Cunhadinho precisou levar muita pica para amansar

Cunhadinho precisou levar muita pica até amansar
Conheci minha esposa quando ela veio trabalhar em São Paulo. A empresa na qual eu trabalho como gerente de marketing está localizada no mesmo edifício comercial que a dela. Nos cruzamos algumas vezes no hall ou nos elevadores a caminho dos respectivos postos de trabalho. Não tinha como eu não reparar na loirinha gostosa com traços germânicos dona de um dos mais belos e cativantes sorrisos que eu já tinha visto, bem como de uma bundinha de fechar o comércio.
Desde a adolescência sou fissurado numa bunda. Encoxei as primeiras ainda no colégio, bastava uma garota dar mole para eu juntar nela e mandar ver até ficar de pau duro. Movido pela testosterona que não parava de encher a minha cabeça com sacanagens, comecei a pegá-las pelos cantos do colégio, nas festinhas que a galera oferecia por um aniversário ou outro motivo qualquer, sempre metendo a pica nas xanas que formavam fila para sentir meu cacete pulsando dentro delas. Até que era prazeroso meter numa boceta, mas eu queria meter numa bunda, queria ver minha rola sumir dentro de uma rabuda, instigado pelo tanto de pornografia que assistia. No entanto, elas se recusavam terminantemente a me deixar enfiar o caralho no rabo delas depois que botavam o olho nele.
- Deus me livre, seu tarado! Nem fodendo vou deixar você meter esse bagulhão no meu cuzinho, seu pervertido! – diziam elas, muitas vezes nem mais olhando na minha cara.
Meu namoro com a Carol foi breve, a gente se deu bem logo de cara, tínhamos muita afinidade e não havia porque protelar a data do casório. Até porque, tanto os pais dela quanto os meus faziam a maior pressão para a união acontecer logo, já de olho nos netos que teriam para mimar. Além do que, já fazia um bocado de meses que estávamos transando como se não houvesse amanhã, eu sempre tentando meter o caralho no fiofó dela, e ela se recusando impondo a condição de só me deixar enfiar o cacete no cu dela depois de casados, com toda papelada assinada, pois não era mulher da vida para permitir esse tipo de perversão.
O receio da Carol era ficar grávida antes do casamento e ter que explicar isso à família que era até certo ponto muito conservadora. Enquanto a minha família já tinha passado por um susto alguns anos atrás quando enchi o bucho de uma garota no ensino médio. Meu pai por pouco não me capa de tão puto que ficou. Mas, por sorte minha e da infeliz, ela teve um aborto espontâneo no quinto mês de gestação, e o problema escorregou para fora pelas pernas dela antes que alguma coisa pudesse ser feita. Ambos respiraram aliviados depois do ocorrido e nunca mais nos vimos.
Como a família da Carol morava em Floripa, cidade natal dela, resolvemos fazer o casamento civil em São Paulo e o religioso em Floripa, até porque a minha família era menor do que a dela e menos pessoas teriam que se deslocar. Eu não via a hora da festança terminar para chegar ao hotel de onde, no dia seguinte, partiríamos para a viagem de lua de mel, e finalmente socar minha pica naquela bunda que estava me deixando cada dia mais maluco. Fui seco para cima dela assim que ficamos a sós na suíte nupcial, meu cacete parecia que ia estourar quando ela jogou um balde de água fria em cima de mim, alegando dor de cabeça, muito cansaço devido os preparativos da festa e pedindo um tempo para se recuperar para as longas horas de voo do dia seguinte. Tive que descer ao bar do hotel depois de dar uns amassos e beijinhos nela, tomar umas três doses de uísque e voltar para a suíte, onde ela já dormia, para me enfiar debaixo da ducha fria tentando apagar aquele fogo que ardia dentro de mim.
Para quem já fez uma viagem de lua de mel, vai entender o que acontece numa viagem dessas. Tem tanta coisa programada, lugares a serem visitados, fotos a serem tiradas para enviar aos parentes, correria de entra e sai de hotéis, longas esperas nos saguões dos aeroportos, transfers nos meios de locomoção que, ao chegar no quarto do hotel no final da noite, você só pensa em jogar o esqueleto moído sobre a cama e dormir. Afinal, vai ter uma vida inteira pela frente para meter naquela boceta e naquele rabão com que tanto sonhou.
Estávamos casados havia quatro anos quando fomos passar férias em Floripa, uma vez que nunca havíamos regressado após o casamento, e tínhamos uma novidade a compartilhar, o primeiro neto estava a caminho.
Foi nessas férias que conheci o irmão da Carol, pois ele não esteve presente nem no casamento civil nem no religioso, nem me lembro mais por quais motivos. O Ralf estava com dezenove anos, era dez anos mais novo que a Carol e temporão. Eu estava com o pai dela e os outros dois irmãos tomando cerveja na varanda da casa fugindo do calor de verão quando ele entrou em casa, voltando da praia onde passou o dia surfando com uma galera de amigos. Eu quase me engasguei quando vi a bunda do garotão, uma verdadeira obra de arte, um colírio para os olhos e uma provocação para qualquer pica que se preze. A minha deu uma latejada forte dentro do short me obrigando a dar um apertão para não a deixar endurecer, me colocando numa situação constrangedora.
- É mesmo, maninho, quase me esqueci que você não conhece o Paulão! – exclamou a Carol quando ele veio até a varanda acompanhado de dois molecões parrudos carregando suas pranchas. – Paulão, esse meu irmãozinho Ralf! Maninho, esse é o Paulão! – emendou ela, se pendurando no garotão, enquanto eu tentava manter o controle, disfarçar a ereção e continuar secando aquela bundinha metida numa sunga que mal cobria aquele tantão de carne.
- Oi! Pegaram muita onda? – cumprimentei, tentando puxar conversa todo abobalhado. O moleque não fez mais que esboçar um sorriso chocho desinteressado.
- Não, fomos nos bronzear na areia! – respondeu sarcástico um dos parrudões, o que me deu vontade de voar na goela do filho da puta, que sacou de pronto onde meu olhar estava focado. Imediatamente concluí que o que eu estava cobiçando era território dele, e o garotão não deixou por menos, me encarando, enfurnando o peito e exibindo os músculos vigorosos feito um pavão.
- Vocês ficam para o jantar, meninos? – perguntou o pai da Carol.
- Não, paizão! Combinamos de dar um rolê pelo Open Shopping e encontrar com a turma! – respondeu o tesudinho, sentando brevemente no colo do pai e roubando um gole de cerveja da latinha dele.
- Essa gurizada parece ter fogo no rabo, não para quieta um segundo! – exclamou o pai, quando ele desapareceu com os amigos. Os irmãos assentiram, tinham feito o mesmo poucos anos antes.
Eu fiquei ali observando ele sumir com aquele corpão bronzeado e aquela bunda que me obrigava a manter a latinha de cerveja gelada sobre a pica para ela não sair dura e babando pela perna do short. Ao passo que ele não se mostrou nem um pouco interessado em mim, era como se eu fizesse parte da mobília ou coisa parecida. Você é muito do convencido, seu putinho do caralho, e anota aí o que vou fazer contigo, vou foder esse rabão até te virar do avesso, nem que seja a última coisa que eu faça, ou não me chamo Paulão, também conhecido entre os amigos como o Pica Fominha.
