O sócio do meu tio é macho pra caralho - Parte 3 (O flagra)
A terça-feira terminou mais cedo do que o normal. O tio Felipe tinha ligado no meio da tarde dizendo que o voo de São Paulo atrasara e que só chegaria na sede depois das vinte e duas. Hugo ouviu a ligação com o celular no viva-voz, olhou pra mim por cima da mesa e, assim que desligou, trancou a porta do escritório sem dizer uma palavra. — A gente tem tempo — murmurou, a voz já rouca. Não precisou de mais nada. Eu me levantei, ele veio até mim, e o beijo que se seguiu foi sujo e urgente desde o primeiro segundo. A língua dele invadiu minha boca com fome, as mãos grandes desceram direto pra minha bunda, apertando com força por cima da calça. Eu gemia contra a boca dele, já safado, já duro, já querendo. Hugo me empurrou contra a mesa de vidro, abriu minha camisa com pressa e chupou meu mamilo enquanto descia o zíper da minha calça. Eu puxei a polo preta dele pra cima, o peito peludo apareceu suado, e eu passei a língua nos pelos, no mamilo escuro, sentindo ele tremer. — Porra, Matheus… — ele respirou fundo. — Eu passei o dia inteiro com o pau duro lembrando de ontem. Do jeito que você me beijava enquanto eu te fodia. — Eu também — confessei, a voz já embargada. — Ainda sinto você dentro de mim. Ele riu baixo, um som rouco e viciado, e me virou de costas. A calça e a cueca desceram juntas. A mão calejada abriu minha bunda, cuspiu, e dois dedos entraram de uma vez. Eu soltei um gemido alto, empinando. — Já tá mole pra mim de novo… — ele rosnou no meu ouvido, beijando a nuca. — Meu putinho de obra. Os dedos massacravam a próstata enquanto a outra mão dele descia e apertava meu pau. Eu rebolava, safado, pedindo mais. Hugo tirou os dedos, cuspiu de novo, e a cabeça grossa do pau dele se encaixou. Empurrou só a cabeça, parou, e me beijou por cima do ombro, a língua quente na minha. — Fala que quer — exigiu contra minha boca. — Quero. Quero seu pau fundo. Me fode, Hugo. Ele enterrou até o talo num movimento só. Os dois gememos. A mesa rangeu. Hugo começou a meter com força desde o começo, estocadas longas e profundas, a mão na minha nuca me mantendo curvado, a outra apertando minha cintura com marca. Cada vez que entrava fundo, ele me beijava — molhado, sujo, a língua no mesmo ritmo da piroca. — Seu cu… porra… parece que nasceu pra me engolir — ele falava entre beijos e gemidos. — Eu nunca senti nada igual. Nem com mulher. Nem nunca. — Mais forte… — eu pedia, a voz quebrada. — Me usa. Ele acelerou. O barulho de pele batendo em pele enchia a sala. Eu gemia alto, safado, rebolando contra ele, sentindo cada veia, cada pulsação, as bolas pesadas batendo na minha. Hugo se inclinava o tempo todo pra me beijar, pra morder meu lábio, pra chupar minha língua enquanto me fodia sem piedade. Foi nesse momento que a porta do escritório se abriu. O estalo da maçaneta foi seco. Hugo congelou dentro de mim. Eu levantei a cabeça, o coração disparado, e vi o tio Felipe parado no vão da porta, a mala de viagem ainda na mão, os olhos arregalados, a boca entreaberta. O silêncio durou dois segundos eternos. — Que porra é essa? — a voz do tio saiu baixa no começo, depois subiu, carregada de choque e de uma fúria contida. — Hugo? Matheus? Que porra vocês estão fazendo? Hugo tirou o pau de dentro de mim devagar, o som molhado ecoando na sala quieta. Eu fiquei ali, de quatro na mesa, a calça nos tornozelos, o cu ainda aberto e brilhando de saliva e pré-gozo, o rosto quente de vergonha e tesão misturados. Hugo se virou de frente pro sócio, o pau grosso ainda duro, latejando, apontando pra cima, a cabeça rosada molhada. — Felipe… — a voz dele saiu rouca, mas firme. — Fecha a porta. — Fecha a porta? — o tio deu um passo pra dentro, a mala caindo no chão com um baque. O rosto estava vermelho. — Eu acabei de chegar de viagem e encontro meu sócio comendo o cu do meu sobrinho no escritório da empresa? Que porra de brincadeira é essa, Hugo? Você é casado, caralho! Eu sou casado! E ele é moleque da minha família! Hugo não se cobriu. Não baixou a cabeça. Ficou ali, nu da cintura pra baixo, o peito peludo