Torei a Vizinha Gostosa no Motel

Valquíria morava quatro casas para cima da minha. Era baixinha, do bumbum arrebitado e barriga chapada, cabelos cacheados pelo meio das costas e uma carinha de mulher safada.
Era cliente do meu pet shop, que ficava próximo da nossa casa. Então, toda semana lá estava ela comprando ração para o seu cachorro.
Fizemos amizade, mas percebia que sempre que eu estava sozinho ela era mais simpática, conversava mais, passava as mãos pelos cabelos. Devido à amizade ter ficado mais safada, cantava ela na cara dura. Mas ela desconversava, não falava nem sim, nem não.
Peguei o Facebook dela e começamos a conversar por lá. Aí a conversa começou a ficar mais picante. Falei que, se ela quisesse, eu a comeria dentro da loja. Ela sempre me provocava, perguntando o que eu queria fazer com ela.
Falava que primeiro ia chupar a xoxotinha dela bem gostoso, depois iria pô-la para mamar na minha rola e ia ficar olhando enquanto ela mamava com aquela cara de putinha. Ia colocá-la de quatro e meter nela gostoso, vendo aquela bunda maravilhosa, e iria terminar dando uma leitada na cara dela.
Ela falava que estava molhadinha, que não sentia mais nada pelo marido e que já estava na seca há alguns meses. Disse que seu marido não a procurava mais e que isso deixava a autoestima dela baixíssima. Aquilo me deixava louco. Eu falava que ela era maravilhosa e que muitos homens ali do bairro queriam ter uma mulher como ela.
Estava eu na loja em um sábado à tarde quando a vejo entrar pela porta. Toda cheirosa, sorridente, com um vestidinho leve e curto. Meu pau ficou duro na hora de tesão.
Peguei a ração para ela e já começamos a conversar. Eu a elogiei, dizendo que seu perfume estava matador e que tinha ficado linda naquele vestido. Ficamos conversando. Ela, toda curiosa, perguntou se eu iria fazer tudo aquilo que tinha falado para ela no Facebook. Falei que iria fazer aquilo e muito mais; que iria levá-la a um motel bem gostoso e que iríamos transar gostoso, sem pressa.
Vi que ela estava baixando a guarda e entrei na mente dela. Quando ela menos percebeu, a gente já tinha combinado de sair na segunda-feira, às 9:00 da manhã. Combinamos de eu pegá-la na rua do mercado, próximo ao ponto de ônibus.
Na segunda-feira, lá vou eu. Claro, né: carro limpo, todo cheiroso e arrumado. Tudo no jeito. Quando a vi no ponto de ônibus, ela já me deu o sinal de "OK". Parei, ela entrou cheirosa, cabelo feito, maquiagem e um vestido maravilhoso.
Perguntei se tinha tomado café; ela disse que não, que estava nervosa e preferiu nem comer. Perguntei se aceitava tomar café comigo; ela disse que sim e parei em uma padaria legal que tem na avenida, próximo à prefeitura. Comemos, conversamos e rimos bastante. Saímos da padaria e segui direto para o motel.
Quando chegamos, ela disse que poderia ficar comigo até as 16:00. Perfeito para mim, pois minha esposa estava na loja e eu só iria lá para ajudar a fechar.
Encostei-a na parede e dei um longo beijo molhado e safado. Senti que ela tremia; perguntei e ela disse que era tesão e tensão ao mesmo tempo. Fui beijando-a, passando a mão na sua bunda maravilhosa por baixo do vestido. Vi que usava um fio-dental preto que ficava maravilhoso em seu corpo. Tirei seu vestido e fiquei ali admirando aquela delícia só de fio-dental e sutiã na minha frente.
Tirei seu sutiã e comecei a chupar seus peitos. Ela gemia baixinho e se arrepiava toda. Fui descendo e cheguei na bucetinha, que estava toda depiladinha, somente com aquele fiozinho de pelo que levava até a sua bucetinha cheirosinha.
