Continuando…
Foi o Márcio quem nos trouxe de volta à realidade.
Márcio:
Bora pro motel meter até de manhã, senão eu vou acabar gozando aqui outra vez, na mão.
Era verdade. Eu também já podia sentir o meu gozo se aproximando novamente. Então falei:
É isso aí! Vamos logo que eu tô louco pra comer vocês duas!
Engatei a marcha, baixei o freio de mão e saímos para o motel, dessa vez sem escalas.
As meninas no banco de trás, completamente nuas, não paravam de se tocar nem de se beijar. Os gemidos, o forte odor de sexo e dos fluidos, o Márcio do meu lado acariciando o próprio pênis já completamente pronto para mais rodade de sexo. Eu, também com o meu pau super duro, latejando como se o meu coração estivesse alí, pulsando, batendo forte e acelerado. Pra piorar, o Márcio, vez em quando, me tocava, limpava o excesso da baba que saía do meu pau num volume que eu nunca tinha expelido antes daquele dia; daí voltava ele com os dedos untados, passava na cabeça do pau dele, e depois limpava o que sobrava na boca, lambendo e chupando os dedos.
Cara, já tá bom disso. Me deixa quieto um pouco ou essa tua putaria aí vai me fazer gozar antes de chegar no motel, porra!
Três minutos depois paramos na entrada pegamos a chave de uma suíte própria para grupos, grande, com vários ambientes, piscina, hidromassagem, bar, sauna e até uma boate.
Entramos e sem perder mais nenhum segundo, agarrei a María, a encostei na parede, virei-a de costas, mandei que empinasse a bunda, segurei-a pelos cabelos vermelhos, ela gemeu, meti com força no seu bucetão que de tão molhado, uma parte escorria pelas coxas e outra pingava entre as pernas. Meu pau entrou todo até o meu saco amassar contra a bunda dela. Entrou fácil, o que normalmente não acontece. Quase sempre vou metendo aos poucos, alargando a sua buceta até meter o pau todo dentro dela.
Eu e o Márcio somos bem dotados. Temos 22cm de rola grossa e veiuda. O Márcio é circuncidado, eu não sou. O pau dele tem um cabeção de dar inveja, já eu tenho uma glande afunilada, pontuda, vermelha, diferente do Márcio que é rosado. O meu pau quando fica duro a metade da cabeça fica pra fora, já o pau do Márcio fica com a glande exposta permanente, já que, diferente de mim, ele não tem prepúcio. O pau dele e branco cheio de veias esverdeadas enquanto o meu é de um tom escuro, contrasta bastante com a minha pele. Nós temos sacos grandes e pesados também. O volume nas nossas calças, em determinados ambientes, chega a ser um pouco constrangedor às vezes…
Nunca meti o pau todo na Maria de uma vez só. Sempre leva um momento até ela se adaptar, às vezes é breve, às vezes leva um tempinho a mais. Mas nunca desse jeito, nunca entrou tudo numa socada só.
Ela gemeu na hora que entrou, mas não foi de dor, foi de prazer e, pra ser sincero, fazia tempo que não a ouvia gemer daquele jeito. O tesão extrapolou os limites
me levando a um frenesi que me tomou a razão e eu meti com força. Eu socava, Maria gemia, e a cada metida eu forçava ela contra mim e o meu pau entrava ainda mais fundo no seu bucetão que, de tanto escorrer, já havia feito uma pequena poça no chão, entre as suas pernas. Eu metia e agarrava seus peitos médios quase violentamente, mas sem maltratá-la. Desci a mão e senti a sua buceta aberta como uma flor na primavera, e o seu grelo duro, enorme, pulsante. Maria é greluda. Seu clitoris ereto deve medir uns 4 ou 5 centímetros. É exatamente igual a um pênis, um micropênis sem a fenda na ponta da glande.
Quando a toquei e senti o seu grelo daquele jeito, eu o punhetei com os dedos.
Nisso ela gemeu alto, gostoso, e empurrou o rabo contra mim para eu ir o mais fundo possível dentro dela. Então ela gritou e o seu bucetão se transformou numa torneira sem fecho, esguichando um líquido como se estivesse urinando, mas não tinha o cheiro nem a mesma textura da urina. Quem já sentiu a mulher mijar enquanto está metendo sabe qual é a sensação, o odor e a textura que o mijo tem. Amo quando a Maria mija na hora que eu estou metendo nela. Também já mijei dentro da buceta dela algumas vezes.
