Com meus I8-2..anos... já sabia muito bem que era muito gostosa. Desde cedo, comecei a ser tarada por coroas, principalmente, gordinhos. Isso ocorreu devido a um comentário maldoso da minha mãe...mas isso, falarei mais pra frente.
Era sábado de manhã, período que minha mãe costumava fazer compras no mercado. Certo dia, ela me pediu para acompanhá-la, disse que eu deveria aprender para quando precisasse. Lembro que estava chovendo, eu usava um vestidinho rosa colado e uma blusa de frio branca, além da minha bota de couro. Eu só fui porque estávamos chegando na Páscoa e queria comprar um ovão de chocolate. No estacionamento, percebi que havia poucos carros e pensei que seria rápido.
— Sabrina, pega o carrinho maior.
“Já começou a me dar ordens” — pensei pegando o carrinho.
Quando passamos pela entrada, o segurança praticamente me comeu com os olhos. Pois, meu vestidinho mostrava bem que eu estava sem calcinha e eu andava rebolando.
— Bom dia!
— Bom dia, Alfredo!
Minha mãe cumprimentou o homem. Devia ter 1,70m e uns 95kg.
— Aposto que é sua filha. — disse me olhando. — Uma mocinha, hein! Deve ter idade das minhas netas!
O coroa devia estar chegando aos 60 anos, cabelo grisalho, pele clara. Usava calça social e uma camisa branca.
— Sim, Seu Alfredo. Eu disse pra Sabrina de que ela já precisa começar a se virar sem mim.
Ele permaneceu de braços cruzados.
— Ai é que a senhora se engana. Essa juventude de hoje, faz coisas que a gente até dúvida.
Senti uma certa malicia na fala dele e sorri.
— Vamos, mamãe. Não quero perder tempo. — falei e sai empurrando o carrinho.
— Tá vendo só, Seu Alfredo?! É disso que estou falando. Tem certas coisas que não consigo segurar essa garota!
Parei e olhei para trás. Minha mãe veio andando rapidamente, o coroa deu uma piscadinha pra mim e uma coçada no saco. Fiquei vermelha de vergonha. Quando andamos mais um pouco, falei:
— Não gostei daquele velho. Achei ele muito assanhado.
Minha mãe apenas bateu no meu ombro.
— Também...já te falei mil vezes sobre essas suas roupas, além disso... esses coroas gordos são os mais safados. Deviam ter vergonha de encarar umas mocinhas que nem você.
Aquela frase mexeu comigo. Lembrei do olhar de Seu Alfredo, dele coçando o saco e minha mãe me empurrou.
— Não fica parada, tempos muita coisa pra comprar.
Ela pegou um pacote de arroz enquanto resmungava baixinho:
— Ele precisa se enxergar. Quem vai querer um coroa gordo daqueles... só tem banha...
Andamos por alguns corredores. Foi ai que vi, em um dos corredores, um estande com ovos de Páscoa.
— Olha lá... posso...
— Vai, Sabrina..eu fico com o carrinho. Depois você me encontra.
Já estava sentindo calor, então tirei a blusa, deixei no carrinho e sai saltitando.
“Qual que eu pego?” — pensei distraidamente até que senti uma mão no meu ombro e me virei.
— Quer ajuda?
— Oi...éé... não preciso, Seu Alfredo.
Ele riu enquanto pegava um dos ovos.
— Este aqui é meu favorito. — disse me entregando. — Você gosta de mais amargo...mais doce?
Balancei o corpo, toda inocente.
— Pra mim tanto faz, desde que seja um ovo bem grande.
O coroa olhou em volta. Havia apenas algumas senhoras, distraídas.
— Gosta do branco ou do preto?
— Gosto mais do branco. Eu caio de boca com vontade!
Seu Alfredo riu, coçou o saco e disse:
— Pela sua carinha...parece que cai mesmo!
Fiquei envergonhada e me virei.
— Mas, minha mãe vai ficar brava se eu pegar um ovo grande. — falei me encurvando.
Virei o rosto e vi Seu Alfredo de olho na minha bunda. Ele não percebeu que eu o vi. Então, encurvei ainda mais e senti o vestido subir até um pouco abaixo da minha bunda.
