Esposa puta, macho alfa, corninho viadinho

Ana e Alberto passaram a se encontrar com frequência e ela não fazia nenhuma questão de me esconder as corneadas. Desde que ocorreu a primeira transa entre eles, os pombinhos se encontraram um monte de vezes, sempre indo a motéis diferentes.

Tudo o que eu ganhava eram fotos, videos e, no máximo, ela me trazia a calcinha toda gozada pra eu cheirar e bater uma punheta.

Ana se divertia muito com tudo aquilo. Era tudo consentido, tudo programado, mas havia um elemento de submissão da minha parte que ela adorava. E eu também. Eu tinha muito tesão na humilhação.

Um dia, Ana veio me avisar que no fim de semana ela iria sair com Alberto. Iam passar a noite de sexta no Motel e que voltaria pra casa no sábado, como acontecia na maioria das vezes. Só que eu fiz um pedido

- "Vocês bem que podiam vir pra cá, ao invés de irem pra um motel"
- "Eu quero dormir com ele, Gilson. Quero dar a noite toda e depois dormir com ele. Nós vamos pra um motel"
- "Pôxa, mas eu queria muito ver de perto vocês fodendo"
- "Te mando videos e fotos e você bate a sua punheta numa boa. No sábado, quando eu chegar eu prometo que deixo você me comer... se eu estiver disposta"
- "E se ele dormisse aqui na nossa cama com você ?"
- "E você iria dormir aonde ?"
- "Ué !? Como assim aonde ? No quarto de hóspedes"
- "Isso tudo é vontade de ver outro macho me comer ao vivo e à cores ?"
- "É... vocês só saem pra motéis.. só vieram aqui ums vez.. foi tão bom, ou não foi ?"
- "Foi bom, sim. É que eu prefiro estar sozinha com ele. Você sabe que eu sou assim, enquanto não passei a dar sozinha pro Alex eu não sosseguei a buceta. Eu gosto assim, eu e o macho. Me dá mais tesão assim. Saber que você sabe que está tomando chifre e está em casa batendo punheta."
- "Tá, tudo bem, mas pelo menos de vez em quando você podia deixar eu ver de perto...não custa"
- "Ai ai.. corno, você às vezes é chaatoo... vou pensar no seu caso..."

Isso foi numa quarta feira. Ela foi trabalhar no dia seguinte e eu também. No decorrer do dia ela me ligou pra dizer que ia se encontrar com o Alberto para tomar um chopp e dar uns beijos na boca, mas que não ia foder com ele naquela noite, iria voltar pra casa mais tarde apenas.

Eu trabalhei o resto do dia tentando evitar uma ereção, imaginando minha mulher no bar com o macho alfa, bebendo chopp e beijando na boca, namorando o amante.

Naquela mesma noite, mais tarde, por volte de 15 para meia noite, ouço barulho de chave no portão. Era ela, que chegava da rua. Eu chamei por ela e ela não respondeu, mas eu ouvia seus passos descendo as escadas

Ela apareceu na porta da sala, linda. Cabelos longos e loiros, soltos, usando um vestido colorido, claramente sem sutiã, sandálias de salto que valorizavam seus pés perfeitos..uma Deusa.

Ana tirou as sandálias e entrou, sem dizer nada. Se aproximou e sentou no neu colo para me beijar, enroscando os seus braços no meu pescoço. Na hora eu até estranhei...então ela colou a boca na minha e me beijou....

Ana simplesmente encheu minha boca com o sêmen do amante. Eu tomei um susto, mas ela não permitiu que eu descolasse a minha boca da dela, me segurando firme pela nuca e enfiando a lingua fundo...eu senti toda aquela porra misturada às nossas salivas..senti escorrer pelo meu queixo..em poucos segundos o meu susto inicial passou e o tesão tomou conta

Eu também a peguei pela nuca e retribuí o beijo. Nossas linguas se enrolavam e duelavam freneticamente. Nós dois ali gemendo baixinho, num beijo cada vez mais intenso e melado de porra do macho comedor da minha esposinha.

Depois de um bom tempo ali, ela me falou entre beijinhos e lambidas

- "Gostou, corno ? Tava mamando meu macho no carro aqui na porta de casa. Ele quis gozar na minha boca pra eu te dar o leite dele...mandou dizer que no sábado ele vai me foder na nossa cama e vai me esculachar na tua frente..."
- "Adorei..."

Ana riu...

- "Ai ai.. é muito corninho mesmo.. vou falar pro Alberto que você adorou me beijar com a porra dele na boca..."
- "Pode falar..."
- "Eu sei que eu posso, corno. Você não me diz o que eu posso ou não posso...corninho"
- "Eu sei, amor..."

Ela riu mais...

- "Vem pro quarto que eu tô com tesão, vê se me faz gozar e faz algo útil"
- "Vou sim, amor"

Ana se levantou do meu colo e caminhou na minha frente, me deixando sentado no sofá... eu me levantei e fui atrás dela. Ela estava tirando o vestido. Se deitou na cama e tirou a calcinha, abrindo as pernas e os labios da xoxota com os dedos...

- "Vem me chupar, me faz gozar"

Eu a obedeci. Me deitei de bruços em frente à ela com a cabeça entre suas pernas e enfiei a cara naquela boceta maravilhosa, lisinha, rosa e perfeita da minha mulher.

Ela estava já toda melada, com certeza por causa das putarias que deveria ter feito no carro, com Alberto. Eu a chupei gostoso, lambendo seu clitóris e enfiando dois dedos naquela xoxota maravilhosa que eu amava.

Ela não demorou a começar a acelerar a respiração e logo estava esfregando a xota minha cara, me segurando pelos cabelos...

Entre uma línguada e outra naquele grelo perfeito eu perguntei se estava gostoso

- "Ai corno, cala a boca que eu tô pensando no meu macho, chupa calado"

Eu fiquei doido de tesão e intensifiquei ainda mais a chupada, enfiando a lingua na xoxota, sugando o grelo, pressionando o cuzinho dela com o dedão da mão direita...até que ela gozou na minha boca, se contorcendo e chamando o nome do comedor baixinho...

Ali eu não aguentei mais. Tirei minha bermuda e colocando as pernas dela nos meus ombros eu a penetrei fundo.

Ela arqueou o corpo. Os bicos dos seios durinhos denunciavam o grau de excitação dela. Eu pus o dedão do pé direito de Ana na boca e comecei a socar a pica com força, no fundo da xoxota da minha mulher, que àquela altura, gemia mais alto e pedia que eu a fodesse.

