- Filha, vem pra dentro, deixa teu irmão descansar em paz, ele ainda está cansado, né filho? Era minha mãe falando a uma de minhas irmãs, ainda jovem, loura, vinte e um anos de idade, magra, pele clara, olhos castanhos, seios firmes de tamanho médio, cabelos cacheados, pernas bonitas, nádegas… não era bunduda, mas era bem bonita, o suficiente para ser uma desejável mulher, por volta dos cincoenta e cinco quilos e seus… metro e sessenta centímetros de altura, solteira. Uma linda irmã. Gostava bastante dela. Pois bem, eu havia acabado de chegar de viagem. Havia muitos meses, quase dois anos, sem visitar minha família: pais e irmãos. Eu estava deitado em uma rede, do lado de fora da casa, onde havia algumas árvores. A casa era de madeira, tinha um alpendre e de lá nossa mãe chamava a filha. Havia uma diferença de dez anos entre nós dois, sendo eu o mais velho. Minha irmã tinha sentado sobre meu quadril, pernas abertas, pra fora da rede, ficava bem de frente pra mim. Usava uma camiseta sem mangas, sem sutiã, um xorte curto de tecido sintético fino, eu podia ver que usava calcinha pequena de algodão em cor clara (era noite e não havia luz ali, só da lua). Beijou-me muito, no rosto, mas nos cantos da boca, dizendo que estava morrendo de saudade. Era bem carinhosa, a danadinha. Acariciei suas coxas, sem malícia, na verdade, sua barriga, ela não importou-se com isso, realmente, levou minhas mãos para outras partes do corpo e acariciei-a. Seu rosto (ela beijou minhas mãos, sorrindo bastante), seus braços, a cintura, até que parei em suas nádegas, quando minha mãe a chamou. Ela se curvou até meu ouvido e falou: “Você não me escapa! Depois a gente conversa com calma!” e entrou na casa. Eu sou moreno, nada além de um metro e setenta, sessenta e tres quilos… talvez mais..., não sou fortão, mas sou musculoso, pois pedalo muito. Quando digo “muito”, é o que quero dizer. Não sou ciclista profissional, mas tem vezes que pedalo quinhentos quilômetros, oitocentos, mil… minha maior viagem de bicicleta teve a duração de uns tres mil quilômetros de ida e isto de volta. Dá pra entender que, de tanto pedalar, as pernas transformam-se em colunas, grossas, as panturrilhas da mesma forma. Os braços também ficam musculosos e até a parte do corpo logo abaixo dos braços fica musculosa, parecendo que temos asas! Os braços nunca relaxam de verdade, ficam um pouco suspensos no ar... Pois bem, sou atlético. Cabelos encaracolados castanhos, olhos da mesma cor. Solteiro. Não sou rico, mas tenho condições financeiras boas o suficiente para ficar pedalando tanto. Sobre o que minha irmã havia dito, “Você não me escapa…”, ficou um pouco estranho. Ela quis dizer apenas que eu precisava contar-lhe as aventuras daquela atual viagem, afinal eu informei que havia quase dois anos sem a gente se ver. Bem, não moro com meus pais, vivo em outro estado que dista mais de mil quilômetros de onde eles vivem. Sou professor do estado e aproveito as férias escolares para viajar. Descansei bastante na rede e cheguei a dormir. Minha mãe e os outros familiares estavam já dormindo, quando acordei. Havia um toque suave em minha pele, parecia as patas de um gato, leve, percorrendo minha barriga. Era minha irmã, a mesma que estava comigo horas atrás. Percorria meu corpo com os dedos. - Tão bonito dormindo assim, parecendo um menino, um bebê! Deu-me um beijo no canto da boca. Estava sorridente, novamente sentada sobre meu corpo, com o mesmo xortezinho de tecido fino e uma camiseta bem folgada, dava pra ver seus seios quando ela se inclinava pra me beijar. Havia pouca luz ali, de forma que apenas percebia seu corpo. Ela me acariciava, mexia a pelvis sobre mim, risonha, até que começou a forçar mais os