Diante daquela cena e da sensação de sentir o seu jorro, eu gozei. Meu êxtase veio com urro, gemidos, palavrões e declarações de amor. O gozo da Maria foi longo, ou múltiplo. Deve ter gozado duas ou três vezes seguidas. Quando eu comecei a gozar ela aumentou o ritmo, os gemidos, os espasmos e o tremor nas suas pernas. Eu gozei e ela continuou por mais uns 40 segundos então meu pau amoleceu e escapou de dentro dela junto de muito fluido, tanto que estalou ao atingir o piso.
Exaustos e com as pernas trêmulas, nós arrastamos até a piscina. Não lembramos, enquanto a gente fodia loucamente de pé, encostados na parede da suíte, que estávamos acompanhados. Só quando andamos até a piscina foi que lembramos da Sara e do Márcio.
Eles estavam deitados, agarrados, beijando e acariciando seus sexos.
Márcio tava com o pau quase mole, enquanto a Sara estava com a buceta vermelha, inchada, com os lábios abertos e a mistura do seu mel com o sêmen do do Márcio ainda escorria. A buceta da Sara era tão linda quanto a da Maria. Não tinha o mesmo volume, nem um grelo tão agigantado. Não fosse pelo grelo menor, a sua buceta seria quase uma gêmea da buceta da minha mulher.
Eles também não perderam tempo. Treparam até perder as forças, assim como eu e María fizemos.
Caímos na piscina e logo a dupla se juntou a nós. Sara foi imediatamente de encontro a Maria que, naturalmente, se afastaram de nós e passaram a conversar em sussurros. Obviamente compartilhavam detalhes das nossas transas.
Márcio já chegou falando sobre a forma como eu comi a minha mulher no canto de uma parede. Em seguida passou a comentar sobre os gemidos da Maria… falou ainda que a Sara quis se juntar a nós, mas a gente tava tão hipnotizados pelo tesão e o sexo que ele não quis atrapalhar nosso momento.
Então risadas femininas roubaram nossa atenção e lá estavam as duas com risos maquiavélicos e olhar vil.
Ficamos um tempo na água, papeamos, falamos sobre o que tinha rolado, do prazer, levantamos hipóteses sobre como havíamos chegado até alí… depois fomos pro bar, pedimos comida, bebemos, dormimos por algumas horas. Juntos, os quatro, nus.
De um lado, deitado de lado com Maria à minha frente, abraçados de conchinha nós dormíamos, do outro estavam Márcio e Sara. Márcio estava de costas para mim e Sara, assim como Maria, estava a sua frente.
Maria dormia em um sono profundo enquanto Sara gemia baixinho. Márcio a masturbar ao mesmo tempo que se masturbava. Naquela hora da madrugada eu sempre tinha uma ereção, assim como todo homem saudável também tem. Me virei e fiquei deitado com o peito pra cima.
O lençol deixava exposta minha ereção, enquanto Sara gemia cada vez mais alto. A ereção matinal não depende de motivo pra acontecer, mas os gemidos da Sara foi me excitando cada vez mais até que eu inspire forte, alto, e Márcio percebeu que eu estava acordado e teve certeza quando viu o volume do meu pau sob o lençol.
Foi quando ele levou a mão com que se masturbava e a pousou sobre o lençol e apertou o meu pau. Nisso ele sussurrou:
Tesão? Acordado?
Respondi:
Tô.
Márcio:
Quer uma mamada?
Eu:
Ela vai aceitar?
Márcio:
Tem que ser ela? Eu não posso??
Eu:
Tô nem aí. Chupa, porra!
Nisso ele cochichou alguma coisa com a Sara e se virou e tacou a boca no meu pau, enquanto Sara fez o mesmo com ele.
Eu gemi, meu pau pulsou e o Márcio falou:
Quero que goze na minha boca.
Eu:
Vou gozar!
Sara:
Lindo! Quero muito ver isso!
Márcio gemeu, eu gemi, Sara gemeu. Maria se mexeu. Eu gozei na boca do Márcio gemendo alto. Sentindo o meu gozo ele também gozou. Sara tomou todo o seu leite e veio por cima do Márcio até me alcançar e me beijar. Em seguida o Márcio me beijou também. Era um beijo triplo regado ao sabor do sêmen do Márcio.
Sara:
Sua vez. Chupa ele agora.
Márcio:
Não vou conseguir agora.
Eu:
Que se foda! Se quiser eu te chupo.
