Quando o amor incomoda - 57



O quarto ainda cheirava a sexo, suor e o perfume doce de Milena. A live continuava transmitindo, mas nenhum dos dois ligava mais para a câmera. Eduardo, bêbado e selvagem, tinha virado Milena de quatro na cama. Ele metia fundo, estocadas fortes que faziam os seios dela balançarem e os gemidos ecoaram pela noite de Serra Verde. As mãos grandes dele apertavam a cintura fina da “ruiva”, deixando marcas vermelhas na pele clara enquanto ele grunhia de prazer.
— Caralho, que gostoso, tesão da porra!...
Rosnava Eduardo, suor escorrendo pelo peito musculoso.
Milena rebolava contra ele, olhos semicerrados de tesão, mordendo o lábio inferior.
— Mais forte, Eduardo... me fode direito!
Ele a virou de lado, levantando uma perna dela sobre o braço, penetrando mais fundo ainda, o pau cabeçudo roçando bem no ponto que a fazia tremer. Os corpos suados deslizavam um no outro. Por fim, Milena o empurrou para o chão do quarto e subiu nele, cavalgando com fome. Os quadris dela subiam e desciam rápido, os seios pulando no ritmo, cabelos ruivos bagunçados caindo sobre o rosto. Eduardo segurava a bunda redonda dela, dedos cravados na carne macia, olhando hipnotizado para onde seus corpos se conectavam.
— Porra, vai... rebola gostoso pra mim, sua puta safada!
Murmurava Eduardo, o rosto contorcido e vermelho de prazer.
Milena inclinava o corpo para trás, uma mão no peito dele, a outra no próprio clitóris, gemendo alto enquanto gozava forte, apertando-o por dentro. Eduardo explodiu logo depois, enchendo-a com jatos quentes, o corpo inteiro tremendo.
Exausto, suado e ainda bêbado, Eduardo se virou de lado no chão frio do quarto, o braço sobre os olhos. Em segundos, o sono pesado do álcool o dominou. Milena, ofegante e com um sorriso satisfeito nos lábios inchados, levantou-se devagar. O sêmen escorria pelas coxas dela enquanto caminhava nua para o banheiro. O chuveiro quente caiu sobre seu corpo, lavando a noite, mas não o sorriso malicioso.
No dia seguinte, Eduardo acordou com a cabeça latejando como se um caminhão tivesse passado por cima. O sol já estava alto. Ele vestiu as roupas amarrotadas e saiu da casa de Milena sem muita cerimônia, sem se quer acordar a garota que continuava a dormir na cama.
Nas ruas do bairro, tudo parecia estranho. Pessoas olhavam, cochichavam, alguns riam abertamente. Uma garota no ponto de ônibus gravou ele passando com o celular. Eduardo franziu a testa, confuso, mas a ressaca era forte demais para pensar direito. Ele só queria café e a própria cama.
Ao chegar em casa, o cheiro de café fresco e pão na chapa enchia a cozinha aconchegante de azulejos claros. Seus pais, Jorge e Mirian, preparavam o café da manhã. Mirian, mulher de 48 anos bem cuidada, virou-se com um olhar preocupado.
Eduardo sentou-se pesadamente à mesa, pegou o copo e serviu café puro, sem açúcar. Passou a mão pelo rosto e na cabeça bagunçando ainda mais o cabelo loiro.
— O que foi? Ressaca?
Perguntou Mirian, colocando uma mão no quadril.
— Minha cabeça está horrível mãe, agora não...
Resmungou Eduardo, voz rouca, olhos vermelhos.
Algumas casas dali, na casa de Luiz Felipe, tudo iluminado pela luz suave da manhã que entrava pelo grande vitrô da cozinha. Luiz Felipe, com o corpo musculoso ainda marcado por arranhões da noite anterior, apareceu na entrada da cozinha só de cueca boxer. Seu irmão Gurizão, 20 anos, musculoso e alto, também usando apenas uma Boxer vermelha preparava um sanduíche gigante no balcão.
— Felipe, a mãe já foi trabalhar?
Perguntou Luiz Felipe baixinho.
— Sim, já foi. Por quê?
— Vem, pode vir. Ela já foi.
Chamou Luiz Felipe seu namorado Gustavo que veio do quarto, todo embrulhado em um cobertor branco. Os cabelos castanhos claros bagunçados e o sorriso tímido o deixavam ainda mais bonito. Luiz Felipe puxou o namorado pela cintura, deu um beijo lento e carinhoso na boca dele, mordiscando de leve o lábio inferior.
— Bom dia, meu lindo.
Murmurou Luiz Felipe, olhos brilhando de afeto.
Eles foram para a mesa. Gurizão riu, sentando-se com o sanduíche na mão.
— E aí, pombinhos? Deu tudo certo ontem?
— Deu sim...
Respondeu Gustavo, corando um pouco, mas com um sorriso enorme.
— E você? Não dormiu em casa? Perguntou Luiz Felipe para o irmão.
— Cheguei há pouco. Eu estava com a… — Luiza. Vocês estão namorando, não estão?
Completou Gustavo, curioso.
Antes que alguém pudesse responder, os celulares começaram a explodir, notificações caíam como chuva: vibrações, sons, mensagens em grupo. Gurizão mordeu o sanduíche, abriu o celular e arregalou os olhos. Trechos do vídeo da live de Eduardo tranzando com Milena rodavam por todos os lados. Comentários, piadas, reprovação, Elogios, memes, Eduardo metendo na “ruiva” em várias posições, gemidos altos, tudo exposto. Gurizão ficou vermelho, deu uma risadinha e saiu de fininho para a sala, deixando Luiz Felipe e Gustavo se entre olhando desconcertados.
Na casa de Eduardo, o clima era bem diferente. Jorge, o pai, assistia ao vídeo com uma mistura de espanto por ver seu filho exposto, mas um orgulho masculino quase cômico. Mirian, por outro lado, estava arrasada. Lágrimas de raiva, vergonha e fúria escorriam pelo rosto enquanto ela via o filho transando ao vivo para centenas de pessoas.
— Meu Deus, Eduardo! Como você pôde? Gritou ela, voz embargada de fúria e vergonha.
Eduardo, que tinha acabado de ver os mesmos vídeos, empalideceu. A dor de cabeça piorou, o coração acelerado de pânico.
— Mãe, eu... eu estava bêbado, não lembro direito... foi um erro!
Tentou se defender, gesticulando nervoso, mas a náusea e a vergonha eram fortes demais.
Ele se levantou de repente, pegou as chaves e saiu correndo de casa, batendo a porta. Voltou direto para a casa de Milena, o único lugar onde talvez não o julgassem.
Gustavo chegou correndo minutos depois. Sua mãe, nervosa, chorava sentada no sofá da sala simples e acolhedora. Ele não disse nada apenas se aproximou e a abraçou forte, envolvendo o corpo dela com os braços protetores. Ela se agarrou ao filho, soluçando contra o peito dele.
— Vai ficar tudo bem, mãe...
Sussurrou Gustavo, beijando o topo da cabeça dela, sentindo o coração apertado.
A cidade inteira comentava a noite louca. Para alguns, era só mais uma história quente. Para outros, o começo de uma grande bagunça. E no meio de tudo, Gustavo e Luiz Felipe trocavam mensagens carinhosas, felizes por terem um ao outro em meio ao caos.
Romário leva um recado para Eduardo e os dois vão para a Igreja Nova Palavra, Eduardo envergonhado pensando que iria tomar um esporro do Pastor Ubirajara, para seu espanto é acolhido com elogios e apoio.
Pastor Ubirajara então diz que pensou, refletiu e recebeu uma iluminação. Um varão vigoroso como Eduardo não poderia ter vindo de um lugar de pecado, a resposta era simples Luiz Felipe que antes era homem, viril e másculo foi possuído por uma entidade das trevas homossexual e acabou influenciando por meio de magia Gustavo, sendo assim a cura deveria ser executada em duas fases, primeiro teriam que libertar Luiz Felipe da possessão maligna e assim a influência em Gustavo perderia força.
Encontrada a solução agora o próximo passo era a execução.

