O veadinho da favela e seus machos
Minha mãe, Maria Valdete Pereira dos Anjos Silva, uma baiana arretada, veio fugida para São Paulo depois de um ano de casada e algumas surras que o marido lhe deu, ao desconfiar que uma galhada crescia em sua testa. As suspeitas do sujeito que, diga-se de passagem, também não era nenhum santo e não podia ver um rabo de saia que já lhe metia a estrovenga entre as coxas, não eram infundadas uma vez que ela nunca deu conta de controlar o fogo que lhe ardia na boceta. Foi assim que ela se escafedeu do distrito rural de Brejo da Serra nos confins da Bahia, com mala e cuia, sem dizer a ninguém para onde estava indo e, não fazendo ideia de que estava com o bucho cheio.
Uma amiga de infância com a qual sempre manteve contato por cartas, e que havia se mudado com a família há muito tempo para São Paulo, foi quem a acolheu quando já estava casada e morando na periferia paulistana. Também foi ela quem arranjou o primeiro emprego de doméstica para minha mãe na casa de um delegado. Porém, algumas semanas depois, vieram os incômodos enjoos, o cansaço inexplicável e o inchaço das tetas; a leseira fez com que logo perdesse o emprego, vendo-se obrigada a voltar para a casa da amiga.
Sete meses depois, pariu meu irmão mais velho, Jorge, numa maternidade pública. Ela o desmamou precocemente para poder voltar a trabalhar, deixando-o aos cuidados de uma adolescente da vizinhança a quem pagava uns trocados. Por um tempo as coisas até que correram bem, o emprego de faxineira/copeira que tinha arrumado num escritório de advocacia era moleza e os patrões a mimavam com pequenos extras além do salário para não perderem seus préstimos. Esses extras lhe permitiram alguns luxos, como adquirir cosméticos e maquiagens, tingir os cabelos de vez em quando, comprar umas roupinhas mais ajeitadas e acompanhar a amiga e o marido nalgum baile da periferia, onde não faltavam homens à procura de uma boceta e onde, inclusive, conheceu o Juvenal, um pernambucano vindo de onde Judas perdeu as frieiras e onde havia deixado mulher e dois filhos a ver navios. Foi se esfregando na rola do sujeito durante os forrós que desastrada e indesejadamente acabou engravidando de mim. Contudo, não sem antes colocar um par de chifres na amiga que a acolhera em sua casa, quando o assanhamento e os calores vaginais a levaram a trepar com o marido da amiga, que a expulsou de sua casa quando a flagrou no chuveiro sendo enrabada por seu macho.
Mais uma vez com o bucho cheio, um moleque pequeno a tiracolo e algumas malas foi morar num barraco de três cômodos na favela de Paraisópolis com meu pai Juvenal, que não tinha profissão definida e vivia de bicos ora como pedreiro, ora como segurança de lojas de rua, ora como faz tudo geral. Viviam mais brigando do que apaziguados. As discussões e agressões mútuas logo se tornaram costumeiras com a vizinhança assistindo a barraqueira rolar fosse de dia ou de madrugada. Meu pai sempre fugia por uns alguns dias quando ela ou algum vizinho aborrecido pelos escândalos chamava a polícia. Juvenal não podia ver um policial fardado que se mudava de calçada, contornava quarteirões ou simplesmente se escondia num beco, numa loja ou num bar qualquer para evitar de ser visto, ou pior, reconhecido. Esse temor tinha sua razão, uma vez que antes fugir dos rincões pernambucanos, matou um cabra da peste na base da paulada durante uma briga. Chegado em São Paulo, tirou nova identidade, cortou a barba e se mesclou aos migrantes que se escondiam nas favelas.
Não tenho nenhuma lembrança dele, uma vez que depois de pouco mais de dois anos juntos ele largou minha mãe sumindo no mundo sem deixar rastro. Novamente não foi sem um motivo, dessa vez ficou devendo a um agiota que passou a persegui-lo e o ameaçar de lhe cortar a pica caso não lhe pagasse a dívida em 24 horas. Como o agiota já tinha feito o mesmo com outros devedores, ele resolveu não arriscar. Cresci perguntando por ele, e minha mãe sempre jurou que ele havia morrido, e eu nunca suspeitei que isso não fosse verdade.
- Já é a milésima vez que você me faz essa pergunta, Jadson! Puta merda, que tanto você encasquetou com esse assunto, moleque? Ele morreu, entendeu? Seu pai morreu e ponto final! – costumava responder irritada toda vez que eu perguntava por ele, especialmente depois de ter ouvido boatos de quem chegou a conviver com ele que a história que minha mãe me contava era mentira.
O Jorge, meu meio irmão mais velho já estava com dezoito anos quando me tornei mocinho. Era ele quem ajudava minha mãe financeiramente com as despesas da casa, fazendo pequenos furtos em lojas e supermercados com a galera de comparsas com os quais se juntava, e o emprego numa oficina mecânica a poucos quarteirões de casa. Metido a machão, ele se achava o rei da casa antes da minha mãe trazer para dentro outro macho, Abel, que conheceu sabe-se lá onde, do qual engravidou alguns meses depois, me dando uma meia-irmã, Jarlene.
Ao me tornar mocinho fui percebendo que tal qual minha mãe, era chegado num macho. Não podia sentir o cheiro de um, ver um tronco nu ou um volume mais saliente entre as pernas deles que já ficava com fogo no cu. A coisa devia ser genética, o mesmo fogo que queimava na vagina dela queimava no meu rabo que, a cada dia, ficava mais carnudo e roliço. Para deixar tudo ainda mais confuso, eu vivia cercado de meninas na mesma idade que já menstruavam, mas pelas quais não sentia nenhuma atração, apenas uma identificação na maneira de agir. Logo eu estava atraindo os machos tanto quanto elas, pois meu rabão era bem mais avantajado e cobiçado, especialmente quando desfilava pelas vielas da favela em shorts de malha justíssimos que teimavam em se enfiar no meu rego.
Eu dividia o cubículo separado por uma cortina e a cama de casal com o Jorge que, naquela idade era movido a testosterona e dono de um belo cacete de fazer inveja a muito marmanjo. O safado tinha por hábito bater uma punheta toda noite quando todos estavam dormindo, exceto eu que, ao lado dele, ouvia-o arfando à medida que o prazer aumentava, até ele soltar um suspiro ruidoso quando a porra começava a jorrar. O ar se impregnava do cheiro de amônia e água sanitária, que eu procurava aspirar quanto mais assanhado meu cuzinho estivesse. Ele limpava o cacete melado nalguma camiseta usada que no dia seguinte, eu ficava cheirando até o aroma desvanecer. Também me acostumei a cheirar as cuecas dele quando as largava sobre a nossa cama ao voltar do trabalho e ir para a ducha. Numa ocasião ele me flagrou com a cara enfiada na cueca, eu pensei que ele ia me dar uma surra, uma vez que já tinha levado um bocado delas quando ele resolvia implicar comigo. Porém, naquele dia ele só ficou me olhando sem eu perceber que estava atrás de mim. Ao notar a presença dele levei um baita susto e já me preparava para sair correndo, mas ele me segurou pelo braço.
- Me solta Jorge! Vou contar para a mãe se você me bater! – ameacei, embora minha mãe sempre desse razão a ele e não a mim.
- Não vou contar que você é veado se me deixar enfiar o cacete nessa bundinha gostosa! – disse ele, sem meias palavras.
- Ai Jorge, eu não sei, nunca fiz isso! – devolvi, sarando o pauzão dele, já que estava pelado.
- Então está na hora de começar! Você já é mocinho, se fosse menina estaria menstruando todo mês, mas como veadinhos não menstruam, teu fogo deve estar no cu, ou estou enganado? – questionou, me encarando com cobiça.
- Não! Não está! – respondi sincero e assanhado. – Sabe aquele meu amigo o Davi, que é gay, ele me disse que dar o cu dói muito, por isso nunca dei para os moleques que querem me comer.
- Ele disse isso para te assustar, para que você com esse rabão tesudo não roube os machos dele. Fazendo direitinho não dói tanto assim, eu juro! – devolveu ele, chegando junto e passando descaradamente a mão na minha bunda. – É gostoso, não é?
- É, muito! – respondi ao sentir que estava ficando todo arrepiado.
Ele baixou minha bermuda, agarrou as nádegas com força e as amassou com volúpia e um brilho pecaminoso no olhar. Me desmanchei todo, o tesão aflorou à pele incendiando-a. Ele me puxou contra si e me beijou lascivamente na boca, enfiando toda língua dentro dela, o que me fez soltar um gemidinho.
- Vamos para cama brincar um pouco! O Abel já avisou que ia chegar tarde hoje e a mãe só deve estar de volta daqui a umas três horas. Dá para brincar bastante! – disse ele, me conduzindo em direção ao quarto. – Deita de bruços! – ordenou, e eu obedeci.
Larguei-me na cama e ele terminou de tirar minha bermuda me deixando pelado. Olhei na direção dele e vi que o cacetão já estava a meia bomba, lindo e sedutoramente tentador. Ele abriu meu reguinho liso e caiu de boca fazendo a língua úmida deslizar dentro dele. Soltei um gemido, nunca tinha sentido nada tão prazeroso. Ele ficou mordiscando minhas nádegas, lambendo minha rosquinha e enfiando a ponta da língua no meio das preguinhas. Eu me contorcia todo, gemia feito uma gata no cio e empinava o rabão polpudo.
- Pega aqui, chupa minha caceta! – ordenou, depois de um tempo e de deixar meu rego todo molhado de saliva.
Eu podia sentir as pulsadas fortes do caralhão quando o tomei na mão, bem como o cheiro almiscarado do melzinho que vazava da chapeleta. Engoli o que pude da trolha grossa e comecei a sugar o visgo translúcido. O Jorge começou a arfar ruidosamente, agarrando-me pelos cabelos e enfiando minha cara na virilha pentelhuda dele. De quando em quando ele socava a jeba na minha garganta até eu sufocar.