- "Vai corno, mete com força na minha boceta, me fode...isso.."

Eu socava o mais rapido que eu podia e pedi pra ela me xingar de corno, o que ela fez com gosto...ela me olhou nos olhos, com expressão de absoluto prazer e, entre os dentes, me chamou de "corno frouxo"

Foi a senha...eu a inundei de porra quente e, no terceiro jato de leite ela gozou de novo.

Eu deixei meu corpo cair sobre o dela devagar e ela me abraçou com as pernas. Eu pus minhas mãos.por baixo dela e a segurei pelos ombros. A beijei na boca e ainda com meu pau dentro, tornei a socar devagar, um vai e vem bem lento, enquanto nossas linguas dançavam coladas uma à outra.

Aos poucos fui parando de me mexer. A porra escorria para o lençol. Meu pau foi ficando mole e saiu sozinho da xoxota da Ana. Paramos de nos beijar e eu a olhei nos olhos

- "Eu amo você demais..."
- "Também te amo"
- Você é perfeita.. tão linda...tão gostosa...tão safada..."

Ela riu..

Eu saí de cima dela e rolei pro seu lado na cama. Ela me olhou, riu de novo

- "Se aproveitou, né ? Te chamei pra você me chupar e me fazer gozar e você, bem espertinho, me comeu"
- "Você não gostou ?"
- "Gostei sim, corninho.. mas pensei no Alberto o tempo todo"
- "Tudo bem. Não tem problema, eu só queria te dar prazer"
- "Eu sei... você é um corninho dedicado. .

E riu, se levantando para ir ao banheiro. Ela entrou, fechou a porta e passou o trinco. Eu fiquei na cama, todo suado, com o pau todo melado e pensando em tudo aquilo. Eu percebi o quanto eu havia incorporado esse papel de marido corno manso e o quão à sério estávamos levando esse relacionamento "cuckold".

Ana deve ter ficado uns bons 40 minutos naquele banheiro. Ela saiu só de roupão e chinelos e foi direto pra cozinha. Me levantei e fui pro chuveiro.

Ao sair do banho, encontrei Ana esquentando comida e ela me perguntou se eu havia jantado. Disse que não e que estava com fome. Ela botou um prato pra ela e um pra mim e fomos pra mesa.

Durante a janta conversamos

- "Você falou pra ele que eu tinha te pedido pra ver vocês trepando aqui em casa de novo ?"
- "Um hum.."
- "E ele ?"
- "Ele riu. Falou que você era muito manso mesmo e que, por ele, se era isso que você queria, ele ia te dar"
- "Hum.. e você ?"
- "Ué ?! Eu concordei porque se pra ele ta tudo bem, então, ok. Mas é o que eu te falei, eu gosto de sair sozinha com ele, então não fica achando que isso vai ser toda hora..."
- "Tá bem... tudo bem...eu só queria saber porque você gosta tanto de sair sozinha com ele"
- "Não só com ele. Eu també adorava ficar sozinha com o Alex e se eu arrumar outro eu também vou preferir sair só com esse outro"
- "Mas tem um motivo especifico ?"
- "Ai ai.. você quer mesmo saber ?"
- "Tenho curiosidade"
- "É, você é do tipo corno curioso mesmo... eu prefiro sair sozinha, Gilson, porque quando eu saio só com os caras eu me sinto uma completa vagabunda. Me sinto uma puta safada. Eu sei que você consente da mesma forma,.mas quando eu estou só com os caras, eu fantasio que estou te enganando. Que estou te fazendo de trouxa.. me sinto uma vadia e isso.me dá um tesão do caralho. Mesmo sabendo, que na verdade, você sabe que eu estou com outro e que, portanto, à rigor, eu não esteja te enganando. É isso, eu curto a fantasia de estar te cornenando sem você saber e me sinto uma tremenda vagabunda. Isso me dá prazer"
- "Entendi..agora eu entendi..."

Meu pau duro embaixo da mesa...mas eu não disse mais nada. Apenas guardei a informação pra mim

- "E você ? Gostou do presentinho que o Alberto me mandou te entregar ?"
- "Gostei sim..foi muito gostoso...eu não esperava"

Ela riu alto...

- "Gostou, né ? Já é a segunda vez que tu toma o leite dele... primeiro, aquele dia aqui na sala, tomou da minha boceta. Hoje, tomou da minha boca... ta faltando tomar direto da rola dele..."

E ria se divertindo...

Acabamos de jantar, fomos pra cama, conversamos sobre assuntos de família, trabalho e depois fomos dormir.

Acordei de madrugada e fui à cozinha. Abri uma lata de cerveja e fui pro quintal. Me sentei lá e fiquei bebendo e pensando em tudo aquilo, principalmente no que Ana havia me dito sobre estar sozinha com outros homens.

Aos poucos, fui tendo uma bela ereção e logo meu pau estava duro feito pedra. Me lembrei do beijo que ela me deu, lambuzado de porra do Alberto. Eu bebi o que restava da cerveja e entrei.

Fui ao banheiro e me tranquei. Sentei no vaso e bati uma punheta furiosa pensando nas palavras de Ana - "...Só está faltando tomar direto da rola dele" - e imaginava o Alberto tirando o pau do cu dela e gozando na minha boca... tive um orgasmo intenso em menos de 5 minutos. Fiquei um tenpo ainda me recobrando daquela gozada. Me limpei e fui pra sala.

Me sentei no sofá e fiquei ali pensando que eu queria muito que aquilo acontecesse. Somente lá pras 4 e meia da manhã voltei pra cama.

Às 06h:30min o despertador tocou. Acordamos. Tomamos um banho juntos pra não perdermos muito tempo, tomamos café, nos vestimos e saímos para trabalhar. Cada um pro seu lado.

Passei aquela quinta feira no trabalho lutando contra o sono e contra os pensamentos mais devassos possíveis, desejando que as horas passassem logo.

Naquela noite, em casa, Ana ficou um bom tempo no celular com Alberto. Eu via os risinhos e notei como ela falava aos sussurros com ele. Muitas vezes se afastava de mim, para que eu não pudesse ouvir claramente a conversa. Ela chegou a ir para o quintal para falar sem que eu pudesse ouvir o papo.

Quando desligou, entrou em casa e o sorriso nâo lhe saía do rosto.. perguntei porque a felicidade e ela me respondeu

- "Ah meu amor... você vai ver amanhã os motivos..."

Aquilo era quase uma ameaça, mas eu não fiquei com medo algum, pelo contrário, fiquei ainda mais ansioso.

