Banheiro de festa

Eu estava solteiro e absolutamente solitário desde que meu romance com Marcelo havia acabado, dois anos antes.

Não havia me relacionado com mais ninguém, nem com homens, nem com mulheres.

Até que, em março de 2020, conheci uma moça muito interessante, charmosa e inteligente, que passo a chamar aqui de Mônica.

Fomos apresentados por um amigo em comum que sabia que eu estava solteiro desde que havia me separado. Ele não fazia a menor ideia do meu lado gay e o quão intensamente eu tinha vivido isso nos últimos anos.

Me apresentou Mônica, que também estava solteira e nós nos conectamos com facilidade. Eu e ela tinhamos vários assuntos de comum interesse. Gostávamos do mesmo estilo musical, não só isso, praticamente dos mesmos artistas daquele segmento que gostávamos, quase sem exceção.

Tínhamos também a mesma profissão. Ela era advogada. Gostávamos do mesmo time de futebol, gostávamos das mesmas comidas.... enfim, era um "match" perfeito.Se tivéssemos tentado achar alguém assim, provavelmente, não conseguiríamos. Mas o destino e a intervenção de um bom amigo fez a mágica acontecer

O inevitável aconteceu...depois de termos nos encontrado para almoços e termos saído umas duas ou três vezes, começamos a namorar e a coisa fluía muito bem. Estava gostando de ter uma nova oportunidade num relacionamento hétero e me sentia muito bem assim.

Até que no começo de dezembro, fui ao casamento de uma amiga da Mônica. Chegando lá, nos sentamos na mesa que para nós estava reservada e na mesa ao lado havia outro casal.

Ao olhar casualmente na direção deles, me deparei com a visão de um belo homem, na casa dos seus trinta e poucos anos. Rapaz muito bonito. Negro, olhos expressivos, labios carnudos, alto e forte.

Nossos olhares se cruzaram. Ele sorriu pra mim e eu devolvi o sorriso, mas senti minha espinha gelar de alto à baixo.

Tentei me recompor, porque eu obviamente tinha ficado mexido com a visão daquele Deus de ébano. É a tal coisa, garrafa que leva querosene nunca perde o cheiro. Estava feliz no meu relacionamento com Mônica, mas aquele monumento sentado na mesa ao lado, bagunçou os meus hormônios.

Ao longo da noite, por varias vezes eu olhei pra ele, tentando ser o mais discreto possível, mas por varias vezes ele me pegou olhando e sorria pra mim.

Eu já estava alterado com aquele homem e pensava as coisas mais impuras. Até que em um determinado momento, Mônica se levantou, dizendo que ia conversar com algumas amigas dela e da noiva que estavam em outra mesa.

Não demorou muito e a mulher que acompanhava aquele negro espetacular também saiu da mesa. Assim que ela saiu, ele me olhou, fez um brinde à distância com um copo de whisky e disse

- "Oi, amigo..Meu nome é Thiago. Posso me sentar aí com você, já que as nossas mulheres nos deixaram sozinhos ?"

Nessa hora eu gelei, mas não pensei duas vezes.

- "Claro, pode vir. Meu nome é Gilson..Prazer"
- "Boa noite, Gilson. Conhece os noivos da onde ?"
- "Na verdade eu não sou muito íntimo dela, ela é amiga de infância da minha namorada"
- "Entendi. É, minha esposa é que tem mais intimidade também com a noiva. São colegas de trabalho há quase 10 anos."
- "Pra você ver, nenhum de nós dois somos assim íntimos dos noivos...kkkk"
- "Pois é... mas em ocasiões assim, sempre há a possibilidade de ficarmos íntimos de alguém..."

Eu engoli seco. Eu queria muito uma intimidade com aquele Deus negro.

Houve um silêncio por alguns instantes, até que ele quebrou o silêncio e foi direto ao ponto

- "Notei que você me olhou muito desde que chegou. Eu reparei que você não tirava os olhos de mim."

Eu fiquei completamente sem graça. Não esperava aquilo. Balbuciei um pedido de desculpas mas Thiago me interrompeu

- "Não precisa se desculpar. Eu também estava reparando em você. Posso te perguntar uma coisa ?"

Eu tremi na base, mas fiquei o mais firme que eu pude

- "Pode sim, claro"
- "Gostou do que viu ?"

