Essa situação aconteceu enquanto eu ainda era noiva. Na época, eu estava desempregada, e o Rodrigo, meu noivo, conseguiu uma oportunidade pra mim onde ele trabalhava. Só que tinha um detalhe: não podíamos divulgar nossa relação. A empresa não permitia esse tipo de envolvimento. Bem antiquado, né? As duas primeiras semanas foram tranquilas... até o encarregado começar a soltar as asinhas. Era um supermercado de bairro, mas bem grande. Trabalhávamos no escritório, cuidando de tudo um pouco, desde fornecedores até emitir crachá pra funcionário novo. Rodrigo já tinha me alertado sobre o tal do Oliveira, mas o danado parecia me conhecer melhor do que meu noivo. Em pouco tempo, começou a vir cheio de graça, ignorando completamente a aliança na minha mão. E o pior: ele gostava de aprontar na frente dos outros. E eu... amava aquilo. Eu evitava chegar com o Rodrigo, mas num dia quebramos essa regra e fomos juntos pro trabalho. Fazíamos o mesmo horário. Eu estava com uma calça social que, modéstia à parte, me veste muito bem, salto alto e uma blusinha de alcinha. Assim que entramos na sala, o Oliveira estava de saída. Cumprimentou Rodrigo dando umas instruções sobre um fornecedor e, no meio da conversa, simplesmente colocou a mão na minha cintura, virou pra mim com aquele sorriso safado e disse: — Oi, Taiane. Do nada, encostou a boca na minha e me roubou um beijo. Foi rápido, direto, sem nem me dar tempo de reagir. No susto, minha boca se abriu sozinha. E quando percebi, a língua dele já estava invadindo a minha. Era quente, atrevida, cheia de intenção. Me vi correspondendo sem pensar. Ele me puxou com força pra mais perto, a mão subindo pelas minhas costas, e eu, por um instante, quase esqueci onde estava. Minha boca se abriu ainda mais, nossas línguas se enroscaram e meu corpo deu um arrepio de cima a baixo. Mas então, num flash, a consciência voltou. Rodrigo. Meu noivo. Estava ali. Recuei de supetão, ofegante, coração na garganta, tentando recuperar o controle. — Oliveira... Foi só o que consegui dizer. Nem tive coragem de olhar pro Rodrigo, que estava ali parado, congelado. De cabeça baixa e calcinha encharcada, fui pro meu lugar. Rodrigo ficou uma fera. Em casa, esmurrou até a porta. Mas pelo menos não foi comigo, né? Ele viu que eu não tive culpa... ou quase isso. Uns três dias depois, Oliveira continuava me provocando. Tentava me beijar, fazia elogios, vivia inventando motivos pra me tocar. Um dia, do nada, ele arrastou uma cadeira para o lado da minha mesa, disse que eu parecia exausta e, sem cerimônia, ergueu minhas pernas. Tirou um salto devagar, deixou meu pezinho pousado no volume do pau dele, que já marcava forte dentro da calça. Eu pensei, "ainda bem que estava de calça jeans." Olhei para ele, surpresa, sentindo um arrepio. Ele sorriu malicioso, pegou meu outro pé, tirou o salto e começou a massagear com calma aquele pezinho, apertando e deslizando os dedos com firmeza. Fingindo gentileza, mas com aquele olhar safado de sempre. Enquanto massageava um pé, mantinha o outro sobre o volume que me fazia arrepiar. Não resisti e brinquei, num sussurro: — Deixa eu retribuir um pouquinho… Comecei a massagear o volume com os próprios pés, devagarzinho, sentindo ele endurecer ainda mais sob o tecido. Rodrigo estava ali do lado, em silêncio, fingindo que não via. Eu fingia também, mas por dentro era puro fogo. Fazer o quê? Eu gosto de perigo. Outro dia, eu, comportada como sempre: jeans justo, salto e blusinha. Cheguei antes no escritório. Quando Rodrigo entrou pela porta, deu de cara com Oliveira inclinado sobre mim, que estava sentada no computador tentando focar no trabalho. Na sala ainda tinha um estagiário e o Seu Euclides. Esse só ria. Cumprimentei Rodrigo com o rosto queimando de vergonha e tesão. Oliveira começou a fingir que me ensinava algo numa planilha do Excel. “Clica aqui… coloca esse valor ali…”, e no meio disso senti a mão dele deslizar pela minha cintura, até alcançar o botão da minha calça. Rodrigo sentou-se, e o pior: ele ficava praticamente ao meu lado. — Tira seus saltos. Ele sussurrou no meu ouvido. E eu... obedeci. Devagarzinho, primeiro um, depois o outro. O botão da calça cedeu. O zíper. A mão dele entrou por dentro da minha calcinha. Soltei um gemidinho involuntário na hora. Ouvi a risadinha do Seu Euclides ao fundo, junto do riso safado do Oliveira no meu ouvido. — Boa menina. Essas palavras me desarmaram. Virei o rosto, lábios entreabertos, quase suplicando por mais. Nos beijamos. Ele roçava os dedos no meu grelinho com delicadeza, os dedos ásperos explorando cada cantinho, deslizando