Naquela noite eu custei a dormir.

E a sexta feira chegou. Ana acordou disposta, com uma cara de quem já tinha acordado pronta pro crime. Eu a observava se arrumando para trabalhar. Ela estava radiante. Sabia o que a aguardava dentro de algumas horas.

Saiu linda e perfumada. Escolheu uma calça que realçava sua bunda magnífica e botou uma blusinha com um decote discreto, sem sutiã. A calcinha escolhida por ela era uma das menores que ela tinha, preta, de rendinha, minuscula. Deixava pouco à imaginação. Completou com uma sandália com salto, tipo plataforma. Botou um batom vermelho pra combinar com as unhas e foi trabalhar, pronta para virar todos os pescoços, de casa até o escritório.

Eu também saí e fui pro meu trabalho. Naquele dia eu tinha que ir à Niterói. Antes que nós tomássemos, cada um o seu rumo, eu perguntei se ela queria que eu a pegasse na volta e ela me respondeu, primeiro com uma risada...

- "kkkkkk.. ai ai corno, eu venho pra casa com o meu macho. Ele vai me pegar lá no trabalho e nós vamos vir juntos pra cá. Você já vai estar ganhando chifres antes mesmo da gente chegar aqui...que ideia essa a sua...kkk..."

E se era pra eu começar a tomar chifres logo, tanto melhor. Eu mal podia esperar.

Terminei meus afazeres no trabalho por volta das 17h e corri de volta pra casa. Eu havia passado o dia inteiro contando as horas e me apressei para chegar o quanto antes em casa

Consegui chegar pouco antes das 19h e Ana me ligou quando eu mal tinha aberto a porta de casa. Quando atendi, imediatamente ouvi música e um falatório

- "Oi, já está em casa ?"
- "Ana ? Onde você está ? Que falatório é esse ?"
- "Estou num bar com o Alberto. Tô aqui desde às 18h20min. Já beijei muito na boca, corno"
- "Vocês ainda vão demorar aí ?"
- "Não sei. Não estamos com a menor pressa. Tem comida na geladeira se você quiser. Mais tarde estaremos aí. Agora vou desligar que o meu macho quer me.beijar"
- "Ta bem.. eu espero"
- "Kkkkk... ai ai corno...só você mesmo...pera aí que o Alberto quer te falar uma coisa..."
- "Corno ?"
- "Oi...pode falar"
- "Fica calmo que eu estou cuidando muito bem da tua mulher. Ela está uma delícia...já beijei muito a boca dessa gostosa hoje e quando a gente chegar aí, eu vou esculachar com ela na tua frente.. fica calminho aí...."
- "Ta bem, estou esperando"
- "E bota cerveja no freezer que hoje eu to com sede..."
- "Ta bem.."

Alberto passou o celular de volta pra Ana que atendeu rindo...

- "To gostando de ver como você está cada dia mais obediente. Até mais tarde, corno"

Ana desligou e eu pude perceber que meu pau estava duro como uma rocha. Ser humilhado daquele jeito era excitante demais.

Fui até a cozinha e olhei o freezer. Vi que talvez fosse melhor comprar mais cerveja. Troquei de roupa, afinal eu tinha acabado de entrar em casa vindo do trabalho e fui até ao bar da esquina.

Voltei com 3 packs de latas e botei tudo no freezer. Procurei algo pra comer. Jantei e fiquei aguardando.

A hora foi passando. 20, 21, 22h e nada deles. Eu estava morto de ansiedade, imaginando minha mulher entregue ao Alberto numa mesa de bar enquanto eu estava ali, impotente, sem poder fazer nada... totalmente submisso à situação.

23h:15min... escuto barulho no portão. Meu coração acelerou. Senti meu sangue ferver nas veias e engoli seco... meu pau deu sinal de vida quando ouvi a voz de Ana...

Passos na escada...os dois estavam descendo. Eu sentado no sofá, nervoso e cheio de tesão...eles passam em frente à janela da sala..Estavam abraçados, Ana com o braço enroscado no pescoço do amante. Alberto com o braçp por trás das costas dela, provavelmente com a mão naquela bunda espetacular da minha esposa.

Os dois aparecem na porta da sala e me encontram sentado no sofá. A primeira coisa que o Alberto diz

- "Cadê minha cerveja , corno ?

Ele simplesmente não.me respeitava minimamente. Ana menos ainda.. ela riu quando ele disse isso. Ela sabia que a humilhação era o que me deixava com mais tesão

- "Vou pegar"
- "Anda logo que eu estou com sede"

Fui até a cozinha, peguei uma cerveja pra cada um e voltei pra sala. Ao entrar no cômodo, vi Ana e Alberto se beijando. Ele tinha as duas mãos cravadas na bunda da minha mulher e ela estava pendurada no pescoço dele.

Não sabia se deixava os dois ali ou os interrompia pra lhes dar a cerveja. Pus as bebidas em cima da mesa e me sentei para assitir.

O beijo dos dois era suave, lento. Suas linguas se enroscavam e Alberto subiu uma das mãos e apertou o seio esquerdo da minha mulher.

Sem parar de beijar o amante, Ana se desvencilhou das alças da blusinha e Alberto, agarrando a peça pela gola, abaixou-a, expondo os peitos fartos de mamilos rosas da minha esposa.

Ele então apertou o seio direito de Ana e o pôs na boca, sugando o mamilo com força, fazendo minha mulher jogar a cabeça pra trás e gemer...

Ana procurou a fivela do cinto de Alberto e o abriu. Desabotoou a calça e abriu o zíper. Alberto seguia chupando o peito dela e eu olhava vidrado.

Ela pôs a mão dentro da calça de Alberto e agarrou o seu pau. Ele tornou a beija-la e, enquanto a beijava, abaixou um pouco a calça. Ana botou o pau dele pra fora da cueca e começou a masturba-lo devagar.

Alberto segurou minha mulher pelos cabelos, e disse em tom autoritário

- "Mama minha pica, sua putinha safada"

Ana nem pestanejou. Se ajoelhou e abocanhou a rola do macho com uma fome que parecia que estava há anos sem sexo...Alberto seguia a segurando pelos cabelos e fazia o movimento de vai e vem na boca da minha mulher.

Ana, sem parar de mamar, abaixou a calça e a cueca dele. Alberto tirou ou sapatos e ela, então, interrompeu o boquete por alguns segundos, para acabar de tirar a calça dele, deixando-o nu, da cintura.pra baixo.

