Meu sogro que tem um bigode e um pau muito imponente, apenas me deu as costas e saiu com aquela risada cínica que me dava muita raiva!
Quando Rodrigo chegou, ficou desesperado ao me ver de calcinha. Logo disse pra mim ir vestir uma roupa pois seu pai estava em casa. Bom, se ele tivesse prestado atenção em mim, teria notado minha expressão assustada. Acabei não falando nada, apenas fui para o quarto me tocar… ops, me trocar kkk.
Ah, ninguém é de ferro também né?
Para a minha paz, Seu Alberto ficou fora durante o dia todo naquele dia. Quando chegou em casa à noite, se juntou a nós na sala depois de ter tomado banho. Eu estava encostada em Rodrigo com as pernas sobre o sofá e vestindo uma camisola preta curtinha. Ficamos ali conversando, até que ele estava mais suportável, apesar de alguns olhares ousados demais.
Pedimos uma pizza. Um pouco antes da pizza chegar, me levantei e fui pôr a mesa. Não demorou muito o motoqueiro buzinou na frente de casa. E é impressionante o tamanho da ousadia do meu sogro, pois assim que Rodrigo saiu para pegar a pizza, o safado já estava em pé ao meu lado.
— Não, seu Alberto… —
Com pegada o safado me colocou sentada na mesa.
— Vai dizer que não estava com saudade de mim?
Seu riso era cínico demais! Que raiva! Suas mãos foram subindo por minhas coxas e segurando minha calcinha ele foi puxando-a sem rodeios. E o pior que eu não consegui dizer não. Fiquei vendo minha calcinha passando por minhas pernas até sair pelos meus pezinhos.
Logo em seguida ele se abaixou, encaixando minhas pernas em seus ombros, abocanhou minha boceta com vontade. Sua língua safada, sua boca promíscua me deixou muito excitada. O salafrário sabia o que estava fazendo, e como chupava gostoso! Quando ouvimos a voz de Rodrigo agradecendo o entregador, Seu Alberto se levantou e antes de se afastar, me roubou um beijo de língua muito gostoso.
Quando Rodrigo voltou já estávamos sentados à mesa conversando bem comportados, o menos foi o que pensei. Mas quando notei a cara de Rodrigo me encarando, foi que me dei conta que estava a permitir ao seu pai acariciar minha coxa com uma intimidade complicada de se explicar. Na hora me subiu um frio na barriga, mas o bem da verdade é que eu gostei! Sim, eu gostei deixar Rodrigo desconcertado por aquilo!!! Segui tentando agir como se não estivesse vendo maldade naquele gesto safado do meu sogro, e continuei de pernas cruzadas e deixando-o me tocar.
Jantamos. Rodrigo viu seu pai com aquelas suas velhas brincadeiras, falando mal do meu perfume só para me cheirar. O safado ficou acariciando minha coxa durante o tempo todo! Sua cara de pau era tamanha que certo momento ele deslizou mais a mão e senti a base dos dedos roçarem em minha bocetinha. Nossa que tesão!
Naquela noite as safadezas ficam apenas nisso. Fui dormir molhadinha e enquanto Rodrigo dormia, fui obrigada a me tocar pensando no meu sogrinho.
A estadia dele acabou sendo mais curta do que o previsto. Felizmente, no dia seguinte ele foi embora, e pude ficar em paz.
Mas e vocês, concordam comigo que meu sogro é um ordinário? Deixem seus comentários pra mim saber. Beijinhos Taiane.