Márcio:
Nem sei se consigo gozar mais uma vez… kkkk
Sara:
Mas eu quero muito ver o pau do Marcinho inteiro na sua boca, Tony.
Eu:
Já falei que eu chupo.
Márcio:
Vem aqui, bota ele todinho na tua boca.
Eu fiz. Baixei até alcançar o pau dele e coloquei tudo na boca. Senti o sabor do seu gozo, os contornos da sua glande; suguei, lambi e mamei. Então Maria se mexeu e eu me afastei.
Sara se posicionou para continuar com a chupada, mas o meu amigo a afastou. Disse que não dava mais.
Eu estava incrivelmente excitado. Meu pau pulsava e eu tinha espasmos de tesão. Maria totalmente apagada. Então me virei e, tirando o lençol de cima de mim, comecei a me masturbar.
Eu:
Preciso gozar!
Márcio:
A gente te ajuda.
Então a Sara montou na minha cara e pousou a sua buceta na minha boca enquanto o Márcio caiu de boca no meu pau.
A buceta da Sara era uma delícia, mesmo com o gosto do pau e o gozo do Márcio.
A boca do Márcio era mais gostosa que a da Maria. Gozei em menos de dois minutos na boca do meu amigo. Sara urinou no meu rosto e eu gostei da sensação. Maria se mexeu outra vez e nós voltamos para as nossas posições originais. Nisso eu adormeci outra vez.
Pouco antes das 8 dá manhã o interfone toca. Era a recepção informando que a pernoite terminava às 8. E perguntou se desejávamos uma hora extra.
Falei que sim, que sairíamos às 9.
Maria acordou, tomou banho, vestiu-se e foi acordar Sara. Eu, ainda deitado, chamei o Márcio que me respondeu na terceira vez. Sara levantou, tomou banho, vestiu-se e, com Maria, pediram um café da manhã.
Eu levantei e fui tomar banho até ser surpreendido por Márcio que juntou-se a mim.
Depois do banho, já vestidos, nós juntamos as meninas e tomamos café.
Em seguida pagamos a conta, metade pra cada e deixamos o motel.
No carro Maria falou: “- Quando vamos nos reunir outra vez?”
Sara:
Hoje, mais tarde?
Márcio:
Sem condições! Eu gozei com vocês em uma noite, o que eu gozo em um mês!
As risadas foram inevitáveis.
Maria;
Sara, não está satisfeita?
Sara:
Só o Marcinho que me comeu. Eu queria sentir o Tony também, mas vocês dormiram.
Márcio:
Sara, meu amor, eu te comi a noite toda. E quando o meu pau não levantava, eu te chupava e te fodia com os dedos, e você gozou todas as vezes…
Maria:
Sério Sara?! Foi assim??
Sara:
Foi, mas eu queria os dois dentro de mim, juntos, ao mesmo tempo.
Maria:
Na próxima vez você realiza o seu desejo, né amor?
Eu:
Na próxima, até você vai sentir dois paus dentro da sua buceta, amor!
Maria:
Já estou ansiosa pra sentir!
Sara foi a primeira a deixar o carro. Seguimos em frente eu, Maria e Márcio.
Márcio:
Vamos pra sua casa ou pra minha?
Eu:
Como é? Não entendi.
Marcio;
Onde é que a gente vai terminar essa noite? Na sua casa ou na minha? Entendeu?!
Maria;
Melhor ser na sua, a nossa tem muitos vizinhos curiosos.
Eu:
Isso é sério, amor??
Maria:
Eu quero sentir você e o Márcio arrombando a minha buceta. Se não for hoje, não vai ser nunca!!
Fomos para a casa do Márcio e, sem muita cerimônia, nós dois arrombamos a buceta da minha mulher e metemos os nossos paus nela ao mesmo tempo.
Ela gozou em menos de dois minutos. Márcio gozou ao mesmo tempo que ela. Eu gozei um minuto depois.
Maria fez nós dois chupar a buceta dela gozada juntos. Depois mijou nas nossas caras e nos beijou juntos. Outro beijo triplo. Eu e ela deitamos e Márcio foi tomar banho e, em seguida, se despediu e foi embora.
Nós dormimos quase o dia inteiro e, quando acordamos, nos olhamos, nos beijamos e fizemos amor.
Até acontecer de novo, nunca falamos sobre àquela noite. Embora o nosso sexo tenha melhorado cem por cento depois dela.
Fim