Sogra Prostitua Romace proibido



Nos primeiros meses, eu jamais poderia imaginar que minha vida fosse virar de cabeça para baixo daquela maneira. Já faz um ano que moro nos Estados Unidos com minha filha e seu marido, Gerald. O pai dela faleceu há três anos e, desde então, nós duas nos tornamos ainda mais próximas.
O idioma, porém, continua sendo uma barreira entre mim e meu genro. Gerald é um homem educado, mas ainda existem muitas coisas que não consigo dizer a ele, e outras tantas que ele não consegue compreender quando tento explicar. Mesmo assim, nunca imaginei que o verdadeiro desastre viria de outro lugar.
Minha filha já vivia nos Estados Unidos havia três anos com Gerald. Ela trabalhava, tinha construído uma vida ao lado dele e, apesar de ainda não ter conseguido regularizar sua situação migratória e obter o visto permanente, nunca imaginamos que isso pudesse terminar daquela forma.
Até que, um dia, o ICE levou minha filha.


Embora Gerald esteja fazendo tudo o que pode para conseguir regularizar a situação dela, gastando dinheiro com advogados e tentando resolver toda a documentação, já se passaram três meses desde que minha filha foi levada. E eu confesso que estou desesperada. Não sei quanto tempo mais vou conseguir suportar essa espera.
Eu nunca fui uma mulher de muita cultura. Meu nome é Samara, tenho 56 anos, e minha juventude não foi fácil. Aos vinte anos, acabei entrando na prostituição. Vivi durante algum tempo na Bahia, até conhecer Marcos, o pai da minha filha. Foi ele quem me ajudou a sair daquela vida.
Juntos, construímos nossa vida em São Paulo. Marcos me deu algo que, até então, eu nunca tinha conhecido: uma vida digna, tranquila, uma casa e uma família. Passei muitos anos como dona de casa, cuidando da nossa filha e do nosso lar. Com ele, aprendi que uma pessoa pode recomeçar, mesmo depois de ter passado por coisas das quais não se orgulha.
Quando Marcos morreu, eu demorei muito para aceitar que ele não voltaria. Foi minha filha quem me ajudou a atravessar aquele período. Aos poucos, ela se tornou meu porto seguro, e foi por isso que, quando surgiu a oportunidade, eu vim morar com ela nos Estados Unidos.
Agora estou aqui, longe de tudo o que conheço, enfrentando um idioma que mal consigo compreender e, para piorar, sem saber quando minha filha vai voltar para casa. Três meses podem parecer pouco para quem está de fora, mas, para uma mãe que acorda todos os dias sem saber onde está a própria filha, parecem uma eternidade.
No quarto mês, comecei a perceber que Gerald estava se acostumando à ausência da minha filha. Ele chegava cada vez mais tarde do trabalho e falava comigo apenas o necessário. Eu perguntava se queria jantar, se precisava que eu comprasse alguma coisa, e quase sempre recebia respostas curtas.
O idioma tornava tudo ainda mais difícil. Eu não conseguia conversar com ele como conversaria com alguém no Brasil. Muitas vezes, queria perguntar o que estava acontecendo, mas faltavam as palavras. E talvez fosse justamente por isso que comecei a prestar mais atenção nos gestos.
Gerald também parecia solitário.
Foi então que pensei que precisava me aproximar dele de alguma maneira. Não queria confrontá-lo. Não queria que ele sentisse que eu estava cobrando alguma coisa. Minha preocupação era minha filha. Se Gerald desistisse dela, eu não sabia o que aconteceria com o processo, com os advogados, com tudo aquilo que ele estava fazendo para tentar regularizar a situação dela.
Comecei pelo mais simples.
Passei a preparar o jantar um pouco mais cedo e a esperar por ele. Quando chegava, perguntava como tinha sido o dia, mesmo que precisássemos recorrer ao celular para traduzir algumas frases. Aos poucos, nossas conversas deixaram de ser apenas sobre comida, contas e tarefas da casa.
Também comecei a me cuidar mais. Não era para me transformar em outra pessoa. Aos cinquenta e seis anos, eu sabia muito bem quem era. Mas voltei a usar um pouco de maquiagem, arrumei o cabelo com mais cuidado e escolhi roupas nas quais me sentia bonita.
Certa noite, Gerald chegou e ficou alguns segundos parado na porta, olhando para mim.
— Você está bonita — disse ele, devagar, como se tivesse escolhido as palavras com cuidado.
Eu sorri.
— Obrigada.
Foi uma frase simples, mas naquele momento percebi que a barreira entre nós talvez não fosse apenas o idioma. Pela primeira vez, Gerald me enxergou não somente como a mãe de sua esposa, mas como uma mulher.
E aquilo me assustou.
Ao mesmo tempo, uma parte de mim pensou que talvez fosse exatamente essa atenção que eu precisava recuperar. Não porque eu quisesse substituir minha filha, mas porque precisava impedir que Gerald se afastasse completamente dela.
Eu sabia que estava entrando em um terreno perigoso. Por isso, decidi não apressar nada. Primeiro, precisava recuperar a confiança dele. Precisava fazê-lo voltar a conversar comigo, a esperar pelo jantar, a sentir que aquela casa ainda era sua casa.
O resto eu deixaria para o tempo.
Talvez eu estivesse errada. Talvez estivesse ultrapassando um limite que jamais deveria cruzar.
Mas, naquele momento, eu só conseguia pensar em uma coisa: precisava trazer minha filha de volta.


