- Então, a gente vai viajar mesmo, professor? - É, vamos sim, espero que você goste. - Como será que você convenceu painho...?! Fico imaginando... Você deve ser mesmo muito especial. - Não sei por que você diz isso... - Pois tá bom! Eu que sei! Olha, painho é carne-de-pescoço, nunca deixou nem eu nem minha irmã mais nova sair com ninguém, só com ele ou com mainha... ele tem uma ciumeira besta com a gente...!
E assim, começou nossa viagem de uma pequena vila no interior do país para uma das maiores cidades, capital imensa, conhecida como sendo uma maravilhosa cidade! Ao menos, dizia a canção, “... cidade maravilhossa, cheia de encantos mil...” Dentro do ônibus, foi tranquilo, ele logo saiu e começamos realmente a viagem. Muitas horas depois, já escurecendo, minha companheira resolveu descansar a cabeça em meu peito e ali ficou, dormiu feliz até o outro dia, nem acordou para jantar, lanchar, estender as pernas durante as paradas que o ônibus fez pelo caminho.
Já na cidade, dois dias depois de chegarmos, nossas coisas em casa alugada, resolvemos ir à praia. - Mas eu não tenho roupa de praia não, professor, eu nunca tive, painho não deixava... - Oras, bem, ele não está aqui e o responsável por você sou eu. Vamos passar em uma loja e comprar alguma coisa pra você, está bem? E assim fizemos, compramos biquinis (tres de uma vez), uma canga, toalha, diversas outras coisas e uma sunga de praia pra mim. - Você ficou um gato nessa sunguinha, meu deus, que homem! Já na praia, ela retirou a roupa que usava e ficou só com as duas peças do biquini, que já havia colocado na loja, e riu pra mim. - Ôxe, professor, gostou não, foi? Fiquei bem não? Melhor nem usar isso, né... é meio ousado demais... – ela disse, o biquini era mesmo bem pequenino e cavado, ela parecia sem jeito e já foi pegando a roupa pra vestir mais uma vez. - Não, garota, que é isso! Ficou ótimo, precisa vestrir a roupa novamente não... se tivesse ficado ruim, a gente nem teria comprado! - Pois então... por quê... por quê você fez essa cara...? Pensei que não tivesse gostado... - Não, é isso não, você está muito bem... estou é preocupado, isso sim! - Preocupado? Com o que será? - Estou pensando o trabalhão que vou ter com você! - Por quê? Eu vou dar trabalho a você não! - É isso não. Acontece que vai ficar tanto cara dando em cima de você, que vou ficar sem saber o que fazer. - Dando em cima de mim? Mas por quê? Eu não sou comportada não? Fiquei rindo. Sim, ela era mesmo uma garota bem comportada, educada, doce, meiga, uma garota e tanto. - Pois então!? - Garota, é que você está linda nesse biquini! Bem, claro, você é muito bonita mesmo, a gente sabe... e vai ficar tudo que é cara “babando”, vendo você assim! - “Babando” por mim? Vai, não... nem sou tanto assim, gente, que é isso, professor?! - Ah, vai, com certeza, você é muito bonita... - Você me acha bonita, professor? - Acho, sim, você é bem go... huuummm... muito... está bonita mesmo! - Mas não era isso que você ia dizer, né... - Deixa pra lá... - Não, agora fiquei curiosa... você ia dizer o quê? Você também ficaria “babando” por minha causa, professor? – e veio se chegando pra perto de mim. Havia ninguém por perto, mas eu não queria continuar com aquilo, estava sem jeito... – Sem jeito porquê? Ia dizer alguma ousadia, ia? Faz mal não, pode dizer, vai, conta, o que ia dizer, heim... tenho certeza de que você não vai ser grosseiro comigo, sei disso, nem vai querer abusar de mim, né, vai não... nem palavrão você diz! Nunca vi alguém que não diz um palavrão na vida, só você mesmo, viu! Ela chegou bem perto de mim, colocou o ouvido bem junto à minha boca e falei baixinho – “Você está linda”. Ela riu e disse que eu estava querendo enganá-la, não era aquilo que eu ia dizer antes... - Você ia dizer que eu tô gostosa, foi? Foi isso, sim, não foi, que eu tô gostosa? - Meire, Meire, eu não quero falar sobre isso não, fico encabulado, sabe... - Precisa não, professor, eu nem ligo, fala aqui no meu ouvido, só pra eu ouvir, fala... vou até gostar, sabia... vai, fala... E eu falei mesmo, bem baixinho, junto ao ouvido... - Você ficou... é... hãããã... ficou... uma delicinha! Ela se arrepiou