movimentos, eu sentia sua xana em meu pinto, não sabia se era o que ela pretendia, mas estava gostoso aquilo e deixei continuar. Ela não parou, continuando daquela forma por alguns minutos, mexendo nos cabelos sem parar, afagando os seios, e… gemendo baixinho, até que, depois de vários minutos naquele roçar e gemer, ouvi um som mais alto, “Aaaaaaaaah!”, daí ela relaxou, repentinamente, ficou ofegante, parecia cansada. Dentro de poucos instantes, senti uma umidade em meu corpo. Ela havia tido um orgasmo. Deitou-se sobre mim, abraçando-me e ali ficou até se recuperar. Claro, minha admiração foi grande, poderia dizer que me assustei, até, com aquilo, não havia relação daquele tipo entre nós, aquela era a primeira. - Você é muito gostoso. Sempre quis fazer isto, sabia, desde quando você me carregava nas costas pra passear. Eu tinha uma vontade doida e não sabia o que era, vinha um calorzinho bom, mas nada de entender o que sentia. Agora eu sei. Te acho um tesão! Aquela declaração me pegou desprevenido. Eu também achava-a muito bonita, tentadora mesmo, mas não posso dizer que desejava comer minha irmã, não, mas…, pensando com calma…, ela era mesmo tentadora, um corpo lindo e muito sensual. - Eu sei que você é meu irmão, mas não deixa de ser gostoso por causa disso. Um irmão é só um homem que nasceu de minha mãe e do meu pai, nada mais que isto, é o que penso… é tesudo como qualquer outro homem, você me deixa louca de tesão, maninho! Sem namorada, sem mulher… deve comer muito as alunas onde você mora; deve ter um pinto e tanto, de deixar qualquer garota babando de vontade, é o que eu acho! - e ficou sorrindo, me olhando. E eu, com um olhar abestalhado, ainda não acreditando naquilo. Há coisas que, por mais gostosas que sejam, são fantásticas demais para podermos compreender de imediato toda a realidade! Eu compreendia, claro, mas ainda não acreditava mesmo… era surreal, pra mim! Ergueu-se e voltou pra dentro da casa e voltei a dormir, depois de muito pensar no que havia acontecido. Claro, ao acordar não acreditei naquilo e julguei mesmo ter sido apenas sonho, embora eu não tivesse por hábito ter sonhos eróticos, mas…, vai saber… Naquele dia, após o lanche da manhã, ela, a irmã, pegou-me pelo braço e me levou a passear pelo bairro em que moravam. Andávamos de mãos dadas e, com certeza, muita gente que nos via pensava tratar-se de um casal de namorados ou marido e mulher. Apesar daquilo, eu conhecia tudo ali, era a terra em que havia sido criado, estudado e namorado pela primeira vez, um dia tinha decidido me mudar e fui viver bem longe da família. Uma vez a cada ano ia visitar todos, tinha vez em que eu ficava sem aparecer por mais de ano, aquela era uma das tais vezes. Fizemos compras, brincamos em um parque de diversões que estava no bairro naquele período, tomamos sorvetes, passeamos de ônibus, de trem, o dia deve ter tido horas a mais, além das vinte e quatro, por que deu para fazer tanta coisa! No dia seguinte, fomos até uma das praias da cidade, bonita praia, muito frequentada, repleta de gente, crianças com brinquedos, vendedores de várias coisas percorrendo a areia, jet skis na água, barcos ao longe… fazia um sol quente e ela usava um biquini pequenino, mas comportado. Entramos na água, conversamos várias generalidades, contei das coisas que havia feito na cidade em que vivia, da casa onde morava, que construí com ajuda de meu pai, que foi lá me ajudar há dois anos atrás (ele era pedreiro e muito bom profissional), ela me agarrava pelo pescoço, me olhava bem nos olhos e ficava me encoxando, me apertava e passou a mão no meu penis. Sorriu e continuou com a mão ali, apertando, acariciando os testículos. A admiração que eu sentia era a continuação