Eu não sabia onde enfiar a cara. Aquele era o diálogo mais sem pé nem cabeça do qual eu já tinha participado, mas resolvi arriscar uma resposta honesta

- "Sim. Gostei muito. Você é um homem muito interessante"
- "Obrigado. Eu tive a impressão que você tinha se interessado. Eu confesso que também te achei interessante. Já teve alguma experiência com homens antes ?"
- "Bem... então.. na verdade eu sou bissexual..Mas a minha namorada e eu estamos juntos há pouco menos de 9 meses e ela não sabe disso.."
- "Entendi. Pode deixar, eu sou um homem discreto. Eu e minha esposa somos bissexuais também. Pena que a sua namorada não é do ramo também. Minha esposa a achou muito bonita"
- "É ??" - respondi surpreso.
- "Sim. Foi ela quem me disse pra falar com você antes de sair da mesa. Ela se interessou. Pensou que poderíamos terminar essa noite numa boa brincadeira entre casais."

Eu estava besta com a abordagem do sujeito. Assim, do nada. Eu devo ter dado muita pinta mesmo, porque o casal percebeu o meu interesse. Eu não sabia o que dizer...

- "É.. uma pena.. eu ainda não encontrei um bom momento pra conversar com a Mônica sobre a minha sexualidade...não sei como ela reagirá ao certo. Fico até pensando se devo falar..."
- "É.. essa é uma decisão que é só sua. Você quem pode avaliar. Mas, enfim.. vamos dar uma volta pela festa ?"
- "Sim, vamos, por que não ?"

Nos levantamos e eu vi aquele homem espetacular de pé pela primeira vez.. ele era uma tentação. Devia ter 1,85cm mais ou menos e era forte.

- "Você já conhecia essa casa de festas ?" - Thiago me perguntou
- "Não, não.. nunca vim aqui..."
- "Ah.. esse lugar é enorme, já vim aqui algumas vezes, festa de casamento já é a terceira..kkkk.. gosta de futebol ?"
- "Sim, gosto muito"
- "Vou te mostrar o campo deles. É muito legal"

E assim, fomos caminhando pelo local. Na verdade, mais do que uma simples casa de festa, aquilo era um sítio. Havia uma casa principal, com salão de festas, piscinas (uma adulta e outra para crianças), churrasqueiras, sauna, quadras de tênis, futebol de salão, basquete e vôlei, um campo de futebol de grama, com medidas profissionais e uma imensa área verde.

Assim, fomos aos poucos nos afastando da área onde a festa rolava e eu comecei a desconfiar de que Thiago queria me mostrar mais do que o campo de futebol.

Ao chegarmos ao campo, mal ouvíamos o som da festa. Era razoavelmente distante do salão de festas.

- "Esse é o campo. Não é enorme ? Grama perfeita"

De fato, era grande. E àquela hora, escuro. Bem escuro. Andamos pelo campo e ele disse

- "Ali ficam os vestiários"

E foi andando na direção deles, me fazendo sinal para acompanha-lo.

Assim que chegamos eu comentei que não dava pra ver muita coisa porque estava escuro e perguntei onde poderia ficar o interruptor

- "Não.. pra que acender a luz ? No escuro tudo fica mais interessante e não precisamos chamar a atenção de ninguém..."
- "Não ?" - Perguntei me fazendo de besta
- "Não. O que eu quero te mostrar aqui não precisa de luz acesa.."

Nesse momento ele me puxou pelo braço pra dentro do vestiário e me botou dentro de um reservado próprio para deficientes, que era mais amplo, fechando a porta.

Ele então veio pra cima de mim e me apertou contra a parede, segurando meu pescoço e me sapecando um beijo daqueles.

Eu correspondi, claro. Estava cheio de tesão. Aquele negro maravilhoso havia mexido comigo desde que o vi. Sentia meu cu piscar.

Thiago beijava muito gostoso. Suas mãos grandes e fortes me seguravam com vigor. A mão esquerda em minha nuca, a direita me agarrava pelo braço.

Eu poderia passar a eternidade beijando aquele macho. Ele tinha um hálito fresco, muito gostoso. Sua lingua era ágil e explorava a minha boca.

Depois de alguns bons minutos beijando gostoso aque Deus negro, eu consegui, à duras penas, interromper aquele delicioso duelo travado pelas nossas línguas e disse

- "Vem cá.."