- Isso veadinho gostoso, mama a caceta do bro! Sente o cheiro de macho que tu tanto gosta! – murmurava ele, enquanto eu chupava toda extensão da verga, da cabeçorra ao sacão.
Eu estava em êxtase, o desejo a me consumir por dentro, revolvendo meus esfíncteres. Mamei tão devotamente que não demorou para o Jorge gozar. Ele não me preveniu, apenas prendeu minha cabeça entre as mãos, puxou-a contra virilha socando o pauzão na minha goela e esporrou soltando um rugido. Olhei para cima, prazer e alegria estavam estampados na cara dele enquanto eu engolia um jato atrás do outro, me lambuzando e deliciando com o sêmen leitoso.
- Agora me dá um tempinho e vamos cuidar desse cuzinho! – disse ele, atormentado pelo tesão que ainda instigava seus instintos.
Deitei-me sobre o tórax dele e senti os batimentos cardíacos agitados, enquanto ele me abraçava e acariciava uma das minhas nádegas. Ele chegou a cochilar comigo acariciando o pauzão e o saco peludo. Aos poucos, foi deslizando a mão para dentro do rego até sentir a fendinha enrugada, meteu um dedo nela e eu gemi gostoso. Meteu um segundo me alargando um pouco e me deixando maluco enquanto os fazia rodopiar, tateando e sentindo a elasticidade do meu cuzinho. Em seguida, rolou por cima de mim, fungou meu cangote e me mandou empinar o rabo, garantindo que não ia doer, que eu podia confiar nele, que faria tudo com muito cuidado. Eu, ingênuo e morrendo de tesão, entreguei meu cu sem pestanejar. Ele esfregou a chapeleta ao redor da minha rosquinha e empurrou. A cabeçorra estirou tudo quando entrou e eu gritei.
- Ai meu cu, Jorge! Tá me rasgando, seu puto! Você disse que não ia doer! Tira, Jorge! Tira que eu não vou aguentar! – berrei, tentando sair debaixo dele.
- Calma veadinho, para de ter chilique, quer que os vizinhos saibam o que estamos fazendo? Perder o cabaço sempre dói um pouco, mas logo passa! Abre esse cu e deixa de frescura! – ordenou, mandão como sempre.
- Não é frescura, seu putão! Está doendo! – exclamei
- Eu sei que está, mas como eu disse, logo passa! Aguenta firme! – retrucou. Sem outra opção que não me submeter, até porque ele era bem mais forte do que eu, voltei a me entregar empinando o rabo e me abrindo o mais que consegui.
Ele continuou metendo, devagar e com estocadas leves, até o pauzão sumir por inteiro dentro do meu cuzinho.
- Pronto, meti tudo! Viu como não é o fim do mundo?
- Ai Jorge, estou todo preenchido! – exclamei, ao sentir a dor dando lugar ao prazer.
Ele me estocava, puxava o pauzão todo para fora e tornava a enfiar até o talo, o mais fundo que podia. Como a pica era bastante grossa, eu sentia um incômodo que não chegava a ser tão doloroso, mas que estava fazendo meu cuzinho arder. Dava para sentir as preguinhas rasgando e o cu se alargando a cada nova estocada. Voltei a gemer dizendo que estava sentindo dor, uma vez que ela e o prazer pareciam não estar conseguindo chegar a um acordo.
- Avisei que perder o cabaço sempre dói um pouco, aguenta aí, moleque, daqui a pouco passa e você vai gemer de prazer feito uma putinha! Palavra de macho! – sussurrou ele no meu ouvido.
O Jorge abraçou meu tronco com força, aumentou o ritmo das estocadas arregaçando meu cuzinho. Eu gania feito uma cadelinha envolto numa sensação prazerosa que revolvia minhas entranhas. De repente, ele urrou, o caralhão pulsava no meu cuzinho e os jatos de porra iam me molhando por dentro. No mesmo instante percebi que estava gozando no lençol sem sequer ter tocado meu pinto.
- Tesão do caralho, puta buraco gostoso que você tem bro! Tu vai ser a minha quenga! – ronronou quando terminou de encher meu cuzinho de porra.
- Ai macho, quanta porra! Estou todo molhadinho! – exclamei extasiado, enquanto meu cu mastigava a trolha grossa dele que ia amolecendo aos poucos.
- E aí, moleque, gostou de dar o cu? Gostou de sentir a pica de um macho nesse rabão?
- Gostei! Gostei de levar rola no cuzinho! – respondi, sem pudor.
- A gente vai dar um jeito de te foder e sempre ter um caralho socado nesse cuzinho apertado. – afirmou, sem que eu desconfiasse do que estava falando. – Agora vem comigo tomar uma ducha, estamos precisando e seu cu está sangrando um pouco. Depois você ajeita toda essa bagunça, ninguém pode saber que fodi seu rabo.
- Sangrando? Você me machucou, seu putão?
- Olha a frescura! É normal sangrar um pouco na primeira vez! O importante é que você gostou, não é? – ele sempre tinha uma resposta para tudo.
Verdade seja dita, foi bom e gostoso demais. O cuzinho ardeu por dois dias, me lembrando do prazer que era sentir um cacetão pulsando no fundo do rabo.
Minha mãe tinha um dedo pobre para se envolver com homens que não valiam a merda que cagavam. Sempre atraía vagabundos, sujeitos de índole duvidosa, preguiçosos, quando não chegados à cachaça. O Abel reunia um pouco de todas essas “qualidades”, com seu jeitão de boa pinta, sempre com um sorriso cativante no rosto, um ar de macho viril e um quê de tarado inveterado. Passava mais tempo em casa do que procurando ganhar seu sustendo e o da filha que fez na minha mãe. Estava sempre se queixando do calor, embora fosse originário de Canto do Buriti no centro-sul do Piauí onde temperaturas escaldantes devido à baixa umidade e ao clima semiárido eram normais. Por isso, raramente usava uma camiseta e estava sempre metido numa bermuda ou short folgados, sem cueca, que dizia ele só servia para estrangular os bagos. Desse modo, o caralho cavalar sacolejava solto dentro da roupa e era constantemente acometido por leves ereções que o deixavam à meia bomba e bem destacado.
Era assim que andava pela favela, instigando o imaginário da mulherada que se derramava em sorrisos para o lado dele. Era invejado por outros homens e odiado pelos maridos que ouviam os comentários das esposas sobre seus atributos de garanhão. Não tenho dúvida de que também foi essa característica que levou minha mãe a abrir as pernas para o safado simpático.
Também era o Abel quem, junto com o patrão do Jorge, metia todo tipo de safadeza na cabeça dele. Daí o Jorge ter fodido as primeiras bocetas tão logo entrou na puberdade. Molecão sem juízo, bem dotado e com um corpo desenvolvido, conseguia facilmente foder até mulheres mais velhas, casadas carentes e solteironas oferecidas. Aos finais de tarde de domingo, enquanto minha mãe estava rezando sob a condução do pastor local da igreja mundial do poder de Deus, o Abel e o Jorge estavam encostados no balcão do bar, na entrada da favela, passando cantadas na mulherada que fazia questão de passar em frente ao estabelecimento lotado de machos secos para foder uma boceta. Quando não conseguiam nada, tanto o Abel quanto o Jorge voltavam para casa e não paravam de ajeitar e apertar as rolas famintas. Bastava irmos dormir para que os gemidos de prazer da minha mãe levando vara na boceta chegassem ao nosso cubículo e deixassem meu irmão de pau duro que, minutos depois, era enfiado até o talo no meu cuzinho, me fazendo gemer em coro com minha mãe.
O ajuntamento nas favelas expõe as mazelas dessa população sem filtros ou discrição. As vielas estreitas, os barracos, mesmo de alvenaria, grudados parede com parede, não dão privacidade e permitem que até as questões mais íntimas sejam escancaradas aos quatro ventos, quanto mais num barraco de quatro cômodos separados apenas por um cortinado. Foi assim que minha mãe descobriu que eu era veado e que o Jorge estava se refestelando no meu rabo. Num primeiro momento ficou puta, armou um escândalo que só serviu para que a vizinhança também soubesse da minha sexualidade, quis me dar uma surra para eu criar vergonha na cara, quis me arrastar para a igreja onde o pastor jurou que podia me curar dessa safadeza, até chegou a me ameaçar de botar para fora de casa. Com o passar de algumas semanas, percebeu que não havia como mudar minha sexualidade, quando uma amiga que sempre seguia para os cultos com ela lhe contou que o pastor nunca havia curado nenhum veado, mas que fodia o cu deles enquanto estava tirando o satanás do corpo deles. Acabou se conformando de ter uma bicha sob o mesmo teto, afinal eu sempre fui carinhoso, educado, gentil, estudioso e querido na vizinhança, para que arrumar mais confusão na vida atribulada que vivia?
O Abel começou a ficar de olho em mim depois de ter levado um papo de macho com o Jorge, que lhe contou em detalhes como eu sabia ser carinhoso com um macho na cama. As DRs entre ele e minha mãe já haviam virado rotina. Ela ficava puta por ele ser tão preguiçoso, por ajudar pouco nas despesas da casa, por não procurar um emprego descente e parar de viver de bicos. Depois das discussões, ficavam uns dias sem se falar, cada um com uma tromba, um para cada lado. Obviamente também não rolava sexo enquanto não voltassem a ficar de boa, e isso para o Abel era um martírio, à medida que os colhões se enchiam o humor dele piorava.
Uma vez que a mãe estava regulando o acesso à sua boceta, por que não investir no cuzinho do filho rabudo, bonito, gostosinho e chegado numa rola, pensou ele com seus botões. Uma vez que o próprio irmão está fodendo esse rabão, por que eu também não tiro umas lasquinhas?
Fui descobrindo aos poucos o quanto meu cuzinho era guloso. Meu irmão dava conta do recado, mas isso não impedia das minhas pregas se assanharem toda vez que me deparava com um macho movido a testosterona, tipo o Abel. Deixei todos os escrúpulos de lado e comecei a me insinuar para ele. Afinal, para que desperdiçar um homem desses? Passei a ignorar o fato de ele estar amasiado com a minha mãe, de ser meu padrasto, de ser o pai da minha meia-irmã e só foquei naquela coisa que balançava entre suas pernas.