da que havia tido na noite passada… - Você me deixa louquinha, maninho, sssss, sabia… se eu pudesse, ia embora com você e ia ser sua namorada, com certeza ninguém ia saber que a gente era irmãos lá na sua cidade… e a gente ia poder ser muito felizes, você não acha… - levou minhas mãos aos seios e me fez apertar ali. Eu continuei com as carícias, colocando uma mão inclusive por dentro do biquini, sentindo aqueles seios firmes em minhas mãos, os bicos durinhos. Ela fechava os olhos e jogava a cabeça pro lado – Isso, assim… huuuuuuuummmmmm… que gostoso, maninho! Sssssssssss… Para não, para não! Dos seios, fui pras coxas, pras nádegas e pro pubis. Acariciei ali, introduzi a mão no biquini e fiquei a acariciar sua xoxota. Claro, era o que ela queria, certo? Eu me fiz de desentendido com relação ao nosso parentesco… Ela gemia baixinho, passava a língua pelos lábios, arfava… “ssssssssssss… delícia… vou ficar com as pernas bambas, já, já, desse jeito...” Mas ali não era mesmo o melhor lugar pra se brincar daquilo, além de que alguns frequentadores se aproximaram de nós, com suas crianças e tudo. Resolvemos mudar de tática, mas eu perguntei no ouvido dela “Tem certeza de que deseja mesmo isso, maninha?”. Ela só me olhou e, fechando os olhos, passou a mão no meu penis mais uma vez, passou a língua nos lábios e gemeu “sssssssssssssssss”, toda sorridente. - Você sabe que ninguém vai gostar desta situação… - eu argumentei, ao que ela respondeu: - Ninguém precisa saber. Vai ser um segredinho só nosso, tá bom? - seus olhos brilhavam ao dizer aquilo. Beijou-me com paixão. Ficamos daquele jeito por um bom tempo, nos beijando. As pessoas passavam e só percebiam um casal a se beijar, namorando. Certo, ninguém tinha como suspeitar o que estava acontecendo entre nós e melhor foi assim. Saimos dali e nos vestimos, fomos de ônibus até um parque que havia dentro de uma floresta, “a maior floresta urbana da América Latina” (pode procurar no Google e você saberá em qual cidade fica). Caminhamos pelo parque, que eu conhecia muito bem, de anos atrás quando ainda morava na cidade, e fomos até uma gruta, não muito distante de um pequeno lago. Era bonito tudo ali, onde eu já havia estado com uma namorada certa vez. Entramos bem ao fundo da gruta, onde nos abraçamos com ardor, as mãos já se movimentando, as roupas caindo ao chão, ela era maravilhosa, nua! Era quase impossível resistir a tudo aquilo e eu não resisti, claro, aproveitei o que estava sendo-me oferecido, uma maravilha de garota toda pronta pro prazer comigo, querendo ser feliz, era tudo o que havia imaginado durante anos de sua jovem vida, ser possuida pelo irmão que tanto desejava. Depois…, bem…, depois seria um novo tempo e, como dizem, o dia de amanhã não nos pertence… Agora, eu via, com luz suficiente, a beleza daqueles seios firmes, deliciosos, aquela xana quase sem pelos, os poucos que ela tinha eram bem claros e curtos, não era “cadeiruda”, mas tinha um corpo verdadeiramente bem curvilíneo, de fazer padre largar a batina! Era uma deliciosa mulher, minha linda irmã, que já acariciava meu penis, fazia carícias nos testículos (Que coisa gostosa, esse pinto lindo! Aaai, essa cabecinha que ele tem… uuuuuui, vai me fazer ver estrelas, não vai?) e ficou a olhar pra ele, minha “moça branca como a neve” (como já dizia um cantor, “Se no coração não possa, por acaso, me levar, moça de sonho e de neve, me leve no seu lembrar, e se por aí não possa, por tanta coisa que leve, já viva em seu pensamento, moça branca como a neve, me leve no esquecimento… me leve… me leve…”). Era uma situação inteiramente inesperada, aquela que eu viva, mas era gostosa, claro, aquele corpo esbelto, elegante e gostoso ali na minha frente, à