A transformação - De garotão recatado a putinho do padrasto



A transformação_De garotão recatado a putinho do padrasto

Perdi meu pai na adolescência, no começo da puberdade, pouco depois de me descobrir gay e ter lhe revelado minha sexualidade, durante uma das nossas costumeiras conversas íntimas e reservadas, e que causavam inveja a todos que nos observavam tão próximos e confidentes. Fiquei devastado quando ele se foi, tão jovem e ainda tendo muito a me ensinar.
Foram mais de dois anos para superar o luto, mas antes disso já havia um substituto morando conosco. Eu nunca questionei as decisões da minha mãe. Na verdade, era indiferente a elas, uma vez que nunca participei ou fui consultado quanto ao que ela decidia, mesmo que essas decisões me afetassem de alguma maneira. Meu relacionamento com ela nunca chegou sequer aos pés do que eu tinha com meu pai, era frio e distante, pois ela nunca entendeu o porquê de eu ser tão ligado ao meu pai e não a ela que me colocou no mundo. Pragmática ao extremo e focada na carreira, não perdia tempo com nada que não lhe trouxesse resultados práticos, e nisso estava incluso o casamento e o único filho, uma concessão que se viu obrigada a fazer diante das cobranças familiares.
Foram meus avós paternos que passaram a custear todas as minhas despesas assim que meu pai faleceu. Meu avô tinha sido um empresário bem sucedido antes de se aposentar e assumiu para si a responsabilidade de me suprir de todo conforto que meu pai teria me proporcionado se estivesse vivo. Ele custeava meus estudos, pagava pelos meus gastos pessoais e me dava uma bela mesada que me permitia comprar aqueles mimos típicos de garoto adolescente e fazer programas ou pequenas viagens com amigos. Minha mãe aceitou de pronto a oferta dele, pois isso lhe permitiria gastar consigo mesma o que faturava como médica ginecologista, sem precisar me sustentar.
Meus avós nunca foram adeptos desse casamento, pois viram nela a intenção de se dar bem com essa união com um homem que vinha de uma família abonada, mais do que uma paixão sincera e devotada. Isso se confirmou quando ela se envolveu com o Samuel, outro sujeito bem de vida, mal passado um ano após ficar viúva. Meu avô não queria que eu dependesse de outro homem, ou tivesse que me sujeitar aos seus caprichos e regras só porque estava a bancar meu sustento. E foi assim, que impôs essa condição para a minha mãe, já sabendo que ela não ia fazer questão alguma de se livrar desse incômodo.
O Samuel também já havia sido casado. Sendo mais preciso, por três vezes, mesmo que nem todos tenham sido oficializados. Enviuvou da primeira esposa, essa sim levada ao altar como manda o figurino. Perdeu-a quatro anos depois para um câncer. A segunda não passou de um arranjo que mal durou dois anos, entre brigas por ciúmes e imposições descabidas. A terceira, divorciada e com dois filhos pré-adolescentes, que colocou debaixo de seu teto, estava a ponto de ser levada ao cartório para oficializar a união e ser assumida com todo pacote que vinha à tiracolo; quando conheceu minha mãe e, de um dia para o outro, foi descartada sem muitas explicações.
Ele se mudou de mala e cuia para nossa casa, mais ampla e melhor localizada, segundo os critérios da minha mãe que não queria sair do bairro de classe alta onde morávamos e, muito menos, abrir mão de qualquer mordomia que havia conquistado, só para ter um homem dentro de casa. Ele aceitou, embora não fosse interesseiro e tivesse condições de manter um excelente padrão de vida. Concordou para conquistá-la, essa é a verdade.
Eu o recebi com a mesma indiferença que tinha sido apresentado aos candidatos antes dele. Não era implicância minha, nem rebeldia de adolescente, era apenas uma total falta de interesse pelo que ele era e pelo que tinha a me dizer. Só havia uma coisa nele que me chamou a atenção e lhe acrescentou pontos em relação aos demais candidatos, sua masculinidade inegável, seu porte atlético, seus músculos avantajados e aquele rosto viril de olhar sereno e barba sensualmente trazida curta e um tanto desleixada. Como gay, isso não passou despercebido, embora eu não alimentasse nenhuma fantasia a respeito dessas características.
Nossas conversas se limitavam a poucas frases trocadas quando cruzávamos um com o outro pelos ambientes da casa, e pareciam ser suficientes para esse relacionamento sem apego de ambas as partes.
Quem se revoltou com a introdução dele na casa que tinha sido do filho, foi meu avô, que não queria ver outro homem participando da minha criação, mesmo não a custeando. Ele só não entrou numa batalha judicial com a minha mãe por que foi orientado pelos advogados que seria uma batalha perdida, pois nenhum juiz lhe daria a minha guarda quando eu tinha uma mãe que nunca havia negligenciado suas responsabilidades de mãe, mas tão somente se esquivado do amor maternal.
- Está tudo bem, vovô! Não precisa se preocupar, eu estou bem com o Samuel morando lá em casa. Ele não me trata mal e a presença dele não faz a menor diferença para mim. – asseverei quando meu avô quis obter minha guarda na justiça.
- Tem certeza, Celinho? Eu não hesitarei em mover mares e montanhas se for preciso para te ver feliz, meu neto! Não quero ver ninguém cerceando sua liberdade e seus sonhos, nem te fazendo passar por coisas que não queira. – afirmou.
- Tenho, vovô! Tenho certeza que vou ficar bem. Ademais, posso vir para cá toda vez que tiver vontade, pois sei o quanto você e a vovó me amam. – devolvi
- Essa casa sempre estará com as portas abertas para você, Celinho, sempre! Nunca se esqueça disso!
- Eu sei, vovô! Não foi à toa que fizeram aquele quarto lindo só para mim, e do jeito que eu gosto! Me sinto acolhido e amado quando durmo aqui. – garanti.
Deixando a falsa modéstia de lado, fui me tornando um adolescente bonito, cobiçado pelas garotas do colégio, invejado por aqueles colegas de turma que se sentiam incomodados com meu jeito recatado, tímido e meio nerd de ser, e sendo assediado por aqueles outros carregados de testosterona que babavam pela minha bunda grande, carnuda e arrebitada, onde só pensavam em enfiar suas estrovengas de adolescentes destrambelhados movidos a hormônios.
Eu estava de boa com isso, era popular no colégio, tinha uma pequena e seleta galera de amigos e lidava até que bem com o bullying que sofria de alguns sem noção, pois sempre havia alguém tomando minhas dores e me protegendo do assédio dos mais devassos. Entre esses protetores estava meu primo, George, filho do irmão mais velho da minha mãe e dois anos mais velho do que eu. Ele era um adolescente parrudo, tinha um corpão de homem e havia sacado que eu era gay e, quando veio me questionar, eu confirmei pedindo que guardasse sigilo entre a família, já que não faltavam tios e tias homofóbicas prontas a tecer comentários maldosos a meu respeito.
- Claro que não vou contar nada, Celinho! Pode confiar! Eu gosto de você para caramba! Gosto mais do que deveria, na verdade. – retrucou ele
- O que você quer dizer com isso, George?
- Que sinto um puta tesão nessa sua bunda, nesse seu jeitinho tímido, nesse seu rostinho de moleque inocente. Desculpe a sinceridade, mas você já me deixou um montão de vezes de pau duro, tão duro que só me punhetando e gozando muito para conseguir um alívio. – revelou, sem pudores.
