Estávamos viajando e chegamos a um quarto de hotel. Dirigi o dia inteiro e me sentia cansado. Ela, porém, era tesão puro.
Entretanto, o nosso relacionamento é bastante compreensivo e um respeita muito a vontade do outro. Quando ela não está animada, eu não a perturbo. Simplesmente vou ao banheiro e me masturbo sozinho.
Naquela noite, porém, era eu que não queria sequer fazer uma preliminar enquanto ela estava doida pra gozar.
Fiquei deitado na cama e ela começou a se tocar. Pegou um brinquedo e, após acariciar sua buceta molhadinha, introduziu na vagina.
Seria lindo de admirar caso eu não tivesse dirigido dez horas naquele dia e pedi que gravasse porque adoraria assistir em detalhes sua gozada no dia seguinte antes de pegar a estrada novamente.
No fundo Nanda esperava que eu a homenageadas com uma punhetinha como sempre faço, mas nem isso rolou. Seu brinquedo acabou sendo o verdadeiro consolo. Só no dia seguinte, quando chegamos ao destino final do passeio que interagimos na cama.
Se alguém achou que eu deveria ter dado alguma assistência naquele dia, ature a primeira pedra quem nunca ficou tão exausto ou sem vontade. E acho que, às vezes, algumas mulheres curtem quando seus companheiros as deixam na mão...





Eu curto assistir a mulher na mão
O conto sendo descrito com a máxima eficiência, nos transportando para dentro da história, transmitindo para nosso corpo as sensações e tesão do momento. Literalmente a bichinha ficou na mão. Votamos neste conto, espero que nos visite comente e vote no conto que achar que merece.