Autor: Mrpr2


Foto 1 do Conto erotico: Quando o amor incomoda - 57


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


267798 - Quando o amor incomoda - 56 - Categoria: Gays - Votos: 0
267198 - Quando o amor incomoda - 55 - Categoria: Gays - Votos: 0
267051 - Quando o amor incomoda - 54 - Categoria: Gays - Votos: 0
265717 - Quando o amor incomoda - 53 - Categoria: Gays - Votos: 0
265386 - Quando o amor incomoda - 52 - Categoria: Gays - Votos: 1
265190 - Quando o amor incomoda - 51 - Categoria: Gays - Votos: 0
265081 - Quando o amor incomoda - 50 - Categoria: Gays - Votos: 1
264838 - Quando o amor incomoda - 49 - Categoria: Gays - Votos: 0
264605 - Quando o amor incomoda - 48 - Categoria: Gays - Votos: 0
264438 - Quando o amor incomoda - 47 - Categoria: Gays - Votos: 1
264231 - Quando o amor incomoda - 46 - Categoria: Gays - Votos: 0
263956 - Quando o amor incomoda - 45 - Categoria: Gays - Votos: 0
263570 - Quando o amor incomoda - 44 - Categoria: Gays - Votos: 2
263371 - Quando o amor incomoda - 43 - Categoria: Gays - Votos: 0
263142 - Quando o amor incomoda - 42 - Categoria: Gays - Votos: 1
262987 - Quando o amor incomoda - 41 - Categoria: Gays - Votos: 2
262513 - Quando o amor incomoda - 40 - Categoria: Gays - Votos: 1
262189 - Quando o amor incomoda - 39 - Categoria: Gays - Votos: 0
261860 - Quando o amor incomoda - 38 - Categoria: Gays - Votos: 0
261779 - Quando o amor incomoda - 37 - Categoria: Gays - Votos: 0
261338 - Quando o amor incomoda - 36 - Categoria: Gays - Votos: 0
261182 - Quando o amor incomoda - 35 - Categoria: Gays - Votos: 1
260662 - Quando o amor incomoda - 34 - Categoria: Gays - Votos: 0
260550 - Quando o amor incomoda - 33 - Categoria: Gays - Votos: 1
260196 - Quando o amor incomoda - 32 - Categoria: Gays - Votos: 1
259915 - Quando o amor incomoda - 31 - Categoria: Gays - Votos: 2
259638 - Quando o amor incomoda - 30 - Categoria: Gays - Votos: 1
259088 - Quando o amor incomoda - 29 - Categoria: Gays - Votos: 0
259001 - Quando o amor incomoda - 28 - Categoria: Gays - Votos: 0
258947 - Quando o amor incomoda - 27 - Categoria: Gays - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil mrpr2
mrpr-2

Nome do conto:
Quando o amor incomoda - 57

Codigo do conto:
267882

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1