subindo e descendo rápido, e olhou o sócio direto nos olhos. — Fecha a porta, Felipe. Agora. Algo na voz dele fez o tio hesitar. Felipe olhou pra trás, pro corredor vazio, e bateu a porta com força. O trinco ecoou. Ele se virou de novo, a respiração pesada, os punhos cerrados. — Explica. Agora. Porque eu tô a um passo de te quebrar a cara. Hugo passou a mão no rosto, limpando o suor, e falou com uma calma que eu não esperava. — Eu não ia te contar. Nunca. Mas já que você viu… eu tô comendo ele desde sexta. E não consigo parar. E não quero parar. — Você virou viado do nada? — a voz do tio saiu carregada de nojo e de algo mais, algo que eu não soube identificar na hora. — Quinze anos de sociedade, Hugo. Quinze anos. A gente construiu isso aqui juntos. Você sempre falou de mulher, de buceta, de como a Paty te mamava. E agora eu te acho com o pau enterrado no cu do Matheus? Hugo deu um passo à frente, o pau ainda duro balançando. A voz dele baixou, ficou mais grave, quase um rosnado. — Eu não virei viado. Eu continuo gostando de mulher. Continuo comendo a Paty. Mas esse moleque… — ele olhou pra mim por um segundo, os olhos escuros — …esse moleque me faz gozar de um jeito que eu não gozava há anos. O cu dele é quente, apertado, e ele rebola como se tivesse nascido pra levar porra de homem. Eu tentei resistir. Não consegui. E agora que você viu… eu não vou mentir. Eu quero continuar. O tio ficou em silêncio, o peito subindo e descendo. Os olhos dele desceram pelo corpo nu de Hugo, pararam no pau grosso ainda brilhando, depois deslizaram até mim — ainda de quatro na mesa, a bunda no ar, o cu piscando, o pau duro pingando no vidro. Eu vi a garganta dele se mover quando engoliu. — Isso é doentio — murmurou Felipe, mas a voz já não tinha a mesma fúria. — Ele é meu sobrinho. — Ele tem vinte e quatro anos — respondeu Hugo. — É homem feito. E está aqui de quatro, com o cu molhado, esperando. Olha pra ele, Felipe. Olha direito. O tio olhou. Eu segurei o olhar dele, o rosto quente, mas sem baixar a cabeça. Meu pau latejava. O cu ainda sentia a marca do pau de Hugo. E, pela primeira vez, eu vi algo mudar nos olhos do meu tio. A raiva ainda estava lá, mas por baixo dela começava a nascer outra coisa — curiosidade, choque, e um brilho escuro que eu reconheci na hora. Hugo percebeu também. Aproximou-se mais um passo, a voz agora mais baixa, quase íntima. — Você está duro, Felipe. Eu vi. A calça está marcada. Você pode gritar o quanto quiser, pode me xingar de viado, pode dizer que vai contar pra todo mundo… mas seu pau está duro olhando o cu do seu sobrinho aberto pra mim. O silêncio que se seguiu foi pesado. Felipe respirou fundo, passou a mão no cabelo curto, e pela primeira vez a voz saiu sem grito. — Eu… eu nunca… porra, Hugo. Eu nunca olhei pra homem assim. — Eu também nunca — confessou Hugo. — Até sexta-feira. Até esse moleque se ajoelhar na minha frente e engolir meu pau como se fosse a coisa mais natural do mundo. Depois eu enfiei nele. Gozei fundo. E desde então eu não consigo pensar em outra coisa. E agora você está aqui. E está duro. E a porta está trancada. Felipe olhou pra mim de novo. Eu ainda estava na mesma posição, de quatro, esperando. Meu coração batia tão forte que eu achava que os dois iam ouvir. O tio deu um passo na direção da mesa. Depois outro. Parou a um metro de mim. — Matheus… — a voz dele saiu rouca. — Você… você quer isso? De verdade? Eu olhei pra ele, depois pra Hugo, e respondi com a voz firme, mesmo tremendo por dentro. — Quero. Quero os dois. Quero que vocês me usem. Eu sou passivo. Eu gosto de levar. E eu quero levar de vocês dois. Hugo se aproximou por trás de mim de novo, a mão grande acariciando minha coluna até a nuca. — Viu? — murmurou pro sócio. — Ele está pedindo. E eu estou oferecendo. A gente pode travar a porta, apagar a luz da frente, e ninguém precisa saber. Só a gente três. Três machos. Uma noite. E depois cada um decide o que faz com isso. Felipe fechou os olhos por um segundo. Quando abriu, a decisão já estava lá. Ele tirou o blazer, jogou na cadeira, e começou a abrir a camisa social com