A Carol e eu ficamos uma semana hospedados na casa dos pais dela, se voltei a ver o maninho querido e idolatrado dela mais umas três vezes durante esse período foi muito. O garotão estava sempre indo ou voltando com uns amigos, entre eles os dois parrudões que conheci no primeiro dia, e dos quais eu botava minha mão no fogo que estavam comendo aquele rabão e o enchendo de porra. Em duas ocasiões voltei a puxar conversa, mas ele logo se esquivou e me deixou falando sozinho. Puto do caralho, eu ainda te ensino a ser mais gentil comigo, dizia eu a cada dispensada que levava.
Para compensar o efeito que o rabão do irmãozinho causava em mim, eu esfregava o caralho na bunda da Carol assim que íamos para o quarto dormir, mas ela andava num mau humor do cão com os hormônios todos desregulados por conta da gravidez.
- Você não tem nada melhor para fazer do que ficar esfregando esse troço duro na minha bunda, Paulão? Tenha santa paciência, eu estou grávida do seu filho, pode me dar um tempo? – questionava ela, zangada e cheia de não-me-toques. Eu tinha que ir para chuveiro e bater uma bronha para aliviar toda aquela tensão, enquanto a água fria descia pelo corpo afogueado.
Eu voltei para São Paulo para encarar o trabalho, mais furibundo e na secura do que quando partimos em férias. Dois sexos breves e muito dos mixurucas com a Carol me pedindo cuidado o tempo todo para minha caceta não entrar no útero dela, foi tudo que rolou, enquanto os sonhos libidinosos com aquela bundinha tesuda do irmão não me saíam da cabeça.
- É assim que você quer que teu filho te conheça, ficando cara a cara com esse pintão que não sossega? – questionava ela, quando eu lhe dava uns amassos excitados querendo sexo.
- Você consegue quebrar o tesão de qualquer um com um questionamento absurdo desses, puta merda, Carol! – devolvi zangado, nesse dia.
Não fiquei mais insistindo, pois à medida que a barriga dela crescia, o humor seguia no sentido contrário e, para não arrumar confusão, eu ficava na minha, só batendo punheta para extravasar a tensão. Depois os solteiros acham que a vida de casado é foder até não mais poder, pobres iludidos!
Com o verão chegando ao fim e o Ralf tendo prestado vestibular em diversas universidades, foi aprovado em medicina numa pública de São Paulo, e estava de mudança para um apartamento próximo à faculdade que o pai estava em tratativas para alugar.
- Por que o Ralf não fica aqui em casa? Temos muito espaço, a suíte de hospedes é ampla e ele ficaria bem alojado nela. Vocês dois se dão tão bem, e não vejo porque seu pai ter despesas desnecessárias. É muito mais econômico ele vir morar conosco. Ou você tem alguma restrição quanto a isso? – indaguei à Carol, já me vendo ao lado daquele garotão tesudo todos os dias.
- Você não se opõe? Eu não falei nada para o Ralf achando que você poderia não gostar de ter um intruso aqui dentro de casa o tempo todo. Serão no mínimo, seis anos, pense bem! – afirmou ela, na santa inocência do que eu planejava fazer com aquele irmãozinho tesudo dela.
- É claro que não, morzinho! É seu irmão, não um intruso! Assim terei companhia nas peladas de sábado com a turma do futebol, alguém com quem passar umas horas batendo papo e tomando cerveja. Vai ser legal! Fala com ele ainda hoje, e convide-o a vir morar conosco! – incentivei, movido pelo diabinho que colocava ideias escabrosas na minha cabeça.
- Morzão, você é o melhor marido do mundo! Eu já te disse isso? – veio ela toda dengosa sentar-se no meu colo e acariciar meu rosto.
- Dizer até que disse, mas mostrar isso na prática lá no quarto é que não está rolando! – devolvi, tirando um dos seios inchados e sensíveis dela de dentro da blusa e caindo de boca nele feito um esfomeado.
- Seu sacripanta tarado e pervertido! Não dá para fazer um elogio que você logo começa com essas sacanagens. – resmungou ela zangada, levantando do meu colo e me deixando com a rola dura presa dentro da calça.
Para nosso espanto, tanto meu quanto da Carol, o Ralf não quis aceitar nossa oferta. Não ficou bem claro o motivo pelo qual ele não queria vir morar conosco. A desculpa esfarrapada foi o pai quem deu, mas agradeceu nossa oferta.
Passei umas duas semanas tentando descobrir o porquê de ele não querer ficar hospedado conosco, uma vez que ele era o que tinha mais afinidade com a Carol, e eu sabia que ela idolatrava aquele irmão. A primeira coisa que me veio à mente foi aquele garotão parrudo metido a galo que não tinha ido com a minha cara, assim como eu não fui com a dele. Ele devia ter influenciado a decisão do Ralf que certamente estava dando seu rabão carnudo para o sujeitinho. Isso se aquele outro que havia chegado com ele da praia quando estivemos em Floripa, também não estivesse marcando ponto naquela bundinha rechonchuda, pois o Ralf me pareceu ter um carinho demasiado exagerado por aqueles dois machinhos marombados.
Inconformado com a decisão do Ralf, comecei a fazer a cabeça da Carol, elencando todas as vantagens que ele teria ficando conosco e argumentando o quanto seria bom ele estar por perto quando o bebê nascesse, e ela precisasse do apoio psicológico e do carinho do irmão. Ela ligou para ele nem havia se passado uma hora, e praticamente implorou para ele rever a posição e não a abandonar num momento tão delicado e importante da vida dela. Se tinha alguma coisa na qual a Carol era expert, era fazer chantagem emocional a seu favor quando queria alguma coisa. Duas semanas depois, o tesudinho assumia o quarto de hóspedes, enquanto eu não tirava aquele sorriso de orelha a orelha da cara, só me imaginando socar meu cacete naquela bundinha.
Eu estava me esforçando ao máximo para cair nas graças dele; porém, ele era esquivo comigo, evitava ficar a sós comigo num ambiente, respondia minhas perguntas economizando palavras e mantinha uma postura fria e distante. Um comportamento totalmente contrário ao que tinha com a irmã. A todo momento estavam se abraçando, ela o cobria de beijos e ele os retribuía com um carinho fraternal de dar inveja. Não havia o que segurasse minhas ereções quando o flagrava mimando e acariciando a Carol, que se derretia toda por ele, enquanto eu só imaginava aquelas mãos me acariciando com o mesmo empenho e dedicação.
- O Ralf me perguntou se podia receber o Lucas aqui em casa no próximo feriadão. – disse-me a Carol, com a mesma displicência como se me pedisse para ir à padaria.
- Que Lucas? O que você respondeu? – indaguei
- Ora, que Lucas? O Lucas amigo dele desde a infância! Você o conheceu quando estivemos na casa dos meus pais. – devolveu ela.
- Qual deles, aquele filho da puta? – a pergunta me escapou assim que a figura do garotão parrudo se materializou na minha mente.
- Como é? O que deu em você, Paulão? Por que o Lucas seria um filho da puta? Ficou doido! – retrucou ela, indignada.
- Foi modo de dizer! Coisa de macho que você não ia entender. Você está cansada de ver como meus amigos e eu nos cumprimentamos, não é para tomar as palavras ao pé da letra. – disfarcei, para esconder a raiva que estava sentindo.
- Coisa de macho, sei! Baixaria, isso sim! Espero que você controle essa sua boca suja e se comporte enquanto ele estiver aqui. Não me faça passar vexame! – devolveu ela.
- Por que, acha que essa molecada não vive falando palavrões? Devia passar umas horas numa rodinha deles, e ficaria espantada com a riqueza de vocabulário deles. – eu até pensei em mandar ela falar com o irmão para não permitir a vinda do filho da puta, mas ela andava irritada por conta do barrigão e do cansaço da gravidez. Se eu abrisse a minha boca ia dar merda na certa. – E quanto tempo o filho .... o tal sujeito ... vai ficar aqui?