E puxei Thiago na direção do vaso sanitário. Vi que a tampa estava fechada e me sentei nela. Ele se aproximou e sem perder tempo, minhas mãos foram direto no cinto. O abri, desabotoei suas calças e ao botar a mão no zíper, já pude sentir o volume. Era descomunal.

Senti que meu cu piscava de tesão e me deu água na boca sentir aquele volume enorme nas mãos. Abri o ziper e abaixei suas calças, até a altura dos joelhos.

Levantei a cabeça e não pude conter um suspiro em perceber o tamanho daquela peça. Beijei seu membro ainda guardado na sua cueca. Pus minhas mãos em sua bunda e passei a beijar seu cacete por cima da única peça de roupa que me separava daquele colosso.

Olhei pra ele de baixo pra cima. Ele me pareceu ainda maior naquela posição. Agarrei a cueca com as minhas mãos e a abaixei de uma só vez, fazendo aquele caralho enorme saltar na minha cara.

Era imenso. Devia ter facilmente uns 20cm e era grosso. A glande era grande e muito perfeita. O saco era grande também, totalmente depilado. Eu não resisti e após alguns segundos admirando aquela ferramenta maravilhosa eu botei a cabeça na boca, chupei com gosto, passei a lingua e fui engolindo devagar.

Não consegui por nem metade na boca, mas isso não me impediu de mamar aquela tora. Mamei, me deleitando. Passava a lingua em toda a extensão do pau, mamava a cabeça, botava o maximo que podia na boca.

Explorei os culhões e eles eram deliciosos de chupar. Lisinhos. Botei uma bola na boca e punhetei devagar a pica.

Eu só conseguia gemer enquanto saboreava o membro colossal do Thiago

- "Humm humm.. "

Eu pensava que era muito bom poder chupar um pau de novo. Eu adoro mamar um cacete e dois anos sem era muito tempo de abstinência. Eu estava com fome e o pau dele era delicioso.

Ele respirava pesado e passava as mãos nos meus cabelos, até que, olhando pra ele, pedi que me fodesse a boca, como quem fode uma boceta

Ele segurou minha cabeça, com as suas mãos, eu abocanhei o membro e ele passou a ditar o seu ritmo.

Confesso que eu estava doido pra dar meu cu pra ele, mas ao mesmo tempo, estava rezando pra ele gozar na minha boca, porque eu não conseguia imaginar como aquilo ia entrar no meu rabo.

Thiago socava gostoso por alguns minutos e eu quase engasgava naquele cacetão, até que ele começou a respirar mais pesado. Eu acariciava seus testículos que só não batiam no meu queixo porque o pau era enorme e não cabia todo na minha boca

Então, de repente, ele o tirou abruptamente da minha boca e passou a esfrega-lo no meu rosto. Nessa hora eu pensei na Mônica. Como ia fazer pra disfarçar o cheiro de piroca na cara e o gosto de rola na boca quando ela me beijasse ? Mas o tesão era maior e eu adorei aquilo

Botei a lingua pra fora e Thiago batia com aquele pintão nela. Eu já estava muito excitado e, de repente, sem nenhum tipo de aviso, ele empurrou o cacete o mais que pode em minha boca e ejaculou.

Uma gozada forte, farta. Sêmen quente e grosso, delicioso. Fiz tudo que pude pra sorver toda aquela porra e consegui beber tudo. Que saudades de tomar leitinho que eu estava

Ele ficou com o pau cravado na minha boca um tempo. Eu chupava ele com força, sentindo suas mãos me descabelando.

Ficamos ali um tempo e o pau não amoleceu. Olhei pra ele e disse

- "Que saudades de uma rola grossa.. puta que pariu, que delicia..vem cá, que nós precisamos fazer esse cacete se acalmar..."

Me levantei, me virei de costas pra ele, abri meu cinto, desabotoei a calça, baixei o ziper. Tirei os sapatos e depois, tirei minha calça, botando-a sobre a tampa do vaso. Fiz a mesma coisa com a camisa e fiquei só de cueca.

Enquanto eu tirava a minha roupa eu ouvia Thiago fazer a mesma coisa. Ele pendurou as roupas na porta do reservado e veio se encostando em mim, completamente nu.

Que homem delicioso. Sua pele negra era um convite ao pecado, as mãos fortes, a pegada firme, uma boca gostosa de beijar e uma rola descomunal. Tudo que um passivo convicto feito eu, podia querer de um macho.