minha inteira disposição, entregue em meus braços, nua como da primeira vez em que viu a luz da vida, eu não quis mais pensar em pudorismos ou nos costumes rançosos da sociedade, éramos adultos, devíamos nada a ninguém e, como ela mesma havia dito, ninguém precisava saber. Os seios foram muito beijados, sugados, mordiscados, ela arfava, gemia, se apertava contra meu peito, eu a beijava, eu a sugava, eu a mordiscava; ela me apertava, ela me arranhava as costas, me beliscava, me mordia também, olhos fechados, cabeça jogada pra trás, respiração rápida, uma de minhas mãos percorrendo todo seu corpo, as nádegas sendo apertadas, ela toda sendo amassada, sentindo prazeres com os quais tanto sonhara, realizando-se em meus braços, meu corpo firme, forte, decidido; o seu corpo todo entregue em minhas mãos, desfalecido, macio, quente, delirante! Era parte do paraíso, aquela gruta na floresta, longe de olhares curiosos, de sons desagradáveis, nada de motéis com suas estórias de traição, de safadezas, …, pensando bem, para muitas pessoas, o que estávamos fazendo ali era tudo isto e mais ainda…, mas não para nós! Aliás, nos motéis, havia muitas estórias de felicidade, de prazer lícito, de tanta coisa bonita e bela também que ocorria, sim, claro, não há como negar… sem preconceitos! Mas aquele era o “nosso” motel particular (“particular” coisa nenhuma, também, certamente muitos outros casais já tinham se pegado por ali, se deitado em seu chão de folhas, aquelas paredes tinham muita coisa a ser contada… Ah, se elas pudessem falar! Nós éramos apenas seus inquilinos daquele momento, nada além…). Ela riu quando falei o que pensava sobre aquele lugar. - É mesmo, meu bem, muita garota já deve ter delirado aqui como eu vou delirar, teve seus sonhos realizados também, como os meus estão sendo… - dizendo assim, ela me olhava nos olhos, com um fogo muito grande, foi se abaixando, olhando pra meu pinto e comentando - … mas… ele era um pouco menor quando chegamos aqui, não era? Está ficando bem assanhadinho, o menino! - … mas ele ainda não estava no seu tamanho máximo e ela percebeu isso… - … deus do céu! Continua a crescer… não vai mais parar? Eu… não imaginava isto… olha… ainda… que coisa… que pinto grande você tem, maninho… ainda… uau… como está grosso e… e… ainda cresce.. Jesus! - claro, tinha de parar de crescer, mais cedo ou mais tarde… - … bem… parece que este é máximo dele, né… mesmo assim, estou abismada! Que tamanhão! Ssssssssss… nunca imaginei uma coisa dessas! Pensei… pensei… que era uma coisa normal, um pinto grandinho, grossinho… mas isto supera tudo o que imaginei, tudo! Meu Deus! Dá até medo de encarar isto tudo! Mas… mas… uau! Como você vai me arrasar nessa pica! Aaaaai, meu Jesus Cristinho! - e foi acariciando, beijando, lambendo – Será que vou conseguir colocar isto tudo na minha boca? - conseguiu não, realmente, mas bem que tentou. Mas consegui colocar tudo aquilo dentro dela - … vai com cuidado, viu, com calma, ele parece muito “nervoso”, ai, caramba… uuuuuuuuuuiiiiii – ela gemeu alto quando a cabeça conseguiu entrar e pediu pra aguardar um pouco. Já estava bem lubrificada, mas aquela “coisa” era mais do que ela esperava e fui devagar, colocando, retirando, colocando um pouco mais, retirando, deixando seu corpo se acostumar com a invasão, entrando, saindo, entrando mais uma vez, saindo… de cada vez ela gemia gostoso… “aaaaiiii, maninho…. Que delícia… está doendo… você está… está… uuuuuiiiiii, que delícia….” e já metade havia entrado, quando ela percebeu, já rebolava gostoso no meu pau. “… maninho do céu, como é bom isto! Como você faz gostoso…” e eu socava mais, não dava pra entrar tudo, ela era bem justinha, além de não estar acostumada a ser