dedos um pouco trêmulos. O peito largo, peludo, apareceu. A barriga ainda firme de quem frequentava academia três vezes por semana. Quando a calça desceu, o pau dele pulou pra fora — grosso, um pouco mais curto que o de Hugo, mas grosso pra caralho, a cabeça escura já molhada de pré-gozo. — Porra… — ele respirou. — Eu não acredito que estou fazendo isso. Hugo sorriu de lado, um sorriso de quem já tinha vencido. — Então para de pensar e vem. O cu dele está molhado e esperando. Felipe se aproximou. Eu ainda de quatro, olhei pra cima e vi os dois machos lado a lado — meu tio e meu chefe, nus da cintura pra baixo, os paus duros, os peitos largos, o cheiro de suor e tesão misturado. Hugo foi o primeiro a se mover. Segurou meu cabelo, virou meu rosto e enfiou o pau na minha boca de uma vez. Eu engoli, a garganta abrindo, o gosto dele forte e salgado. Ao mesmo tempo senti a mão do tio na minha bunda, abrindo, o polegar roçando o buraco molhado. — Caralho… — Felipe murmurou. — Está aberto. Está brilhando. Ele cuspiu. O dedo indicador entrou fácil. Depois o médio. Eu gemia com a boca cheia do pau de Hugo enquanto o tio me dedava fundo, procurando a próstata e apertando. — Ele gime gostoso — comentou Hugo, metendo devagar na minha garganta. — Espera até sentir o cu apertando. Felipe tirou os dedos, se posicionou atrás de mim e a cabeça do pau dele se encaixou. Empurrou. A entrada foi mais lenta que a de Hugo, porque ele era mais grosso na base. Eu soltei um gemido abafado no pau de Hugo quando a cabeça passou. Felipe respirou fundo, as mãos na minha cintura, e foi enfiando centímetro por centímetro até as bolas baterem na minha. — Porra… porra… está quente pra caralho… — a voz do tio saiu quebrada. — Matheus… seu cu… Ele começou a meter. Devagar no começo, testando, sentindo. Cada estocada fazia eu gemer em volta do pau de Hugo. Os dois acharam um ritmo. Hugo fodendo minha boca, Felipe fodendo meu cu. O barulho molhado encheu a sala. Eu estava no meio, safado, entregue, sendo usado pelos dois machos da minha vida. Hugo tirou o pau da minha boca, se inclinamos e me beijou de cabeça pra baixo, a língua profunda, enquanto o tio metia com mais força atrás. O beijo era sujo, molhado, e eu gemia dentro dele. Quando se separou, Hugo olhou pro sócio. — Troca. Quero sentir ele de novo. Felipe saiu de dentro de mim com um som molhado. Eu senti o cu piscando, vazio, escorrendo. Hugo se posicionou e enterrou de uma vez, fundo, até o talo. Eu gritei. Ele meteu forte, a mão na minha nuca, me beijando por cima do ombro enquanto o tio vinha na minha frente e enfiava o pau grosso na minha boca. Agora era o contrário. Hugo me fodendo o cu com estocadas profundas e certeiras, Felipe fodendo minha garganta. Eu chupava com vontade, babando, os olhos marejados, enquanto o pau de Hugo massacrava minha próstata. Os gemidos dos três se misturavam. — Assim… — Hugo rosnava no meu ouvido. — Leva os dois. Você nasceu pra isso, moleque. Nasceu pra ser o cu da obra. — Porra, Matheus… — Felipe gemia, a mão no meu cabelo, metendo na minha boca. — Sua boca é quente pra caralho… eu nunca… nunca pensei que ia gozar na boca do meu sobrinho… Eu chupava mais fundo em resposta, safado, entregue. Hugo acelerou as estocadas. A mesa batia na parede. O suor escorria dos três. De vez em quando Hugo se inclinava e beijava o tio por cima de mim — um beijo curto, bruto, de macho pra macho, línguas se encontrando enquanto os dois me usavam. — Você gosta? — Hugo perguntou contra a boca de Felipe. — Gosta de comer o cu do sobrinho enquanto ele chupa sua pica? — Gosto… caralho, gosto — confessou Felipe, a voz rouca. — Está apertando em volta de mim toda vez que você mete. Eu sinto. Eles trocaram de novo. Felipe voltou pro meu cu, agora mais confiante, metendo com força desde o primeiro segundo. Hugo ajoelhou na minha frente, me fez olhar pra ele, e enfiou o pau na minha boca enquanto falava: — Olha pra mim enquanto seu tio te fode. Quero ver sua cara de puto. Eu olhei. Os olhos marejados, a boca esticada, saliva escorrendo. Felipe metia fundo, as mãos na minha cintura deixando marca, o