— Esse aqui...hummm...
— Que nada. — disse o coroa se aproximando e me dando uma leve encoxada. — Ela vai entender se você levar um desses.
Senti uma leve pressão na bunda. Continuei agachada, coração quase saindo pela boca. Não sei porque, mas dei uma leve reboladinha.
— HMMMMM... Que isso, novinhaaa,,hmmm!
Fiquei rebolando e Seu Alfredo colocou uma mão na minha lombar e outra na minha cintura.
— Pelo jeito, você tá querendo mais que um ovo.
Me ajoelhei e fiquei de frente para o coroa. Ele me olhava com um olhar maldoso. A calça quase rasgando de tanto que a rola parecia dura.
— NOSSSAAAA... Seu Alfredo... o que tem pra mim?
O coroa apalpou a rola, mais uma vez, olhou em volta.
— Tenho dois ovos brancos pra você, bbzinha!
Ele abaixou o zíper e sacou a pica pra fora. Antes que eu dissesse algo, o coroa botou a mão na minha cabeça, me puxou fazendo com que eu me apoiasse com as mão em suas coxas e fez eu mamar.
GLUB, GLUB, GLUB
— HEYYYY... O QUE..BLUPPPP... ESTÁ...GLUB, GLUB..FAZENDO?
Ele me soltou, a rola pulsava indo para cima e para baixo. Uma pica branquinha, cabeça até arroxeada e eu me levantei limpando a baba que escorreu pelo meu queixo.
— Seu velho safado!
— Sabrina... por que a demora? — perguntou minha mãe vindo pelo corredor paralelo.
O coroa guardou a rola e saiu andando apressado.
— Eu estava escolhendo o ovo, mamãe. Mas ainda não achei nenhum que me interesse!
Minha mãe pegou minha blusa de frio.
— Bota isso aqui. Olha só como você está vestida. Levanta esse vestido!
Minha buceta quase aparecia.
— Não estou com frio. — falei abaixando o vestido e pegando a blusa.
— Então, leva lá no carro.
Peguei a blusa de frio, ao chegar na entrada, Seu Alfredo piscou pra mim. Passei calada por ele, mas sabia que ele estava de olho em mim. A chuva estava fina e então fui correndo até o carro. Ainda bem que o estacionamento tem cobertura e não me molhei. Abri a porta e joguei a blusa no banco da frente, quando me virei, levei um susto.
— O que o senhor veio fazer atrás de mim?! — perguntei irritada.
Seu Alfredo se aproximou, botou a mão na minha cintura e sorriu.
— Ainda não te dei meus ovos.
A chuva apertou, ele abriu a porta de trás, me empurrou para dentro do carro, entrou em seguida e fechou a porta.
— Essa chuvinha veio numa boa hora, não acha?
Apenas balancei a cabeça.
— Boa hora pra que?
Seu Alfredo, tirou o cinto, abaixou a calça até os joelhos, colocou a mão na minha cabeça e disse:
— Boa hora pra filhinha da dona Edna mamar.
Ele puxou minha cabeça e cai de boca no saco dele. Um saco enrugado, bem redondo, a pica repousou no meu rosto enquanto eu sugava.
— OHNNN..UINNNNN...ASSSIMMMM!
Tentei sair, mas o coroa segurava minha cabeça com força.
— Este é seu lugar, biscatinha! Mamando o vovô...HUMMMMM!
Quando ele percebeu que não oferecia mais resistência, me soltou e desabotou a camisa. Aproveitei e me levantei. Mas logo, o coroa agarrou minha nuca com uma mão e segurou a pica, com a outra.
— Aonde pensa que vai?!
GLUB, GLUB,GLUB
Eu nem acreditava que estava pagando um boquete no estacionamento do mercado com a minha mãe me esperando lá dentro. A chuva caia forte e ninguém me veria naquela situação.
GLUB, GLUB, GLUB
— Que tesãããoooo ohnnnn! — Seu Alfredo berrava dentro do carro. — Putaaa safadaaaa...ohnnnnnn!
Ele então me fez afundar na pica.
— Engole tudinho. Se for uma boa garota, vai ver o tanto de leite que sai dos meus ovos!