Abri suas pernas e fui de boca na sua bucetinha. Que delícia de ppk! Estava toda babadinha de tesão; ela rebolava a buceta na minha boca. Chupei por um bom tempo e logo subi beijando sua boca novamente. Tirei minha cueca. A hora que ela viu o tamanho, não aguentou e soltou:
— Nossa, Carlos! Que pau maravilhoso!
Olhei e disse:
— É todo seu, aproveite.
Ela caiu de boca e mamava como se não visse um pau há anos. Que boca maravilhosa! Mamava toda babadinha, engolia tudinho, chegando a engasgar às vezes quando a cabeça batia na sua garganta.
Sentei no sofá, ela subiu em cima e começou a cavalgar. Sua buceta estava apertada e ela gemia gostoso a cada sentada. Virei de lado, coloquei-a de quatro no sofá e metia bem devagarinho para ver meu pau entrar e sair da sua bucetinha. Metia e brincava de levinho, enfiando meu dedo no seu cuzinho.
Fomos para a cama, coloquei-a de frango assado e metia forte. Sentia meu pau bater no fundo da sua bucetinha. Ela gemia, gritava, me chamava de safado:
— Eu quero você para mim, Carlos! Que gostoso que você é! Ai, que tesão! Se eu soubesse que iria ser assim, já tinha me rendido às suas cantadas há muito tempo atrás!
Perguntei se ela gostava de tomar uns tapinhas; ela olhou e disse que tinha a fantasia de ser dominada, mas tinha medo de falar para o marido.
?? Nessa hora me transformei. Coloquei-a de quatro, juntei-a pelos cabelos, puxei forte até próximo ao meu rosto e falei baixinho no seu ouvido:
— A partir de agora eu sou seu dono e você é a minha putinha. Só faça tudo o que eu mandar!
Já meti-lhe dois tapas bem dados na bunda e meti forte. Metia e ela gemia alto, gritava e pedia para bater mais. E tome tapa na cara, tapa na bunda!
— Toma, sua puta! Não é pica que você queria? Agora aguenta!
Ela gozou gostoso aos gritos. Eu a virei de frente para mim e dei uma leitada na sua cara.
Fomos para o banho, ela com a bunda toda vermelha com a marca das minhas mãos. Tomamos banho abraçadinhos, muito beijo. Voltamos para a cama, coloquei-a para mamar novamente, peguei o lubrificante, passei bastante no cu dela e falei:
— Agora você vai ver como faz gostoso.
Ela empinou toda a bundinha para cima. Encaixei meu pau no seu cu. Botei pressão. Foi difícil para entrar; quando entrou, empurrei tudo até encostar a barriga na sua bunda.
Essa mulher gritava e fazia um escândalo dentro daquele quarto! E tome de pica no cu, tapa na cara, tapa na bunda. Não demorou e enchi o cu dela de leitinho.
Ela se deitou no meu peito e ficamos ali nos beijando, enquanto eu olhava o corpo bonito dela e aquele cuzinho arrombado pelo espelho do teto.
Tomamos outro banho juntos e fomos embora. No caminho, ia passando a mão na sua ppk, que estava molhadinha de novo. Deixei-a no mesmo ponto de ônibus e segui para a loja.
Minha esposa foi embora e fiquei sozinho até a hora de fechar, às 18:00. Quando deu 17:30, lá estava ela entrando na loja, toda sorridente:
— Vim buscar a ração do cachorro.
Ficamos conversando; perguntei se tinha gostado. Disse que tinha adorado.
Quando deu 17:50, fechei o portão da loja com cadeado. Abaixei metade da porta, puxei-a para a sala de banho e tosa e a fiz mamar gostoso até encher sua boca de leitinho de novo. Ela se limpou e fomos embora juntos, pois morávamos na mesma rua.
Depois desse dia, saí com ela mais três vezes: duas na casa dela e uma vez com ela dentro da piscina da minha casa. Depois volto para contar como foi, rs.
Foto 1 do Conto erotico: Torei a Vizinha Gostosa no Motel

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ladylilyy

Nome do conto:
Torei a Vizinha Gostosa no Motel

Codigo do conto:
268783

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
31/07/2026

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