Alberto soltou os cabelos dela e tirou a camisa, ficando então, completamente pelado. Ana se levantou e também se despiu. Agora os dois estavam nus ali na minha sala. Era tudo que eu queria...

Ana sentou no sofá pero de mim e puxou Alberto para perto dela, pegandp seu pau e botando o mais que podia na boca. Ela o chupava vigorosamente, fazendo o vai e vem com a cabeça. Alberto gemia.

Eu olhava tudo absolutamente hipnotizado e com os olhos esbulgalhados, para não perder nenhum segundo. Eu mal piscava.

- "Me dá essa cerveja, corno" - Disse Alberto de repente, me acordando do transe em que eu estava. Peguei a garrafa e dei na mão dele. Me senti completamente submisso naquela hora. Minha esposa ali, chupando a pica do cara e eu servindo cerveja a ele, totalmente subserviente.

Me afastei um pouco e observei maravilhado a cena. Minha mulher nua, sentada no sofá, com a pica do Alberto na boca, os cabelos loiros e longos soltos, quase encobrindo a cena.

- "Isso.. chupa gostoso esse pau.."
- "um hum"

Ana não tirava o membro dele da boca nem pra responder...só gemia...

Então Alberto olhou pra mim e disse

- "Ajoelha aqui e olha bem de perto a tua mulher com a minha rola na boca, corno. Não queria ver ? Então vem ver de perto como eu faço tua mulher de puta..vem ver ela engasgar na minha pica"

Nessa hora Ana tirou o pau da boca e sorriu olhando pro amante que passou a bater com o pau no rosto dela.

- "Vem cá., corno" - Disse Ana, botando a lingua pra fora para que Alberto batesse nela com a rola.

Eu me aproximei... me ajoelhei ao lado dele e Ana abocanhou o membro duro do amante de novo. Ela passou a mamar olhando no meu olho.

Eu então, movido pelo tesão, me aproximei de Ana e comecei a beija-la no pescoço e a falar putarias no ouvido. Eu a chama de puta, safada e a incentivava a chupar o pau do Alberto

Ana parou de chupar e me deu um beijo na boca daqueles..babado, com gosto do cacete do macho. Aquilo me excitou demais. Ela parou de me beijar e voltou a chupar a pica dura à sua frente.

Eu Ana e Alberto passaram a se encontrar com frequência e ela não fazia nenhuma questão de me esconder as corneadas. Desde que ocorreu a primeira transa entre eles, os pombinhos se encontraram um monte de vezes, sempre indo a motéis diferentes.

Tudo o que eu ganhava eram fotos, videos e, no máximo, ela me trazia a calcinha toda gozada pra eu cheirar e bater uma punheta.

Ana se divertia muito com tudo aquilo. Era tudo consentido, tudo programado, mas havia um elemento de submissão da minha parte que ela adorava. E eu também. Eu tinha muito tesão na humilhação.

Um dia, Ana veio me avisar que no fim de semana ela iria sair com Alberto. Iam passar a noite de sexta no Motel e que voltaria pra casa no sábado, como acontecia na maioria das vezes. Só que eu fiz um pedido

- "Vocês bem que podiam vir pra cá, ao invés de irem pra um motel"
- "Eu quero dormir com ele, Gilson. Quero dar a noite toda e depois dormir com ele. Nós vamos pra um motel"
- "Pôxa, mas eu queria muito ver de perto vocês fodendo"
- "Te mando videos e fotos e você bate a sua punheta numa boa. No sábado, quando eu chegar eu prometo que deixo você me comer... se eu estiver disposta"
- "E se ele dormisse aqui na nossa cama com você ?"
- "E você iria dormir aonde ?"
- "Ué !? Como assim aonde ? No quarto de hóspedes"
- "Isso tudo é vontade de ver outro macho me comer ao vivo e à cores ?"
- "É... vocês só saem pra motéis.. só vieram aqui ums vez.. foi tão bom, ou não foi ?"
- "Foi bom, sim. É que eu prefiro estar sozinha com ele. Você sabe que eu sou assim, enquanto não passei a dar sozinha pro Alex eu não sosseguei a buceta. Eu gosto assim, eu e o macho. Me dá mais tesão assim. Saber que você sabe que está tomando chifre e está em casa batendo punheta."
- "Tá, tudo bem, mas pelo menos de vez em quando você podia deixar eu ver de perto...não custa"
- "Ai ai.. corno, você às vezes é chaatoo... vou pensar no seu caso..."

Isso foi numa quarta feira. Ela foi trabalhar no dia seguinte e eu também. No decorrer do dia ela me ligou pra dizer que ia se encontrar com o Alberto para tomar um chopp e dar uns beijos na boca, mas que não ia foder com ele naquela noite, iria voltar pra casa mais tarde apenas.

Eu trabalhei o resto do dia tentando evitar uma ereção, imaginando minha mulher no bar com o macho alfa, bebendo chopp e beijando na boca, namorando o amante.

Naquela mesma noite, mais tarde, por volte de 15 para meia noite, ouço barulho de chave no portão. Era ela, que chegava da rua. Eu chamei por ela e ela não respondeu, mas eu ouvia seus passos descendo as escadas

Ela apareceu na porta da sala, linda. Cabelos longos e loiros, soltos, usando um vestido colorido, claramente sem sutiã, sandálias de salto que valorizavam seus pés perfeitos..uma Deusa.

Ana tirou as sandálias e entrou, sem dizer nada. Se aproximou e sentou no neu colo para me beijar, enroscando os seus braços no meu pescoço. Na hora eu até estranhei...então ela colou a boca na minha e me beijou....

Ana simplesmente encheu minha boca com o sêmen do amante. Eu tomei um susto, mas ela não permitiu que eu descolasse a minha boca da dela, me segurando firme pela nuca e enfiando a lingua fundo...eu senti toda aquela porra misturada às nossas salivas..senti escorrer pelo meu queixo..em poucos segundos o meu susto inicial passou e o tesão tomou conta

Eu também a peguei pela nuca e retribuí o beijo. Nossas linguas se enrolavam e duelavam freneticamente. Nós dois ali gemendo baixinho, num beijo cada vez mais intenso e melado de porra do macho comedor da minha esposinha.

Depois de um bom tempo ali, ela me falou entre beijinhos e lambidas

- "Gostou, corno ? Tava mamando meu macho no carro aqui na porta de casa. Ele quis gozar na minha boca pra eu te dar o leite dele...mandou dizer que no sábado ele vai me foder na nossa cama e vai me esculachar na tua frente..."
- "Adorei..."

