Rodrigo e eu fomos encontrar um casal de amigos recém-casados, a Michele e o Thiago, pra beber e jogar conversa fora. Estava fazendo aquele calor insuportável aqui em São Paulo, sensação térmica lá em cima! A noite perfeita pra uma cervejinha gelada. Escolhemos um bar na Vila Madalena, todos os bares estavam lotados. Com aquele calor, ninguém queria saber de ficar em casa. O nosso era um boteco simples, daqueles que servem PF no almoço, sabe? Mas eu até prefiro assim. A comida é mais em conta, a cerveja vem trincando e os garçons geralmente são bem mais simpáticos do que em muito restaurante caro por aí. Fui direto do trabalho, a última a chegar. Como Rodrigo estava de folga, já tinha garantido a mesa. Depois chegaram Michele e Thiago, e por fim eu. Assim que me viram, acenaram com sorrisos... mas o olhar do Thiago, ah, esse subiu pelas minhas pernas devagarinho, como se estivesse me comendo com os olhos. Danado! Sexta-feira é dia de "casual day" na firma. Então, eu estava com uma saia jeans curta, sandália de salto alto e uma blusinha rosa de alcinha. Nada demais, mas suficiente pra provocar olhares audaciosos. Cumprimentei todo mundo e logo o garçom trouxe meu copo. Ficamos ali um tempão só bebendo e batendo papo. Entre caipirinhas e cervejas, falamos mal do trabalho, rimos das histórias do tempo da faculdade... típica noite de sexta entre amigos. Depois de algumas doses, Michele e eu já tínhamos perdido qualquer vestígio de elegância. Descalças, dançávamos forró de forma desajeitada. O som saía de uma velha jukebox encostada no canto. E, aliás, Michele nunca me enganou com aquele jeitinho de santa. Dançando daquele jeito, eu via o quanto ela gostava de ser olhada pelos caras do bar. E, olha, por pouco não agarravam a gente ali mesmo, na frente dos nossos maridos. O clima estava delicioso. Voltamos pra mesa, mais umas cervejas, e depois subimos juntas pro banheiro, que ficava no andar de cima. A escada era estreita, daquelas que fazem todo mundo parar pra olhar quando uma mulher de saia curta resolve subir. Lá dentro, Michele me contou que já conhecia o bar e que um dos garçons vivia dando em cima dela. Eu sabia! Sempre desconfiei. Ela disse que nunca rolou nada, mas eu duvido... E foi ao abrir a porta do banheiro pra sair que demos de cara com dois homens encostados na parede, olhando pra gente com aquele olhar de quem já sabia o que queria. Só sei que um puxou a Michele e, em segundos, estavam se beijando sem cerimônia. O outro, um moreno com um sorriso indecente, veio direto em mim. Encostou a mão na minha nuca, puxou com firmeza e me deu um beijo daqueles, com língua, cheio de intenção. Aquele homem era uma perdição. Em segundos, vi minha amiga com a calça jeans e a calcinha nos joelhos, sendo fodida com força, ali mesmo. Reparei que o cara usava a camiseta do bar... devia ser o garçom que ela mencionou. Foi então que senti aquela mão atrevida tentando rasgar minha calcinha. Segurei firme: — Por favor, não faz isso. Minha saia é muito curta... meu marido vai perceber se eu ficar sem calcinha — sussurrei no ouvido dele. — Sua putinha... safada. Ele rosnou isso com força, puxou meu cabelo e me colocou contra a parede, de costas. Começou a levantar minha saia com pressa. — Por favor, não rasga... Pedi de novo, mas acho que eu mesma alimentei aquilo. O danado rasgou minha calcinha sem dó, jogando no chão como se fosse lixo. E, vou ser honesta, aquilo me deixou louquinha. Tem algo nesses gestos impulsivos que me tiram do eixo. E então ele me penetrou. Socou o pau na minha bocetinha até o fundo. Eu já estava molhadinha, então ele deslizou fácil, fácil. E, minha nossa... que pau! Grosso, quente, pulsando. E o jeito que ele metia... com força, com vontade, como se quisesse me marcar. Me fazia ficar na ponta dos pés, buscando apoio na parede. Confesso: fiquei com pena da Michele. Vi quando ela saiu, me deixando ali sozinha, com uma cara de quem não curtiu nada. Na hora, não entendi... depois descobri que o cara que vivia cantando ela era o que estava me comendo. Gozamos quase ao mesmo tempo. Intenso, rápido, meio desesperado. Ficamos trocando uns beijos e risos apaixonados ali mesmo. Eu adorei ele. Depois ele simplesmente saiu. Me deixou ali sozinha, com a boceta latejando, cheia de gozo e nenhum papel higiênico por perto. Tive que voltar pro banheiro e me limpar como deu. E, sabe o que é pior? O desgraçado nem usou camisinha. Deixou tudo melado. Tudo. Voltei pra mesa fingindo que nada tinha acontecido. E o mais inacreditável: ninguém pareceu notar minha longa ausência. Estavam rindo de alguma piada qualquer e assim continuamos. Passei o resto da noite com a mão entre as pernas, tentando esconder a prova do crime. Mas Thiago... ah, esse com certeza viu. Talvez até tenha visto um restinho de gozo escorrendo pela minha coxa. Mais ou menos uma hora depois, fomos embora. Em casa, fui direto pro banho. Mas eu queria mais. Tanto tesão acumulado... acabei montando no Rodrigo com sede. E foi delicioso. O dia terminou muito bem. Espero que tenham gostado desse relato. Comentem aí, adoro saber o que vocês acharam. Me anima a escrever mais. E, pra quem quiser papos mais quentes ou confidenciais, meu e-mail continua o mesmo.
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