Quando eu senti aquele pau duro melado em minha bunda, me arrepiei todo e senti minhas pernas bambas.

Foi a vez dele abaixar minha cueca, colocando-a na altura dos joelhos. Com movimentos ágeis eu acabei de me livrar da peça, deixando que caísse no chão.

Ele então, pegou minha perna direita e a levantou, fazendo com que eu apoiasse o pé na tampa do vaso. Tive cuidado para não pisar nas minhas roupas e me apoiei com as mãos na parede, empinando minha bunda o máximo que eu podia.

Senti quando a saliva dele molhou meu cu. Thiago cuspiu nele e na mão, esfregando a saliva no seu pau.

Eu mal podia esperar pra sentir a sensação de ter aquele picolé de carne grossa desbravando minhas entranhas. Eu estava louco pra ser enrabado. Dois anos praticamente sem sentir uma rola dura dentro de mim, eu estava ansioso.

Thiago ajeitou a cabeça do pau na portinha do meu cu e eu me empinei todo. Ele cuspiu de novo e pôs a mão direita no meu ombro. Senti ele forçar e percebi que a tarefa seria complicada.

Gemi e deixei escapar um "aii". Ele então, se agachou e passou a lamber meu cuzinho. Que delícia. Eu rebolava na lingua dele. Ficou me lambendo por alguns minutos e ele pôs um dedo em mim.

Eu gemi de novo, mas dessa vez, de tesão.. seu dedo foi entando e foi fundo no meu reto. Eu o sentia lá dentro e aquilo estava bom demais. Ele passou a foder meu cuzinho, fazendo um vai e vem com o dedo, que me deixou louco. Eu não aguentei e comecei a pedir pica

- "Bota essa piroca em mim. Vem me comer"

Thiago tirou seu dedo lentamente do meu rabo e, se levantando, se posicionou atrás de mim.Bateu o pau na minha bunda três vezes e roçou no meu cu antes de apontar a cabeça e forçar a penetração.

A cabeça passou e eu fechei os olhos.. ele começou a empurrar e eu senti dor. O.pau era grosso, mas eu estava decidido a levar tudinho, até as bolas. Não emiti mais nem um gemido sequer. Sofri calado.

A pica foi abrindo caminho e eu sentia minhas pregas indo embora. Ainda que estivesse doendo, eu não queria que ele parasse, muito menos que tirasse. Eu queria ele todo fundo, no meu cu.

Aqueles talvez 20cm levaram a eternidade para entrar. Parecia que Thiago estava empurrando 20km de pica em mim. Mas para a minha felicidade e orgulho, eu aguentei ele até o talo.

Quando ele entrou todo, Thiago me pegou firme pelos quadris. Aí então eu pedi que ele ficasse assim, parado dentro de mim por alguns instantes, para que meu ânus pudesse se acostumar com toda aquela carne dentro dele.

Quando eu senti menos desconforto, dei o sinal pra que ele se movimentasse e ele passou a entrar e sair. Inicialmente, fazendo movimentos curtos, já que esta todo socado em mim.

Aos poucos, Thiago foi ampliando os movimentos, de tal forna que mais do seu pau saía de mim e depois era empurrado de volta.

Eu gemia baixinho, sendo macetado sem dó, à medida que o vai e vem foi ficando mais rapido.

Thiago não dizia nada. Me comia sem pena e calado. O unico som que se ouvia era dos meus gemidos e o barulho das nossas carnes se chocando, cada vez que ele metia o membro em mim

Eu estava adorando ser fodido de novo. Depois de 2 anos, eu precisava de piru e não havia me dado conta de quanto aquilo me fazia falta, até aquele momento.

Comecei a temer que algum funcionário entrasse naquele vestiário e nos pegasse, mas ao mesmo tempo, eu não queria que aquela enrabada acabasse.

Era muito bom me sentir fêmea de novo, levando uma comida de cu tão gostosa. Thiago era uma delicia de homem.

Ele passou a meter com força e meu rabo pegava fogo. Eu olhei pra trás e pedi que ele castigasse

- "Assim, soca, soca no meu cu... vai, mete"

Thiago não disse nada, apenas passou a me comer com muita força. Eu tirei a mão esquerda da parede e passei a me masturbar com força, sentindo os solavancos que ele me dava, toda vez que dmpurrava aquele pauzão grosso em mim.

Ele meteu, meteu, meteu sem dó e eu queria mais

- "me fode, me fode..."

