Era um dia quente e Patrícia se mostrava muito interessada em mim. Havia entre nós uma diferença de uma 15, 17 anos ou mais de idade. Aliás, até sua tia era mais nova que eu, embora tivéssemos estudado juntos na escola.
A sobrinha, porém, iniciava seus estudos na faculdade. Tinha minhas ideias e projetos.
Não bastaram trinta minutos para a conversa tomar um outro rumo e logo já trocamos afetos no bar com carinhos que logo nos levaram ao beijo.
Por volta da meia noite, o bar fechou e propus levar aquela jovem ao apartamento da sua tia. Fomos caminhando pela rua até chegar na entrada do prédio sem porteiro.
Fui então surpreendido por um convite:
- Rô, você não quer entrar?
Respondi já imaginando que seria um convite para intimidades maiores:
- E sua tia? Não irei atrapalhar?
- Estou com a chave de um dos apartamentos mobiliados dela aqui no prédio que se encontra vazio.
Ela me agarrou abraçando e apertou a minha bunda.
Confesso que não recusei embora muitas das vezes já disse não às mulheres.
Entramos discretamente e novamente ela me agarrou. Deixei que tomasse a iniciativa pois estava gostando.
A cada carícia mútua, íamos nos despindo. Seus peitos estavam durinhos e a calcinha encharcada. Era uma das jovens mais quentes que peguei até hoje.
Todavia, eu me contive quanto à penetração. Além da falta de preservativos, optei há mais de seus anos em não mais repetir essa forma de sexo que acho animal e agressiva.
Acabei chupando sua bucetinha e fiz aquela novinha gozar na minha boca. Por mais que segurasse os gemidos, ela não aguentava de prazer.
Com dedos línguas, presenciei vários orgasmos da gata. Era maravilhoso ver ela delirando e fizemos tudo em pé. E em momento nenhum tentei penetrar sua buceta com o pênis, sendo muito delicado nos toques com as mãos.
Finalmente ela deitou e deu a entender que queria dar a buceta.
Após ela olhar para mim de maneira provocante e ter passado as mãos nos seios e dedilhado levemente sua xoxota, comecei a tocar uma punheta na sua frente.
Enquanto eu batia, Patrícia só olhava emudecida. No começo esperava que eu metesse e depois ficou olhada espantada, mas com tesão.
Aquele linfo corpo nu de una universitária estava bem na minha frente. Bastaria partir pra cima, porém me contive e acelerei meu toque.
Finalmente gozei e a porra caiu sobre suas coxas. Excitada, ela foi recíproca e se masturbou também em seguida. Os próprios dedos passaram a penetrar sua buceta fogosa suprindo aquilo que deixei de fazer.
Diante de mim, ela soube mostrar independência na busca do prazer abraçando os seios com a mão esquerda enquanto a direita tocava uma siririca. Meu pau já estava mole quando ela enfim gozou mais uma vez e de uma maneira surpreende:
- Caralho! Que delícia! Eu sou gostosa!
Achei maravilhoso ver como ela reagiu. Cada mulher reage de maneira diferente quando me recuso a penetrar mas ela mostrou não se sentir ofendida nem rejeitada. Estava preparada para um comportamento de um punheteiro atípico como o meu.
Nos lavamos e nos vestimos. Ela subiu pro andar de cima onde fica o apartamento da tia, dona do prédio.
No dia seguinte, nos falamos pelo telefone. Pedi desculpas se havia deixado de lhe contar sobre minha opção de homem adulto punheteiro mas ela mostrou total compreensão e aceitação. E ainda me disse algo bem perturbador:
- Passei o resto da noite me masturbando no quarto lembrando da nossa noite. Sua primar foi deliciosa. Só não me deu pica.