- Seu maluco, safado! Isso lá é coisa que se diga assim, na lata?
- Sentindo o tesão que eu sinto, é! Morro de vontade de beijar essa boca, de sentir seus lábios roçando os meus, ter você em meus braços, totalmente entregue aos meus desejos.
- A boca eu deixo você beijar, quanto ao resto eu ainda não sei. Você é um taradão e não sei se dá para confiar num taradão. - devolvi, pois o George vinha mexendo comigo fazia algum tempo, provocando sensações libidinosas que faziam meu cuzinho piscar toda vez que expunha aquele tórax largo e que meu olhar se deparava com o volumão entre suas coxas.
Ele não perdeu um segundo, me puxou para junto dele, grudou sofregamente a boca na minha e deslizou as mãos pelo meu corpo como se o fosse devorar por inteiro. Soltei um gemidinho assim que o cu piscou. Abri a boca e deixei-o meter a língua dentro dela, até o sabor de sua saliva se fazer sentir junto com um arrepio que descia gelado pela minha espinha.
Nem bem uma semana depois, durante o aniversário de uma tia, ele estava enfiando um cacetão enorme e grosso no meu cuzinho, tirando minha virgindade e me fazendo gemer em meio ao mais delirante prazer que já havia sentido.
A festa rolava no salão do condomínio. Só de olhar para a cara do safado dava para perceber que o tesão não lhe dava sossego, o que os constantes apertões no pauzão confirmavam. Ele me deu umas três encoxadas, já deixando a discrição e a prudência de lado, sussurrando no meu ouvido que a rola estava dura e babando. Subimos ao apartamento fugindo das vistas de todos e nos metemos porta adentro do primeiro quarto que encontramos. Ele arrancou minha camiseta e caiu de boca nos meus mamilos, lambendo avidamente os biquinhos que já estavam rijos e salientes de tanto tesão que eu estava sentindo, só de imaginar o George enfiando o pauzão no meu cuzinho. Em segundos eu estava completamente nu, as mãos dele deslizando sobre a minha pele arrepiada, a incendiando. Enquanto eu tirava a camiseta dele e espalmava as mãos sobre a barriga peludinha e trincada, ele se livrava do jeans e da cueca, de onde o cacetão saltou para a liberdade.
Foi a primeira vez que vi aquela coisa escandalosamente impudica, enorme e grossa, com uma chapeleta arroxeada que se destacava do restante e gotejava um líquido viscoso que não se desprendia do orifício uretral e tinha um cheiro penetrante e sensual. Fiquei alguns segundos admirando embasbacado aquela caceta pesada e o baita sacão peludo pendurado abaixo dela. O meu pinto não era de se desprezar, mas diante daquele caralhão parecia um brinquedo inocente.
- E aí, está gostando do que está vendo? – perguntou, sem modéstia
- É ... é ... é lindo, George! É enorme, é ... é ... a coisa mais sexy que eu já vi! – respondi, sentindo a boca salivar.
- É todo seu! É seu para fazer um boquete, é seu para você fazer carícias, e vai ser todinho seu quando eu o enfiar no seu cuzinho. – devolveu ele, se insinuando.
Ele sentou na quina da cama, abriu as pernas exibindo o dote à meia-bomba que, de tempos em tempos, dava um pinote e ficava mais rijo e grosso, com as veias saltadas formando um emaranhado latejante. Ajoelhei-me entre as pernas dele e peguei delicadamente no pauzão quente e agitado. Ele só me observava quieto e cheio de tesão. Olhei na direção dele e fui aproximando lentamente minha boca da cabeçorra melada. O cheiro que ela emanava era inebriante e me levou a lamber com a ponta da língua o orifício uretral por onde o visgo perfumado minava aos borbotões. Ele soltou o ar aprisionado no peito quando toquei na glande sensível e a envolvi suavemente com os lábios, sugando aquele néctar delicioso. Ele continuou grunhindo, ora num tom mais grave, ora num gemido rouco, enquanto minha boca trabalhava toda extensão do caralho, lambendo, mordiscando e chupando até meu rosto afundar nos pentelhos e a boca envolver uma das bolas ingurgitadas do sacão.
- Cacete, Celinho! Tem certeza que nunca fez isso antes? Parece uma mamada de profissional e está me deixando maluco, sabia! Se continuar chupando gostoso assim vou acabar gozando na sua boca, seu veadinho tesudo! Ai Celinho, para, para, vou gozar, caralho! Vou ..... aaahhh ... gozar! – gemeu forte quando o gozo explodiu na minha boca em jatos tão seguidos que precisei me esforçar para os engolir.
Os olhos dele brilhavam de satisfação quando terminei de lamber a porra que havia escorrido pelo cacete. Longe de se dar por satisfeito com aquela gozada farta, ele me puxou para cima da cama e abriu minhas pernas na posição de bruços. Beijou e mordiscou minhas nádegas, não se importando de as deixar marcadas pela sofreguidão. Eu me sentia vulnerável naquela posição, submisso à vontade dele. Quando afastou as bandas carnudas e quentes começando a roçar os dentes nas minhas preguinhas anais, eu soltei um gritinho provocado pelo tesão que se apoderava de mim. O George lambia meu buraquinho rosado e imaculado, o reguinho estreito e liso, roçando as pregas com os dentes numa volúpia crescente e possessiva. Meu corpo todo tremia, os espasmos vinham em ondas, incontroláveis e cada vez mais intensos.
- Ai George! – gemi alto, quando ele enfiou um dedo no meu cuzinho virgem e úmido.
- O que tem eu, seu veadinho, fala para mim, o que tem eu? – indagou, ciente de que estava me levando à loucura e quebrando qualquer resistência que o impedisse de me possuir. – Está sentindo tesão no cu, está, priminho? Fala para o teu primão o que você quer que eu faça com você, fala!
- Ai George, eu ... eu ... meu cuzinho, George .... meu cuzinho! – balbuciei, sentindo as contrações anais me levando à loucura.
- O que tem o teu cuzinho apertado, Celinho? Me diz o que o teu cuzinho está querendo, seu veadinho gostoso.
- Você! Ele ... eu ... quero você! – gemi, empinando o rabo como se estivesse no cio.
Ele tirou o dedo devagar do meu buraquinho e rapidamente forçou a cabeçorra na portinha piscante, forçando a distensão das preguinhas até ouvir meu ganido de dor quando as senti começando a esgarçar.
- Abre o cu, abre, Celinho! Não quero te machucar, mas para isso você precisa abrir bastante esse cuzinho apertado da porra. – sussurrou ele, soltando o ar entre os dentes.
Eu obedeci, me abri como pude, o mais que consegui, mas o caralhão era grosso demais, Ele forçou novamente, eu me agarrei à cama fincando as pontas dos dedos na maciez dos lençóis, tentando ser forte. O grito agudo e quase desesperado ecoou por todo apartamento vazio quando ele deu uma estocada forte e a cabeçorra atravessou as pregas mergulhando no cuzinho apertado. Ele beijou meus ombros, sussurrou para que me acalmasse, mandou empinar o rabão e arfava de tesão com o pauzão sendo progressivamente encapado pelos meus esfíncteres. Fui me entregando à medida que o caralhão afundava no meu rabo me preenchendo por inteiro. Se o roçar dos dentes dele nas minhas preguinhas tinha sido a melhor sensação que já experimentei, aquele pauzão pulsando no meu cu era ainda mais prazeroso.