Ana riu...

- "Ai ai.. é muito corninho mesmo.. vou falar pro Alberto que você adorou me beijar com a porra dele na boca..."
- "Pode falar..."
- "Eu sei que eu posso, corno. Você não me diz o que eu posso ou não posso...corninho"
- "Eu sei, amor..."

Ela riu mais...

- "Vem pro quarto que eu tô com tesão, vê se me faz gozar e faz algo útil"
- "Vou sim, amor"

Ana se levantou do meu colo e caminhou na minha frente, me deixando sentado no sofá... eu me levantei e fui atrás dela. Ela estava tirando o vestido. Se deitou na cama e tirou a calcinha, abrindo as pernas e os labios da xoxota com os dedos...

- "Vem me chupar, me faz gozar"

Eu a obedeci. Me deitei de bruços em frente à ela com a cabeça entre suas pernas e enfiei a cara naquela boceta maravilhosa, lisinha, rosa e perfeita da minha mulher.

Ela estava já toda melada, com certeza por causa das putarias que deveria ter feito no carro, com Alberto. Eu a chupei gostoso, lambendo seu clitóris e enfiando dois dedos naquela xoxota maravilhosa que eu amava.

Ela não demorou a começar a acelerar a respiração e logo estava esfregando a xota minha cara, me segurando pelos cabelos...

Entre uma línguada e outra naquele grelo perfeito eu perguntei se estava gostoso

- "Ai corno, cala a boca que eu tô pensando no meu macho, chupa calado"

Eu fiquei doido de tesão e intensifiquei ainda mais a chupada, enfiando a lingua na xoxota, sugando o grelo, pressionando o cuzinho dela com o dedão da mão direita...até que ela gozou na minha boca, se contorcendo e chamando o nome do comedor baixinho...

Ali eu não aguentei mais. Tirei minha bermuda e colocando as pernas dela nos meus ombros eu a penetrei fundo.

Ela arqueou o corpo. Os bicos dos seios durinhos denunciavam o grau de excitação dela. Eu pus o dedão do pé direito de Ana na boca e comecei a socar a pica com força, no fundo da xoxota da minha mulher, que àquela altura, gemia mais alto e pedia que eu a fodesse.

- "Vai corno, mete com força na minha boceta, me fode...isso.."

Eu socava o mais rapido que eu podia e pedi pra ela me xingar de corno, o que ela fez com gosto...ela me olhou nos olhos, com expressão de absoluto prazer e, entre os dentes, me chamou de "corno frouxo"

Foi a senha...eu a inundei de porra quente e, no terceiro jato de leite ela gozou de novo.

Eu deixei meu corpo cair sobre o dela devagar e ela me abraçou com as pernas. Eu pus minhas mãos.por baixo dela e a segurei pelos ombros. A beijei na boca e ainda com meu pau dentro, tornei a socar devagar, um vai e vem bem lento, enquanto nossas linguas dançavam coladas uma à outra.

Aos poucos fui parando de me mexer. A porra escorria para o lençol. Meu pau foi ficando mole e saiu sozinho da xoxota da Ana. Paramos de nos beijar e eu a olhei nos olhos

- "Eu amo você demais..."
- "Também te amo"
- Você é perfeita.. tão linda...tão gostosa...tão safada..."

Ela riu..

Eu saí de cima dela e rolei pro seu lado na cama. Ela me olhou, riu de novo

- "Se aproveitou, né ? Te chamei pra você me chupar e me fazer gozar e você, bem espertinho, me comeu"
- "Você não gostou ?"
- "Gostei sim, corninho.. mas pensei no Alberto o tempo todo"
- "Tudo bem. Não tem problema, eu só queria te dar prazer"
- "Eu sei... você é um corninho dedicado. .

E riu, se levantando para ir ao banheiro. Ela entrou, fechou a porta e passou o trinco. Eu fiquei na cama, todo suado, com o pau todo melado e pensando em tudo aquilo. Eu percebi o quanto eu havia incorporado esse papel de marido corno manso e o quão à sério estávamos levando esse relacionamento "cuckold".

Ana deve ter ficado uns bons 40 minutos naquele banheiro. Ela saiu só de roupão e chinelos e foi direto pra cozinha. Me levantei e fui pro chuveiro.

Ao sair do banho, encontrei Ana esquentando comida e ela me perguntou se eu havia jantado. Disse que não e que estava com fome. Ela botou um prato pra ela e um pra mim e fomos pra mesa.

Durante a janta conversamos

- "Você falou pra ele que eu tinha te pedido pra ver vocês trepando aqui em casa de novo ?"
- "Um hum.."
- "E ele ?"
- "Ele riu. Falou que você era muito manso mesmo e que, por ele, se era isso que você queria, ele ia te dar"
- "Hum.. e você ?"
- "Ué ?! Eu concordei porque se pra ele ta tudo bem, então, ok. Mas é o que eu te falei, eu gosto de sair sozinha com ele, então não fica achando que isso vai ser toda hora..."
- "Tá bem... tudo bem...eu só queria saber porque você gosta tanto de sair sozinha com ele"
- "Não só com ele. Eu també adorava ficar sozinha com o Alex e se eu arrumar outro eu também vou preferir sair só com esse outro"
- "Mas tem um motivo especifico ?"
- "Ai ai.. você quer mesmo saber ?"
- "Tenho curiosidade"
- "É, você é do tipo corno curioso mesmo... eu prefiro sair sozinha, Gilson, porque quando eu saio só com os caras eu me sinto uma completa vagabunda. Me sinto uma puta safada. Eu sei que você consente da mesma forma,.mas quando eu estou só com os caras, eu fantasio que estou te enganando. Que estou te fazendo de trouxa.. me sinto uma vadia e isso.me dá um tesão do caralho. Mesmo sabendo, que na verdade, você sabe que eu estou com outro e que, portanto, à rigor, eu não esteja te enganando. É isso, eu curto a fantasia de estar te cornenando sem você saber e me sinto uma tremenda vagabunda. Isso me dá prazer"
- "Entendi..agora eu entendi..."

Meu pau duro embaixo da mesa...mas eu não disse mais nada. Apenas guardei a informação pra mim

- "E você ? Gostou do presentinho que o Alberto me mandou te entregar ?"
- "Gostei sim..foi muito gostoso...eu não esperava"

Ela riu alto...

- "Gostou, né ? Já é a segunda vez que tu toma o leite dele... primeiro, aquele dia aqui na sala, tomou da minha boceta. Hoje, tomou da minha boca... ta faltando tomar direto da rola dele..."