toda! Sorriu. Tinha uma boca pequena, nariz fino, pele clara, cabelos abaixo dos ombros, de uma cor castanha, mas bem claros os fios, quase louros, pernas fortes e coxas grossas, roliças, pés bonitos, mãos pequenas, seios médios e firmes, era adolescente ainda, bem jovem, motivo pelo qual eu tive de pedir autorização legal aos pais, documento assinado em cartório e tudo, para viajarmos juntos. - Você me acha gostosa, professor? Era o que você ia dizer antes, não era? – me olhava com um sorriso travesso nos lábios. – Eu sei que era, sim, era isso... - ... é... era mesmo... você ficou deliciosa! E vai me dar um trabalho! - Não sei por quê! Eu sou comportada, você mesmo adimitiu isso. E mais: eu nem conheço mingué por aqui... sabe... nem quero conhecer mesmo... tenho você comigo, pra quê conhecer alguém mais? Um, é pouco; dois é bom... tres, atrapalha... E assim, voltamos à praia por mais algumas vezes, ela sempre com biquinis mínimos, com aquele corpo tentador, atraia olhares por onde passava, claro. - ... mas é o seu olhar que quero atrair, né... e você... nem tchum! – disse ela pra mim, risonha, certa vez, dentro da água. - Como assim, menina? - Ah, vai! Dizer mais o quê? Você não reparou mesmo que eu fico assim bem bonita, bem gostosinha, cheirosinha toda, toda só pra você ficar me olhando não?! Bem que diziam lá na escola que você é bobo mesmo, bem desligado! E me abraçou bem forte, olhos nos olhos... por ser mais baixa que eu, ficava com a cabeça voltada pra cima, sorridente, linda mesmo, a me olhar. Estendeu um braço e, agarrando meu pescoço, me puxou um pouco pra baixo e me beijou. Foi gostoso, aquilo, foi mesmo! Rapidamente, mergulhou nas águas daquele lindo mar e desapareceu. Daqui a pouco, reapareceu, gritando: “Olha só, professor, um golfinho...” e mergulhou novamente. Vi uma coisa que me deixou sem saber o que dizer. Ela havia retirado o biquini, estava nuazinha, vi todo seu corpo mergulhar lentamente... instantes depois, estava novamente ao meu lado. - Gostou do que viu, professor? – e mergulhou novamente, indo reaparecer um pouco mais distante de mim - É tão legal a gente viver livre assim, né, sem ninguém pra pegar no pé da gente... faz o que fiz também, vai, pode tirar, eu nem ligo... tira... – e veio pra perto de mim, colocou as mãos dos lados de minha sunga de praia e puxou rapidamente pra baixo... – Assim fica melhor, sabia? Deixa eu ver você mergulhar, deixa... Eu estava assustado, sim, claro, que poderia eu fazer? Era minha aluna, eu tinha a responsabilidade de zelar por ela... - ... mas quem foi que disse que você está me fazendo mal? Tá não! É só ficar assim, eu olho se quizer... e bem que eu quero, sabe... vai, bobinho, mergulha... vai... mer... gu... lha... e me empurrou pra trás... meu pinto já estava querendo ficar duro mesmo, lógico, era o normal, né, e ela ficou a me encarar, olhando com atenção... - ... é grandão... grossão... uau! Você é mesmo lindo, viu, que gostosão que você é! Acabei de retirar a sunga e ela veio pra junto de mim, me abraçou bem gostosamente, os dois nus na praia... - Garota, você é louquinha! Tem gente na praia, não posso ficar assim, vão pensar o quê de mim? Que sou um tarado... aqui não é praia de nudismo... - Ah, professor, ninguém tá nem aí pra gente não, ninguém nem viu, vai, deixa de ser bobo... faz de novo, pra mim, faz, quero ver novamente... deixa eu ver você mergulhar, deixa... – e me empurrou mais uma vez pra trás, mas eu caí só por que eu quiz, claro... - ... uuuiiii, que coisa linda! É bem grandinho... gostei de ver, sabe... – ria, feliz da vida – E você, gostou de me ver peladinha, gostou? Certo, aquilo estava ficando bem mais do que apenas amigável, o que aquela diabinha queria era bem mais do que apenas tomar banho de mar, dava pra perceber. Chegou pra perto e me abraçou mais uma vez, aquele corpo bonito, roçando no meu corpo, sorrindo, acariciando meu rosto, puxando mais uma vez pra outro beijo bem gostoso. “Bobinho mesmo, você, viu, nunca vi isso! Você não gostou do quê? Tá com uma cara!!! Todo assustado!!! Fica assim não, você mesmo não disse que sou uma delícia, gostosinha? Pois então!? O quê uma pessoa faz com uma coisa quando