- Ai meu cuzinho, George! – gani, ao sentir o sacão dele batendo contra meu reguinho escancarado.
- Tesão da porra, Celinho! Você é gostoso para caralho moleque! Essa pele lisinha e arrepiada, o cheiro suave dela, a quentura do teu corpo tremendo nos meus braços, esses seus gemidinhos de dor e prazer, é tudo muito melhor do que no mais alucinante dos meus sonhos com você! – afirmou ele, movendo cadenciadamente a pelve em estocadas curtas que faziam o cacetão deslizar num vaivém sublime.
Eu gemia no ritmo delas, sentindo a ardência se espalhando pelas entranhas à medida que o pauzão esfolava minha mucosa anal. Ele tinha a posse total do meu corpo e do meu ser, me dominava com sua masculinidade impulsiva e queria a entrega irrestrita, a submissão carinhosa aos seus caprichos de macho. Meu ânus mastigava o pauzão dele, sugava-o para as profundezas e me levava ao delírio. Os espasmos iam, aos poucos, convergindo para o saco e, numa contração mais forte, comecei a gozar com o pinto espremido sobre os lençóis, enquanto gemidos lascivos escapavam dos meus lábios, que ele logo tratou de cobrir com os dele num beijo carregado de sensualidade e conivência.
A retribuição carinhosa do beijo, a recepção de sua língua na minha boca, roçando a minha e os meus esfíncteres apertando cada vez mais o cacetão dele, fizeram-no estufar dentro do meu cuzinho. O George se retesou todo, a pelve diminuiu o ritmo das estocadas e o gozo veio, abundante, libertador, junto com o urro gutural que escapou de seu peito enfunado e suado. Ele me deixou todo molhado por dentro, o sêmen denso, leitoso e pegajoso escorria devagar pela mucosa anal para as profundezas das minhas entranhas, selando aquele coito com um prazer quase divino.
- Celinho, seu veadinho tesudo do caralho, quer acabar comigo, é isso? Duas puta gozadas dessas seguidas, eu nunca senti tanto prazer de uma só vez! – ronronou ele, enquanto o pauzão pulsava forte expelindo toda porra dos colhões taurinos.
- Eu estou tão feliz, primo! – devolvi sincero e comovido.
- Eu também, priminho tesudo, eu também! Me promete que vamos fazer muitas vezes, promete! Promete que vai me deixar meter muito nesse cuzinho gostoso da porra! – pediu, acariciando meu rosto em jubilo.
Dali em diante passamos a transar com frequência, descobrindo todos os prazeres do sexo numa cumplicidade guardada a sete chaves.
Não nos comprometemos sentimentalmente, éramos jovens demais para isso e tínhamos o mundo para descobrir. No entanto, havia uma fidelidade carnal da qual não abríamos mão, como uma forma de evitarmos doenças sexualmente transmissíveis. Transávamos sem proteção, mas nunca a dispensávamos com os outros. Isso é, ele não dispensava, pois eu também lhe era fiel nesse aspecto. Nunca dei para outros caras, embora uma pequena fila de entusiastas já estivesse se formando, querendo enrabar meu bundão cada dia mais roliço e gostoso. Fizemos um acordo, no dia em que surgisse um envolvimento mais intenso com outra pessoa, diríamos o que estava acontecendo e discutiríamos uma maneira de como levar nosso relacionamento adiante com essa nova perspectiva.
- Com você não quero usar camisinha, gosto de leitar seu cuzinho, gosto de ver minha porra vazando depois de o galar até ficar todo encharcado. Juro nunca quebrar essa promessa, pode confiar! – disse ele diversas vezes, depois de deixar seu esperma formigando no fundo do meu rabo. Eu nunca duvidei da sinceridade dele, pois havia um sentimento especial entre nós.
- Eu prometo te contar se aparecer alguém para quem eu esteja a fim de dar! Mas, por enquanto, você é tudo que eu preciso! É meu homem, e eu estou satisfeitíssimo com o homem que tenho! – afirmei, deixando-o cheio de si, e ainda mais protetor e carinhoso.
Segredos não costumam durar, especialmente quando a impulsividade pelo sexo faz parte deles. O nosso, durou pouco mais de um ano, quando começou a levantar suspeitas de um tio, o irmão mais novo da minha mãe que andava com as antenas ligadas depois que a esposa engravidou e o deixou tendo que se contentar em bater uma bronha toda vez que suas necessidades de macho o afligiam.
Tio Marcão estava para completar trinta anos, era um pedaço de mau caminho, um macho daqueles que fazem presença onde quer que apareçam. A mulherada suspirava por ele e pelo volumão que estava dentro de suas calças. Ele gostava de esportes, frequentava religiosamente a academia todos os dias antes do trabalho, o que lhe conferiu um corpão musculoso e viril. Havia se casado há pouco mais de um ano com uma garota, filha única e muito mimada pelo pai, cheia de quereres e não quereres. Ao entrar para a família não foi recebida como esperava, justamente pelo seu jeito mimado de ser e de querer que as coisas acontecessem segundo sua vontade. Isso a deixou ainda mais entojada, sufocando o tio Marcão com suas exigências descabidas. Ele relevava quase tudo, a bem de ter uma boceta disponível onde meter o pauzão que parecia nunca se saciar. Acho que só não deu um pé na bunda dela por conta disso, uma vez que ela era bem gostosa.
A Lu descobriu a gravidez já no primeiro mês quando a menstruação regular não desceu. Ela já suspeitava de algo fora do comum, pois ela própria percebeu que estava mais rabugenta, mais intolerante, mais sonolenta e sentindo cheiros que a enojavam. Foi justamente um deles que desencadeou a crise no casamento, ela não suportava o cheiro do tio Marcão e, além de o impedir de se aproximar demais dela, também o obrigou a dormir no quarto de hóspedes, para evitar os engulhos que a atormentavam. Para ele isso foi como uma sentença de morte, ou melhor, para o cacetão sempre carente dele. O bichão parecia farejar qualquer buraco onde pudesse se enfiar, e os hormônios em ebulição dele mantinham as antenas ligadas o tempo todo. Ele flagrou o George dando em cima de mim num churrasco de família.
Estávamos o George e eu sempre pelos cantos, trocando olhares licenciosos, com o tesão estampado na cara e o desejo brilhando no olhar. A impaciência do George pôs tudo a perder, quando uma ereção o assolou e ele me prensou contra uma parede longe das vistas de todos, e começou a me bolinar durante um beijo lascivo ao qual eu correspondia com o cuzinho piscando.
- Que putaria está rolando aqui? – quase desmaiei ao ouvir a voz do tio Marcão surgida do nada. O George nem se abalou, apenas interrompeu o beijo e nem disfarçou a ereção imensa que mal cabia na bermuda.
- Qual é a tua, Marcão, vai embaçar o meio de campo? Você não tem uma esposinha para cuidar? Então, vai lá e dá um tempo para a gente! – respondeu o George, dando uma de macho alfa que não se deixa intimidar.
- Que isso, garoto? Não pensa que só porque tem esse físico todo que já é homem! Perguntei o que estão fazendo nesse agarramento, e estou esperando uma resposta! – devolveu o tio Marcão, ao mesmo tempo que sentia uma comichão no cacete ganhando força, só por ter visto meu rosto angelical afogueado pelo prazer.