E ria se divertindo...

Acabamos de jantar, fomos pra cama, conversamos sobre assuntos de família, trabalho e depois fomos dormir.

Acordei de madrugada e fui à cozinha. Abri uma lata de cerveja e fui pro quintal. Me sentei lá e fiquei bebendo e pensando em tudo aquilo, principalmente no que Ana havia me dito sobre estar sozinha com outros homens.

Aos poucos, fui tendo uma bela ereção e logo meu pau estava duro feito pedra. Me lembrei do beijo que ela me deu, lambuzado de porra do Alberto. Eu bebi o que restava da cerveja e entrei.

Fui ao banheiro e me tranquei. Sentei no vaso e bati uma punheta furiosa pensando nas palavras de Ana - "...Só está faltando tomar direto da rola dele" - e imaginava o Alberto tirando o pau do cu dela e gozando na minha boca... tive um orgasmo intenso em menos de 5 minutos. Fiquei um tenpo ainda me recobrando daquela gozada. Me limpei e fui pra sala.

Me sentei no sofá e fiquei ali pensando que eu queria muito que aquilo acontecesse. Somente lá pras 4 e meia da manhã voltei pra cama.

Às 06h:30min o despertador tocou. Acordamos. Tomamos um banho juntos pra não perdermos muito tempo, tomamos café, nos vestimos e saímos para trabalhar. Cada um pro seu lado.

Passei aquela quinta feira no trabalho lutando contra o sono e contra os pensamentos mais devassos possíveis, desejando que as horas passassem logo.

Naquela noite, em casa, Ana ficou um bom tempo no celular com Alberto. Eu via os risinhos e notei como ela falava aos sussurros com ele. Muitas vezes se afastava de mim, para que eu não pudesse ouvir claramente a conversa. Ela chegou a ir para o quintal para falar sem que eu pudesse ouvir o papo.

Quando desligou, entrou em casa e o sorriso nâo lhe saía do rosto.. perguntei porque a felicidade e ela me respondeu

- "Ah meu amor... você vai ver amanhã os motivos..."

Aquilo era quase uma ameaça, mas eu não fiquei com medo algum, pelo contrário, fiquei ainda mais ansioso.

Naquela noite eu custei a dormir.

E a sexta feira chegou. Ana acordou disposta, com uma cara de quem já tinha acordado pronta pro crime. Eu a observava se arrumando para trabalhar. Ela estava radiante. Sabia o que a aguardava dentro de algumas horas.

Saiu linda e perfumada. Escolheu uma calça que realçava sua bunda magnífica e botou uma blusinha com um decote discreto, sem sutiã. A calcinha escolhida por ela era uma das menores que ela tinha, preta, de rendinha, minuscula. Deixava pouco à imaginação. Completou com uma sandália com salto, tipo plataforma. Botou um batom vermelho pra combinar com as unhas e foi trabalhar, pronta para virar todos os pescoços, de casa até o escritório.

Eu também saí e fui pro meu trabalho. Naquele dia eu tinha que ir à Niterói. Antes que nós tomássemos, cada um o seu rumo, eu perguntei se ela queria que eu a pegasse na volta e ela me respondeu, primeiro com uma risada...

- "kkkkkk.. ai ai corno, eu venho pra casa com o meu macho. Ele vai me pegar lá no trabalho e nós vamos vir juntos pra cá. Você já vai estar ganhando chifres antes mesmo da gente chegar aqui...que ideia essa a sua...kkk..."

E se era pra eu começar a tomar chifres logo, tanto melhor. Eu mal podia esperar.

Terminei meus afazeres no trabalho por volta das 17h e corri de volta pra casa. Eu havia passado o dia inteiro contando as horas e me apressei para chegar o quanto antes em casa

Consegui chegar pouco antes das 19h e Ana me ligou quando eu mal tinha aberto a porta de casa. Quando atendi, imediatamente ouvi música e um falatório

- "Oi, já está em casa ?"
- "Ana ? Onde você está ? Que falatório é esse ?"
- "Estou num bar com o Alberto. Tô aqui desde às 18h20min. Já beijei muito na boca, corno"
- "Vocês ainda vão demorar aí ?"
- "Não sei. Não estamos com a menor pressa. Tem comida na geladeira se você quiser. Mais tarde estaremos aí. Agora vou desligar que o meu macho quer me.beijar"
- "Ta bem.. eu espero"
- "Kkkkk... ai ai corno...só você mesmo...pera aí que o Alberto quer te fslar uma coisa..."
- "Corno ?"
- "Oi...pode falar"
- "Fica calmo que eu estou cuidando muito bem da tua mulher. Ela está uma delícia...já beijei muito a boca dessa gostosa hoje e quando a gente chegar aí, eu vou esculachar com ela na tua frente.. fica calminho aí...."
- "Ta bem, estou esperando"
- "E bota cerveja no freezer que hoje eu to com sede..."
- "Ta bem.."

Alberto passou o celular de volta pra Ana que atendeu rindo...

- "To gostando de ver como você está cada dia mais obediente. Até mais tarde, corno"

Ana desligou e eu pude perceber que meu pau estava duro como uma rocha. Ser humilhado daquele jeito era excitante demais.

Fui até a cozinha e olhei o freezer. Vi que talvez fosse melhor comprar mais cerveja. Troquei de roupa, afinal eu tinha acabado de entrar em casa vindo do trabalho e fui até ao bar da esquina.

Voltei com 3 packs de latas e botei tudo no freezer. Procurei algo pra comer. Jantei e fiquei aguardando.

A hora foi passando. 20, 21, 22h e nada deles. Eu estava morto de ansiedade, imaginando minha mulher entregue ao Alberto numa mesa de bar enquanto eu estava ali, impotente, sem poder fazer nada... totalmente submisso à situação.

23h:15min... escuto barulho no portão. Meu coração acelerou. Senti meu sangue ferver nas veias e engoli seco... meu pau deu sinal de vida quando ouvi a voz de Ana...

Passos na escada...os dois estavam descendo. Eu sentado no sofá, nervoso e cheio de tesão...eles passam em frente à janela da sala..Estavam abraçados, Ana com o braço enroscado no pescoço do amante. Alberto com o braçp por trás das costas dela, provavelmente com a mão naquela bunda espetacular da minha esposa.

Os dois aparecem na porta da sala e me encontram sentado no sofá. A primeira coisa que o Alberto diz

- "Cadê minha cerveja , corno ?

