de faculdade morando e trepando com meu pai. No último ano, fiz estágio e fui convidada a ir trabalhar em São Paulo depois de formada. Hoje sou uma mulher muito bem casada e realizada profissionalmente.
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