Quando ele estava em casa e eu voltava do colégio, fazia questão de vestir os menores shorts que eu tinha, os quais, diga-se de passagem, além de sumários, viviam entalados no rego deixando boa parte das bandas expostas. Um convite tentador para uma rola precisando de aconchego.
Naquele dia fazia um calorão danado. Cheguei do colégio, tomei uma ducha e fui esquentar o nosso almoço que minha mãe havia preparado na noite anterior, pois o Abel até para isso tinha preguiça. O olhar cobiçoso dele não desgrudava da minha bunda, obrigando-o a dar uns apertões no cacete inquieto. Toda vez que estava de folga, costumava dar um giro pelas redondezas após o almoço, mas naquele dia ficou rodando à minha volta feito mosca no açúcar.
O pauzão já não se aguentava mais tendo aquela bundinha carnuda e gulosa a tão pouca distância. Ele se aproximou de mansinho, cheio de tesão e malandragem, quando eu estava lavando a louça do almoço. Resvalou em mim como quem não quer nada, mas me fez sentir a estaca dura dentro do short. Meu cuzinho chegou a se abrir feito o desabrochar de uma flor, enquanto um arrepio gelado desceu pela minha coluna. Empinei o rabão roliço na virilha dele feito uma cadela no cio. Ele não perdeu tempo, fechou as mãozonas ásperas em volta da minha cintura e deu uma bela encoxada, disfarçando como se estivesse me fazendo cócegas.
- Ai Abel, para! Para, me solta! Ai, chega Abel! Você sabe que morro de cócegas, para! Vou acabar quebrando alguma louça, me solta, Abel! – exclamei com um tom de voz agudo que mais parecia o miado de um gato, me contorcendo todo e fingindo querer escapar de suas mãos.
- Diz aqui para o Abel, são só cócegas que está sentindo, Jadson, ou tem mais alguma coisa aqui embaixo se assanhando? – perguntou num sussurro, ao encostar a boca na minha orelha e fechar uma das mãos agarrando minha nádega.
- Ai, me solta, tira a mão daí, seu safado! – voltei a protestar sem convicção, rebolando para deixa-lo ainda mais maluco.
- O Jorge me contou que você sabe cuidar da pica de um macho como ninguém! A minha está bem carente, como você pode notar! – afirmou, se esfregando na minha bunda, e suspirando de tesão.
- Não é para mim que você deve pedir esse tipo de ajuda! Ai, para com isso, safado! Me solta tarado! Não quero nada com você! – retruquei, me fazendo de difícil; mas, me mostrando disponível ao mesmo tempo.
- Não quer, tem certeza? Porque eu aposto que está com o cuzinho piscando de tanta vontade de sentir a minha pica.
- Ai safado indecente! Para de falar essas coisas, eu fico todo vexado!
- Não é vexado que você está agora, é com tesão, muito tesão pelo que dá para ver com esses biquinhos dos mamilos durinhos. – devolveu, apertando simultaneamente os dois mamilos e percorrendo a pele ouriçada da minha nuca com sua boca entreaberta e quente.
- Ai macho, para com isso! – suspirei, quando ele arriou meu short e enfiou freneticamente a mão no meu reguinho liso.
Ele me fez ajoelhar diante dele, baixou o short e o pauzão grosso e cabeçudo saltou para fora bem diante dos meus olhos. A compleição física dele enganava bem, não que ele fosse um homem mirrado, pelo contrário, tinha uma boa estatura, ombros largos, braços musculosos devido ao trabalho bruto e um abdômen peludinho e ligeiramente trincado. Porém, isso não condizia com o tamanho e grossura da verga e nem com o volume daquele sacão.
Enquanto eu me surpreendia com seu falo avantajado, ele o pincelou na minha cara. A cabeçorra parecendo um cogumelo gigante já estava toda melada e emanava um cheiro másculo. Fui abrindo a boca lentamente quando ele a pincelou sobre meus lábios, até ela estar toda na minha boca. Ele arfou e abriu um sorriso. Comecei dando sugadas leves e delicadas, sorvendo a babinha aquosa e salgada, antes de passar a percorrer toda extensão do cacetão indômito, até chegar ao saco peludo, lambendo demoradamente cada uma das bolas.
- Caralho, moleque! Vai acabar me fazendo gozar, seu putinho safado! – grunhiu, soltando o ar entre os dentes, ao mesmo tempo que me agarrava com as ambas as mãos pelos cabelos. – Mama, veadinho, mama minha caceta! Vou encher essa boquinha de veludo com meu leite! Teu irmão me contou que você gosta de leitinho de macho, que não desperdiça uma gota sequer. Chupa, putinho, chupa minha rola!
Por uns quinze minutos não larguei daquela trolha enorme e pesada, explorando cada centímetro dela, até o Abel soltar um urro e gozar fartamente na minha boca. Mal dava tempo de eu engolir um jato e outro já explodia na minha boca, denso, morno, leitoso e saborosíssimo. Eu parecia um bezerro faminto devorando aquele leite de macho de cheiro almiscarado. Só parei depois de deixar o caralhão bem limpo.
O gozo não fez o pauzão amolecer de todo, ficando à meia-bomba enquanto o tesão o estava consumindo por dentro. Ele foi me guiando até o quarto, me lançou de bruços sobre a cama onde eu já estava acostumado a servir os desejos do Jorge, e arrancou o short pelas pernas. Abriu as bandas da minha bunda, enfiou a ponta do dedo indicador na minha rosquinha rosada antes de cair de boca sobre ela, lambendo-a com voracidade, mordiscando a pele das nádegas, rodopiando a ponta língua sobre as preguinhas intumescidas.
- Ai macho! Ai Abel, safado! Ai, ai, ai! – gemia eu, delirando de prazer, enquanto o pauzão dele voltava a ficar duro feito ferro.
- Abre esse cuzinho para mim, abre veadinho! Quero te foder devagar e bem gostoso! Essa bundinha roliça me enlouquece, moleque! – ronronava ele, forçando a cabeçorra contra minha fendinha.
Quando ele forçou mais, comecei a sentir dor. As pregas esticaram ao máximo e a cabeçorra ainda estava fora. Ele deu uma estocada forte, dei uma abrida no cu e ela foi como que sugada para dentro. Quando o gritou ecoou, já era tarde, a verga grossa pulsava dentro de mim. Ele passou os braços por baixo dos meus, ergueu meu tronco e foi me penetrando devagar, entre gemidos excitados que ambos soltavam. Quando todo cacetão estava dentro do meu cuzinho, ele virou meu rosto para me beijar. Senti a língua dele cutucar minha úvula e me entreguei por inteiro.
Ele me enrabava sem pressa, fazia o caralhão deslizar num vaivém que me deixava todo arrepiado. Parecia que o pauzão ia sair do meu cu, eu travava os esfíncteres para o segurar e o Abel metia novamente até ele desaparecer, atolado até o talo no ânus arreganhado.
- Tesão da porra, moleque! Delícia meter nesse buraquinho apertado, ouvir seus gemidinhos, sentir teu rabo agasalhar minha rola! – murmurava ele, fodendo sem parar. – Seria bom se sua mãe tivesse uma bocetinha tão apertada quanto o teu cuzinho, mas ela já está toda laceada! Diz aqui para o Abel que vai ser a minha femeazinha, diz, putinho do caralho!
- Ai Abel, meu cuzinho, seu cafajeste safado! – miei em falsete, empinando mais o rabo para levar mais daquela pica maravilhosa no cu. – Está rasgando meu cuzinho, macho!
Ele sacou o cacetão num único golpe brusco, eu gritei. Ele me virou de costas e deixou seu peso cair sobre mim. Abri as pernas e as enrodilhei na cintura dele, oferecendo o cu aberto, onde ele voltou e enfiar a rola com uma estocada forte. Agarrei-me aos bíceps dele, quando seu rosto foi se aproximando para me beijar. A saliva dele escorria para a minha boca num prazer sem fim.
- Tesão de veadinho! Minha vontade é de te devorar inteiro, seu putinho! – ronronava ele entre um beijo libertino e outro, enquanto eu arranhava suas costas com as pontas dos dedos, me revolvia numa tremedeira incontrolável e sentia o pauzão revolvendo as entranhas.
- Ai macho, eu vou gozar! Ai Abel, meu pinto! Ai, ai, meu cu! Eu vou gozar, eu vou gozar, aaaaiiii! – gani, me esporrando todo sem saber de onde vinha mais prazer, se do pinto ou do cu.
- Isso minha putinha gostosa, goza com teu macho, goza! – exclamou, segundos antes de aumentar o ritmo e a força das estocadas e se despejar dentro de mim.
A umidade ia aumentando dentro de mim, ele ejaculava feito um touro inebriado de luxúria e prazer, segurando meu rosto em suas mãos e chupando a minha língua. Eu estava nas nuvens com o pauzão diminuindo as pulsadas após deixar sua gala pegajosa no meu cu, enquanto nossas respirações voltavam lentamente ao ritmo normal.
Houve inúmeras outras tardes como aquela, o Abel e eu trepando como se não houvesse amanhã, mas aquela ficou gravada na minha memória, pois foi a primeira com um homem mais velho que tinha idade para ser meu pai.
Em nem todas estávamos apenas nós dois. Quando o Jorge ficou sabendo que o amasiado da nossa mãe estava me fodendo, também quis participar do bacanal e deixamos a putaria correr solta. Nessa fase eu ainda estava aprendendo a fazer sexo com machos, e os deixava fazer o que bem quisessem comigo. Passava horas prazerosas com o cacetão de um enfiado na goela e o caralhão do outro socado fundo no cuzinho, se revezando em orgias profanas.
O relacionamento do Abel com minha mãe só durou alguns anos a mais por conta do prazer sexual que eu lhe proporcionava. Não fosse minha fome pelo pauzão fecundo dele, teriam se separado bem antes.