pau grosso abrindo e fechando meu cu a cada estocada. Hugo segurava meu rosto com as duas mãos e fodía minha garganta no mesmo ritmo. — Eu gosto de vocês dois — eu consegui falar quando Hugo tirou o pau por um segundo, a voz rouca e quebrada. — Gosto de levar de vocês. Gosto de ser o passivo de vocês dois. Podem me usar. Podem gozar dentro. Eu quero. — Caralho… — Felipe gemeu atrás, a voz carregada de confissão. — Eu nunca pensei que ia falar isso, mas… seu cu é o melhor que eu já senti. Melhor que qualquer buceta. E eu não me arrependo. Não agora. Hugo se inclinamos e me beijou fundo enquanto o tio me fodia. O beijo era molhado, cheio de língua, e eu gemia dentro dele a cada estocada. Depois Hugo desceu, chupou meu pau que balançava intocado, engolindo até a base enquanto Felipe metia sem parar. Eu quase gozei ali mesmo. — Não goza ainda — ordenou Hugo, tirando a boca. — Vai gozar com os dois paus dentro. Eles me viraram. Eu fiquei deitado de costas na mesa, as pernas abertas e levantadas. Felipe se posicionou entre elas e enterrou o pau no meu cu de uma vez. Hugo subiu na mesa, ajoelhou de cada lado da minha cabeça e enfiou o pau na minha boca de novo. Os dois metiam. O ritmo ficou sincronizado. Cada vez que Felipe entrava fundo, Hugo entrava na minha garganta. Eu estava completamente preenchido, safado, gemendo sem parar. Hugo se inclinamos e beijou Felipe por cima de mim de novo — um beijo longo, molhado, de língua, enquanto os dois me fodian. Eu via tudo de baixo, os peitos peludos se tocando, as bocas se devorando, e isso me deixava ainda mais duro. — Eu gosto de te beijar enquanto como ele — confessou Hugo entre o beijo. — Gosto de sentir seu pau latejando dentro do mesmo cu que o meu acabou de sair. — Eu também — respondeu Felipe, a voz rouca. — Porra, eu também. A gente nunca falou sobre isso. Nunca. Mas agora… agora eu quero mais. Eles aceleraram. O barulho era obsceno — pele batendo, gemidos, o som molhado do meu cu e da minha boca sendo fodidos. Eu sentia a próstata sendo destruída pelo pau grosso do tio, a garganta sendo aberta pelo pau de Hugo. Minhas mãos apertavam as coxas dos dois. Eu estava no limite. — Eu vou gozar — avisei, a voz abafada. — Porra, eu vou gozar sem tocar. — Goza — ordenou Hugo. — Goza com a gente dentro. Felipe meteu fundo e segurou. O pau dele latejou. Eu gozei forte, jatos quentes batendo no meu próprio peito e no peito de Hugo, o cu apertando em volta do pau do tio como uma porra de morsa. Felipe gemeu alto, enterrou até o fim e descarregou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente, jato atrás de jato. Hugo tirou o pau da minha boca, se ajoelhou na minha frente e bateu uma rápido, a mão no meu cabelo, e gozou na minha língua, na minha cara, nos meus lábios, gemendo meu nome e o nome do sócio ao mesmo tempo. Os três ficamos ali, ofegantes, suados, o cheiro de sexo e porra impregnando o escritório. Felipe ainda dentro de mim, latejando, a porra escorrendo pelas minhas coxas. Hugo se inclinamos e me beijou devagar, lambendo a própria porra da minha boca. Depois beijou Felipe de novo, compartilhando o gosto. Quando finalmente saíram de dentro de mim, eu fiquei deitado na mesa, as pernas abertas, o cu aberto e escorrendo a mistura dos dois. Hugo passou a mão pelo meu peito sujo de porra e falou baixo, a voz ainda rouca: — Isso fica entre a gente. Ninguém precisa saber. Mas… eu não quero que seja só uma vez. Felipe, ainda ofegante, passou a mão no cabelo e olhou pra mim, depois pro sócio. A confissão saiu baixa, quase um segredo: — Eu também não. Porra. Eu também não. Eu sorri, cansado, safado, completamente usado e satisfeito, e respondi a única verdade que restava: — Então a gente continua. Os três. Do jeito que der. Eu sou de vocês. Hugo se inclinamos e me beijou mais uma vez, lento, profundo. Felipe fez o mesmo logo em seguida. E naquela mesa de vidro, no escritório da FH Construções, no meio da noite, os três machos selaram em silêncio um acordo que nenhum dos três ousaria pronunciar em voz alta no dia seguinte.
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