Ele simplesmente não.me respeitava minimamente. Ana menos ainda.. ela riu quando ele disse isso. Ela sabia que a humilhação era o que me e
deixava com mais tesão

- "Vou pegar"
- "Anda logo que eu estou com sede"

Fui até a cozinha, peguei uma cerveja pra cada um e voltei pra sala. Ao entrar no cômodo, vi Ana e Alberto se beijando. Ele tinha as duas mãis cravadas na bunda da minha mulher e ela estava pendurada no pescoço dele.

Nãi sabia se deixava os dois ali ou os interrompia pra lhes dar a cerveja. Pus as bebidas em cima da meaa e me sentei para assitir.

O beijo dos dois era suave, lento. Suas linguas se enroscavam e Alberto subiu uma das mãos e apertou o seio da minha mulher.

Sem parar de beijar o amante, Ana se desvencilhou das alças da blusinha e Alberto, agarrando a peça pela gola, abaixou-a, expondo os seios fartos de mamilos rosas da minha esposa.

Ele então apertou o seio direito de Ana e o pôs na boca, sugando o mamilo com força, fazendo minha mulher jogar a cabeça pra trás e gemer...

Ana procurou a fivela do cinto de Alberto e o abriu. Desabotoou a calça e abriu o zíper. Alberto seguia chupando o peito dela e eu olhava vidrado.

Ela pôs a mão dentro da calça de Alberto e agarrou o seu pau. Ele tornou a beija-la e, enquanto a beijava, abaixou um pouco a calça. Ana botou o pau dele pra fora da cueca e começou a masturba-lo devagar.

Alberto segurou minha mulher pelos cabelos, e disse em tom autoritário

- "Mama minha pica, sua putinha safada"

Ana nem pestanejou. Se ajoelhou e abocanhou a rola do macho com uma fome que parecia que estava há anos sem sexo...Alberto seguia a segurando pelos cabelos e fazia o movimento de vai e vem na boca da minha mulher.

Ana, sem parar de mamar, abaixou a calça e a cueca dele. Alberto tirou ou sapatos e ela, então, interrompeu o boquete por alguns segundos, para acabar de tirar a calça dele, deixando-o nu, da cintura.pra baixo.

Alberto soltou os cabelos dela e tirou a camisa, ficando então, completamente pelado. Ana se levantou e também se despiu. Agora os dois estavam nus ali na minha sala. Era tudo que eu queria...

Ana sentou no sofá pero de mim e puxou Alberto para perto dela, pegandp seu pau e botando o mais que podia na boca. Ela o chupava vigorosamente, fazendo o vai e vem com a cabeça, fazendo Alberto gemer.

Eu olhava tudo absolutamente hipnotizado e com os olhos esbulgalhados, para não perder nenhum segundo. Eu mal piscava.

- "Me dá essa cerveja, corno" - Disse Alberto de repente, me acordando do transe em que eu estava. Peguei a garrafa e dei na mão dele. Me senti completamente submisso naquela hora. Minha esposa ali, chupando a pica do cara e eu servindo cerveja a ele, totalmente subserviente.

Me afastei um pouco e observei maravilhado a cena. Minha mulher nua, sentada no sofá, com a pica do Alberto na boca, os cabelos loiros e longos soltos, quase encobrindo a cena.

- "Isso.. chupa gostoso esse pau.."
- "um hum"

Ana não tirava o membro dele da boca nem pra responder...só gemia...

Então Alberto olhou pra mim e disse

- "Ajoelha aqui e olha bem de perto a tua mulher com a minha rola na boca, corno. Não queria ver ? Então vem ver de perto como eu faço tua mulher de puta"

Nessa hora Ana tirou o pau da boca e sorriu olhando pro amante que passou a bater com o pau no rosto dela.

- "Vem cá., corno" - Disse Ana, botando a lingua pra fora para que Alberto batesse nela com a rola.

Eu me aproximei... me ajoelhei ao lado dele e Ana abocanhou o membro duro do amante de novo.

Eu então, movido pelo tesão, me aproximei de Ana e comecei a beija-na no pescoço e a falar putarias no ouvido. Eu a chama de puta, safada e a incentivava a chupar o pau do Alberto

Ana parou de chupar e me deu um beijo na boca daqueles..babado, com gosto do cacete do macho. Aquilo me excitou demais. Ela parou de me beijar e voltou a chupar a pica dura à sua frente.

Eu continuei a beijar o pescoço e a orelha dela e aquele ritual se repetiu novamente. So que dessa vez, enquanto beijava minha mulher, Alberto simplesmente colocou o pau entre as nossas bocas. Eu me assustei na hora, mas não tirei o rosto.

Ele passou a deslizar a pica entre nossas bocas e o tesão foi irresistivel..botei a lingua pra fora e deixei que ele empurrasse a rola pra dentro. Ana foi direto no saco do amante e agora eu a minha mulher dividiamos aquele pirocão grosso.

Ele fodia a minha boca e Ana mamava seus ovos. Ela foi subindo a lingua pelo pênis e tomando-o com a mão direita, o tirou da minha boca e botou na dela. Eu não me fiz de rogado e fui até o saco para mamar os ovos do macho alfa da minha esposa.

Alberto pôs um pé no sofá e eu coloquei minha cabeça por baixo dele, engolindo seus ovos enquanto Ana chupava a pica com vontade.

A baba escorria pelo pênis e eu comecei a subir minha lingua... eu e Ana passamos a lamber aquela ferramenta grossa, cada um de um lado. Alberto puxava os cabelos da minha mulher e gemia.

- "Isso... vai seu corno...chupa essa piroca que vai foder a tua mulher. Alem de cormo é viadinho... isso, safado"

Ana riu e pegou o pau dele, botou na minha boca e mandou que eu mamasse.

- "Isso seu corno. Chupa essa.pica."

Ela se.levantou e beijou Alberto na boca. Eu fiquei ali, ajoelhado e chupando o cacete dele. Alberto voltou a mamar as tetas da minha esposa e eu ouvi quando ela pediu

- "Vem me comer, vem.."

Ele mandou ela ficar de quatro e, sem.pestanejar, Ana obedeceu. Ele tirou o pau da minha boca e mandou eu chegar pro lado...eu me sentei no sofá ao lado dela e ele se ajoelhou atrás da.minha esposa. Passou a lamber o cu e a xoxota dela, que rebolava na lingua do macho.