Ele a deixou quando minha meia-irmã estava em idade pré-escolar, quando suas suspeitas de que ela estava se engraçando para um policial de um batalhão perto do trabalho dela. Encontravam-se num ponto de ônibus após o expediente, inicialmente por acaso, mas acabaram fazendo disso um hábito. Ele sentia uma comichão na rola toda vez que o olhar mergulhava nos decotes generosos, onde um par seios grandes sacolejavam feito gelatina. Por uma parte do trajeto vinham conversando e estreitando a amizade, no coletivo lotado onde ninguém notava ele se esfregava no quadril proeminente dela. Houve vezes em que ele ejaculou nas calças. Ela chegava em casa com a calcinha molhada de tão úmida que a vagina ficava, e já não sentia a menor atração pelo pauzão do Abel. Era bem o estilo dela, usar e se lambuzar toda até enjoar, partindo para algo novo, mais excitante.
O Abel partiu dizendo que ia visitar os pais, depois de haver recebido uma ligação de um irmão informando que o pai tinha adoecido. Minha mãe acreditou, mas eu tinha passado a tarde anterior nos braços dele, sentindo ele me comer de um jeito diferente, como se nunca mais fosse sentir meu cuzinho macio e quente agasalhando sua trolha, e soube que ao passar pela porta, se voltar mais uma vez para mim e se despedir, que nunca mais o veríamos. E foi o que aconteceu.
Minha mãe passou os meses seguintes maldizendo o infeliz, rogando pragas, indo a giras num terreiro encomendando trabalhos contra ele num templo de umbanda, após se ver encarregada de criar a filha sem o aporte dele. Enquanto isso, o sargento PM Deolindo virava figura constante dentro de casa.
A índole dele não diferia dos anteriores, parece que minha mãe tinha mesmo o dedo podre para escolher os machos com quem se relacionava. Ele logo fez amizade com uma galera barra pesada da favela, municiando-os com informações antecipadas sobre batidas policiais, fazendo vista grossa para o comércio de drogas, e usando sua posição para não fazerem chegar às delegacias para serem indiciados os meliantes que moravam na favela. Era um macho de porte, alto, ossatura larga, forte e com uma sensualidade latente. Já no primeiro mês frequentando todos os domingos nossa casa, começou a dar em cima de mim, ou melhor, do meu bundão carnudo.
- Não repara no Jadson, Deolindo! Esse moleque nasceu com o capeta dentro do corpo, não pode ver um macho que já se arrebita todo, feito uma cadela. Já rezei, já mandei fazer um descarrego, até já o cobri de porradas quando quis começar a desmunhecar, mas nada adiantou. Desisti, melhor eu me preocupar com a minha vida do que com a dele, não é? – alertou minha mãe, mas a essas alturas o sargentão dela já babava pelo meu rabo e ensaiava uma maneira de enfiar o pauzão dele dentro de mim.
Eu era conhecido na favela, minha fama de veadinho tinha percorrido cada viela dela, e o que não me faltava eram machos querendo tirar uma casquinha do meu cuzinho generoso. Com isso também consegui dois arqui-inimigos, duas bichas que competiam comigo para ver quem ficava com os caras mais caralhudos e fogosos. Não raro batíamos boca nas esquinas da favela, nos acusando mutuamente de haver roubado o macho do outro. Até briga rolou, eu me atracando ora com um, ora com outro, transformando as vielas em palco onde chumaços de cabelo eram arrancados, tops de alcinha, croppeds de camisetas cortadas e shortinhos minúsculos (e aqui cabe um parênteses, não faziam parte do meu vestuário em público) eram rasgados até exporem partes do corpo, tapas eram trocados e unhadas deixavam vergões avermelhados por todo corpo, para uma plateia que até torcida fazia. Eu era bom de briga, mais batia do que apanhava e, com o tempo, as duas deixaram de me peitar, uma vez que não faltavam machos querendo se dar bem num cuzinho macio de veado.
Uma das brigas mais emblemáticas em que me envolvi e que acabou por me deixar famoso, aconteceu depois de eu me deixar enrabar por um mulato parrudo que trabalhava na mesma oficina mecânica que meu irmão.
Eu vivia metido lá dentro, primeiro por que meu irmão tinha me agenciado para o patrão, um quarentão musculoso que vivia metido num macacão folgado sempre aberto até quase a cintura e que permitia ver a forração de pelos escuros que revestia seu tronco largo. Sim, o Jorge me vendia para os caras que queriam meter no meu cu. Não contente em só me enrabar dentro de casa, virou meu cafetão, agenciando meus préstimos sexuais e faturando às minhas custas, ao ficar com 50% do que cobrava dos machos. Segundo, porque o bando de homens jovens e bonitos que trabalhavam ali e ficavam me passando cantadas, eram um verdadeiro colírio para os olhos de um veado como eu.
Tudo começou quando o patrão dele, o Sr. Abílio, se mostrou interessado no meu rabão. O Jorge não perdeu tempo, viu ali uma oportunidade de ampliar seus ganhos e disse ao patrão que podia me convencer a dar umas mamadas no cacete dele e até mais se ele se mostrasse generoso. Quando me deparei com a estrovenga calibrosa dele, teria feito o serviço mesmo sem ganhar um centavo. O troço era grossão, cheio de veias saltadas, cabeçudo e tinha um sacão enorme pendurado abaixo dele. No escritório da sobreloja, ao final de um expediente, mamei até última gota de porra que abarrotava o sacão dele e, quebra, debrucei sobre um sofá velho de couro rachado onde ele me arregaçou até eu pedir arrego, mas me despedindo depois com a promessa de voltar em breve, o que deixou o mecânico sonhando com outras rodadas.
Eu já tinha dado o cu para todos os mecânicos, seis, que compunham a equipe, exceto o Carlão, um mulato que vivia se exercitando num dos estabelecimentos de musculação e artes marciais dentro da favela. Corria de boca em boca que ele tinha um pauzão de cavalo, que tinha feito algumas garotas parar em prontos-socorros depois de rasgar as vaginas delas. Quanto mais ouvia essas histórias, mais curioso ficava em conhecer o tal cacetão arregaçador. Mas o Carlão se fazia de difícil, ficava na dele, distante, taciturno, como quem não é chegado em gays, embora o tenha flagrado algumas vezes com o olhar espichado para a minha bunda.
A minha briga com o João, codinome Janete, começou exatamente por conta do Carlão, com quem a bicha aloprada estava tendo um caso na surdina. Eu nem desconfiava que os dois estavam transando, uma vez que, conforme mencionei, o Carlão parecia ser avesso a gays. Por aí a gente volta a concluir que não dá para avaliar um livro pela capa.
Era um sábado chuvoso, a oficina mecânica teve pouco movimento naquela manhã e estava prestes a fechar às 13 horas como de costume quando meu irmão me ligou, avisando que o Sr. Abílio tinha contratado meus serviços. Faltava pouco para o meio-dia quando corri para o chuveiro, tomei uma ducha, lavei o cuzinho, passei um hidratante pelo corpo e um gel adstringente no cu. Umas gotas de colônia aqui e acolá, um short de malha justo e uma camiseta terminaram de compor o look quando me pus a caminho da oficina. As portas já estavam cerradas, o que me obrigou a chamar por ele da calçada. Demorou uns dez minutos para o Carlão vir abrir a porta, eu já estava prestes a voltar para casa.
- Oi, o Sr. Abílio está? Meu irmão me ligou pedindo para eu passar aqui. – perguntei surpreso, já que não esperava encontrá-lo por ali.
- Ele está na sobreloja, no escritório! – respondeu, sacando que eu estava ali para saciar a tara do patrão.
- Ah, valeu! Obrigado, Carlão! – devolvi, me insinuando. Nem sei por que agi assim, talvez pelo macacão dele estar na cintura e o tronco moreno e forte sedutoramente exposto. Ele não retrucou, manteve a habitual cara carrancuda quando passei por ele.
O Abílio me aguardava sentado no sofá onde sempre me enrabava, com as pernas bem abertas e usando nada além de uma cueca samba-canção com a braguilha aberta onde se via o vasto chumaço de pelos pubianos, e logo ao lado, o contorno do pauzão junto à coxa esquerda. Ele sorriu e me chamou para junto dele, me puxando para um beijo devasso e libertino, durante o qual já foi metendo a mãozona dentro do meu short.
- Está lindo como sempre, cheiroso e essa pele ... só de tocar meu cacete se anima! – disse ele, me despindo peça por peça até eu ficar completamente pelado em seus braços.
Eu conhecia cada ponto do corpo dele que reagia aos meus toques e beijos. Em dois ou três minutos o cacetão surgiu na braguilha duro feito uma rocha e todo melado. Deslizei minhas mãos pelo tórax e abdômen até os botões de pressão do cós da cueca. Abria-a como quem desembrulha um presente, os olhos dele se arregalaram. Peguei a estaca rija e latejante com delicadeza e cobri a chapeleta melada com meus lábios. Ele se ajeitou fazendo o couro do sofá ranger e me entregou o cacetão carente. Mamei-o por uns dez minutos, ele ronronando e murmurando sacanagens. Escalei engatinhando o tronco dele e o beijei queimando de tesão. Ele meteu a mão no meu reguinho e tateou até encontrar minha rosquinha piscando, enfiou lentamente um dedo dentro dela e eu gemi licencioso e despudorado.
- Está molhadinho, seu putinho! Andou dando por aí?
- Não, claro que não! Passei aquele gel adstringente que você me deu para eu ficar mais estreito. – respondi, lambendo o queixo espinhento e o pescoço dele.
- Veadinho da porra, você me deixa louco! – exclamou, me lançando para o lado e montando em mim.
- Ai macho! Devagar, isso dói, sabia, seu bruto! – gemi, quando numa única e potente estocada, ele meteu metade do caralhão no meu cuzinho.
- Tesão de moleque, de quem é esse cuzinho, fala para mim? É do tio Abílio? Fala, veadinho, é meu esse cuzinho? Posso meter e arregaçar esse rabão?
- Ai, titio! Me fode, macho! Enche meu cuzinho com sua porra deliciosa, enche! – respondi, rebolando enquanto ele socava o pauzão no fundo do meu casulo anal.