- Três, quatro dias, o feriadão! Por que, isso faz diferença? Ele vai ficar no quarto do Ralf e já devem ter todo um esquema planejado do que vão fazer. Mal devem parar em casa. – disse ela. Foi soltar um rosnado longe dela para não arrumar confusão.
“Ele vai ficar no quarto dele”, estou sabendo! “Devem ter um esquema todo planejado do que vão fazer”, até já imagino qual é esse esquema, murmurei comigo mesmo. Enquanto eu tenho que ficar aqui bancando o bom anfitrião, o filho da puta vai foder aquele cuzinho até secar os colhões, é esse o esquema que vai rolar naquele quarto. Cerrei os punhos só de imaginar a cena do Ralf gemendo gostoso com aquele troglodita socando a rola naquela bundinha. Tive um dia de cão na empresa no dia seguinte, pois não conseguia me desvencilhar dessa cena.
- Muito obrigado, Paulão! Foi muito gentil da sua parte permitir que o Lucas se hospede na sua casa durante o feriadão. Eu prometo que não vamos dar trabalho ou importunar seu sossego. – afirmou o Ralf, com um olhar agradecido e um tom de voz carinhoso, quando cheguei em casa naquela noite.
- O que foi que eu disse quando você chegou aqui? A casa é sua Ralf, sinta-se à vontade! A Carol e eu estamos muito felizes que esteja aqui conosco! – devolvi, feito um pateta quando notei aquele olhar gentil dirigido a mim. – Por mais enciumado que estivesse, não conseguia ficar zangado com ele. Minha tara pelo moleque só aumentava, e eu certamente moveria mares e montanhas só para sentir meu cacete alojado naquelas nádegas.
- Valeu! Mesmo assim, muito obrigado! – exclamou, feliz por que teria aquele sujeitinho por alguns dias.
A Carol e minha irmã formavam uma dupla tipo unha e carne, o que só piorou depois das duas descobrirem que estavam grávidas. Cada encontro delas virava motivo para saírem às compras do enxoval dos bebês, para planejarem o tal do chá de bebê, para uma acompanhar a outra nas consultas do pré-natal e por aí vai. Não fosse minha irmã ter descoberto a gravidez dois meses antes da Carol, aposto que iam dar um jeito de parir no mesmo dia. Desde então, eu não passava de um coadjuvante nessa história toda, nem parecia que foram a porra dos meus espermatozoides que deixaram a Carol naquele estado.
Eu tinha o feriadão todo planejado, nada de futebol com a galera no sábado pela manhã, nada de ir para a chácara dos meus pais com minha irmã e cunhado onde as duas tinham combinado de acertar os últimos detalhes da decoração dos quartos dos bebês, nada de ir tomar um chopinho com alguns amigos no final da tarde de domingo. Eu tinha uma missão muito mais importante, ficar em casa e de olho no que ia rolar com aqueles dois no quarto de hóspedes. Nem fodendo que eu ia deixar o filho da puta enrabar meu cunhadinho debaixo das minhas barbas.
A Carol ficou zangada por eu não os acompanhar até a chácara. Reclamou até o último minuto antes de entrar no carro do meu cunhado. Assim que partiram, fui ter com o Ralf, me prontificando a ir com ele até o aeroporto, buscar o filho da puta. Não sei em que momento vacilei, pois quando fui ao quarto dele para o chamar, ele já não estava. A coisa não está começando bem, pensei com meus botões, e me pus à espera do regresso dele, sentado na sala diante da televisão onde zapeava sem encontrar nada que prestasse. O tempo foi passando, meu estômago reclamava, mas eu continuava no meu posto como um soldado vigilante ciente de seus deveres, e nada daqueles dois aparecerem.
Faz mais de quatro horas que a porra daquele avião pousou, onde raios aqueles dois foram se meter? Resmunguei com meus botões. Bastou eu me ouvir pronunciando – meter – para eu começar a me irritar. Será que o filho da puta levou meu molecão para algum motel e está metendo a rola no cuzinho dele? Vou ter que matar o desgraçado, se ele fizer isso. Não deu mais para continuar sentado, comecei a perambular pela casa, da janela da sala que dava vista para o jardim e à garagem, para a cozinha, depois para o andar superior, para o quarto de hóspedes, só para ter certeza de que o Ralf tinha mesmo saído. Eu estava enlouquecendo, mais parecia um bicho raivoso pronto para cometer um desatino.
Perto da meia-noite eles apareceram, sorridentes, abraçados, conversando animadamente. Vou dar um esporro nesses moleques, por terem me deixado tão preocupado. Mas desisti, assim que o Ralf me sorriu e me perguntou se me lembrava do amigo Lucas. Se lembro? Claro que me lembro desse desgraçado que cuida da sua bundinha feito um leão de chácara. Enquanto o sorriso feliz do Ralf me desarmava, mal prestei atenção no que o filho da puta resmungava.
- Querem sair para comer uma pizza? Estava esperando por vocês! – convidei.
- Obrigado, Paulão, mas já jantamos! O Lucas me levou a um restaurante muito legal na Vila Madalena, que ele tinha pesquisado na Internet. – respondeu o Ralf. – Vamos subir, o Lucas está cansado e quer tomar um banho. – acrescentou, antes que eu pudesse inventar outro pretexto para prolongar minha companhia com eles.
“O Lucas está cansado e quer tomar um banho”, cansado de quê, de trepar com você? Pelo tempo que demoraram dava para te enrabar umas três vezes, caralho. E a merda desse banho, como vai ser? Você vai ajudar ele a lavar o cacete, aproveitando para dar umas mamadas entre uma ensaboada e outra? Puta merda, eu vou pirar! Enquanto esse maldito metido a machinho estiver aqui te rondando eu vou pirar!
Inutilmente fui tentar dormir. O quarto nunca me pareceu tão pequeno, sufocante. Eu rolava na cama espaçosa sem a Carol de um lado para o outro, o calor aumentando, o suor brotando por todos os poros, meu caralho exigindo sexo, os colhões querendo estourar de tão abarrotados. A casa imersa num silêncio sepulcral. Levantei, me meti debaixo da ducha fria, comecei a bater uma bronha, mas perdi o tesão no meio do caminho. Deve ser fome, isso, é fome! Nessa aflição toda esqueci de jantar. Desci até a cozinha, vasculhei pela geladeira, nada me apetecia. Tirei uma lata de cerveja e sequei numa talagada só. Peguei a segunda, fiz o mesmo até não restar nenhuma gota. Parti para a terceira, arrotei quando estava pela metade. Tenho que comer alguma coisa, essa merda caindo no estômago vazio não vai prestar. Devorei um resto de lasanha, gelada mesmo, para acompanhar a quarta lata de cerveja. Larguei tudo na pia e subi.
No corredor dos quartos percebo que ainda há movimento no quarto de hóspedes. Nem pensei duas vezes ao seguir para lá. Grudei a orelha na porta. Caralho, não dava para decifrar que ruídos eram aqueles. O meu Ralf gemendo gostoso com a pica do filho da puta atolada no cuzinho, ou os dois simplesmente colocando o papo em dia em voz baixa? Eram quase duas da madrugada, não dava para abrir a porta e perguntar se queriam alguma coisa, iam ter certeza que eu não passava de um matusquela xereta. Porém, também não dava para ignorar e voltar para o quarto sem saber o que estava rolando atrás daquela porta. Passei a mão pelos cabelos inspirei fundo e girei cautelosamente a maçaneta, abrindo uma fresta estreita o bastante para eu ver os dois pelados na cama.