ela é gostosa? Pois é isso mesmo!! A melhor coisa é devorar, não é, comer tudinho mesmo?!” Caminhamos mais um pouco pro fundo, indo em direção contrária à dos frequentadores, por alguns minutos, chegando a uma área onde havia ninguém à vista... ela segurou-se em meu pescoço e, de um pulo, envolveu meu corpo com as pernas, a raxinha acima de meu pinto, já ficando duro de verdade... pois é... eu estava ainda tentando me segurar, evitar o inevitável... mas não consegui por mais tempo e ela se espantou, assim que chegamos em um ponto seguro, onde havia ninguém. Fomos até a areia. “Nossa!!! Eu pensava que ele tava grande antes... meu deus!!! Isso tudo... assim... quer dizer... n... o... ssss... a... uuuuaaaauuuuu!” e soltou-se, olhando bem para meu penis, passando a mão, acariciando com calma, me olhando, um riso nervoso... “Como... como que... ai, puxa, como é gostoso... quente... macio... e duro ao mesmo tempo... que... que... olha... gostei muito, uuuui! Mas... não dói não? Grande e duro desse jeito, vermelho... parece que tá doendo... tá?” - Não, dói não... só se ficar assim por muito tempo mesmo... com vontade... acaba saindo leite dele, sabia... Ele gosta de carinho e de beijo... - Ah, safadinho, ele gosta de beijinho também, é... descaradinho... espera só pra ver... – e se abaixou... olhou bem pra mim, pro pênis e aproximou sua boca pequena da glande, sorriu e beijou... foi um beijo gostoso, aquele, beijou tudo, da ponta até a raiz, beijou com vontade... – Posso fazer mais alguma coisa por ele? Será que ele gosta também de... – olhou-me, sorriu e, abaixada ainda, passou a língua com calma também por todo ele – Olha só, como ele é grandão! Do tamanho do meu braço, maior que meu rosto, olha só! Ufa! Isso tudo... assim... sssssssssss... tô até ensalivando! – e estava mesmo, podia perceber... sua mão mal conseguia segurar o pênis, era mesmo grosso praquela mão pequena... mas ainda beijou e lambeu todo o pênis, os testículos também..., nuazinha, agachada, linda, feliz... ninguém por perto... eu a suspendi, mordisquei seus mamilos, seios empinados, maravilhosos, ela só gemia, gemia, o corpo tremendo com as carícias que recebia, sacudia-se toda, “... aaaai, safadinho... que gostoso que é isso, gente...ssssssss... nunca pensava que... que... aaaaaiiiiii... como é bom... nunca sabia.... que... ssssssssssss... era bom assim não... aaaaaiiiiii... desse jeito... vou virar jeléia... ficar toda molinha.. molinha...” - Você disse que sai leite dele... eu quero ver... você faz sair leite, faz... pra mim... faz... Fiquei rindo. Não era tão simples quanto ela pensava, mas expliquei com calma como ela devia fazer, mais carinhos, mais lambidas, ensinei a chupar tudo, do jeito que ela pôde, claro, ainda era inexperiente, mas as garotas aprendem rápido essas coisas e logo estava mamando gostosamente meu pau duro, eu já sem aguentar por mais tempo, pedi que afastasse um pouco... “Vou gozar... vai sair leite... mas... sai com força...” e ela percebeu o que eu quiz dizer, quando jatos de esperma foram lançados contra seu corpo abaixado na minha frente, seu rosto recebeu boa parte daquilo tudo, os cabelos também, ela apenas sorria, esperava, até que ejaculei tudo o que precisava e ela logo foi chupar a ponta, dizendo que o sabor era estranho, mas podia se acostumar com aquilo... - Você gostou de ver? - Gostei! Como gostei! Sai muito leite, é grosso, quente... me melou todinha... pode tomar desse leite, professor, ou faz mal? Expliquei com calma que o resultado daquilo tudo era que, se fosse lançado dentro do útero ela poderia ficar grávida, mas que esperma era nutritivo, não havia mal em ser ingerido, afinal ia parar no estômago, onde seria dissolvido... - Ai, que lindo, fiz meu professor “...gemer sem sentir dor...”, como dizia Amelinha naquela música, lembra? Pois bem que fiz mesmo! Você gostou de gozar pra mim, gostou? Eu gostei muito, pode crer, é lindo ver você com os olhinhos fechados, gozando, gemendo, gozando... ai, amei!!! Ela gostou mesmo, ficou sem fala, parada, sem forças, foi quando eu a fiz gozar... mas isto pode ser contado depois, com calma...
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