Ele devia estar na secura, pois em cerca de vinte minutos estava derramando jatos e mais jatos de sêmen no meu cuzinho. Nem deu tempo de eu gozar, mas o importante é que o deixei sorrindo feito um garotão que trepou pela primeira vez. Fiz uma massagem nas bolas dele e o cobri de beijos úmidos e tórridos para ver se rolava uma segunda rodada, mas não rolou. Ele alegou ter um compromisso em seguida e me pediu para sair por uma porta lateral depois de eu usar o banheiro dos funcionários para me limpar, uma vez que ejaculou tanto que meu reguinho ficou cheio de porra.
O banheiro dos funcionários ficava no andar de baixo, ao lado do vestiário. Desci como estava, pelado e travando os esfíncteres para a porra não vazar. Entrei correndo no banheiro e topei com o Carlão debaixo de uma das duchas. Ao intentar dar meia volta, já era tarde, ele tinha me visto.
- Pode entrar, a menos que tenha medo de ver um macho pelado, o que não parece ser o seu caso! – disse, levando a mão até o caralhão imenso e o manipulando descaradamente.
Os boatos se confirmaram, aquilo era um pauzão de jumento, negro, grosso, com mais de um palmo além da cabeçorra destacada no formato de um cogumelo rosado. Abaixo dele pendia um sacão negro e taurino. Minha boca encheu de saliva e o cuzinho recém lanhado voltou a piscar feito um semáforo quebrado.
Ele lambeu os lábios sem tirar os olhos do meu corpo que, àquelas alturas, tremia feito juncos ao vento. Saiu debaixo da ducha e veio caminhando molhado na minha direção, mudo, olhar fixo e penetrante, uma expressão indefinida no rosto. Me senti como uma presa prestes a ser devorada. Sem dizer uma palavra, me puxou contra o torso maciço forrado com pequenos caracóis de pelos que desciam até se encontrarem com os pubianos. Fixou o olhar no meu, o silêncio estava me matando. Qual é a desse cara, o que vai fazer comigo, me bater, me beijar, me foder até não sobrar uma única preguinha intacta? Ele parecia estar lendo meu pensamento.
- Essa tremedeira toda é medo? – perguntou. Só a voz grave e rouca já intimidava.
- Nã ... não ... não, claro que não!
- Então só pode ser tesão!
- Tes ... não, imagina!
- É o que então? – nesse instante ele enfiou um dedo no meu cuzinho, sentindo como ele ainda estava quente e lubrificado pela porra do Abílio. Eu gemi e espalmei as mãos no peitoral dele – Você acabou de dar o cu para o velhote e ainda está assim, todo apertadinho?
- Eu ... eu ... eu ... ele me pegou! – balbuciei, sem conseguir tirar os olhos da expressão enigmática dele.
- Todos na oficina já te pegaram! – exclamou, metendo um segundo dedo no meu cu. – Menos eu! – acrescentou lascivo.
- Ai Carlão, eu preciso voltar para casa! – minha voz não saía, nem a tremedeira amenizava.
- Vou te acompanhar até em casa .... – interrompi-o antes de ele terminar.
- Não precisa, você deve ter coisas mais importantes para fazer.
- ... depois de foder e arregaçar teu cuzinho macio! – concluiu ameaçador.
- Ai Carlão, não fala isso, por favor! – gemi, sentindo os dois dedos vasculhando meu buraquinho.
- Por quê? Estou sentindo que está a fim de levar minha pica no cu! Tem receio de que eu te detone? Prometo que faço com cuidado! – aquela voz rouca soava como uma melodia enfeitiçante.
- Você é enorme, Carlão, eu não vou aguentar! – devolvi, mas esperando que ele continuasse me assediando, uma vez que, ao olhar brevemente para baixo, vi que o pauzão dele estava completamente duro e dando pinotes de tanto tesão que ele sentia.
Ele me ergueu pelas nádegas numa pegada forte e inesperada, me fazendo dar um salto e enroscar as pernas ao redor de sua cintura. Foi me carregando até o salão da oficina, socando sem parar os dedos no meu cu, o que estava me incendiando de tesão.
- Puta tesão, veadinho do caralho! Tuas preguinhas estão piscando nos meus dedos!
Ele me fez sentar no banco do motorista de um carro que estava com a porta aberta e bateu com a rola na minha cara, ordenando que eu o chupasse. Mal cabia a cabeçorra na minha boca, mas me esforcei para mamar o caralhão por onde já escorria um fio translúcido e espesso de pré-gozo. Mamei com afinco, me deliciando com a trolha pulsante e a acariciando com os lábios úmidos e a ponta da língua. Ele grunhia, me chamava de putinho safado, ameaçava me estourar o cuzinho. Aqueles murmúrios me deixavam cada vez mais excitado, com mais vontade de sentir aquela verga cavalar pulsando no meu rabinho.
Subitamente ele me puxou para fora do carro e me debruçou sobre o capô, ajoelhou-se e abriu meu reguinho. Meteu a língua molhada no meu cuzinho me fazendo gemer alto e gostoso.
- Adoro uma bundinha branca e rechonchuda feito a sua, putinho tesudo! – exclamou, antes de enfiar novamente um dedo no meu buraquinho.
Ele ficou em pé, forçou para que eu abrisse as pernas e se postou encaixado entre elas. Ao sentir a primeira pincelada do pauzão deslizando pelo rego, gemi alto e empinei o rabo. A cabeçorra parou exatamente sobre a minha fendinha, inspirei fundo e me agarrei ao capô liso. Senti os esfíncteres se alargando, as pregas rasgando e a musculatura anal agasalhando o caralhão negro.
- Ai meu cuzinho, Carlão, está me arrombando, brutão! – fazendo o ganido pungente ecoar pela oficina vazia.
- Faz tempo que sonho com isso, veadinho do caralho! Não era para isso que você vive aparecendo aqui, para deixar o bando de machos babando pelo seu rabão carnudo? Agora você vai sentir o que é um macho sedento por um cuzinho feito o seu! – grunhiu ele, enterrando a estaca grossa até eu sentir os pentelhos dele roçarem minhas preguinhas. – Agora geme, putinho safado, geme sentindo o macho te estourando!
- Ai Carlão, está me estraçalhando, macho! Eu não estou aguentando, macho! Ai que caralhão grosso! Ai meu cu! Ai Carlão, seu puto, meu rabo! – gani, enquanto ele bombava feito um alucinado socando a estaca preta até o talo no meu cuzinho.
O gozo que não veio quando o Abílio estava me fodendo, veio agora, com aquele caralhão entrando e saindo do meu cu como se fosse um bate-estacas. Me esporrei lambuzando o capô do carro, por onde os jatos escorriam.
- Vou gozar, seu putinho! Vou encher teu cu! – sussurrou, aumentando a força das estocadas.
- Goza macho, goza! Goza no meu rabo, putão! – exclamei em êxtase.
- Estou gozando, veadinho gostoso do caralho! Estou esporrando no teu cu, veado! Tome porra nesse cuzinho, seu putinho gostoso! Você é muito do tesudo e gostoso, veadinho! – urrava ele, despejando seu leite viril dentro de mim.
Ele deixou o peso do corpo cair sobre mim, apertou os biquinhos dos meus mamilos e arfava acelerado, com o peito suado colado nas minhas costas. Eu virei o rosto para o lado e quis beijá-lo, mas ele se afastou.
- Nada de beijo, veadinho! Veados feito você estão aí para serem fodidos e arregaçados, não para serem beijados! Não beijo homens! – sentenciou, com aspereza, enquanto ainda se estremecia todo ejaculando os últimos jatos de porra.
Como a bichinha da Janete que trepava com o Carlão veio a descobrir essa nossa transa, eu não sei dizer. Contudo, ela veio me cobrar satisfações por ter trepado com o macho dela. Estava tão puta que logo sacou um canivete do shortinho e partiu berrando para cima de mim feito uma leoa enfurecida. Por um triz ela não me fura a barriga. Ao notar a lâmina brilhante se aproximando, dei uma joelhada no saco da bicha, fazendo-a se dobrar para a frente e soltar um grito agudo, ao mesmo tempo que o canivete lhe caia das mãos que levou ao saco esmagado. Nisso já tinha juntado gente a nossa volta, inclusive um dos chefões da favela que pôs fim a briga com um único berro autoritário.
- Você estava querendo furar o Jadson, sua putinha desavergonhada? – perguntou, ao agarrá-lo pelos cabelos e o prensando contra a parede de um barraco.
- Ele está querendo roubar meu macho! – respondeu a bichinha, antes de se ouvir o estalo seco da mão do chefão na cara do sujeitinho.
- Se você não consegue segurar seu macho, é problema seu, veado do caralho! Se eu pegar mais alguém aqui dentro querendo acabar com a vida de alguém, podem estar certos que me encarrego pessoalmente de o mandar para a terra dos pés juntos, entendido? – ameaçou ele, dando dois passos na minha direção.
Eu nem havia parado de tremer depois do Carlão encharcar meu cuzinho de porra, quando ele deu uns passos na minha direção. Pensei que também ia apanhar ali na frente de todos, como exemplo. Porém, ele tocou meu rosto com cuidado e sorriu.
- Você está bem? Ele te machucou?
- Não, isto é, sim, quer dizer, não!
- Sim ou não, chega num acordo e se acalme, não vou te machucar! – garantiu, me examinando com um olhar ganancioso.
- Sim, estou bem! Não, ele não me machucou! – consegui finalmente responder, enquanto aquela mão quente deslizava pelo meu rosto, e eu escrutinava através de sua camisa desabotoada, a barriga tanquinho peluda.
- É o fim da picada! Eu que sou traído, apanho desse veado e ainda levo uma bofetada, enquanto ele que me deixou todo roxo é consolado! – despejou revoltada a bicha traída.
- Não traí ninguém, nem sabia que você estava com o Carlão! – retruquei, deixando ciente que o Carlão também fodia os gays e não só as mulheres como todos pensavam.