em movimentos lentos que faziam meu corpo se arrepiar. Apertava aqui, passava ali, provocando um misto de prazer e vontade. O calor subia rápido, e eu me sentia cada vez mais entregue, perdida naquela sensação deliciosa. Eis que ouvimos a voz da dona do supermercado no corredor. Ele me soltou rapidinho. Vi Rodrigo levantar emburrado e sair da sala. Pensei: “Pronto, agora ele vai direto na mulher.” Mas não. Encontrei ele encostado no corredor, atrás de umas caixas de bebidas. Cheguei perto, tentei acalmá-lo, sentindo a tensão que emanava dele. E em segundos estávamos nos beijando naquele cantinho apertado, longe de olhares. Os beijos foram ficando mais urgentes, as mãos explorando, pedindo passagem. Ele deslizou os dedos pela minha cintura, puxando minha blusa, enquanto eu me entregava ao momento. Então, abriu minha calça com calma, quase devagar demais, como se quisesse sentir cada segundo. Me tocou por cima da calcinha, sentiu o calor, a umidade que denunciava o desejo que eu não tentava esconder. Ele parou por um instante, olhou nos meus olhos, e eu pude perceber, ele viu o quanto eu estava molhada. Fico pensando... o que será que se passava na cabeça dele? Mas o episódio que encerrou minha fase ali, foi quando o Oliveira ia sair de férias e chamou o pessoal pra uma cervejinha. Mal intencionada já fui trabalhar com uma minissaia jeans, salto alto e uma blusinha... sem sutiã. Adorei ver o olhar do Rodrigo quando entrei na sala, oscilando entre me dar uma bronca ou me devorar com os olhos. O Oliveira se conteve, porque no mesmo instante a dona da empresa o chamou e ele precisou sair. Mas quem resolveu colocar as asinhas de fora foi o Seu Euclides. Sim, ele mesmo, quase sessentão, mas danado. Aproveitou a ausência do Oliveira e puxou uma cadeira do meu lado. Eu estava de pernas cruzadas, ele veio com papo de querer me mostrar como puxar as informações de custos no sistema, e do nada a mão dele desceu na minha coxa, deslizando lentamente, como se quisesse saborear cada centímetro. A pele arrepiou sob o toque inesperado, um misto de choque e prazer que me fez engolir seco. Eu ia deixar, mas justo nessa hora o Rodrigo viu e chamou a atenção. — Até o senhor… Seu Euclides? O safado só ria, com aquela carinha engraçada, debochada, de quem já viveu muito e sabe o que faz. — Oxi... por acaso ela é a sua noiva? Eu comecei a rir também, meio sem jeito, porque o clima era inusitado demais. Enquanto ria, ele aproveitou a distração. A mão foi subindo, levando a saia junto, até minha calcinha branca de renda ficar parcialmente à mostra, expondo minha pele macia e quente. — Chega de safadeza! Falei isso tirando a mão dele. Ele se levantou ainda rindo, e a calça dele… bom, deu pra ver que estava animado. Eu tentei não olhar, mas era difícil. No fim do expediente, fomos pro bar. Era o mesmo boteco onde a gente costumava almoçar. Nem preciso dizer que a peãozada parecia que ia me comer com os olhos. Sentei mais pro canto, encostada na parede. O Oliveira veio logo pro meu lado. Rodrigo ficou bem em frente. A mesa devia ter umas dez, doze pessoas. Só três mulheres. Começamos com cerveja, conversa fiada, risadas... nada muito além. Mas o Seu Euclides, sentado ao lado do Rodrigo, não tirava os olhos das minhas coxas, ou melhor, do vão entre elas. Eu de pernas cruzadas, minissaia, ele devia estar vendo direto minha calcinha. Rodrigo também, claro. Às vezes a conversa se dividia em grupinhos, entre os das pontas e os do meio. Em certo momento, o Oliveira começou a me xavecar baixinho, quase sussurrando. Mas eu sei que Rodrigo e Seu Euclides escutavam tudo. Ele dizia que queria me levar pra um motel. Eu tentava escapar: — Eu não posso fazer isso com meu noivo... Mas falava tão mole que nem parecia negativa. E eles ali, fingindo que estavam num papo qualquer, mas com certeza ouvindo cada palavra. Houve um momento em que Oliveira atendeu uma ligação ali mesmo na mesa. Voltei minha atenção para Rodrigo e Seu Euclides e, olhando arteira para o coroa, tirei um pezinho do salto e levei devagar ao volume do Seu Euclides. Comecei a deslizar a ponta do meu pé sobre ele, sentindo o calor ali, apertando levemente, brincando com os movimentos, como se fosse um segredo só nosso. Mordiscava os lábios, sorrindo safada enquanto ele me olhava com aquele olhar malicioso, cheio de cumplicidade. Senti o corpo dele reagir sob o toque discreto, e juro que nem sei se Rodrigo percebeu tudo aquilo. Quando Oliveira desligou a ligação, tirei o pezinho de lá, ajeitei o salto e voltei a me “comportar”. Aos poucos, a mesa foi esvaziando. Alguns