O Ralf deitado de costas com um travesseiro debaixo das ancas, pernas abertas e enrodilhadas na cintura do parrudão, mãos ora acariciando o rosto do sujeito, ora deslizando sobre o peitoral, ora escorregando pelas costas largas e espadaúdas, gemendo manhoso e baixinho entre um beijo e outro. O filho da puta deitado em cima dele, encaixado entre suas pernas, movendo os quadris num vaivém cadenciado com a caceta completamente atolada no rabinho do meu Ralf, grunhindo de prazer enquanto se esbaldava no cuzinho do meu cunhadinho tesudo. Perdi a noção do tempo acompanhando o desenrolar da foda. Meu pau ficou tão duro que precisei tirá-lo da bermuda junto com o saco e o alisar, tentando o impossível, o manter sob controle. Mas ele babava feito um alucinado melando minha mão.
A entrega do Ralf era tão meiga e prazerosa de se ver que não me aguentei. Senti uma forte contração no períneo e escroto e, antes que pudesse fazer qualquer coisa, vi a porra leitosa jorrando da minha pica. Segurei na mão o que deu, enquanto outro tanto foi ficando pelo caminho quando corri em direção ao quarto para me lavar. Cheguei ao amanhecer sem ter pregado o olho, puto da vida, puto pelo meu garotão ter se entregue aquele desgraçado, puto da vida por não ser eu o macho do qual ele gostava.
Os dois desceram na manhã seguinte felizes e tagarelando como dois pombinhos, dispensaram o café e saíram sem horário para voltar. Passei o dia enfurnado em casa tentando encontrar algo com o que me distrair. Porém, minha mente não tinha um minuto de sossego. A cena da noite anterior, além de me manter num tesão constante, gerava uma revolta inexplicável; afinal, eu estava bem casado, ia ser pai em poucos meses e, por que raios me sentia tão atraído pelo Ralf a ponto do meu sangue ferver nas veias quando vi aquele desgraçado comendo o cuzinho dele.
Havia anoitecido quando voltaram. Dessa vez aceitaram a pizza para não parecerem ingratos e me fazerem uma desfeita, mas subiram para o quarto logo depois. Resolvi que não ia deixar barato. O parrudão filho da puta não ia ter outra noite de orgia enquanto eu teria que me contentar com uma punheta. Não, hoje não, seu miserável. Debaixo do meu teto não, canalha de merda.
Cerca de duas horas depois de terem subido para o quarto, fui atrás deles, bati propositalmente muito de leve para que não ouvissem e abri a porta de supetão trazendo uma bandeja com duas taças de sobremesa como álibi para justificar minha intromissão. O Ralf estava próximo à cama, nada além da jockstrap cobria seu corpo escultural e bronzeado. A marca bem delimitada da sunga que cobriu a bundinha durante todo o verão fez meu caralho dar um pinote. Ele se intimidou com meu olhar, mas não encontrou nada à mão para se cobrir e corou. Corado ficou ainda mais sensual provocando outro pinote na minha rola. Nesse interim o parrudão miserável entrou no quarto vindo do banheiro e enxugando os cabelos, nu como veio ao mundo. Pela primeira vez na vida me senti intimidado pelo que vi balançado entre as pernas musculosas dele. Eu que sempre fui invejado por outros homens nos vestiários pela minha dotação, fiquei constrangido diante daquele caralhão acintoso que o molecão não fazia questão de cobrir. No fundo, eu podia jurar que ele estava se deleitando com a situação, com a oportunidade de se exibir com aquela coisa animalesca como forma de me provar que era mais macho do que eu. Por uns instantes fiquei sem reação, parado ali com a bandeja nas mãos feito um paspalho envergonhado.
- Obrigado, Paulão! Não precisava se incomodar, mas é muita gentileza sua se preocupar com a gente. Valeu! – agradeceu o Ralf, vindo pegar a bandeja das minhas mãos.
- Então tá! ... Tá! ... Não foi nada! ... É um pudim que sua irmã fez, disse que era o seu preferido! ... Então é isso! ... Boa noite para vocês! – que papelão ridículo foi esse Paulão do caralho? Queria dar um flagra nos garotos, mas foi você quem ficou desmoralizado. Puta merda, isso não pode estar acontecendo, o que se passa comigo afinal? Quase posso jurar que os dois caíram na gargalhada depois que saí.
Não via a hora do maldito feriadão terminar e aquele sujeitinho voltar para a casa do caralho de onde nunca devia ter saído. A Carol, assim que entrou em casa, me questionou sobre a minha aparência.
- Está tudo bem com você? – perguntou, ao me beijar toda dengosa e se pendurar no meu pescoço com evidente saudade. – Está com uma cara, e parece que foi atropelado por um caminhão! Tem certeza que está bem, morzão? – tornou a questionar quando colocou a mão na minha testa para verificar se estava febril.
- Tudo bem, morzinho! E como foi seu feriadão, você e minha irmã conseguiram fazer tudo que planejaram em relação aos quartos dos bebês? – perguntei, dando uma bela de uma juntada nela trazendo-a para junto de mim e apertando as nádegas rijas dela; o que a fez protestar.
- Mal entrei em casa e você já está de sacanagem! Meu irmão está nos vendo. Com certeza está bem, quando fica com esse olhar de peixe morto e com essas mãos assanhadas, sei que está em seu estado normal, safado e só pensando em sacanagem. – resmungou.
O Ralf, de fato, ficou me observando dando os amassos lascivos na irmã. Ficou na dele, indiferente, e se afastou para nos deixar a sós. Meu fogo de macho parece que não o abalou. Também pudera, depois de quatro dias de orgias com aquele estrupício dotado feito um jumento, uns amassos do marido na esposa não passavam de cócegas.
Meu cunhadinho passou as semanas seguintes meio triste e isolado, só se animando quando recebia uma mensagem ou uma ligação do parrudão, quando deixava tudo de lado e subia para o quarto para poderem conversar sem ninguém bisbilhotando. O putinho devia mesmo gostar muito daquele traste caralhudo, e isso minava minhas esperanças de um dia conseguir enfiar minha rola no cuzinho dele.
Com a aproximação do parto, eu nem atrevia a chegar perto da Carol, pois ela andava impossível principalmente comigo, enquanto o irmão era onde ia se refugiar quando as coisas apertavam. Tenho que admitir que a presença dele foi crucial nessa fase, ou eu e ela teríamos brigado muito e, quem sabe, talvez nem estivéssemos mais juntos. Minha paciência também andava curta, efeito de toda aquela porra acumulada nos colhões; portanto, não posso jogar toda a culpa por cima dela.
O cunhadinho se mostrou muito prestativo depois da cesárea nas primeiras duas semanas após a Carol voltar da maternidade com o Fernão nos braços. Sim, dei ao meu filhote um nome forte, um nome de macho. Ele estava sempre ao lado dela e do sobrinho ajudando no que fosse possível. Eu certamente fazia a minha parte, nunca deixei da fazer, mas ele tinha muito mais jeito para tudo do que eu com duas mãos esquerdas atrapalhadas. Toda vez que o via fazendo alguma coisa com o sobrinho, trocando as fraldas, levando-o para mamar na irmã, caminhando com ele no colo para o acalmar, colocando-o para dormir, meu tesão por aquele molecão aumentava, meu pau trincava de tão duro e não havia meio de fazer o bichão sossegar.
