No mês passado, meu marido e eu resolvemos passar um fim de semana em uma cidadezinha mineira. Queríamos descansar, andar sem pressa pelas ruas, comer bem. Escolhemos uma pousada pequena e acolhedora, acolhedora até demais, especialmente para Rodrigo, meu marido. Assim que chegamos, fomos recebidos por Seu Adir, um senhor de sessenta anos, de olhos verdes, cabelo crespo e corpo surpreendentemente atlético. Ele era o dono do lugar e, em baixa temporada, fazia questão de receber pessoalmente os hóspedes. Na recepção, cumprimentou Rodrigo com um abraço apertado, daqueles que parecem coisa de amigos de longa data. Segurei o riso ao ver a expressão dele, já que detestava esse tipo de intimidade com desconhecidos. Em seguida, Rodrigo me apresentou, e Seu Adir me olhou. Havia algo perigoso ali, insinuante. — Você tem uma bela esposa, Rodrigo. — Obrigada — respondi, abrindo um sorriso contido, ao sentir a mão dele pousar em minha cintura e a outra subir até meu rosto. Eu usava um vestido leve, solto, que marcava discretamente minhas curvas. Os dedos dele escorregaram até minha nuca, entrelaçando-se aos fios do meu cabelo. Seu beijo veio próximo demais, quase no canto da boca. Como se fosse obra do destino, ou do pensamento, uma das alcinhas do vestido escorregou pelo ombro, feito provocação. Eu poderia ter ajeitado, mas deixei. Depois do abraço, ele simplesmente não largou minha mão. Ficamos assim, de mãos dadas, diante do meu marido, ouvindo-o falar sobre restaurantes e passeios na cidade. Enquanto Rodrigo preenchia o cadastro, acomodei-me num pequeno sofá da recepção. Cruzei as pernas e abri uma revista de culinária local. Pelo reflexo de um espelho, percebi o olhar de Seu Adir sobre mim. Fiz questão de brincar com a situação: deixei a sandália escorregar até a ponta do pé e ajeitei-me de propósito, de modo que o vestido deslizasse, revelando mais da coxa. Lia sem ler, apenas saboreando aquele clima de ousadia no ar. Quando a burocracia terminou, ele nos acompanhou até o quarto. Fui caminhando descalça pelo corredor, com as sandálias na mão, enquanto os dois carregavam as malas. Podia sentir o olhar dele, e cada sorriso insinuava exatamente o que passava pela sua cabeça, e eu adorava. Já no quarto, explicou detalhes do chuveiro, da TV, da internet. Olhei para Rodrigo e percebi, pelo jeito que me encarava, que ele também havia notado o excesso de atenção. Ao nos despedirmos, resolvi provocar: agradeci tocando o ombro de Seu Adir e me inclinei para um abraço. Ele não escondeu nada. As mãos percorreram minhas costas, sentindo cada curva, e a barba áspera roçou em meu rosto, arrancando de mim outro arrepio. Por um instante, nossos lábios quase se encontraram. Afastei-me devagar, e ele saiu do quarto. Naquele dia saímos, e não voltamos a ter nenhum contato além de perguntas triviais como “E aí, gostaram do restaurante?”. Mas no dia seguinte, já no café da manhã… Chegamos ao salão, e ele estava arrumando a mesa com os itens do buffet. Atencioso, desejou bom dia, mas o olhar malicioso me atravessou, me deixando louquinha. Perguntou se gostaríamos de ovos, aceitamos, e enquanto íamos nos servir, Rodrigo deu falta do celular e voltou ao quarto para buscar. Adir colocou um cesto de pães frescos sobre a mesa. Vi quando me olhou de cima a baixo, sorrindo daquele jeito safado. Correspondi. Ele se aproximou, e um calafrio percorreu meu corpo. A mão firme segurou minha cintura, puxando-me contra si. Senti a pressão de uma encoxada quente e descarada. — E você, dormiu bem? A cama estava confortável? A barba roçou no meu pescoço, tirando minha fala por um instante. — Nossa, amei… Mais confortável que o meu colchão. Eu usava um shortinho branco de malha, sem calcinha, e uma blusinha rosa solta, sem sutiã, além de crocs brancos nos pés. A mão dele escorregou para dentro do short, fazendo meu corpo arquear, minha bunda se esfregando no volume latejante que a calça de moletom não escondia. — Putinha… — sussurrou ao perceber minha ousadia. Os dedos encontraram meu grelhinho e começaram a massagear. Eu me esfregava nele no mesmo ritmo, tomada pelo calor do momento. Segurando meu pescoço, virou meu rosto e nos beijamos. Que beijo gostoso! Molhado, promíscuo. Larguei o pratinho sobre o buffet e levei a mão para trás, puxei sua calça que cedeu sem dificuldade e me entregou aquela rola grossa, imensa. O coroa era deliciosamente bem-dotado. Comecei a masturbá-lo enquanto ele não parava de me bolinar; a outra mão já preenchia meu seio, apertando-o com vontade. — Quero que se foda se seu marido chegar. Vou te foder aqui mesmo — disse, enfiando dois dedos na minha bocetinha e me arrancando um gemido safado. Levei a mão ao seu rosto, com um riso sapeca, e respondi: — Que se foda… No segundo seguinte, puxou meu short o suficiente para socar aquela piroca na minha bocetinha sem piedade. Soltei um gemido ousado. Com as duas mãos na minha cintura, começou a estocar com força, me fazendo empinar, às vezes até sair do chão. E o Rodrigo? Não sei. Não duvido nada se ele não ficou à espreita vendo tudo. Erguendo minha blusinha, deixou meus seios soltos e logo os tomou, apertando-os enquanto não parava de meter. Meu shortinho deslizou, caindo aos meus pés. Ele aumentou a intensidade, a violência de seus movimentos, e foi assim que gozei, sentindo-o encher minha bocetinha de porra. Nos beijamos mais um pouco. Depois ergui o short, me servi do café da manhã e sentei num sofazinho junto à mesa. E nada do Rodrigo. Tanto que Seu Adir ainda se sentou ao meu lado e ficamos conversando, trocando uns beijos, até que Rodrigo apareceu. Acabou flagrando a mão safada dele na minha coxa, enquanto ele mordiscava meu pescoço. Abrimos aquele riso amarelo quando ele chegou, fingindo que não estávamos fazendo nada demais, e tomamos aquele café da manhã a três. Adir, ainda assim, ficava perto demais, acariciava minha coxa. Que loucura! Infelizmente não tivemos outro momento, mas adorei passar aquele final de semana ali. Como aquele coroa era gostoso, vocês não têm ideia. O que vocês acharam? Obrigada por ter chegado até aqui, espero que tenha gostado. Beijos… Taiane
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Nossa Taiane. Eu amei o conto, tesão do início ao fim.... Sou louco pra vê minha esposa nos braços de outro macho, ousado assim como o Sr Adir, somos de Minas. Quero ver ela chupando outro na minha frente. Manda mensagem no PV. Quero saber onde é essa pousada. Belo conto. Parabéns
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