- Agora dá o fora daqui, se não quiser levar mais alguns sopapos! – ordenou o chefão à bichinha revoltada, que não esperou duas vezes antes de sair em disparada. – Você é filho da Valdete, não é? – perguntou, voltando sua atenção para mim.
- Sim, sou! – respondi desconfiado.
Tudo bem que ali todo mundo conhecia todo mundo, mas o estranho era ele até se lembrar do nome da minha mãe. Será que ela já andou .... não, não pode ser ... será que ela chegou a esse ponto .... o cara é bem bonitinho, não dá para negar .... esse volumão dentro do jeans é uma tentação, concordo, mas ele tem o que .... uns trinta e um ou dois anos ... ela não ia dar .... chega, não quero nem pensar nisso .... ela chegaria, é claro. Minha mente estava à mil, e até me esqueci que ele estava na minha frente.
- Ei, ei .... terra chamando!
- Hã? Ah, oi! – devolvi atordoado.
- Tem certeza de que está bem?
- Tenho, tenho sim! – até pensei em perguntar como ele conhecia minha mãe, mas ante a resposta que poderia me dar, melhor ficar de boca fechada.
- Já te vi diversas vezes por aí! Difícil não notar sua beleza e seu jeito discreto, ao contrário das bichinhas assanhadas que andam por aí. Gosto de discrição. – afirmou, passando a literalmente flertar comigo, ao perceber meu interesse pelo pacotão em sua calça. Ele chegou a enfiar a mão lá dentro para ajeitá-lo e voltou a tocar suavemente meu rosto com ela, o que me permitiu sentir o aroma másculo impregnado nela.
- Muita gente sabe que sou gay, mas não é por isso que vou ficar alardeando isso aos quatro ventos. – retorqui
- É disso que eu gosto, alguém que sabe se comportar com discrição e sinceridade. – devolveu. – Quer dar uma volta de carro, tomar um sorvete naquele shopping aqui perto? – emendou, sem pestanejar, medindo cada centímetro do meu corpo esguio e da bundona saliente.
- É que estou precisando ir para casa. Outro dia, pode ser? – respondi, uma vez que meu cuzinho estava tão cheio de porra prestes a vazar a qualquer instante que me senti inseguro sentindo aquela umidade toda molhando minha cuequinha.
- Claro! Sem dúvida! Imagino que agora não dá. – retrucou, sacando que eu tinha acabado de dar o cu e ainda devia estar com o cu todo lanhado e sensível. – Amanhã, domingo, finalzinho da tarde, pode ser? Passo na sua casa para te pegar!
- Amanhã, ótimo! Vou te esperar! – exclamei entusiasmado.
- A propósito, Roberto, Betão! E você? Não sei seu nome.
- Jadson!
- Ok então, Jadson, até amanhã! – exclamou sorrindo, já sabendo que no dia seguinte seu cacetão estaria socado no meio dessas nádegas roliças.
Entrei em casa correndo e fui direto para o banheiro. Para variar, topei com o sargento Deolindo e meu irmão tomando umas latas de cerveja, enquanto minha mãe dava um jeito na bagunça da cozinha.
- Jadson, seu veado puto, volta aqui moleque! – berrou ela quando me viu entrando. – Eu não mandei você arrumar essa cozinha? Onde foi que você se meteu, traste? Toda louça da manhã e do almoço estava na pia, você não fez nada, seu merdinha! – desatou a xingar, sem que eu interrompesse minha corrida ao banheiro.
- Você não deve perguntar onde ele se meteu, mas quem meteu nele! – exclamou meu irmão, fazendo piada e rindo com o Deolindo.
- E você, por que não ajuda um pouco dentro de casa? Vocês acham que sou a escrava de vocês? Qualquer hora dessas boto vocês no olho da rua, estou de saco cheio de aturar marmanjo vivendo às minhas custas! – continuou ela, destilando a raiva acumulada.
- Nem vem com essa ladainha! Eu boto todo mês a minha parte aqui dentro, não vivo às custas de ninguém! – retrucou meu irmão.
Quando tirei a cuequinha cavada, quase uma calcinha, havia porra do Abílio e do Carlão e sangue das minhas pregas estouradas, fora o que ainda estava dentro do meu cu. Debaixo do chuveiro forcei um peido e um tanto de grumos de esperma coagulado caiu aos meus pés e escorreu para o ralo junto com a água. Aquele bruto do Carlão vai ouvir poucas e boas quando eu o encontrar, falei para mim mesmo; não quer nada com gays, não beija outro homem, sei; para cima de mim não, seu cafajeste. Porém, ao mesmo tempo que me sentia revoltado com ele, não dava para esquecer o quão prazeroso foi sentir aquela verga enorme entalada no meu cuzinho.
Meu irmão me seguiu até o quarto quando saí do banheiro e, antes que o pudesse fazer, ele arrancou a toalha que estava enrolada na minha cintura.
- O que é isso, ficou maluco? – perguntei, quando ele me empurrou sobre a cama
- Por que demorou tanto? O Abílio tinha um compromisso e você não ficou esse tempo todo com ele.
- O Carlão estava lá quando cheguei! – respondi
- E daí? O Carlão não é afim de gays!
- Diz isso para o meu cuzinho! O safado, cafajeste me rasgou todo e leitou meu cu até vazar. – revelei.
- Ora, ora, o puto é do tipo come quieto, filho da puta, enrustido!
- Ele até pode comer quieto, mas come que é uma maravilha! – exclamei rindo.
- Deixa ver esse rabo, seu putinho do caralho! – exigiu. Me virei de bruços, empinei o rabão e ele afastou as bandas constatando o cuzinho inchado e vermelho de tanto levar vara. – Puta merda, dá vontade de meter nesse buraquinho e estourar até a última prega! – exclamou, ao sentir-se acometido pelo tesão daquela visão.
- Nem pensar, seu insensível! Estou machucado, vai levar dias para eu me recuperar!
- Você vai ver quem é insensível quando eu te engravidar, sua putinha gostosa! Uma hora dessas eu te engravido, anota aí! – afirmou, como se essa fosse uma possibilidade real.
- Tonto! Safado! – ele riu, jogou-se em cima de mim e me beijou, boca e mamilos, até ter ereção.
Fui sincero com o Betão quando estávamos na praça de alimentação do shopping tomando um sorvete. Falei que estava arregaçado e sensível e pedi para ele esperar uns dias, quando me sussurrou que estava a fim de me levar para um motel e me enrabar até amanhecer. Ele concordou, disse, cheio de malícia que aquela espera que eu estava lhe impondo ia ter um preço.
- Acho justo! Vou pagar com prazer! – devolvi, deixando-o excitado.
Ao chegarmos ao estacionamento, vi a ereção na calça dele. Antes de ele dar a partida, passei a mão pela barba por fazer e beijei o canto da boca, enfiando dois dedos na abertura entre os botões da camisa e os fiz rodopiar ao redor do umbigo dele. Fui abrindo lentamente o zíper da braguilha sem desviar o olhar do dele. Enfiei a mão lá dentro e saí trazendo o pauzão exaltado, baixei a cabeça entre as pernas dele e comecei a sugar a cabeçona arroxeada e quente. O sabor ligeiramente salgado do pré-gozo logo se misturou à minha saliva. Mamei-o até ele se contorcer tanto no assento e urrar ejaculando sua porra densa e viscosa na minha boca gulosa.
- Caralho, moleque, o que foi isso, puta merda, que tesão! Tomou todo meu leite, seu putinho! – ronronou, ainda estremecido pelo prazer.
- Estou começando a pagar a taxa por te fazer esperar! – devolvi, junto com um olhar meigo.
Dali a uns dias eu gemia de prazer e dor debaixo dele, numa cama de motel, o primeiro no qual havia pisado até então. Eu nunca estive com um cara num lugar tão legal e confortável na hora da transa. O Betão me deixou nas nuvens quando terminou de encharcar meu cuzinho com seu sêmen formigante. Ficamos abraçados até o amanhecer, quando ele me enrabou novamente antes de deixarmos o motel. Ele me levou mais vezes a motéis e, com isso, passei a estar ligado de alguma forma com a gangue que dominava a favela. Eu não queria pensar nisso, mas quando certos pensamentos me vinham à cabeça, eu sentia um arrepio gelado descendo pela espinha, como se me houvesse tornado cúmplice da criminalidade.
O Deolindo tirou minha mãe da favela e, por conseguinte, a mim e aos meus meios-irmãos, quando ela anunciou que estava embuchada dele. Ela sabia como tirar proveito de uma situação, por isso se negava a fazer uma laqueadura, como lhe havia sugerido o ginecologista que a acompanhava no pré-natal sugerindo que ela fizesse a laqueadura depois de parir.
- Amarrar as trompas, nem pensar! – ouvi-a dizer certa vez a uma vizinha que, após uma penca de filhos tinha finalmente fechado a fábrica. – Se eu amarrar as trompas nenhum macho mais vai me querer. Você sabe como são os homens, querem botar filho no mundo para mostrar o quanto são machos. Nós pobres mulheres, só temos esse trunfo para agarrar um macho. – acrescentou. Naquele dia eu compreendi o seu total desapego por nós, pois não passávamos de uma barganha que ela fazia com os machos.
Não mudamos para longe, apenas algumas quadras da favela, onde o Deolindo tinha construído um sobradinho ajeitado com seu soldo e uns extras vindos das informações privilegiadas que passava aos chefões da favela. No entanto, foi um salto de qualidade e conforto em nossas vidas, tenho que ser justo. Ele podia ter deixado a mim e ao Jorge fora dessa mudança, afinal não tinha nenhuma responsabilidade sobre nós. Mas o Jorge já tinha se transformado num parceiro de rodadas de cerveja, um amigo para levar papos de macho, um companheiro que torcia para o mesmo time e o acompanhava aos estádios ou ficava sentado no sofá ao lado dele, xingando jogadores adversários, juízes e quem prejudicasse o time durante as transmissões pela televisão.
