Divorciada, uma morena com declarados 32 anos, Ana estava atrás de um cara para fuder. Viu o meu perfil numa rede social, ficou interessada em mim e me enviou mensagem no privado.
Não havia respondido e nem lido a primeira mensagem quando minutos depois veio outra:
- "Você é casado? Te faço um bqt no sigilo".
Enquanto tentava decifrar a sigla, respondi a primeira indagação:
- "Sou solteiro, atualmente sem namorada e apenas tenho ficado"
Ela então me surpreende com uma foto de calcinha vermelha, sutiã, com cabelo escondendo a maior parte do rosto, e diz:
- "Tô cansada de me esfregar na tela apenas sozinha. Compartilha uma foto comigo".
Fiquei embaraçado em me fotografar naquela hora. Às vezes o sexo virtual pode ser mais do que o presencial. Embora tenha um comportamento relativamente liberal e seja um punheteiro assumido que compartilha com amigos e amigas minhas preferências, não agradaria ver minha imagem simplesmente vazada na rede. Até então, Ana era uma desconhecida que acabara de me conectar. Poderia nem ser uma mulher.
- "Adoraria se a gente se encontrasse. Não prefere algo presencial? Me fale mais de você."
Ela custou alguns minutos para responder. Mandou uma foto que aparentava estar sem o sutiã , fotografando apenas parte do lado direito do rosto pegando a sua boca polpuda com batom vermelho nos lábios. Parecia uma gata no cio.
- "Como você se comporta na cama? Selvagem ou mais recatado? Preciso de um homem que me deixe sem ar quando estivermos sozinhos. Estou em Nova Iguaçu e toda depilada."
Em seguida, veio uma fito pegando sua barriga até o joelho com a buceta toda depilada.
- "Amor, espero que não me faça implorar. Mora muito longe?"
- "Estou em Niterói. Dependendo do trânsito, posso chegar aí com pouco mais de uma hora"
Veio outra foto sendo dessa vez ela de costas mostrando a bunda, aparecendo só parte do rosto com uma máscara de Carnaval
- "Você é do tipo dominante? Me deixa ser sua puta na cama! Quero alguém que me coma com força!"
Estas últimas perguntas me desconcertaram pois não curto dominar uma mulher. Gosto de ver sua sexualidade espontânea aflorar e assistir a uma orgasmo feminino fruto das próprias mãos. Aliás, fazem seis anos e meio que decidi me abster da penetração em pleno namoro. Procurei achar respostas.
- "Acredito que posso do meu jeito te levar à loucura. Você irá subir pelas paredes comigo".
- "Me divorciei ano passado e, desde então, não me relacionei com ninguém. Estou é pulando pelas paredes. Posso te esperar assim em Nova Iguaçu"
A foto agora foi a mais provocante de todas. Dessa vez, apareceu seu corpo de frente com o rosto reconhecível. Porém, dava para ver a calcinha em seus pés e sua buceta.
Combinamos o encontro naquele mesmo dia. Sugeri que fosse num motel em sua cidade, onde reservei uma suíte para nós dois. Ela já me esperaria no quarto. Enquanto eu dirigia, recebi uma foto dela de costas com outra mensagem já no quarto.
- "O que acha dessa saia no nosso primeiro encontro? Vim sem calcinha. Quanto tempo você levará pra ficar de pau duro?"
Suas provocações eram sempre picantes e, quando já havia saído da Ponte e estava na Brasil, ela outra vez me mandou uma mensagem com uma foto da buceta molhadinha:
- "Olha como estou agora. Gosta de comer cu? Se demorar demais, não posso garantir se ainda estarei com tesão."
Diferente da maioria dos caras, não sinto a mínima atração pelo sexo anal, porém suas ousadas provocações me atraíam a ponto de desconsiderar as minhas preferências, sem estar preocupado tanto com sua reação se, na hora H, eu negasse meter a pica. Mas respondi:
- "Você toda molhadinha me deixa louco de tesão. Adoro quando uma mulher se toca".
Finalmente cheguei ao meu destino. Deixei o carro no estacionamento e a recepcionista da portaria liberou meu acesso ao prédio do motel, avisando que eu estava subindo. Quando cheguei no quarto, ela abriu a porta enrolada numa toalha.
Presencialmente, a gostosa era mais bonita do que nas fotos. Abracei-a com força. A toalha caiu no chão e ela ficou toda nua me beijando e agarrando enquanto minhas mãos trabalhavam acariciando cada canto do seu corpo. Percebi que sua bucetinha estava úmida.