A rotina com um novo integrante na família foi entrando lentamente nos eixos. A Carol estava mais tranquila, apesar de assoberbada de afazeres, eu já lidava bem melhor com meu filhote que, modéstia a parte, era um belo de um garotão de sorriso fácil, só o Ralf continuava distante e frio comigo, o que me mortificava por dentro.
Por sorte o parrudão nunca mais deu as caras. Era o Ralf que ia para Floripa quando de um feriado ou de alguma folga na faculdade. No entanto, num desses regressos, meu cunhadinho voltou arrasado, ficou dias mais recluso que de costume antes de se abrir com a irmã. Ele e o parrudão resolveram dar um tempo, a distância não estava ajudando no relacionamento que, pela primeira vez ele admitiu existir, quando também contou para a irmã com exclusividade que era gay. A Carol redobrou os chamegos com o irmão solitário, enquanto eu vi ali a minha chance de comer o cuzinho dele.
Sempre havia sido eu a correr atrás dele feito um cão perdido, e resolvi mudar de tática. Passei a ser mais frio com ele, a demonstrar que a presença dele em nossa casa me era indiferente. Mas também passei a circular pela casa sem me preocupar com o que vestia e até, se vestia alguma coisa. Logo estávamos nos esbarrando comigo usando uns shorts folgados e curtos que, ao abrir minhas pernas sentado em algum lugar, deixavam minha pica escorregar para fora, já que tinha abolido as cuecas deixando o bichão balançar solto dentro deles.
- Mania que você tem de ficar com as pernas tão abertas e esparramadas, Paulão, dá para ver até sua alma! – reclamava a Carol, enquanto o irmãozinho mal disfarçava o olhar libidinoso que minha rola lhe provocava. Consegui o que queria, vibrei. Agora é uma questão de tempo para ele cair de boca e cu no meu cacete.
Eu sempre esquecia de pegar uma toalha quando ia para o banho, era umas das reclamações constantes da Carol quando eu a chamava para me trazer uma toalha. Só que agora a prioridade dela era nosso filhote, que demandava mais cuidados do que eu. Resolvi que seria meu cunhadinho a me ajudar com essa questão.
- Ralf, Ralf, pode fazer um favorzão para o seu cunhado? – berrei debaixo do chuveiro até ele adentrar à nossa suíte e vir me atender. – Esqueci de pegar a toalha, cara, pode pegar uma para mim ali no armário, fazendo um favor? – pedi, enquanto o olhar dele se arregalava para a minha caceta e, quase posso jurar que o cuzinho dele piscou ao contemplar meu dote por inteiro pela primeira vez.
- To ...toalha! Claro, toalha! Posso, claro que posso! A toalha! – foi o gaguejar mais delicioso que já ouvi. O cunhadinho estava no papo.
Também tinha comprado uns shorts e bermudas de tecido tecnológico abolindo as cuecas e deixando o bichão sacolejar livre dentro deles. Até a Carol aprovou a escolha quando se deparava com o contorno volumoso da minha rola, disse que fiquei sexy e de vez em quando dava uma acariciada safada. Depois disso, passei a me roçar de leve nele quando estávamos na cozinha preparando alguma coisa. Nas primeiras vezes ele deu um salto se esquivando assustado, depois fingia não ter percebido e me deixava chegar tão perto que minha respiração arrepiava a pele do cangote dele. Dali às encoxadas foi moleza. As primeiras também foram sutis, como que por casualidade, até ele permitir que eu encaixasse vigorosamente minha virilha nas curvas protuberantes e carnudas das nádegas, enquanto arfava junto a nuca dele. Dava para sentir o estremecimento que tomava conta dele, o arrepio percorrendo seu corpo, a suspensão momentânea da respiração, quando sentia minha ereção se insinuando no reguinho.
Tanto ele quanto eu passamos a disfarçar aquilo que começava a crescer em nós, a driblar os olhares vigilantes da Carol, a tentar manter o autocontrole diante do tesão inegável que afogueava nossos corpos. Ele também passou a me fazer pequenas gentilezas, ora me perguntando se eu queria um lanche que fazia para si, ora me trazendo alguma coisa quando eu estava assistindo TV, ou simplesmente providenciando algo que eu estava precisando.
O Ralf ajudava muito a irmã nos cuidados com o Fernão, e era o que estava fazendo naquela tarde se sábado quando a Carol foi às compras no shopping com a minha irmã, algo que levava horas infindáveis que nem eu nem meu cunhado tínhamos paciência de acompanhar.
Meu cunhadinho estava junto ao balcão da cozinha preparando a mamadeira do Fernão, metido num shortinho de moletom atolado no rego. Eu explodia de tesão quando o via fazendo algo para o meu filho, como se minha cria também fosse dele. Cheguei junto com a caceta formando uma barraca na bermuda folgada e o encoxei com uma pegada firme envolvendo sua cintura. Como sempre, ele suspendeu a respiração, estremeceu e empinou o rabão. Coloquei um beijo molhado na nuca dele e deslizei as mãos até os peitinhos dele, apertando os biquinhos que se projetaram sensualmente rijos. Ele gemeu e franqueou o pescoço inclinando ligeiramente a cabeça. Eu o lambi e com os biquinhos amassados entre os dedos, os tracionei um pouco bruto.
- Ai Paulão! Me solta, Paulão! Para, Paulão! – ronronou, rebolando um pouco, enquanto eu esfregava o pau duro diretamente sobre as nádegas expostas depois de ter baixado o shortinho dele.
- Você sabe que sou louco por você! Não judia de mim, não me negue nada! – sussurrei na orelha dele, mordiscando-a com sofreguidão.
- Não posso! A Carol, tem a Carol! Você é marido dela, não dá! – balbuciou ele, na dúvida entre a fidelidade à irmã e o tesão da minha pica roçando o reguinho.
- Antes de mais nada sou um macho, um macho que te quer! – exclamei, tirando a caceta melada da bermuda e a pincelando no reguinho estreito dele.
Só ouvi aquele ganido de dor e rendição quando dei uma estocada forte enfiando a pica no cuzinho dele, para que soubesse quem é que dominava e quem se submetia, precedido da rebolada sutil com a qual recebeu a verga deslizando para dentro dele, abrindo-o e rompendo as preguinhas que encapavam meu cacete. Ele soltou tudo que tinha nas mãos, agarrou-se ao balcão empinando o rabo e se deixando foder numa entrega lasciva e consensual. Fui às nuvens ao sentir a maciez úmida do cuzinho dele agasalhando minha rola que afundava progressivamente no casulo apertado dele. Meti forte, ele gemeu e aguentou, tremendo em meus braços. Virei o rosto dele na minha direção e o beijei devassa e avidamente para sufocar seus gemidos pungentes.
- Paulão! Ai Paulão! Meu cuzinho, Paulão, ai! – balbuciou, quando tirei a língua da boca dele e meti dois dedos nela, que ele chupou alucinadamente comprovando estar gostando de ser enrabado.
- Isso, seja bonzinho com o Paulão! Fala para o Paulão que seu cuzinho agora é dele, fala, meu cunhadinho tesudo do caralho, fala! – exigi, dando umas estocadas potentes que exacerbaram seus ganidos em meio à resposta.
- Ai Paulão! Paulão, meu cuzinho é seu, Paulão! – isso foi música para meus ouvidos, e fogo para meu tesão.