possuida, claro, embora o corpo de toda mulher ser feito de forma a caber coisa ainda mais grossa do que o que eu tinha, basta lembrar que por ali iria um dia passar uma criança… não minha, não…, mas a vida não era assim? Enquanto isto, ela gemia, gemia, gemia… eu já bombava ritmadamente, era muito bom estar ali com ela, que corpo gostoso! - Vai, vai, mete mais, maninho, mete, está tão bom que você nem sabe… - e eu não sabia mesmo o que ela sentia e nem nunca ia saber, claro, eu ria com ela, eu metia, eu também sentia prazer, sentia coisas que ela não sentia, claro… mas prazer é prazer! O que ela me proporcionava era algo muito bom e eu desejava estar proporcionando prazer e satisfação a ela. Sabia que aquilo não iria se repetir muitas vezes e nem seria pra sempre, mas estávamos sendo felizes, “… que seja eterno enquanto dure…”, já dizia o poeta. - Eu quero agora de gatinha, você quer? Vocês devem saber como fazem os gatos: a gata se abaixa, se ajeita bem e suspende a parte de trás, empinando o máximo possível, pra serem violadas pelos gatos, com seus penis cheios de partes duras, parecendo pequenos espinhos, o que ajuda a manter os gatos lá dentro delas enquanto ejaculam, ejaculam, pra garantir a preservação da espécie. Estão pensando que as gatas miam e gritam tanto só por causa do prazer que sentem?! Não é bem assim! Mas estava agora minha maninha feito gata no cio, toda empinada pra mim, rosto no chão, pernas levemente abertas, esperando a invasão, que não se fez esperar muito, aqui vou eu mais uma vez, com muita vontade. Encostei com cuidado, deixei a ponta do penis bem lubrificada do gel que saia de dentro de minha irmã e a penetrei. - Aaaaaiiiiii, que maravilha, vai, entra mais, entra… assssssssisiiiiiiiiim… uuuuuui… que gostoso… como doi…. Aaaaaai….. para não…. Que pica é essa, meu Deus! Que homem gostoso! Para melhorar a penetração, fui bem pra cima dela, como um cão agarrando sua cadela, um gato segurando sua gata, e penetrei com vontade naquele corpo gostoso. - … aaaaaaai… você é muito bem dotado, ai, caramba, que coisa boa! Aaaaaaaaiiiiiiii… maninho… eu… eu… aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii… E se acabou em uma boa gozada que a deixou caida, relaxada cansada, no chão de folhas da gruta, sua grutinha toda molhada de tanto prazer! - Cruz credo… uuuuuiiiii… menino… que coisa boa! - falava arfando, ainda sem se mexer… - eu… nem consigo… aaaaiaiiiii…. Tenho forças não… como você me maltratou… uuuuuiiiii… maravilha… mas… você não gozou comigo... quer mais, quer, sim, me castigar por ser uma maninha levada? Eu dou mais, sim, claro, dou tudo o que você quiser, quantas vezes me pedir, feito cadelinha… uuuiii, que coisa… só me deixa descansar um pouquinho… eu quero mais, sabia… claro, agora que descobri o paraiso, não vou querer perder assim, não! Aaaaiiii, você vai me comer mais, né, vai, não vai? Com um pau desse, claro, quando gozar, vai ser uma gozada “monstra” também, tenho certeza. E foi mesmo. Eu a penetrei mais vezes, sou bem demorado - “… põe ‘demorado’ nisso, meu Deus, nunca vi uma coisa dessa! Não aguento mais ficar de pernas abertas pra você não… mas… está tão bom… uuuufa!” -, mas eu acabei gozando, sim, muito “leitinho quentinho” sobre ela, que lambeu um pouco, mas a maioria foi parar mesmo entre seus seios gostosos, se espalhando pela barriga. - Olha só, que coisa! Parece mingau! Como é grosso! Como pode caber tudo isto aí dentro, heim?! É muita gala que você jorra assim na gente! Você é… é… todo fora do normal… nossos pais capricharam mesmo em você, viu, ninguém percebe, não, olhando assim pra você, parece um cara comum… ai, eu que sei, bem que sei!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.