Ousadamente, ela me arrastou para cama passando a desabotoar minha camisa, desprendendo o cinto, e pedindo para tirar a calça. Ela passou a mão no pau e viu logo que já estava duro desde os primeiros minutos quando entrei.
- "Quero que me faça gozar!"
Não tirei tudo e permaneci apenas de cueca. Ela roçava a buceta nas minhas coxas e delirava de tesão arranhando minhas costas.
As preliminares a deixavam enlouquecida. Meu dedos chegaram até seus seios e sua buceta, o que só aumentava seu grau de excitação.
- "Agora tire essa cueca logo, senão eu mesma terei que me fazer gozar".
Aquilo era tudo que eu queria ver e minhas mãos pegaram em seus seios por trás olhando-a de frente pelo espelho. O pau duro dentro da cueca encostava em sua bunda. Beijei e mordi levemente seu pescoço.
Em instantes sua mão direita foi descendo até à buceta enquanto a esquerda acariciava meu pau entrando por dentro da cueca. Vi o dedinho tocando o clitóris e depois enfiando na buceta.
Nesse momento, me afastei, tirei minha cueca e comecei a bater uma punheta.
Ela se deixou na cama e me chamou sem parar de se tocar, trazendo o melzinho da buceta até sua boca:
- "Vem. Quero sentir essa pica aqui dentro de mim".
De frente pra ela eu me masturbava elogiando:
- "Você é deliciosa, uma deusa."
- "Me come agora, safado! Não tô aguentando."
Acelerei a punheta para que não houvesse o risco de termos uma penetração, gemi e logo os jatos de porra pularam caindo sobe a cama do motel
- "Seu filho da puta, você gozou fora."
- "Não aguentei, amor. Você é linda demais. Goza pra mim, também, vai."
Sem nenhum pudor, ela bateu uma intensa siririca com a xota molhada fazendo aquele barulhinho excitante. Não demorou e ela há estava gemendo e gritando:
- " Que siririca gostosa. Puta que pariu! Caralho! Siririca! Não quis me comer, mas eu mesma me satisfaço"
Ouvir ela dizendo que estava batendo siririca ainda me instigava mais e não me deixava nada envergonhado por ter me recusado penetrar.
Após suspirar, ela me perguntou:
- "Você é gay?"
- "Apenas um punheteiro, amor. Não leu no meu perfil?"
- "Esperava que fosse bater no meu rabo, puxar meu cabelo e me comer de quatro."
- "Foi ruim/"
- "Não... Mas se fosse só bater punheta, dava pra termos feito tudo só trocando nudes"
- "Prefiro essa interação. Desde a pandemia, deixei de fazer sexo com penetração e estava namorando. O isolamento social acabou, chegaram as vacinas e nunca mais voltei a comer a namorada. Acho a penetração algo violento".
- "Então você virou corno?"
- "Fomos fieis um ao outro e mantivemos o nosso relacionamento por mais de um ano sem que a penetração fizesse a menor falta".
- "Pra mim faz".
Ela começou a se vestir e antes que colocasse a calcinha a beijei, Trouxe-a de volta para cama e meti meu dedo em sua buceta. Embora não fosse meu pau lá dentro, ela se entregou para o ato come se fosse.
- "Diz que eu sou sua putinha, fala".
Sua segunda gozada foi incrível e bastante amorosa se tornando algo afetuoso entre nós. Talvez ei estivesse preenchendo algo que ela nem esperasse desse encontro.
- "Se quiser, quero ser seu namorado"
- "Vou pensar".
Já estava excitado novamente e ela percebeu:
- "Já está duro novamente. Vai tocar outra punheta pra mim?"
- "Com todo prazer, amor"
- "Então espere só um pouquinho"
Ela abriu a bolsa, tirou um gel e também um consolo.
- "Espero que não fique com ciúmes".
Saímos do motel nos beijando e abraçando com se fôssemos dois namorados adolescentes. Aquilo que era pra ser só um sexo rápido acabou virando uma conexão real. Levei-a até em casa e nos despedimos com um beijo.
Não acho que sou o príncipe encantado que ela tanto esperava, mas a gente se passou a se curtir sem compromissos por vários encontros. Confirmei que era realmente divorciada e vivia com uma filha adolescente e uma mãe quase idosa que também pareia ter um fogo danado na buceta. E não demorou para que suas amigas, uma vizinha, sua mãe e até a filha soubessem que eu sou um punheteiro.