O Ralf ergueu um dos joelhos e o apoiou sobre o balcão, facilitando meu acesso ao cuzinho que recebia meu falo num vaivém prazeroso, nos fazendo arfar em consonância. Eu estocava tão fundo que todo caralho sumia naquela maciez quente e receptiva, enquanto o corpo dele sacudia a cada enfiada vigorosa. De repente, um espasmo percorreu o corpo dele e ele ganiu mais alto, começando a se esporrar todo, lançando a cabeça para trás sobre meu ombro, quando cobri sua boca com um beijo intenso e dominador. Meu cacete inchou no mesmo instante, deu uma contraída forte e o gozo prazeroso veio com tudo, leitando a fendinha dele com minha porra abundante até um pouco vazar escorrendo pela coxa dele. Eu tinha me despejado inteiro dentro dele e não conseguia soltá-lo, apertando-o com força contra meu peito sem querer sair daquele casulo quente e molhado. No torpor daquele transe prazeroso, ouvimos um barulho vindo da garagem nos trazendo novamente à realidade. Eu puxei o caralho para fora do cuzinho dele com um único arranco, ele gritou e ficou tremendo por alguns instantes com as pernas abertas, antes de puxar o short para cima, pegar umas folhas de papel toalha e limpar a porra espalhada no chão, correndo em seguida em direção ao quarto.
Eu fiquei ali, atordoado, corpo quente, tomado pelo prazer, sem saber exatamente o que fazer, até notar que meu cacete continuava pendurado à meia bomba fora da bermuda. Passei a mão pelos cabelos e coloquei um sorriso aturdido na cara assim que a Carol entrou na cozinha.
- Tudo bem? Que cara é essa? O Fernão deu trabalho?
- Tudo ... tudo bem, tudo! Dormiu feito um anjinho! O Ralf até já estava preparando a mamadeira dele para quando acordar! – expliquei.
- E onde ele está agora?
- Quem? O Fernão?
- O que está rolando com você? O Fernão, não; claro que ele está no berço. O Ralf, cadê o Ralf?
- Ah é, Ralf! O Ralf ... eu acho que está no quarto dele, é isso! Ele deve estar no quarto dele! – eu não conseguia encarar a Carol, tamanho o medo de ela ver estampado na minha cara o que acabei de fazer com o irmãozinho querido dela.
- Você está tão esquisito, morzão! Tem certeza que está bem? – indagou, me examinando. Eu não tinha mais certeza de nada, à exceção de uma única, de que precisava sentir novamente minha rola sendo aninhada pelo cu apertado, tenro e aveludado do meu cunhadinho.
A Carol nem suspeitou daquela troca discreta e velada de olhares entre o Ralf e eu durante o jantar naquela noite, apesar do tesão pairando licencioso e ilícito no ar.
Até me esforcei para conciliar o sono, mas ele simplesmente não veio, mas sim uma ereção que chegou a doer de tão prolongada. Eu ainda podia sentir a pele arrepiada e quente do meu cunhadinho grudada na minha. Ouvi o Fernão choramingando no berço e me levantei antes da Carol acordar para o socorrer. Caminhei com ele nos braços pelo quarto, tão irrequieto quanto ele. Antes que começasse a berrar mais alto e acordasse a Carol, deixei o quarto fechando a porta. No corredor topei com o Ralf, ele havia despertado com o choro do sobrinho.
- Precisa de ajuda? – perguntou solícito.
- Preciso de você! – respondi, sem meias palavras.
- Não seja maluco, Paulão! Por pouco não fomos flagrados! – exclamou, mas não parava de olhar para o meu tronco peludinho nu e para o que estava salientando a bermuda do pijama.
- Diz que vamos fazer tudo de novo, em breve, o quanto antes, diz!
- Assim que possível, prometo! – respondeu, quando descemos para preparar a mamadeira do Fernão. Não consegui resistir e o beijei quando enfiei a mão debaixo da bermuda dele amassando a carne lisinha das nádegas durinhas. Ele soltou um suspiro licencioso e me sorriu com doçura.
A partir daí qualquer oportunidade que surgia estávamos atados um no outro transando alucinadamente até nossos corpos se darem por saciados. Toda vez que saíamos para um supermercado, algum compromisso, qualquer coisa que aparecesse na rotina, ele abria minha braguilha quando eu estava ao volante, tirava minha rola e caía de boca nela até eu a encher de porra, que ele engolia até deixar meu cacete limpo. Em casa, bastava a Carol sair, para eu ir ao quarto dele, me lançar sobre aquela bundinha e não o soltar antes de a ter leitado até vazar. Meu cunhadinho parecia adivinhar as minhas necessidades de macho, e não me negava seu carinho, dedicação e aquela fendinha apertada onde deixava eu me esbaldar sem reservas.
Eu não podia estar mais feliz, tinha uma esposa carinhosa que me fez pai de um belo garotão, e tinha um cunhadinho tesudo que nunca deixava meus colhões abarrotados, drenando-os ou com a boca mamando meu cacete, ou entregando seu cuzinho dadivoso aos meus mais sórdidos e libidinosos desejos de macho. Era o meu reino, o lugar onde eu dominava absoluto e ainda era amado por isso. Quando eu precisava de sexo, bastava dar uns amassos na Carol quando íamos dormir, ou dar uma passada no quarto do Ralf me insinuando para ele.
Com a Carol nem todas minhas investidas resultavam em sexo, ela era mais reticente em liberar a boceta e o cu menos ainda, na verdade, ficava puta comigo quando pincelava o cacete na porta do cuzinho, ao invés da vagina. Mas eu continuava insistindo. Um dia ela libera, pensava eu. Também era expert em inventar uma desculpa para não transar, exausta, dor de cabeça, menstruada, dia seguinte muito puxado na empresa, eram suas desculpas bem ensaiadas.
Já o Ralf era o oposto, estava sempre disposto. Minha benga carente à meia bomba era um atrativo que ele não recusava, funcionava como açúcar para abelhas. Eu saía revigorado e até um tanto quanto convencido das nossas transas, quando o deixava com o cuzinho encharcado de porra. Ele curiosamente não se livrava do sêmen que eu ejaculava nele, limpa ou se lavava por fora, mas deixava o que estava dentro do cuzinho intacto. Isso me dava um tesão da porra, saber que estava com a minha virilidade dentro dele. O que muitas vezes me levava a correr riscos de tanto tesão pelo cunhadinho molecão.
Meus pais tinham organizado um almoço de domingo para reunir os filhos, esposas e netos. Eu tive que declinar porque precisei trazer trabalho para casa devido a demanda na empresa. O Ralf também não pode comparecer, pois tinha uma prova na faculdade na segunda-feira. Ficamos ele e eu em casa, o que era o mesmo que deixar uma raposa cuidando do galinheiro. Eu estava no escritório em frente ao computador, mas meus pensamentos estavam no quarto lá em cima, e a rola toda afogueada só ajudava a me desconcentrar. Precisava desanuviar os pensamentos e desafogar os colhões, ou nada do trabalho render.
Subi com a pica balançando pesada e solta na bermuda folgada. A porta do quarto do Ralf estava entreaberta e, pela fresta, observei-o deitado de bruços com uma jockstrap e um livro aberto que roubava toda sua atenção. Precisei dar uma apertada na benga quando ela latejou forte. Entrei devagar e me aproximei dele, sentando na cama. Ele virou o rosto na minha direção e sorriu quando notou minha presença e meu olhar cobiçoso sobre a bundinha exposta.
- Muito ocupado? – perguntei, passando levemente as pontas dos dedos sobre as nádegas lisinhas. A pele delas arrepiou na hora.
- Para você, nunca! – respondeu, descendo o olhar até meu sexo agitado, e libertando minha rola melada da bermuda.