Já eu, bem, aí estava um desafio a ser vencido. Minha bundinha arrebitada o deixava cada vez com mais tesão. Nos papos que levava com o Jorge, que lhe dizia o quanto meu cuzinho era apertado, teve ocasiões em que chegou a ejacular no calção de tão excitado que ficou. Ele sabia que pelo Jorge ele estava liberado a me foder, mas tinha minha mãe que, ciente da atração que eu exercia sobre os machos e que, depois de ter parido quatro filhos pela boceta, ela já estava mais mole que macarrão que cozinhou demais, o que obrigava o amasiado a fantasiar muito durante o coito para conseguir gozar. Portanto, me levar junto para a nova casa, era uma estratégia para usufruir do meu rabão generoso, e não um ato de benevolência.
A ocasião se fez sozinha. O humor da minha mãe nunca foi grande coisa, oscilava mais que uma gangorra. Agora que estava novamente grávida com os hormônios em desequilíbrio, chegar perto dela era o mesmo que ficar ao lado de uma granada prestes a explodir. O Deolindo descobriu isso justamente quando achou que, ao encontrar uma parceira, teria onde enfiar o pauzão todas as noites. Porém, o infeliz já estava há mais de três meses na base da punheta. Com os colhões cheios quase do tamanho de uma bola de bocha, faltava pouco para ele escalar uma parede como o homem aranha.
- Teu padrasto esqueceu o carnê do financiamento do carro em casa e a prestação vence hoje, depois do colégio você leva para ele, não esqueça, está prestando atenção no que eu estou falando, moleque? Cacete, vocês homens são todos iguais, não prestam para nada e deixam tudo nas nossas costas! – reclamou ela, ao me mandar levar o carnê até o batalhão onde o Deolindo trabalhava.
- Pelo menos estão enchendo o seu bucho, disso você não pode reclamar! – exclamei, deixando-a tão furiosa que quase me acerta com um prato que se espatifou contra a parede quando me desviei.
- E você nem para isso serve, seu veado do caralho! Preferiu virar uma bichinha ao invés de um homem! – revidou furiosa, pois nunca aceitou minha sexualidade, e tinha como certo que fora escolha minha ser homossexual. Eu já não me importava mais, ela se achava dona de todas as verdades e quem não concordasse com elas, estava errado.
Voltei do colégio, tomei uma ducha pois fazia um calor dos infernos, vesti uma roupa bem comportada para não envergonhar o Deolindo e fui para o tal batalhão. A Companhia da qual ele fazia parte era uma unidade pequena com um efetivo médio de 150 homens subdivididos em pelotões ainda menores e que se revezavam em turnos. Me aproximei cauteloso e inibido, não sei por qual razão. Talvez porque homens fardados sempre me causavam receio e insegurança. Fui recebido por um cara que mal devia ter entrado nos trinta anos, e que tinha uma divisa na ponta da gola da camisa igual a do Deolindo, três Vs invertidos seguidos, um espaço e mais outro abaixo, por isso soube que também era sargento, embora não fizesse a menor ideia do quanto aquela insígnia valia. Ademais, eu só consegui prestar atenção no machão parrudo que estava dentro da farda e, mais precisamente, no que estava dentro da calça, uma vez que, pelo volume do pacote dava para imaginar o tamanho da rola do bonitão.
- Oi, posso falar com o Deolindo, digo sargento Deolindo? – perguntei intimidado pelo uniforme, pelo homenzarrão e pelo cacetão que eu sabia estar dentro daquela calça justa.
- Quem é você? – devolveu ele, me examinando da cabeça aos pés e, como eu já estava acostumado, se detendo uns segundos a mais nas curvas generosas da minha bunda metida na bermuda apertada.
- Oi, sou o Jadson! Isto é, o afilhado dele. Não, afilhado não, enteado, confundi um pouco! – retruquei atrapalhado, porque aquele olhar estava me fazendo sentir nu.
- Afinal, afilhado ou enteado? São coisas bem diferentes! – ele não estava facilitando, devia estar se divertindo às minhas custas.
- Sim, eu sei! Na verdade, nenhuma das duas! – ele dando corda e eu me enrolando cada vez mais. – Ele é o marido da minha mãe, ou melhor, não é marido, eles não são casados de verdade, ele é, portanto, o amasio da minha mãe e vai ser o pai da minha futura meia-irmã. – não me perguntem porque eu estava falando tanto e demais, devia ser por conta daquele pauzão roliço que estava rente a perna esquerda dele e que estava embaralhando tudo dentro da minha cabeça e me fazendo falar mais que uma comadre fofoqueira. Ele me encarou, se esforçando para segurar a risada.
- Jadson! Tá fazendo o quê aqui, moleque? – a pergunta veio por trás de mim, a voz era do Deolindo. Com as primeiras gotas de suor brotando nas têmporas, ela veio para me salvar daquela situação.
- A mãe mandou eu te trazer o carnê, você esqueceu quando veio para o trabalho! – respondi, entregando-lhe o carnê.
- Esse é meu enteado que eu comentei! – disse ele ao sujeito que me atendeu.
- Foi o que pensei quando ele estava se enrolando todo para explicar quem era. – disse o sujeito, sem esconder o riso. – É bem mais bonito do que você falou! Um pouco tímido, deliciosamente tímido! – acrescentou, me deixando verdadeiramente intimidado.
- Eu não disse? Precisa ver debaixo do chuveiro, molhadinho, a marca branquinha das cuequinhas bem destacada na pele das nádegas. Tu fica de pau duro na hora, não tem como evitar! – afirmou o Deolindo, o que fez o sujeito dar uma ajeitada na rola, tornando-o mais sexy e fazendo meu cuzinho piscar.
- Entra aí, garotão! Quero te apresentar a galera toda, eles estão loucos para te conhecer! – disse, me conduzindo para dentro do edifício. O que será que esse cafajeste safado está espalhando a meu respeito para esse bando de machos fardados, foi o que me perguntei.
Uma putinha pelada não teria feito tanto sucesso quanto eu quando ele foi me apresentando aos colegas. Era óbvio que ele tinha contado que eu dava o cu para o Jorge, para a moçada da oficina mecânica, e para metade da favela. E isso despertou o tesão neles, que se concentravam mais na minha bundinha carnuda do que nas respostas atrapalhadas que eu dava às perguntas que me faziam, só para me verem com as bochechas vermelhas e afogueadas.
- Você precisa trazer o moleque num plantão noturno, para ele poder nos conhecer mais a fundo! – disse um deles que, também era um tesão de macho e que, ao segurar minha mão entre a dele durante o cumprimento, teve uma ereção indisfarçável.
- Epa, calma aí pessoal! Estão falando do meu enteado! Ele não é para o bico de qualquer um! – retrucou o Deolindo, querendo dar uma de protetor, o que eu até gostei. Mas, a galera riu, tirando uma com a cara dele.
- Deixa de ser muquirana Deolindo, o que é bonito deve ser apreciado e o que é gostoso deve ser devorado! Afinal, você é parça ou o quê? – questionou o que parecia ser o chefe da turma toda e tinha três estrelas na insígnia da camisa, e era tratado por capitão isso, capitão aquilo, mas que eu só conseguia reparar naquele par de olhos verdes que pareciam estar enxergando a minha alma.
- Vou trazer, chefe, prometo! Isso é, se você quiser, Jadson! – respondeu o Deolindo, me encarando como quem já não se aguentava mais de vontade de me enrabar.
- Claro, quero sim! – devolvi com um sorriso acanhado, e o cu se contorcendo só de imaginar aqueles machos socando as picas dentro dele.
- Já andou de viatura, moleque? – perguntou o Deolindo
- Não, nunca!
- Então chegou o dia, vamos até o banco pagar esse carnê, depois te deixo em casa.
- Legal! – foi a primeira vez que o encarei com um sorriso genuíno. Ele me deixou sentar no banco do carona enquanto o colega dele seguiu no banco de trás. No trajeto, ele deslizou a mão sobre a minha coxa toda vez que mudava de marcha, provocando um arrepio generalizado pelo meu corpo. O colega no banco de trás, mexia na pica sem parar e, quando chegamos ao estacionamento do banco, ele estava com uma baita ereção entre as coxas musculosas.
Na noite daquele mesmo dia, sentindo que eu havia lhe dado uma abertura, depois de mais de um ano de convívio durante o qual alimentou a expectativa de um dia enfiar seu cacetão na minha bundinha, o Deolindo deixou de lado a moral que eu, sinceramente, não sei se ele alguma vez já teve.
Era tarde, ele foi à cozinha beber água, passando por mim, deitado na sala assistindo o final de um filme, numa cueca boxer e coçando o saco.
- Ainda acordado, moleque! Você não tem aula amanhã? Os vestibulares estão chegando, se quiser entrar numa faculdade precisa se esforçar nessa reta final. – questionou, dando uma de paizão preocupado.
- O filme está acabando, só mais uns minutinhos! – respondi, na mesma vibe de filho obediente, o que ele parece ter gostado, uma vez que nunca o havia tratado assim.
Ele se demorou um pouco na cozinha, além da água, beliscou alguma coisa da geladeira. Com o fim do filme, fui para o quarto. O Jorge dormia a sono solto, deitado de costas só de cueca com a mão enfiada dentro dela segurando o cacetão à meia bomba. Tirei a roupa e fui ao banheiro escovar os dentes. De repente, vejo a imagem do Deolindo refletida no espelho atrás de mim. Sem dizer nada, aproximou-se e passou a mão nas minhas nádegas que estavam praticamente de fora, já que minha cuequinha havia novamente sido engolida pelo rego. Voltei a sentir o mesmo arrepio que senti quando ele passou a mãozona pesada na minha coxa naquela tarde dentro da viatura e, instintivamente, arrebitei o rabo.