- Por favor, tio, não conta nada para ninguém! É só um beijo, o George estava me ensinando como se beija, foi só isso, eu juro! – exclamei apavorado.
- Só um beijo, sei! Esse puto está de pau duro e você, aposto que está com as preguinhas piscando! – retrucou o Marcão, querendo tirar onda com a nossa cara.
- E daí, o que você tem a ver com isso? Desembaça, cara! – revidou o George, sentindo-se coagido nos brios.
- Eu suplico tio, não conta nada! Todos vão me odiar! Minha mãe não sabe, e você a conhece bem, vai dar um puta rolo se ela descobrir. – implorei, fitando-o com um misto de medo e rogação.
- Calma, Celinho! Vai acabar tendo um troço! Não vou prejudicar nenhum dos dois, fiquem tranquilos! Só estou curioso e abismado vendo como estão se dando bem. – afirmou, me examinando com redobrado cuidado e interesse.
Continuei desassossegado por dias, o segredo sobre a minha sexualidade começava a desmoronar, até quando eu ficaria incógnito antes do escândalo? Sim, no dia em que minha mãe soubesse, a desgraça estaria feita, o escândalo seria público, ao menos entre a família e, o que decorreria depois disso, era difícil imaginar.
Alguns dias depois daquela mesma semana, na sexta-feira, o tio Marcão me esperava na saída do cursinho pré-vestibular, uma surpresa que me deixou atônito e preocupado. Porém, bastou eu me fixar em sua figura metida num jeans despojado e numa camiseta polo que realçava seu torso largo e os imensos bíceps, para eu esquecer as preocupações com aquele encontro inesperado e abrir um sorriso em resposta ao dele, quando tirou os óculos de sol e seu rosto viril se iluminou.
- Oi tio! O que faz aqui? Nunca imaginei te encontrar na saída do cursinho! – desatei a falar, ainda movido pelo nervosismo daquela aparição repentina.
- Oi Celinho, tudo bem? Estava observando essa molecada e até deu saudades dessa época e, ao mesmo tempo, ao te ver descendo as escadas, foi impossível não notar que você é, sem dúvida, o mais lindo deles. – devolveu, enquanto me abraçava com mais força que das vezes anteriores. – Ah, se desse para voltar no tempo! Você não me escapava! – acrescentou, quando eu já estava todo arrepiado com o contato tão próximo daquele tórax sólido e quente.
- O que quer dizer com isso, tio? – perguntei, pressentindo a conotação sexual que estava embutida naquela afirmação.
- Foi só um jeito de falar! Não me leve a sério, sabe que gosto de jogar com as palavras. – respondeu. – Tenho que resolver uns problemas no apartamento da praia e pensei se você não estaria a fim de me acompanhar, uma vez que amanhã não tem aulas e você poderia curtir um pouco a praia, os dias estão maravilhosos. – emendou ligeiro, antes que eu tivesse chance de fazer mais alguma pregunta embaraçosa.
- Ah, legal, eu topo! Só precisamos passar em casa antes para eu pegar algumas coisas.
- Não precisa, será um bate e volta rápido! – afirmou, passando a mão no meu rosto de um jeito como nunca tinha feito antes. Adivinhe onde o arrepio foi se concentrar? No meu cuzinho, sim, na fendinha que se revolveu toda assanhada.
Ele se encontrou com um sujeito que ia fazer uns serviços no apartamento, combinando a obra e o pagamento, assim que terminamos de almoçar no terraço de um restaurante com uma bela vista para o mar e os morros cobertos de vegetação nativa.
A tarde estava caindo quando terminaram de combinar tudo e o sujeito partir. Eu havia ido até a varanda espaçosa de onde se via praticamente toda praia lá embaixo. Algumas luzes começavam a acender na avenida da orla enquanto o sol alaranjado ia se apagando aos poucos.
- É tão lindo aqui! – afirmei, quando ele veio se juntar a mim debruçado no parapeito e aspirando a brisa marítima, já sem a camiseta e com aqueles pelos sensuais e provocativos destacando seu peitoral másculo. – Gostei desse apartamento e desse lugar desde a primeira vez que vim aqui! – acrescentei, sentindo a lenta e estudada aproximação dele atrás de mim.
- Sim, é muito, muito lindo! – exclamou, num tom de voz lascivo, antes de se encaixar na minha bunda proeminente. É claro que não estávamos falando da mesma coisa, e isso me excitou.
- É uma pena que tenhamos que voltar para casa! – exclamei, crente de que voltaríamos no mesmo dia.
- Temos dois dias inteiros pela frente, só para nós! – disse ele, quando se roçou nas minhas nádegas para me fazer sentir sua ereção.
- Então eu devia ter trazido ao menos umas mudas de roupa! – exclamei, sentindo que meu corpo começava a tremer com a respiração dele resvalando na minha nuca e o pauzão cutucando meu rego.
- Acha mesmo que vai precisar de roupas? Eu estou louco de vontade de te ver sem elas! – afirmou, sem rodeios, quando começou a enrodilhar minha cintura com aqueles braços musculosos. Soltei um suspiro, o cuzinho piscou, a pele queimava.
- Ai titio! Você é casado, está prestes a ser pai! Isso lá é coisa que se diga a um sobrinho? – balbuciei, com o tesão se apoderando de mim.
- Justamente por isso! Faz ideia de quantas semanas a minha mulher não deixa eu me aproximar dela, quanto mais tocá-la ou trepar? Acha que mereço esse castigo? Ela diz que meu cheiro lhe provoca enjoos!
- Seu cheiro é delicioso! – exclamei, franqueando o pescoço onde sua boca roçava a pele arrepiada enquanto ele sussurrava.
- Você é delicioso, Celinho! Sente como estou carente! – retrucou, me encoxando com a ereção distendendo o jeans.
- Ai tio Marcão! – escapou dos meus lábios, antes de ele me virar de frente para si e colar sua boca na minha. Soltei um gemidinho suspirado assim que suas mãos amassaram minhas nádegas, o sinal de que estava pronto para deixar rolar fosse lá o que estivesse na imaginação dele.
Ele me deixou nu ali mesmo, arrancando minhas roupas numa sofreguidão desmedida. Voltou a me puxar contra si, mais um beijo, dessa vez com a língua me penetrando até a úvula e bailando voraz com a minha. Ambas as mãos, fortes e pesadas, abriam minhas bandas e, lenta e sensualmente, uma delas deslizou para dentro do reguinho liso e os dedos começaram a tatear a fendinha plissada, me fazendo perder o último resquício de timidez. Fui escorregando com as mãos espalmadas sobre o tórax e abdômen até ficar de cara com a ereção aprisionada no jeans. Ele me encarava cheio de expectativa, contornou meu rosto com uma das mãos enquanto a outra fazia meu rosto afundar entre suas coxas. Senti o cheiro almiscarado atravessando o tecido e não resisti. Abri a braguilha, arriei jeans e cueca fazendo o caralhão enorme e pesado saltar para fora, respigando algumas gotas de pré-gozo na minha cara.
- Quem pode sentir enjoos com um cheiro maravilhoso desses? – balbuciei, erguendo o olhar na direção do rosto afogueado dele.
- Não é! – devolveu. – Sempre pensei que quando uma fêmea elege seu macho que não teria esse tipo de frescuras! Mas, me enganei. Estou aqui, há semanas na secura com o caralho sempre em alerta e as bolas tão abarrotadas que parece que vão estourar a qualquer momento. – emendou.