Ele fechou o livro – Bases Clinicopatológicas da Medicina – e se inclinou colocando a cabeça da minha caceta na boca. Envolveu-a com os lábios de maneira tão sutil que mal os senti deslizando e envolvendo a glande úmida. Minha nuca se arrepiou e eu soltei um suspiro longo. Ele encapou toda cabeçorra com os lábios antes de dar a primeira sugada, sorvendo o pré-gozo. Gemi e afundei os dedos na cabeleira macia dele, deixando-o se deliciar na minha pica. Ele lambeu, chupou, mordiscou toda extensão dela me deixando cada vez mais duro e excitado.
- Está gostosa? Você gosta de mamar minha caceta, não é, seu tesudinho? – grunhi com os dentes cerrados. Ele apenas ergueu o olhar na minha direção e sorriu confirmando.
A benga escorregava pelo rosto dele à medida que a lambia e chupava por baixo, seguindo em direção ao saco e me pondo maluco. Botou uma bola na boca e, a um só tempo, a chupou e massageou com a língua. Eu estava para explodir, e soquei a cabeça dele para dentro da virilha.
- Coloca o saco todo na boca, coloca, safadinho! Põe o saco do teu macho na boca e chupa minhas bolas! – ordenei. Obediente e submisso, ele se esforçou para fazer caber tudo aquilo na boquinha aveludada e quente.
Gemi alto, sentindo que ia gozar, mas ele já me conhecia o bastante para saber quando eu estava a ponto de perder o controle e esporrar. Soltou meu escroto e voltou a lamber o caralho pela base, até chegar à glande onde o pré-gozo viscoso não parava de escorrer. Ele devorava o sumo translúcido de cheiro forte e almiscarado, o que eu adorava, pois o fazia sem esboçar aversão ou nojo pelos meus fluidos e pelo meu cheiro. Ele os adorava, segundo afirmou.
Enquanto ele brincava com minha pica, eu deslizava a mão no reguinho liso dele, roçando e atiçando a rosquinha plissada, o que o fazia gemer com o tesão crescente. Enfiei só a ponta de um dedo no cuzinho dele e senti a contração que o puxou para dentro. Continuei cutucando, rodopiando o dedo no anelzinho musculoso que se contraía assanhado querendo meu dedo. Meti um segundo, ele deu uma gemidinha prazerosa e rebolou se mostrando receptivo. Parti para cima dele feito uma besta selvagem atiçada pelo cio. Abri as nádegas, as beijei, mordi e lambi adentrando o reguinho. Desde a primeira vez que me deparei com ele, não conseguia segurar o tesão. Era um sulco profundo camuflado entre as nádegas carnudas, não tinha sequer um único pelo, apenas aquele furinho rosado circundado de preguinhas que se crispavam ao menor toque. Meti a cara nas bandas carnudas e rijas e comecei a lamber a rosquinha, o Ralf deixou escapar um gritinho e agarrou o travesseiro. A pele dele tinha um perfume cítrico e refrescante que entrava nas minhas narinas e fazia meu cacete trincar de tão duro. Minha barba espetando a pele das nádegas deixava marcas avermelhadas e o faziam rebolar atiçado pedindo pica.
- Ai Paulão! – suspirou expressando o tesão que o consumia.
- Estou aqui, cunhadinho! Sou todo seu! O que você quer do Paulão fala para mim, fala, tesudinho? – provoquei, enquanto ele se contorcia de desejo. Nas primeiras vezes que lhe fiz a pergunta ele corava, ficava todo encabulado, sem coragem de admitir o desejo que o assolava.
- Quero você dentro de mim, Paulão! Mete no meu cuzinho, mete! Enfia esse caralhão no meu rabinho, Paulão, enfia! – suplicou devasso, ciente de que eu não queria outra coisa.
- Quer o Paulão, quer? Paulão está aqui para satisfazer seus desejos, meu putinho safado! Quer sentir a pica do Paulão nesse cuzinho, quer? – aticei libertino e despudorado.
- Quero pica, Paulão! Quero o seu cacetão! – gemeu ele, ao sentir a cabeça da minha rola forçando a fendinha assanhada.
Meti com força, um terço do caralho afundou no cuzinho quente do molecão. Ele gritou, os esfíncteres se contraíram firmemente ao redor do meu pau. Ele sentiu dor e se estremeceu todo. Apertei o tronco dele em meus braços, beijei a nuca dele e sussurrei – sente teu macho, tesudinho – fazendo-o saber quem estava no comando ali. Ele rebolou tentando ajeitar a pica dentro do cuzinho, eu me empurrei mais para dentro, ele voltou a ganir agarrando o travesseiro e afundando o rosto nele. Cobri seu pescoço e ombros com beijos carinhosos e molhados, ele empinou o rabo assinalando que estava pronto para receber o restante do cacete que ainda não tinha afundado em suas carnes. Estoquei forte fazendo-o gemer com a fendinha completamente estirada ao redor da minha rola grossa, enquanto ele contraía os esfíncteres mastigando meu pau totalmente atolado no rabo. Eu continuava forçando, apesar do saco já estar entalado no reguinho, mas o tesão e a vontade de entrar naquele putinho era maior do que tudo. Eu queria me fundir nele, queria fazer parte dele, daquele corpo delicioso que tremia em meus braços. Tomado desse furor insano, não parava de estocar o buraquinho dilacerado, ouvindo-o gemer de dor e prazer, à medida que o vaivém se acelerava por conta da minha gana desenfreada.
No afã que querem mais, arranquei o pau do cu dele, virei-o para montar novamente nele na clássica posição papai/mamãe. Ele foi abrindo e erguendo as pernas quando me inclinei para cima dele. Colei minha boca à dele e meti forte, ele gemeu alto no meu beijo. O cuzinho travou ao redor da minha caceta e, quando forcei o deslizamento para dentro dele, ele se agarrou e arranhou meus ombros, começando a chupar a língua que enfiei em sua boca. Aos poucos, com meu pau latejando forte no fundo do cuzinho, ele deslizou uma das mãos para a minha nuca e, junto a implantação dos cabelos, começou a me acariciar; um dos meus pontos sensíveis que reagia ao mais sutil dos toques provocando um tesão desmesurado.
Foi a primeira vez que o peguei de frente, cara a cara, encarando-o enquanto seu rosto desenhava as expressões do que estava sentindo. Foi mágico, sensual. Ele se abraçava a mim com força e carinho, se entregando por inteiro, deixando minha pica estocar cadenciadamente o cuzinho arregaçado. Fez exatamente o que tinha feito com o parrudão quando os flagrei transando. Nem mesmo a Carol tinha conseguido me fazer sentir tão desejado e tão macho quanto ele o fazia naquele momento de uma entrega irrestrita. O Ralf olhava fundo no meu olhar com um brilho que não só aumentou meu tesão, como foi me levando ao gozo. Dei mais uma estocada forte e profunda, ele se contorceu e gozou esporrando sobre a própria barriga. Explodi dentro dele durante o urro rouco e prazeroso que havia crescido no peito, jorrando a porra cremosa e leitosa na fendinha esfolada dele. Ele tocou meu rosto, ergueu a pelve e procurou minha boca, assim que a uni com a dele, ele voltou a afagar meu cangote. Depois do último jato, meu cacete continuou pulsando dentro da carne macia dele.
- Meu caralho não vai arrefecer se continuar dedilhando minha nuca e, tão logo ele não vai sair de dentro desse rabinho! – alertei. Ele sorriu.
- E quem disse que eu quero que ele saia de dentro de mim? – devolveu lascivo com uma carinha sapeca.