Me deu ânsia e só ai, ele me soltou. Ele ficou alisando a rola enquanto eu tossia sem ar.
— Gostou?!? 14 centimetros nem faz cócegas na sua boca, né?
A rola dele era bem cabeçuda.
— Nossa, Seu Alfredo...me deu até calor! — suspirei, toda dengosa.
— Então... abaixa esse vestidinho! — Ele abaixou as alças do meu vestido, meus seios saltaram. — Que maravilha!
BLUP, BLUP, BLUP
O coroa avançou sobre mim, mamou nos meus seios como um bbzinho.
— AINNN..AINNNN...Nãoooo.ohnnnn..aimmm Seu Alfredoooooo!
Ele subiu meu vestidinho, abriu minhas pernas fazendo eu me deitar no banco com uma perna sobre o encosto do motorista e outra sobre seu ombro.
— Isso é uma obra de arte! Que bucetinha linda! Carnudinha...delícia...
— UINNNNNNNNNN OHNNNNNNNNNNN
Eu apenas me contorcia apertando meus seios enquanto o coroa se deliciava na minha xota.
— Está gostando, moreninha?...aposto que sim...
A língua dele rodopiava, senti minha buceta toda babada.
— Tá no ponto certo. — disse se levantando e batendo a pica na testinha da minha buceta. — Tu ainda é virgem?
Nem esperou minha resposta e já foi metendo.
— Safada desse jeito?!...duvido muitooohnnnn! Gostosaaaaa! Ahnnnn
— UINNNNNNNN — Apenas fechei os olhos enquanto o coroa se jogava sobre mim. A barriga pesada sobre a minha.
Ele deu algumas bombadas.
— Que buceta quente. — disse fechando os olhos. — Deliciaaa ainnnn!
PLAU, PLAU, PLAU
Parou de novo e saiu.
— O que foi? Não está gostoso, Seu Alfredo?
— Ai é que tá! Está muito bom... — Ele se sentou no banco. — A última vez que meti numa jovenzinha quem nem você foi quando conheci minha finada Dalva.
— OHHH...Sinto muito! — falei me levantando e indo pra cima dele de frente.
Peguei a rola e posicionei na entrada da minha bucetinha.
— De onde ela estiver. Deve estar feliz vendo o senhor fuder novamente com uma novinha.
PLOC, PLAU, PLOC
Comecei a cavalgar e o coroa arregalou os olhos.
— Se minha mãe me visse agora acabaria comigo. — fiz biquinho. — Mas...
PLAU, PLOC, PLAU
— Quem mandou ela não deixar eu comprar os ovos que queria. — passei a mão por baixo da bunda e apertei o saco dele. — Agora tenho dois batendo na minha bunda...ainnn..hummmmmmmm
PLAU, PLAU, PLOC
Seu Alfredo me segurou pela cintura e meteu com vontade.
— Quer saber?!?... o que dizem é verdade... flores é para os mortos.. para puta que nem você temos que dar pirocaaaa...ahnnnnn!
— UINNNN AINNN ALFREDOOOOOOOOO!
PLAU, PLOC, PLAU
Fiquei quicando nele, meus seios subiam e desciam. O coroa chupava enquanto fodiamos loucamente. Até que paramos, cansados. O coroa me jogou de lado. Olhou para o estacionamento e disse:
— Quem bom que dona Edna sempre para o carro no canto.
Seu Alfredo abriu a porta e saiu. Atrás dele, uma parede..assim como a parte traseira do carro.
— Fica de 4 aqui. — bateu com a mão no banco. — Empina esse rabão pro coroa!
Rapidinho, me virei, fiquei de 4 colocando a cabeça no banco e abrindo a bunda com as duas mãos.
— Que danadinha.
Ele alisou minha bunda. Sem perder tempo, botou a cabeça e me puxou pela cintura fazendo a rola entrar.
— TOMA! TOMA! TOMAAAA! PUTAAAA! OHNNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNN..UINNNN.. — Eu berrava dentro do carro, mas o som era abafado pela chuva.
Seu Alfredo me pegou pelos braços e esticou me fazendo levantar.
— Piranha maldita.... tomaaa, vagabundaaaaaa..arghhhh! hummmm!
Ele cruzou meu braços sobre as costas, segurou com uma mão e começou a desferir tapas na minha bunda.