- Só uma fêmea muito burra ou com desamor para deixar um macho lindo e fogoso como você sem o devido carinho! – afirmei.
- Caralho, Celinho! Não diga essas coisas, está me pondo maluco, e quando fico maluco como você está me deixando agora com esse corpão gostoso, eu só consigo pensar numa coisa. – disse ele, enquanto o cacetão babava excitado.
- E o que seria essa coisa, titio? – perguntei, sensualizando a voz e passando delicadamente as pontas dos dedos na cabeçorra melada, antes de os levar aos lábios e lamber seu sumo almiscarado.
- Meter meu cacete nessa bundinha carnuda, Celinho! Quero meter no seu cuzinho, quero comer esse rabão e deixar meu leite de macho dentro dele. – grunhiu, já tão excitado que mal se continha.
- Quero te sentir dentro de mim, titio! Me come, me fode, me faz de sua fêmea! – devolvi, colocando a chapeleta enorme na boca e sorvendo o pré-gozo com apetite voraz.
Até o sofá mais próximo foram alguns poucos passos. Eu estava tão louco para sentir aquele cacetão cabeçudo no meu cuzinho que me debrucei sobre ele, afastando ligeiramente as pernas para o rabão lisinho ficar em posição. Tio Marcão se deitou sobre mim, encaixando-se as minhas curvas, abraçando meu torso e esmagando meus mamilos enquanto eu suspirava um gemidinho manhoso. Depois da terceira pincelada ao longo do meu reguinho ele posicionou a cabeçorra na portinha do meu cu e numa única estocada potente, enfiou aquela coisa gigantesca em mim. Eu gritei, o caralhão dele era bem mais grosso que o do George, que já rasgava minhas pregas.
- Ai titio, devagar, seu cacete é muito grosso! – gani em meio a dor. – Não estoura meu cuzinho, titio, por favor! – supliquei, enquanto ele se empurrava obstinadamente para dentro do meu rabo empinado.
- Ah moleque! Que porra de rabinho é esse que sabe como encapar a rola de um macho? Você é infinitamente mais apertado do que a fêmea que tenho em casa. Agasalha a pica do titio, agasalha, seu putinho tesudo! – ronronava ele, enquanto eu me abria ao máximo e sugava aquele pauzão para o fundo do meu cu.
Bastou eu sentir o sacão dele batendo nas minhas nádegas para começar a esporrar. O gozo veio tão ligeiro junto com um gemido alto que nem deu tempo de avisar. O Marcão se deliciou me vendo gozar com o corpo se contorcendo de prazer e dor debaixo dele.
- Goza veadinho do caralho, goza! Goza com a caceta do titio te arregaçando as pregas! – grunhia ele, metendo forte e fazendo minhas entranhas se contorcerem em espasmos.
A leitada que ele ejaculou no meu cuzinho me deu inicialmente a sensação de que estava mijando no meu rabo. Porém, à medida que os jatos de esperma tépido e pegajoso eram lançados na minha mucosa ardente, a certeza de ele estar há tempos sem uma bela gozada, se confirmou. A porra chegou a vazar nas minhas coxas, enquanto ele urrava de prazer com o corpão pesado estremecendo a cada ejaculada.
- Ah moleque, era disso que eu estava precisando, putinho gostoso!
- Te adoro, Marcão! Macho gostoso, macho esporrador! – sussurrei, sentindo o pauzão amolecer sem pressa entre os meus esfíncteres que se contraiam drenando até a última gota da porra acumulada nas bolonas taurinas.
As ligações sequenciadas e irritantes da esposa começaram pouco depois de sairmos do banho, onde ele tornou a enfiar a estrovenga no meu cuzinho, me fazendo gemer feito uma cadelinha sendo inseminada. Ele não atendeu a nenhuma delas, o que demonstrava o quanto estava descontente e cheio das frescuras dela.
Pedimos uma pizza só para não termos que nos vestir para sair. Ele apenas colocou um short para ir buscá-la na portaria. Eu até quis vestir uma das camisas que ele deixava no armário, mas tão logo surgi na frente dele com ela parcialmente abotoada e mais parecendo um vestido curto, ele meteu as mãos por baixo dela até agarrar e amassar minhas nádegas. Tirou-a sem que eu protestasse, me ergueu pela bunda me prensando contra a primeira parede que surgiu. O beijo prolongado veio acompanhado do dedo dele rodopiando na entradinha estreita e lanhada do meu cuzinho cheio de esperma.
Era tarde, já madrugada, quando terminamos de assistir uns episódios atrasados de uma série que ambos acompanhavam. Ele desligou a TV e rolou pelado para cima de mim. Ergui e abri as pernas, ele se encaixou no meio delas e empurrou o pauzão para dentro do meu cu, enquanto meus ganidos de dor e prazer preenchiam o clima do quarto com uma luxúria impudica. Com as pernas enrodilhadas em sua cintura, seu rosto viril esperando pelas minhas carícias, eu arranhava suas costas largas ao me agarrar a algo sólido para suportar o caralhão me estourando por inteiro.
- Ai macho, meu cuzinho, macho! Nem sei se ainda vou conseguir andar quando voltarmos para São Paulo com esse cu todo detonado. Acho que vou precisar de uma semana para conseguir dar um passo e me sentar direito. – conjecturei.
- Assim não vai se esquecer de mim! – retrucou.
- Não vou me esquecer de você nunca, titio! Você é maravilhoso e, se eu fosse mulher, casaria com você hoje mesmo! – afirmei, tateando delicadamente sobre a barba por fazer dele, vendo surgir um sorriso doce e cúmplice em seus lábios.
Acordei com ele encaixado em conchinha em mim, pele com pele, o corpão quente aquecia o meu com uma leseira gostosa e preguiçosa. Não demorei a sentir ele se esfregando na minha bunda com o cacetão em riste. Franqueei o rabo e ele me penetrou lenta e progressivamente, me ouvindo gemer mansinho até o pauzão estar atolado até o saco no meu rabo úmido e macio.
Era quase hora do almoço quando saímos da cama. O celular dele estava abarrotado de mensagens e ligações não atendidas. A cada novo toque ele ficava mais aborrecido, até que explodiu furioso, atendendo a uma das ligações. Creio que nem deva ter dado tempo de ela dizer nada, pois ele descarregou toda raiva nas frases que soltava aos berros.
- Pode chorar o quanto quiser! Vá chorar nos ouvidos do seu pai, vá encher o saco dele invés do meu! – berrava, andando de um lado para o outro. – Onde estou? Não é da sua conta. Não sou eu quem te causa enjoos? Por que não para de me ligar se nem meu cheiro consegue suportar? – questionou raivoso. – Passando mal? Então vá para um pronto socorro, vá à merda, mas não me ligue mais! Caralho de mulher fresca da porra! – concluiu, ao desligar.
- O que foi isso, titio? Ela pode estar realmente passando mal. Não seria melhor ligar para confirmar? – indaguei preocupado e ao mesmo tempo surpreso com aquela reação explosiva.
- É frescura dela! Sempre que me irrito com as atitudes dela, ela inventa que está passando mal. Foi o filho da puta do pai dela que criou esse monstro mimado. Quando seus pedidos não são atendidos num estalar de dedos, ela começa a dar chilique! – desabafou, vindo deitar a cabeça no meu colo. – Do jeito que a coisa vai, estarei divorciado antes de ser pai. – disse, num tom lacônico e triste.