- Você gosta de sentir a rola e a porra do Paulão encharcando seu cuzinho, não é, meu tesudinho? – perguntei, porque precisava ouvir isso dele, precisava que ele me confirmasse o que dava para sentir no ar, mas que eu queria ver expresso em palavras.
- Gosto, gosto muito, Paulão! Meu macho! – respondeu com aquele brilho no olhar que me desmontava todo. Deixei-me cair sobre ele com a cabeça apoiada em seu ombro. Suas mãos deslizavam pelo meu tronco, afagando não apenas a pele suada, mas todo meu ego.
Parece ridículo e até infantil o que vou dizer, mas eu queria que aquele garotão parrudão tivesse visto o Ralf me aninhando dentro dele e me chamando de – meu macho – como fizera com ele. Não sei explicar o que estava se passando comigo, um homem feito que em poucos meses estaria completando quarenta anos, casado e bem casado, pai de um garotão lindo que a cada dia ficava mais espertinho, sentir o que estava sentindo toda vez que transava com o cunhadinho. Seria a crise dos quarenta? A resposta eu não sabia, só sabia que a cada nova transa, eu ficava mais dependente daquele cuzinho apertado e das carícias dele.
- Veja se consegue tirar essa ideia do seu irmão de voltar para Floripa, ele tem muito mais chances de construir uma carreira promissora aqui em São Paulo, por que se mudar, por que ficar longe da gente, o Fernão é fissurado no tio coruja? – comecei a martelar na cabeça da Carol depois que o Ralf se formou.
- Eu já falei com ele, até disse que gostaríamos que ele continuasse a morar conosco durante a residência médica, mas ele ainda não se decidiu. Surgiu uma boa oportunidade para ele em Floripa e ele está pensando em aceitar. – devolveu a Carol
- Então insista! Volte a conversar com ele, faça a cabeça dele, pois se tem alguém capaz disso é você.
- Não posso interferir nas decisões dele! Ele é adulto, pode muito bem fazer isso sozinho.
- Não vai sentir falta dele aqui conosco? Pois então, não o deixe partir. – a ideia de vê-lo sair do nosso convívio estava me sufocando.
- Lógico que vou, assim como o Fernão. Mas tenho que o deixar viver a vida dele.
Uma semana depois da colação de grau, o Ralf voltou para Floripa deixando um vazio em meu peito que parecia estar me arrebentando por dentro. Não consegui nem acompanhar a Carol quando o levou até o aeroporto, pois temia dar vexame em público durante a despedida. Já não tinha sido fácil sentir ele me abraçando antes de entrar no carro e o ouvir sussurrando em meu ouvido – você é um macho maravilhoso, Paulão – o que me desconcertou e me fez apertá-lo contra o peito onde ele tantas vezes ficou horas dedilhando meus pelos.
A casa já não tinha o mesmo clima de antes, era como se parte do meu reino houvesse sido pilhada, como se meus domínios tivessem se enfraquecido. Até meu corpo não parecia tão completo como antes, faltava nele uma peça importante. Eu não só não sabia como concertar aquilo, como me sentia impotente para o fazer.
- Por que não vai encontrar com a turma do futebol, o Fabrício já passou um bocado de vezes aqui em casa para te buscar? Faz meses que está enfurnado dentro de casa, sem ânimo para nada, até parece um velho! – censurou-me a Carol, ao me ver pelos cantos distraído e reflexivo.
De tanto ela me aporrinhar, voltei a encontrar com a galera aos sábados pela manhã, mas aquilo também não me distraía.
- Está rolando algum problema contigo, cara? Você nunca foi assim, tão borocoxô! Cadê aquele Paulão que não parava de zoar? – questionou-me o Fabrício, um amigo de longa data em quem eu confiava, apesar de ele ser um puta de um safado que não conseguia manter o caralho dentro da calça assim que era tomado pelo tesão.
- Posso te contar um segredo, um segredo cabuloso, um segredo que se cair na boca do povo vai ferrar com a minha vida?
- Está me assustando, cara! O que me contar morre aqui, você sabe disso, sabe que nossa amizade não tem preço!
- A saudade do meu cunhadinho está me matando, cara!
- Aquele que estava morando com vocês, o molecão rabudo? Me desculpe, mas não dá para olhar para aquele garotão sem que a rola se agite. A bundinha daquele molecão é de deixar qualquer um maluco.
- Pois é, eu andei fodendo aquela bundinha por quase seis anos, e agora não consigo viver sem isso. – revelei, o que o fez arregalar os olhos
- Cara! Cê tá brincando! Cê fodeu o rabão do moleque debaixo das vistas da Carol? Puta merda, isso é que é ser ousado! UAU! Por essa eu não esperava! Você, um dos mais ajuizados da turma, comendo o cuzinho do cunhadinho. Se fosse eu ninguém ia estranhar, mas você! Puta merda, cara! Puta merda! – exclamou espantado.
- Você não faz ideia de como aquele molecão é carinhoso, como gostava de levar pica e como mamava até a última gota da minha porra. Foi de alucinar!
- Faço ideia, parceiro! O garotão é lindo e muito do tesudo!
- Pois é, agora estou aqui sentindo como se faltasse uma parte do meu corpo, e não há nada que possa fazer!
- Encontra outra bundinha, tem muita bunda gostosa por aí pedindo para levar pica no cu. – sugeriu o malandro.
- A questão não é qualquer bundinha, eu quero a bundinha dele, só a dele! Não sou nenhum putanheiro! Sinto falta do cunhadinho e do cuzinho apertado do molecão. – confessei.
Qualquer feriado que aparecia eu sugeria à Carol que fossemos visitar os pais dela, alegando que deveríamos facilitar o convívio deles com o neto, ou qualquer outra desculpa que me surgia na mente. No fundo eu queria estar com o Ralf, sentir ele se aninhando no meu corpo, sentir sua boca trabalhando meu cacete, sentir as preguinhas anais dele mastigando minha rola.
- Meus pais tem vindo com regularidade ver o neto, é mais fácil para eles virem para á do que nós para lá. – respondia a Carol, desconhecendo o real propósito das minhas necessidades.
O golpe final veio quando fomos passar o Natal com a família dela. O Ralf tinha voltado com o parrudão. Este também havia se formado e estava trabalhando numa multinacional. Os dois até tinham adquirido um apto e estavam morando juntos. Foi como se o chão se abrisse aos meus pés quando o filho da puta do parrudão resolveu colocar um beijo libidinoso naqueles lábios que tanto prazer haviam me dado. Eu entendi de pronto o recado. Ele estava me mostrando quem era o dono daquele rabão guloso agora, mesmo não sabendo quantas vezes eu o tinha galado em trepadas fenomenais.
Meu cunhadinho foi solidário à minha dor. Ele a viu no meu olhar desesperançado.
- Nunca vou esquecer dos anos felizes que passei com vocês! Sou eternamente grato por todos os momentos de prazer que você me fez sentir em seus braços. – disse ele. – Seja com minha irmã o mesmo homem maravilhoso que foi comigo!
- Foram os melhores anos da minha vida, Ralf! Obrigado! – foi tudo que consegui dizer.

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Comentários


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mlkaosp1 Comentou em 16/08/2026

Se o conto for real, tu perdeu a chance de botar uma cam escondida no quarto pra ver os dois se pegarem (e depois apagar)




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Ficha do conto

Foto Perfil kherr
kherr

Nome do conto:
Cunhadinho precisou levar muita pica para amansar

Codigo do conto:
269974

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
4