Ele agarrou minha cueca e a puxou esmagando minhas bolas ao afundá-la ainda mais no reguinho, o que deixou a bunda completamente exposta. A mão deslizou sorrateira para dentro do reguinho profundo ao mesmo tempo que seu rosto se iluminava com um sorriso libertino. Os biquinhos dos meus mamilos saltaram para fora, durinhos e empinados. Ele apertou e tracionou um deles ao mesmo tempo que os dedos da outra mão roçavam as preguinhas do meu cu. Soltei um gemido sensual e lascivo e virei o rosto na direção dele. Ele colou a boca na minha e ficou me bolinando no mamilo excitado e enfiou dois dedos no meu cuzinho. Na imagem do espelho vi a ereção dele sob a cueca branca e uma rodela úmida crescendo e empapando o tecido. Levei a mão para trás, a deslizei lentamente para dentro da cueca sentindo o pauzão quente latejar e o puxei para fora. Com um toque delicado da ponta dos dedos afaguei a cabeçorra exposta e melada trazendo-os até a boca e lambendo o pré-gozo que ficou neles. O Deolindo ficou ensandecido, metendo os dedos mais fundo no meu cuzinho a ponto de eu me ver forçado a gemer alto de tanto tesão.
- Tesão de rabo que você tem, moleque! E esse cuzinho, que porra de buraquinho estreito é esse, seu putinho? O Jorge tinha me dito que teu cu é apertado, mas eu não imaginei que fosse tanto, dado que você não regula esse cuzinho para ninguém.
- Ai macho safado e cafajeste! Esses dedos estão me enchendo de tesão! – gemi, empinando ainda mais o rabão carnudo.
- Eu sei que você é chegado num macho safado, e eu posso ser bem safado quando bem estimulado! – afirmou, esfregando a pica na minha coxa.
- Você não presta, sabia? Minha mãe no quarto ao lado com um barrigão de sete meses que você fez nela, dormindo sossegada e achando que encontrou um marido descente, enquanto você está aqui abusando do filho dela e querendo me enrabar com esse pauzão enorme e lindo. – devolvi, jogando toda sensualidade na voz para o deixar maluco.
- Eu sei que não presto, seu veadinho gostoso do caralho! Mas você nunca facilitou as coisas, fica me provocando com esse bundão que até teu irmão fode, como queria que eu prestasse? Sente como a minha pica está louca para entrar nesse buraquinho quente e úmido, sente putinho tesudo!
- Ai Deolindo, machão puto!
- Você deixou o Dionísio e o capitão Guerra babando por esse rabão, quando esteve no batalhão. Eles querem que eu te leve outras vezes, pois querem conferir pessoalmente se o que eu contei sobre você é mesmo verdade. – comentou.
- Dionísio é aquele parrudão que me atendeu? – perguntei interessado, pois ainda tinha gravado na mente a imagem do volumão dentro da calça dele.
- O próprio! Não falou noutra coisa até o final do expediente. E o Guerra também, ficou impressionado com sua beleza e esse jeitinho meigo de molecão inocente. Você podia fazer um favorzão para teu padrasto aqui e dar o cuzinho para ele de vez em quando, isso me faria subir na moral dele e até uma promoção pode rolar. O que me diz, vai me fazer esse favorzão?
- Puto, safado! Faço, faço porque esses dedos estão me deixando maluco e não consigo recusar, seu abusador cafajeste! – respondi, travando os esfíncteres ao redor daqueles dedos devassos.
- Então vou te dar mais um motivo para te deixar maluco! – exclamou, puxando os dedos para fora do meu cuzinho e enfiando imediatamente o pauzão dentro dele.
Gani alto, a cabeçorra estufada entrou me rasgando. Ele tapou minha boca e foi se empurrando progressivamente para dentro de mim. Eu me abria ao máximo, empinando o rabo para ver se aquela dor diminuía um pouco, mas o caralhão dele era muito grosso e foi me arregaçando até estar completamente entalado no meu cuzinho.
- Ai Deolindo, meu cuzinho seu brutão! Você é muito grosso, está doendo! – gemi, durante o beijo voraz que ele me deu enquanto se empurrava para o fundo do meu cu.
De tão empalado, eu sentia as estocadas na barriga quando ele começou a bombar forte, arregaçando minhas entranhas.
- Isso putinho do caralho, geme! Geme gostoso e me chama de papai, seu veadinho safado e tesudo! Quero ouvir você me chamando de papai, geme putinho! – grunhia ele, socando aquela jeba enorme no meu cuzinho como se fosse um bate-estacas.
- Ai papai macho, não estou aguentando! Quero fazer deitado, papai macho, vai doer menos! – supliquei ganindo.
- Vai para a cama veadinho! Anda devagar, passos curtos para minha rola não sair desse cuzinho apertado! – orientou. Eu obedeci. Aquela estaca imensa se movia no meu rabo a cada passo desencadeando um prazer que quase me fez gozar.
Deixei-me cair sobre a cama com ele grudado em mim. Afastei ligeiramente as pernas e empinei a bundona me entregando feito uma cadela à tara desmesurada dele. Meus gemidos lascivos e o arfar ruidoso dele acordaram o Jorge.
- Que porra é essa, caralho? Nem dormir sossegado se pode mais nessa casa! – protestou, antes de perceber o que estava rolando. – Caralho, maninho, nem o Deolindo escapou desse rabão! – exclamou, quando a penumbra do quarto lhe permitiu ver o Deolindo montado em mim e me fodendo como se não houvesse amanhã.
- Você tinha razão, esse moleque tem um puta cu apertado do cacete! Faz tempo que não meto num buraquinho tão estreito!
- Te avisei, cara! Esse veadinho é coisa fina! O putinho gosta de levar rola e sabe como cuidar bem de um macho.
- Jorge, seu crápula cafajeste! Como pode ficar espalhando isso a meu respeito?
- Porque te adoro, maninho! Um rabão desses foi feito para saciar os machos, não para ficar no anonimato. – afirmou o salafrário, antes de tirar o pauzão para fora e se masturbar descaradamente. – Já que me acordaram, pega na minha rola, maninho, mama o cacete do teu bróder como só você sabe fazer, mama veadinho! – eu não pensei duas vezes quando vi o fio viscoso e translúcido de pré-gozo pendurado na ponta da cabeçorra e a botei na boca chupando como se fosse um picolé.
Com o Deolindo socando freneticamente o pauzão no meu cuzinho e o caralhão babão do Jorge na boca eu me senti alçado às nuvens e, meu pinto que sacolejava a cada estocada do papaizão, gozou espirrando porra para todo lado. Mesmo se controlando ao máximo, o Deolindo não conseguiu reter o urro gutural quando começou a se despejar dentro de mim e, nem um minuto depois, o Jorge enchia minha boca com seus jatos de esperma leitoso de sabor amendoado. O Deolindo gozou tanto que o sêmen denso escorreu pelo meu rego depois de encharcar a ampola retal. Quando ele puxou o cacetão saciado para fora do meu cuzinho arregaçado, meu corpo todo estava tomado de espasmos incontroláveis, e a pele quente e arrepiada já se ressentia da falta de contato do corpanzil suado dele. Beijei os dois antes de nos metermos os três debaixo do chuveiro, eu no meio sendo presado entre os corpos musculosos deles, afagando ora um, ora outro com uma sensualidade explosiva.
Desse dia em diante, o Deolindo passou a fazer parte do meu harém de machos, e bastava eu sussurrar – papai – perto dele para ver o cacetão dele endurecer e se transformar numa estaca dura que ele não perdia tempo em enfiar no meu cuzinho generoso. Minha mãe começou a desconfiar daquele entrosamento repentino entre nós dois, já que antes eu o tratava fria e até rudemente. Contudo, ela nunca teve uma situação tão privilegiada com nenhum dos outros amasios, e fazia vista grossa ou fingia não saber que ali tinha mais coisa do que as aparências mostravam. Apenas uma única vez ela me afrontou.
- Você pode dar o cu para quem bem entender, mas o Deolindo é meu macho e, se eu te pegar se engraçando para o lado dele, juro que te boto no olho da rua, está me entendendo, sua bicha safada? Eu estou de olho! Não vacile! – ameaçou insegura, pois sabia que a boceta laceada não era páreo para o meu cuzinho apertado e, que dar o cu para um homem, mesmo sendo seu macho, estava fora de questão. Era algo como compactuar com o diabo e que sua religiosidade jamais permitiria.
- Eu hein, pirou de vez! Eu lá quero saber de Deolindo? Pode fazer proveito o quanto quiser, eu estou fora! O que eu poderia querer com um sujeito desses, cai na real! Se eu estivesse a fim de velho ia desfilar num asilo! – revidei, me fazendo de indignado para dar mais credibilidade às minhas afirmações.
Mal sabia ela que sempre teve um dedo podre para escolher os machos que esse também não era flor que se cheire. Uma coisa preciso admitir, ela sabia escolher um belo caralho. Todos os homens que trouxe para dentro de casa eram fogosos e bem dotados. Pena, para ela, que também vinham acompanhados de uma infidelidade inata.
O quartel do Deolindo virou outro point que eu frequentava com vívido interesse, especialmente depois de sentir os caralhões do capitão Guerra e do sargento Dionísio pulsando forte no meu cuzinho e ejaculando toda virilidade úmida e pegajosa deles dentro dele.
Era como estar entre a cruz e a espada. De um lado eu me realizava com a rola do Betão, um dos chefões da criminalidade na favela, de outro, com os PMs que deveriam combater o crime, mas que estavam mais preocupados em meter seus caralhões no meu rabinho dadivoso do que sair atrás de bandido. Os molecões tarados da oficina mecânica do Sr. Abílio eram outra fonte de prazer inesgotável. Toda vez que eu passava por lá, saía com as pregas rasgadas e o cu arregaçado e encharcado de esperma, que ficava formigando por horas me lembrando dos prazeres que um belo e fogoso macho pode oferecer.
Apesar desse paradoxo, eu me sentia feliz sendo um gay que gosta de estar com um macho e o levar a se sentir o maioral, a ter suas expectativas sexuais atendidas com carinho e dedicação. Eu me realizava realizando os desejos deles, e acabei conhecendo caras muito interessantes que sabiam como levar às nuvens com seus cacetões intrépidos. Contudo, ainda nutro o sonho de um dia conhecer um cara que além de se transformar no meu macho permanente, também queira compartilhar seus dias ao meu lado como um amante dedicado e fiel. Afinal, sonhar é o que nos move nessa vida, e um gay romântico como eu, nunca perde as esperanças.