O ritmo já estava alucinado e ele socava tudo em mim até as bolas. Eu rebolava e gemia, punhetando furiosamente meu pau, sentindo um prazer incrível em estar servindo aquele macho espetacular.

Eu estava amando cada estocada firme que ele me dava. O ritmo estava tão forte que seu pau chegou a sair duas vezes e dle empurrou tudo prs dentro de volta, metendo até o talo e depois voltando a me foder.

De repente, sem anunciar, Thiago cravou o pau inteiro e eu percebi que ele ia gozar. Comecei a rebolar no pau dele. Em poucos segundos ele passou a me rechear com o seu leite grosso e quente.

Nessa hora eu também gozei e por sorte eu não sujei minhas roupas. Foi por pouco. Gozei muito gostoso. Senti minhas pernas ficarem bambas.

Fazia dois anos que eu não sabia o que era ser galado assim. Eu adoro que gozem dentro de mim. É uma sensação indescritivelmente boa.

Thiago ficou um tempo cravado no meu rabo. Até que começou a retirar seu pau lentamente. Eu estava feliz. Dois anos se passaram, mas eu não havia esquecido como fazer um macho gozar.

Quando ele tirou tudo, seu pau estava semi mole. Eu me virei e ajoelhei à frente dele. Tomei seu membro em minhas mãos e fui engolindo. Chupando sua pica lentamente. Thiago me pegou pelos cabelos, jogou a cabeça pra trás e suspirou fundo.

Mamei aquela rola toda, lambi seus ovos e antes me levantar, chupei a cabeça bem gostoso. Fiquei de pé e sorri pra ele. Ele sorriu de volta.

Me virei e peguei papel higiênico. Me limpei o melhor que pude. A porra escorria pela minha perna. Deu um certo trabalho me limpar no escuro. Me vesti, Thiago também e saimos do vestiário com cuidado, nos certificando de que não tinhamos sido vistos por ninguém.

Quando chegamos na mesa, Mônica e a esposa de Thiago, que chamarei de Lucia conversavam. Havia um copo de Chopp gelado e cheio em cima da mesa e eu peguei e o entornei de uma vez.

Lucia falou para Thiago

- "Onde você se meteu ? Te procurei por toda parte"

E Mônica

- "Eu também fiquei te caçando. Você estava onde ?"
- "Ah...o Thiago aqui e eu começamos a conversar e aí ele me disse que já tinha vindo aqui outras vezes e ele saiu comigonpor aí me mostrando tudo"
- "Sim, mas já tem uma hora que eu eatava te procurandom Desisti e vim sentar. E tu me aparece do nada e ainda toma meu chopp todo"

Todos rimos

- "Provavelnente nós nos desencontramos. Foi só isso" - Disse Thiago.
- "Serviu para nós nos conhecermos não é ?" - Disse Lucia olhando para Mônica.
- "Sim, serviu sim. Foi ótimo te conhecer" - respondeu Mônica.

Nós nos sentamos e prosseguimos nossas conversas. E assim, ficamos amigos, eu e Mônica, Lucia e Thiago.

Mal sabiam as duas o quão íntimos nós dois já estávamos.

Mais tarde, já em casa, Mônica comentou que Lucia tinha deixado nela uma impressão muito forte. Ela tinha gostado muito dela e chegou a dizer que pela primeira vez na vida, tinha sentido uma "coisa estranha" em relação a outra mulher.

Aquilo já me acendeu uma luzinha e eu perguntei o que ela queria dizer com isso e ela me disse que achou Lucia sedutora, que teve a impressão mesmo de que ela a estaca tentando seduzir, mas que ela, ao invés de se incomodar, se sentiu bem.

Pensei com os meus botões "tomara que isso vá pra frente"

A amizade dos casais realmente se estreitou nos meses subsequentes. Especialmente a minha amizade com Thiago. Mas essas são outras histórias.


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Comentários


foto perfil usuario msp3744

msp3744 Comentou em 29/12/2025

Delicia hein

foto perfil usuario brumascas

brumascas Comentou em 29/12/2025

Delicia de conta. Conta mais o que rolou, tô curioso

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ksn57 Comentou em 29/12/2025

Votado ! Delicia de encontro, tb gosto !




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bipassivocarioca55

Nome do conto:
Banheiro de festa

Codigo do conto:
250505

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/12/2025

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
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