- Devem ser os hormônios na gravidez! Você será um ótimo pai, titio! – afirmei, afagando sua cabeleira e o rosto que me encarava transbordando ternura.
Tio Marcão me deixou em casa no final da noite de domingo. Minha mãe, para variar, estava uma fera, pois eu só tinha avisado que ia passar o final de semana fora sem dizer com quem e onde. Tivemos uma das nossas costumeiras discussões, ouvi as mesmas ameaças de sempre e fui para o quarto. Essa noite não teria o corpão parrudo do tio Marcão para me aconchegar, nem seu cacetão pulsando no meu cuzinho saudoso. Liguei para o George, a voz dele ia me ajudar a diminuir a solidão que estava sentindo. Batemos uma bronha fazendo sexo pelo celular.
Ouvi baterem na porta, como pensei que fosse minha mãe querendo continuar a briga, não respondi. Bateram novamente.
- Celinho, posso entrar? – a voz grave e serena do Samuel me fez abrir a porta. – Tudo bem com você? Podemos conversar um pouco?
- É tarde Samuel, estou cansado, amanhã tenho aula cedo e não estou a fim de ouvir mais um sermão! – despejei impaciente.
- Eu nunca te passaria um sermão! Você é um garoto ajuizado, cumpridor das suas responsabilidades, não precisa de nenhum sermão! – afirmou, com a calmaria que lhe era peculiar.
- Diga isso à minha mãe! Você viu o que acabou de acontecer lá embaixo! Estou de saco cheio das reclamações dela! Não é à toa que meu avô nunca a digeriu. – devolvi.
- É preocupação de mãe, tente entender!
- Preocupação de mãe? isso só pode ser piada! Sou a última preocupação da minha mãe, sempre fui! As preocupações dela passam longe da minha pessoa. – afirmei. Ele sabia, pelo tempo que estava convivendo conosco que eu estava certo, mas não contestou.
- Também fiquei preocupado com seu sumiço! Foi a primeira vez que você desaparece por todo um final de semana, sem levar nenhuma roupa e não diz com quem e onde foi. O mundo é um lugar perigoso, Celinho! Você é um garotão bonito e não é preciso ser muito esperto para perceber que tem berço e vem de uma família com recursos. Isso, lá fora, é um prato cheio para oportunistas e bandidos. E ninguém quer que você venha a se tornar uma vítima desse tipo de gente. É uma preocupação real. Não sou seu pai, e nunca quis tomar o lugar dele no seu coração, mas isso não significa que não me preocupe com seu bem-estar. Você pode não acreditar, mas eu gosto de você, Celinho! Gosto muito! Você é doce e carinhoso com todo mundo e, sejamos bem sinceros, um tesão de garoto. – eu jamais esperei palavras como essas vindas dele, e me emocionei.
- Desculpe se nem sempre fui gentil com você, Samuel! É que minha mãe já trouxe tantos caras aqui para dentro que minha paciência simplesmente esgotou. Você é um cara legal, e eu acho que dessa vez ela acertou! – devolvi sincero.
- Eu ficaria muito honrado se numa próxima vez que você quiser sair e se divertir, pudesse compartilhar comigo para onde está indo. Veja bem, não é controle, é apenas para eu saber que está seguro e bem, Ok?
- Ok! Combinado!
- Então boa noite, Celinho! Durma bem! – retrucou, beijando minha testa, o que me fez sentir ainda mais culpado por nunca ter dado a ele a chance de termos um relacionamento menos frio.
- Boa noite, Samuel! Obrigado! Valeu!
A partir do instante em que passei a prestar mais atenção no Samuel, percebi que ele era solitário, apesar do casamento e da filha pouco mais nova do que eu do primeiro casamento. Ele havia passado por um divórcio conturbado no litigioso e, com a filha naquela idade critica de todo adolescente e instigada pela mãe, viu-a se distanciar dele, acreditando piamente na imagem cruel que a mãe fazia do pai. Ela raramente passava os fins de semana quinzenais estipulados pela justiça em companhia dele. Geralmente, depois de algumas horas, ela inventava um pretexto qualquer para encerrar os encontros. Ele ficava chateado e triste, mas não forçava sua presença e a deixava ir, apesar de magoado.
O casamento com a minha mãe também não se materializou como ele havia imaginado e nisso, eu lamentavelmente tive minha parcela de culpa. O Samuel e minha mãe se davam bem, se respeitavam mutuamente e tinham até um pouco de carinho um pelo outro, mas a coisa parava aí. Minha mãe nunca foi uma mulher de expressar suas emoções ou deixá-las transparecer. Sua personalidade era mais racional que emotiva. Sempre tive a certeza que ela gostava mais da profissão do que de qualquer outra coisa, inclusive eu. E assim, o amor e o carinho que o Samuel sonhou encontrar nela, se frustrou logo nos primeiros anos juntos. Ele nunca reclamou de nada, mas percebia-se que sentia um enorme vazio dentro de si. E isso eu notei apenas agora, com muito atraso e remorso, pois ele havia tentado inúmeras vezes estreitar nosso relacionamento.
Era um domingo qualquer, daqueles onde não se sabe bem o que fazer para passar o tempo, e já prevendo o que a semana nos preparava. Fazia calor, eu estava um pouco entediado depois de ter conversado com uns colegas pelo Whatsapp. Minha mãe estava de plantão no hospital e só regressaria na segunda-feira pela manhã. O Samuel estava sozinho da sala assistindo a uma partida de futebol, final de um campeonato desses que deixam os torcedores tão agitados e ansiosos pela vitória de seu time que não poupam elogios e xingamentos como se isso influenciasse na decisão da partida. Vendo-o preso ao jogo, um pouco menos calmo que de costume, senti um aperto no peito. Ele não tinha ninguém com quem compartilhar suas impressões e opiniões sobre a partida, e isso só me fez ver quão solitário era aquele homem ainda jovem e disposto em seus quarenta e poucos anos. Por que nunca me aproximei dele? Por que nunca ouvi o que ele tinha para me dizer? Talvez pudéssemos ser bons amigos se eu não tivesse criado aquela barreira intransponível entre nós, de forma gratuita e sem justificativa. Eu tinha que deixar de ser um babaca, afinal a fase de rebeldia e atitudes imaturas estava chegando ao fim, e não fazia sentido eu ainda me comportar como tal.
Fui até a cozinha e preparei uma tigela de pipocas e fui me sentar ao lado dele no sofá, onde estava refestelado, com as pernas musculosas e peludas bem abertas e usando apenas um short folgado, onde já tinha enfiado a mão umas duas vezes, provavelmente para ajeitar aquela coisa imensa, cujo contorno sempre ficava chocantemente indecoroso pendurado junto à perna direita debaixo das calças.
- Quem está ganhando? – perguntei, ao colocar a tigela de pipocas quentinhas sobre o colo dele, embora nunca tenha me interessado por futebol, times, campeonatos e toda essa coisa. Eu nem sequer sabia o nome de um único jogador de futebol, tão desligado era.
- O alviverde, ... está um a zero! – respondeu. Aquilo era o mesmo que decifrar a escrita chinesa para mim. Quem raios é o alviverde? Bem, isso não importa. Talvez acompanhando o jogo eu venha a descobrir quais os times estão jogando e que raios de campeonato era aquele para a vizinhança estar soltando tantos fogos.