Eu sabia o que Gerald precisava. Se havia uma coisa em que eu tinha experiência, era em chamar a atenção de um homem, entretê-lo e fazê-lo querer permanecer dentro de casa. Eu sabia que precisava fazer alguma coisa.
Numa sexta-feira, Gerald chegou tarde, depois de beber. Naquele momento, decidi que não podia mais esperar. Não era desespero; era uma decisão racional. Gerald era um homem de trinta e um anos, jovem, com seus desejos e necessidades, e eu tinha medo de que outra pessoa aparecesse e acabasse ocupando o espaço que ainda deveria pertencer à minha filha.
Naquela mesma madrugada, fui até o quarto deles. Escolhi uma das melhores lingeries da minha filha e tomei um banho no banheiro do casal. Eu esperava que Gerald acordasse e percebesse minha presença, mas isso não aconteceu. Pelo menos, naquela noite, consegui organizar meus pensamentos e me preparar para o que viria.
Na manhã seguinte, acordei cedo e preparei o café da manhã de Gerald.
Enquanto arrumava a mesa, eu tentava imaginar como deveria agir. Eu sabia que qualquer passo em falso poderia destruir tudo. Por isso, decidi precisava descobrir o que Gerald realmente sentia e até onde ele estava disposto a ir.

Se há uma coisa que aprendi na vida é que o homem de ressaca carrega no corpo uma urgência quase animal, um desejo que não pede licença. Quando Gerald abriu os olhos e me viu assim — fio dental e a camisola da minha filha —, não precisei convencê-lo de quase nada. Ele compreendeu, no silêncio que há entre duas pessoas que já se conhecem demais, que eu não desistiria.

— Aqui está o seu café, Gerald.

Ele olhava o meu decote como quem descobre, de súbito, uma verdade antiga. Percebi a ereção. Então pus em prática os anos de experiência que o corpo acumula sem anunciar. Aproximei-me no sofá. Com um gesto preciso puxei a calcinha de lado e expus a buceta raspada. Uma mão alisava o pau por cima do short fino; a outra guiava a mão dele até mim. As respirações foram se tornando cada vez mais ofegantes, como se o ar também quisesse participar. Puxei o short. O membro pulsava para cima, vivo, exigente. Ele permanecia em silêncio — só a respiração acelerada denunciava o que acontecia por dentro.

Ajoelhei-me entre as pernas dele e comecei o ritual: um boquete lento, acompanhado da punheta. Enrolava a língua na glande até a baba escorrer pelas bolas. Depois sugava a própria baba, como quem bebe o que o corpo oferece de mais íntimo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sogra Prostitua Romace proibido

Codigo do conto:
270141

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/08/2026

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6

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