foram embora, outros ficaram na calçada, bebendo e fumando. Foi quando Oliveira se aproximou mais, pediu um beijo... e eu deixei. Nossos lábios se tocaram, ele segurou meu rosto com uma das mãos, depois deslizou os dedos pelo meu cabelo, entrelaçando-os com firmeza. O beijo ficou mais intenso, cheio de vontade, como se o tempo tivesse parado só para nós dois. Eu me perdi completamente. Nem olhei para ninguém ao redor. A mão dele descruzou minhas pernas devagar, com aquela calma que provocava mais desejo ainda, e avançou entre minhas coxas até tocar minha boceta por cima da calcinha. Soltei um gemido baixo, quase um sussurro de prazer. Acariciei a barba por fazer, sentindo cada pontada de tesão que se espalhava no meu corpo. Olhei para Rodrigo. Ele parecia em transe. Mas eu... mais ainda. Senti ele puxar a lateral da calcinha com delicadeza, e eu levantei o quadril para ajudar. Ele tirou a peça, deixando-a ali mesmo, em cima da mesa, como um troféu. Voltamos a nos beijar, mais intensos, e ele me xingava baixinho no ouvido: — Sua putinha… Seus dedos voltaram para minha buceta, dessa vez com mais firmeza, entrando com dois dedos fundo, provocando ondas de prazer que me derretiam por dentro. — Vem comigo. Quero muito te foder. Eu não conseguia responder, só balançava a cabeça, negando, mas era aquele “não” que na verdade dizia “sim”, querendo mais, desejando cada segundo. Foi então que, como se estivesse farto do meu “doce”, ele se levantou, segurou minha mão e me fez levantar também. Pediu licença para dois colegas que estavam mais para o final da mesa, e seguimos. Ajeitei o cabelo atrás da orelha, e antes de sair, olhei para Rodrigo, meio sem graça, tentando entender o que ele sentia. — Oliveira... eu não posso. Falei isso enquanto caminhava com ele, mas ele nem respondeu. Me puxou pelo corredor apertado do bar, até entrarmos no minúsculo banheiro. Me empurrou contra a pia, e começamos a nos beijar com uma fúria que eu não esperava, como se quisesse me devorar inteira. Ele me virou de costas, eu ainda de salto, fiquei empinadinha, sentindo cada movimento. Ele subiu minha saia com pressa e meteu o pau com força. Começou a bombar com vontade, puxando meu cabelo, estocando fundo, voltando a me beijar com aquele gosto forte de cerveja e desejo bruto. Cada estocada fazia meu corpo estremecer, me entregando totalmente àquele momento selvagem e proibido. Ele gozou rápido. E eu também. Era muito tesão acumulado. Me deixou toda melada. Ajeitamos as roupas como deu e voltamos de mãos dadas. Quando chegamos à mesa... não tinha mais ninguém. Nem minha calcinha! Quem pegou ela? Rodrigo não foi. Fomos lá pra fora, e lá estavam Seu Euclides e Rodrigo, conversando como dois bons amigos. Rodrigo, que nem fumava, estava com um cigarro na mão. Quando me viu, lançou um olhar que eu nem sei descrever. Não era raiva. Era... outra coisa. Ficamos ali mais um tempo, talvez uma hora. Oliveira colado em mim, como se fôssemos namoradinhos. Trocamos carícias, beijos, e então anunciei que já ia. Ele insistiu: — Deixa que eu te levo. Mas eu já estava cansada da ousadia. — Não, não confio em você... o Rodrigo vai me acompanhar. Falei isso já colando no braço dele. E saímos juntos. No caminho, paramos numa pracinha ali perto. Sentamos. Fiquei calada por um tempo, depois soltei: — Aconteceu. No caminho, paramos numa pracinha ali perto. Sentamos. Fiquei calada por um tempo, depois soltei: — Aconteceu. Rodrigo só olhou pra frente. Não disse nada. Mas tenho certeza que a pergunta “Você queria, né?”, ou “Você tava gostando dele te tarando, não tava?” ficou presa na garganta. Voltamos em silêncio pra casa. Sem briga. Sem cena. Na semana seguinte, pedi pra sair do trabalho. Não dá pra trabalhar no mesmo lugar que o marido, né? A tensão era demais, pra todo mundo. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal. Casamos, seguimos em frente. Mas vou te contar... o histórico de corninho manso do meu marido não é de hoje. Teve uma fase em que eu não queria aceitar que ele era assim. Mas sei lá. Totalmente manso ele não é. Ele sente. Só não explode. O que não curto mesmo são esses homens que dizem pra esposa: “Vai lá, transa com o seu chefe.” Isso não me excita. Quero ser desejada, tomada no susto, sentida no olhar. E saber que ele tá vendo... sentindo tudo... de preferência, ciúmes, raiva e tesão juntos. E vocês? O que acharam? Comentem, quero saber se fui longe demais ou se vocês também já passaram por algo assim... E quem quiser conversar de forma mais íntima, meu e-mail tá aberto.
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