Como eu disse, fazia um calorão danado. Eu estava usando um short de malha e nada mais. Como sempre, boa parte dele o meu rego já tinha engolido e a dobra entre as nádegas e coxas estava exposta. Para alcançar a tigela de pipocas, meu ombro encostava no dele. Aparentemente tudo ia bem, ambos atentos à tela da TV, ele sabendo exatamente o que estava acontecendo, e eu observando aquele bando de homens correndo atrás de uma bola, enquanto o narrador tentava implementar emoção ao que estavam fazendo.
Eu ia tirando os punhados de pipoca da tigela e para isso minha mão seguia rumo ao colo do Samuel. Aos poucos a tigela começou a inclinar para o lado, como se estivesse se desequilibrando. Ele estava ligeiramente tenso, evitava olhar para as minhas coxas grossas e lisinhas, ainda com o tom bronzeado do verão. Por meu lado, o peitoral largo e peludinho dele e a trilha de pelos negros que desciam pelo abdômen estavam me distraindo mais do que a partida na TV. De tão próximos eu sentia o calor que emanava do corpão vigoroso dele, junto com o cheiro amadeirado do perfume que era sua marca característica e que lhe dava uma aura sensual e máscula. Minhas pregas anais começaram a se agitar e eu estava grato por ninguém conseguir observar o que estava acontecendo com elas.
- Vou buscar um suco na cozinha, quer que eu te traga alguma coisa?
- Uma latinha de cerveja, seria legal!
O olhar dele mirou fulminantemente minha bunda quando me levantei com short atolado no rego. A tigela de pipocas se desequilibrou de vez e escorregou para o lado deixando uma ereção que mais parecia um obelisco acintosamente visível. O Samuel a cobriu rapidamente com uma das mãos, mas eu já tinha conseguido contemplar aquela maravilha.
Para não o constranger, fui para a cozinha, voltando pouco depois com o suco e a cerveja dele. Ao pegá-la da minha mão, ele aprisionou minha mão entre a dele por um tempo um pouco maior que o necessário. Foi o que bastou para eu sentir um arrepiou perpassando meu corpo. Será que estou imaginando coisas? Ele está com tesão, o pauzão duro feito um poste está aí para provar, mas será que é tesão por mim, pela minha bunda que ele acabou de fulminar com o olhar? Celinho, seu veado do caralho, você está virando uma puta! Seu primo safado George anda metendo a estrovenga cavalar dele no teu rabo com mais frequência do que seria recomendável. O tio Marcão está em pé de guerra com a esposa nojentinha grávida e anda atrás do seu cuzinho generoso como um garanhão no cio, e você não faz outra coisa que não abrir as pernas para ele enfiar o caralhão cabeçudo dele no seu cu guloso. E agora você quer incluir o Samuel, seu padrasto, nesse cardápio de machos tesudos? Isso pode dar merda, Celinho! Veja lá o que você vai fazer moleque do rabão gostoso! Sussurrava aquela voz ajuizada dentro de mim que tinha de um tudo para não ser obedecida.
O Samuel tomou a cerveja, passou a latinha gelada sobre o peito na tentativa de apagar aquele fogo que aparentemente queimava ali dentro, e meteu mais uma vez a mão dentro do short para domar o pauzão rebelde que continuava empinado. Voltei a me sentar ao lado dele e, dessa vez, propositalmente quase grudado, de forma que ele pudesse sentir minha pele com o braço que roçava meus flancos. Voltei a pegar um punhado de pipocas na tigela, um segundo e, de repente, ele não aguentou mais.
- Caralho moleque, isso não pode continuar! Minha pica está quase estourando de tanto tesão! – exclamou, dando um apertão no cacete.
- Talvez você só esteja precisando de alguém para te ajudar a domar esse troço enorme que está aí dentro! – sugeri, nada casto, nada recatado, uma verdadeira puta safada.
- Não seria nada honesto da minha parte se eu pedisse ao meu enteado, que há tempos vem tirando meu sono, para cuidar da minha rola devassa. – disse ele, me encarando com aqueles olhos de cachorro pidão.
- E se esse enteado estivesse muito a fim de fazer um carinho nessa tal rola devassa? – indaguei, lambendo provocantemente os lábios.
- Ele precisa saber que isso pode ir bem mais longe que um simples carinho! – devolveu ele, já não escondendo mais a ereção e muito menos o tesão para me enrabar.
- Ele está completamente de boa com isso! – exclamei, deslizando minha mão sobre o cacetão duro dando pinotes.
Com uma pegada forte e decidida, ele me levou para junto dele e beijou minha boca como se a fosse devorar. Meus lábios ficavam presos nos dentes dele, a língua ia fundo na minha garganta, as mãos não só me sustinham em seus braços como bolinavam meu corpo excitado. O beijo dele era bom, a saliva era uma delícia, seu arfar agitado me incendiava. Funguei a borda da mandíbula dele, o pescoço, o ombro, o peitoral peludinho ao redor dos mamilos mereceu lambidas e beijos molhados antes de eu continuar descendo pela barriga até alcançar o short. Abri-o com cautela, encarando as expressões em seu rosto que mudavam a cada toque meu. E lá estava ele, rijo, grosso, cabeçorra estufada e babando só esperando pelo toque suave da minha mão que o circundou e o trouxe para fora em meio a um suspiro forte e agitado dele. O caralhão latejava na minha mão, quente e impulsivo, quando coloquei a chapeleta na boca, envolvendo-a delicadamente com os lábios e dando uma sugada no melzinho salgado. O Samuel gemeu, inflou os pulmões, se retesou.
Eu chupei a carne alvoroçada pelo tesão, mamei com sofreguidão, lambi cada centímetro da verga até chegar ao sacão. O saco do Samuel era tipo uma trouxa de roupa, alongado abaixo do caralhão, pendurado solto com as duas bolonas enormes e pesadas, feito o escroto de um touro reprodutor. Ele encheu a minha mão quando o tirei de dentro do short, para afagar os colhões congestionados, era tão lindo e viril quanto o pauzão com o qual formava uma genitália de causar inveja.
Não tirei o cacetão da boca durante todo intervalo da partida, mamando com afinco e lambendo o pré-gozo farto que escorria se mesclando à minha saliva. O Samuel grunhia, se contorcia impaciente, me pedia para olhar para ele.
- Chupa minha caceta, Celinho, chupa! Isso, mama minha pica, seu veadinho rabudo! Está gostando, putinho? Está gostando do meu caralho babão?
- É delicioso, Samuel! Você e tão saboroso! – gemi, sem interromper as sugadas.
Ele meteu a mão debaixo do meu short e amassou minhas nádegas numa voracidade famélica. Eu gemia baixinho sentindo aquela mão escorregando para dentro do meu reguinho enquanto os dedos procuravam desesperadamente pelo meu cuzinho plissado. Me aproximei mais dele facilitando o acesso daquela mão impudica ao meu buraquinho. Ele meteu o polegar no meu cu e eu o encarei com um gemido libertino. Ele deu um suspiro rouco e grunhiu alto, e começou a ejacular. O líquido leitoso e denso de sabor alcalino espirrava direto na minha garganta mal me dando tempo de engolir os jatos volumosos.
- Seu putinho safado, do caralho! Está mamando o leite do meu caralho, seu veadinho! Porra de boca macia e gulosa, essa sua Celinho! Toma porra de macho toma, putinho! – ronronava ele enquanto o pauzão liberava os jatos de sêmen morno.