— Vai aprender a se comportar... isso é pra nunca mais achar que vai sair por ai provocando sem ter consequências.
PLAU, PLAFT,PLAFT
— Tá doendo...assim não...ainnn.
PLAFT, PLAFT
Eu estava quase chorando assim como minha bucetinha que, a cada tapa, parecia mais melada.
— Você gosta, biscate..admita...hmmmmm.heinnnn!
— SIMMMM..OHNNNNN..AINNNNN
O coroa então, segurou meu pescoço com as duas mãos, me enforcou de leve e metia sem dó.
— Acabo com a sua raça, putaaa! AHNNN..OHNNNNNN!
Minhas pernas tremeram, logo, vieram as primeiras contrações.
— Ta gozando no meu pau..heinnn.iissoooooo..assimmmm.
Ele largou meu pescoço, deu uma estocada tão forte que cai de cara no banco e acabei não gozando. Antes que me levantasse, Seu Alfredo me puxou pela cintura. Meio sem jeito, sai do carro com as pernas abertas. Pensei que alguém poderia nos pegar ali, mas a porta bloqueava a visão do estacionamento.
— Veio toda montada como uma verdadeira puta. — disse Seu Alfredo se jogando sobre mim.
O coroa praticamente deitou sobre minhas costas, segurou meus punhos e meteu.
PLOC, PLAU, PLAU
— AINNN OHNNN Que pica gostosaaaaa.ahnnnn! Mas..ainnnn... vão acabar nos pegandooo..ohnnnnn
— Que se foda! Eu queria mesmo ver a cara esnobe da sua mãe me vendo atracado com você.
— Não fala assimmm ainnnn!
— Você tá fudida, biscate! Nem mesmo a policia iria conseguir me tirar de cima de você...ahnnnnn..
PLAU, PLAU, PLAU
Percebi que ele estava prestes a gozar. A chuva parou.
— Tiraaa. Ainnn.... tiraaaa!
— Issoooo.. quanto mais pedir pra gozarrr foraaa..ahhhh.. vou soltar mais leiteeee..ainnnn!
Comecei a me contorcer toda quando, finalmente, o cacete dele esporrou dentro de mim.
— PUTAAAAAAAA ARGHHHHHH!!
— TO GOZANDUUUU SEU ALFREDUUUUU..AINNNNNN
Parecíamos dois animais fudendo. Minha buceta foi ficando cada vez mais molhada recebendo as bombadas do coroa. Quando ele saiu de dentro de mim, me levantei e senti a porra escorrer pelas coxas.
— Puta que pariu, morena! Que buceta é essa?! — disse segurando a rola meia bomba ainda soltando um pouco de porra.
Me ajoelhei e ainda dei umas mamadas pra limpar.
— Prontinho. Está limpinho!
— Ela está ai, Seu Alfredo?!
Era minha mãe gritando da entrada do mercado vindo em nossa direção.
— Está sim.
Rapidinho, me vesti. Seu Alfredo subiu a calça e se ajeitou também.
O barulho do carrinho se aproximou e sai do carro sem saber o que falar.
— Dona Edna, ela ficou com medo da chuva. Fiquei aqui para tranquilizá-la.
— Oh! Obrigada, Seu Alfredo... Toma!
Minha mãe me deu um ovo imenso.
— Espero que fique feliz, hein!
Seu Alfredo deu uma apalpada no saco.
— A senhora acertou. Ela gosta mesmo de um ovão branco.hahaha.
— O que quer dizer com isso?
— Nada..nada... a senhora deveria trazer ela mais vezes.
— Quem sabe. Agora..se me der licença. Preciso guardar as compras.
Seu Alfredo se despediu de nós, infelizmente, ele foi demitido na semana seguinte. Minha mãe disse que pegaram a filha da dona Beth fazendo um oral nele no corredor dos ovos de Páscoa. Ainda bem que não fui eu! Hahaha
Até hoje procuro alguém que tenha uns ovão pra encher minha boca. Alguém?
Se curtiram, comentem... queremos saber: Qual conto de nós 3 (Sabrina, Karol, Ana) mais deixaram vocês excitados?
Bjos e até a próxima!