Só parei depois de deixar o caralho limpo. O segundo tempo da partida começou, mas o Samuel não me soltou de seus braços. A mão continuava vasculhando minha bundinha lisa, e isso não deixava o pauzão amolecer de todo.
- Tira o short e senta no meu colo! – era quase uma ordem, tão enfáticas foram as palavras. Eu não tinha porque não obedecer, eu queria obedecer, eu queria sentir aquele pauzão grosso dentro de mim, mesmo sabendo que não seria fácil encapar aquela estaca enorme e grossa; mas ficar com o cu esfolado parecia ser a minha sina a cada macho para o qual me entregava.
Sentei-me de frente para ele, ficamos nos beijando por um bom tempo, ele acompanhando a partida por sobre os meus ombros, eu amassando seu peitoral musculoso. Ele se livrou do short e abriu mais as pernas, a estaca estava novamente dura feito uma rocha. Montei no colo dele, segurei seu rosto entre as mãos, o beijei com suavidade e carinho.
- Me come, Samuel! – sussurrei com os lábios roçando os dele.
Ele me segurou pelas ancas, eu fui descendo a bunda devagar sobre a estaca que trincava de tão dura.
- Ai, ai meu cu! – gemi alto, quando, após um ploft, a cabeçorra pulou para dentro do meu cuzinho, me abrindo tanto que eu sentia as preguinhas se rasgando em meio a dor.
Eu quis erguer a bunda, mas ele me reteve, e me puxou para um beijo libertino. Agarrei-me aos ombros sólidos dele e fui deixando o peso cair. A estaca entrava em mim de baixo para cima, deslizando para dentro de mim, dilacerando minha carne e abrindo todo rabo. Eu não sabia se os gemidos que estava soltando eram de dor ou de prazer, mas que eles estavam ensandecendo o Samuel era notório.
- Ah putinho do caralho, que rabo apertado da porra! Tá rasgando, não está? Fala para mim, Celinho, meu caralho tá te rasgando as pregas, não está, veadinho? – indagava ele, dando estocadas potentes até ouvir meus ganidos afinarem, indicando que a dor era maior que o prazer.
Então ele esperava, me puxava para novo beijo, aguardava minha carne se amoldar ao cacetão e minha respiração desesperada se acalmar um pouco, para então dar nova estocada enquanto minha bunda caía em seu colo, enfiando o cacetão inteiro no meu rabo.
- Ai Samuel, Samuel meu cu, Samuel! Ai como você é enorme! – gemia eu, me sentindo todo preenchido, e querendo aquilo mais que tudo na vida. Estar grudado nele, sentir o pauzão pulsar nas minhas entranhas, sentir o tesão incontrolável daquele macho por mim.
As ereções do Samuel eram prolongadas, ele sabia como controlar as emoções, como retardar o gozo, como usar aquele cacetão taurino para dar prazer e foder até estar saciado. Ele controlava toda situação, me tinha por inteiro ao dispor de seus desejos carnais, e isso era maravilhoso. Eu cavalguei, movia as ancas num ritmo contínuo para frente e para trás. O pauzão em riste se movia dentro de mim causando espasmos e uma espécie de cólica que me fazia gemer feito uma cadela sendo arrombada. Meu baixo ventre se retesou todo, o cu travou com força ao redor do caralhão e eu soltei um gritinho junto com o gozo que ia se espalhando sobre a barriga dele.
Ele passou a estocar com mais força, me obrigando a ganir de tão fortes que eram os impulsos que atingiam minhas entranhas. No auge dos ganidos, fincando as pontas dos dedos nos ombros musculosos dele, veio o urro rouco que ele soltou quando começou a ejacular outra vez. Agarrado a mim, ele esporrava encharcando meu ânus com sua virilidade pegajosa. Lancei minha cabeça para trás, gemi alto e pronunciei o nome dele.
- Samuel! Samuel! Macho lindo e gostoso! – ele cobriu minha boca com um beijo e se lançou por cima de mim no sofá, só me soltando quando puxou o cacetão mole e pingando porra para fora do meu cu arregaçado.
Eu estava massageando as bolonas dele quando seu time fez o segundo gol e com isso venceu o campeonato. Ele olhou fundo nos meus olhos, afagou meu rosto e sorriu feliz.
- Vou ser o macho de vocês dois, seu e da sua mãe! – disse, com aquela voz equilibrada que eu tanto conhecia. Eu deitei a cabeça no tórax dele e não pensei em mais nada, só em fazer aquele homem o mais feliz que minhas forças permitissem.
Ele me confessou, algumas fodas depois, que minha mãe era fria no sexo, que se entregava, mas sem aquele entusiasmo e desejo que uma mulher se entrega a um homem. E que sentia muito mais tesão por mim do que por ela. Que era na minha bundona carnuda que encontrava o prazer que nunca tinha sentido antes.
Prometi ser dele quando me perguntou se eu ainda estava transando com o George e o tio Marcão.
- Foram eles que te disseram que estavam me enrabando? – perguntei curioso.
- Não! Sempre notei como seu primo te perseguia com o olhar, como ficava cheio de tesão com sua proximidade, e não foi difícil deduzir que ele andava te fodendo quando você passou a sair mais com ele e sempre ter um pretexto para se encontrarem. O Marcão também deu muita bandeira. Desde as confusões com a gravidez da esposa eu vi como ele babava pela sua bunda e, quando ele subitamente deixou de dar importância à gravidez e até passou a não mais tolerar os caprichos descabidos da esposa, eu desconfiei que você era o responsável por essa mudança e, que os sorrisos dele tinham a ver com o aconchego que seu cuzinho estava dando ao cacete dele.
- Deve achar que sou uma puta! – exclamei.
- Nunca pensei isso de você! Porém, agora que provei do seu carinho, da quentura úmida do seu cuzinho guloso, eu quero que seja o meu putinho! Um putinho que saboreia minha porra sem frescura ou nojinho, um putinho que agasalha minha pica e me faz ver estrelas até onde elas não existem. Você é um doce, Celinho! Seja meu, só meu!
Sou dele todas as vezes que a minha mãe está de plantão no hospital, o que ocorre duas a três vezes na semana. São dias nos quais sabemos que não temos que fingir ou nos esconder, são dias nos quais alimentamos nosso relacionamento trocando confidências, explorando nossos corpos e dando vazão ao tesão acumulado. Nessas noites ele vem ao meu quarto à procura de sexo, carinho e cumplicidade. Vem com aquele fogo instintivo de macho que só para de queimar depois de se saciar no meu cuzinho, de deixar as marcas de sua voracidade viril marcadas na minha pele e nas minhas entranhas, e é isso que tem feito a minha felicidade. Talvez seja uma felicidade pouco ortodoxa, até egoísta e, quem sabe imoral, mas eu não me privaria de vivê-la, pois tem tornado minha vida mais rica e interessante.
Eu ganhei um segundo pai, um amigo com quem posso dividir tudo, um companheiro para todas as horas. Até de futebol comecei a gostar, e o acompanho aos estádios, só para ver aquele rosto iluminado pelos mesmos sorrisos felizes de quando ele está se despejando dentro de mim, me molhando todo por dentro com seu esperma abundante que permanece por horas aderido à mucosa anal.

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Ficha do conto

Foto Perfil kherr
kherr

Nome do conto:
A transformação - De garotão recatado a putinho do padrasto

Codigo do conto:
270986

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
4