Ele ficou ali alguns minutos chupando minha mulher. Botou a cabeça no meio das pernas dela, que se abriu toda, facilitando que ele alcançasse seu grelo.

Enquanto eles estavam nessa putaria, tirei minha roupa e, me ajeitando no sofá, passei a bater uma punheta, louco de tesão.

Alberto, depois de uma bela chupada na boceta de Ana, se levantou e cuspindo do cu dela, ajeitou a pica para enraba-la.

Ana não me dava o cu. Nunca me deu, dizia que doía. Mas pro Alex e pro Alberto ela dava. Sendo que ambos tinha picas bem maiores que a minha. Logo, ela não me dava o cu por medo de dor, ela não me dava porque eu era o marido corninho e o que ela gostava mesmo era de uma rola grossa e grande naquele rabo. Coisa que eu não podia dar.

Ela olhou pra trás, empinou a bunda e pediu

- "Isso, soca fundo no meu cu"

Alberto não precisou de um segundo pedido. Enpurrou a pica e a glande passou. Ana jogou a cabeça pra trás, com os.olhos fechados e uma expressão que denunciava um misto de dor e prazer. Os cabelos longos e já molhados de suor cairam no meio das suas costas e ela soltou um "puta que pariu, que pirocão" que quase me fez gozar.

Alberto foi empurrando devagar a rola cu adentro e Ana abria as nádegas com as mãos. Aquele membro grosso foi sumindo dentro dela até que eu assisti,.pasmo, as bolas tocarem a bunda da minha mulher. Estava tudo dentro.

Alberto passou a se movimentar dentro de Ana e ela sacudia cada vez que ele metia. Ela gemia alto e eu só pensava nos vizinhos...

O som dos corpos se chocando a cada estocada de Alberto me deixava louco de tesão. Eu tinha que dosar a masturbação, parando toda hora, porque se eu não fizesse isso, eu gozaria rapido.

Ana começou a balbuciar coisas incompreensíveis e de repente, começou a tremer... então, ela começou a gozar, esguichando, molhando todo o sofá. Eu só tinha visto ela gozar assim uma vez, quando Alberto tinha comido ela também na nossa casa. Nem com Alex eu a vi gozando dessa forma.

Depois, conversando com ela, fiquei sabendo que quando eles saiam sozinhos, era comum que ela gozasse assim e que nem ela sabia de onde aquilo vinha, pois ela nunca tinha gozado dessa forma antes com nenhum outro homem.

Ela esguichou, e contoninuou se tremendo, enquanto Alberto possuia seu cu sem dó. De repente, ele falou

- "Vem aqui, corno... bota a cara aqui..."

Eu fui sem pensar duas vezes..ele me mandou botar o rosto colado ao rego da minha mulher e, assim que eu botei a cara, ele deu mais umas 5 ou 6 estocadas e tirou o pau do cu de Ana, deapejando uma enorne quantidade de porra na bunda dela e também na minha cara.

Instintivamente, pus a lingua pra fora e ele, então, veio e socou a pica na minha boca.

Ele fodeu minha boca por alguns segundos. O gosto do sêmem era forte. Eu chupei o pau dele, totalmente submisso.

Ana se levantou do sofá e se ajoelhou, dividindo comigo o pau do amante. Ficamos ali chupando aquela pica por alguns minutos, até que ele a tirou das nossas bocas e passou a esfregá-la em nossas caras...

Ana se levantou depois de alguns segundos e o beijou. Eu fiquei ali...sentado no sofá, com a cara lambuzada de leite e melada de baba, olhando os dois se beijando nus e suados bem na minha frente.

Então a voz de Alberto me tirou daquele estado hipnótico

- "Pega uma.cerveja pra mim, corno"

Eu tomei um susto mas levantei imediatamente e fui até a cozinha. Ouvi os dois rindo e Ana falando

- "Ai ai esse meu corninho é muito obediente"
- "E chupa pica direitinho..kkkkk... você sabia que ele tem esse dom, minha putinha ?"
- "kkkkkk... não sabia não...era só o que me faltava, além de corninho, é viadinho"

Eu ouvi aquilo tudo, afinal eles não estavam exatamente sussurrando para que eu não ouvisse, pelo contrário. Mas ao invés de ficar com raiva, senti tesão

Voltei com 3 cervejas. Dei uma a cada um e me sentei no sofá. Eles pegaram, beberam uns bons goles e foram os dois ao banheiro. Ana fechou a porta e passou o trinco. Aquilo era uma espécie de sinal que ela me dava. "Agora você não tem permissão pra ver nada".

Eles ficaram lá por quase 40 minutos. Eu escutava os risos de Ana. Mas não dava pra ouvir muito mais, porque logo o chuveiro foi ligado e o que quer que eles estivessem dizendo era inaudivel pra mim.

Tentando imaginar o que faziam, eu batia uma punheta, alucinado de tesão. Acabei gozando assim... sujei a parede à minha frente de porra.. pensei "ih que merda" e fui buscar papel toalha pra limpar a sujeira.

Acabei indo limpar o sofá, mas não teve muito o que eu pudesse fazer. O gozo da Ana já tinha praticamente secado e a porra do Alberto que foi ao chão também. Limpei o melhor que pude, torcendo pra não ficar tudo manchado.

Depois de todo o tempo que ficaram lá, finalmente ouço a porta sendo destrancada. Os dois sairam e foram pro nosso quarto de casal.

Eu me levantei e vi Alberto nu, de pau duro, deitado na cama e Ana deitada de bruços ao lado dele. Eles se beijavam e ele tinha uma das mãos na bunda da minha mulher.

Eu fui ao banheiro, fiz xixi e reolvi tomar um banho rapido também. Lá do chuveiro comecei a ouvir sons que vinham do quarto. Ana deu um gemido alto..eu pensava "Meu Deus, a vizinhança deve estar de cabelos em pé"

Terminei meu banho e quando saí do banheiro e entrei no quarto, o que vi foi minha mulher de pernas abertas pro alto e Alberto entre elas, apoiado em seus punhos, metendo a rola com raiva.

Minha esposa safada tinha a xoxota toda preenchida por aquela pica grossa. Alberto socava sem dó e Ana pedia, implorava por mais

- "Vai.. mete, mete, mete..."

Alberto a essa altura já começava a suar e respondia aos pedidos da minha mulher com estocadas cada vez mais vigorosas.

Ele parou de repente e se ajeitou, ficando de joelhos e colocando Ana de lado, com a perna esquerda levantada. Nessa posição ela ficou toda aberta pra ele e com a mão abriu os labios da boceta

- "Vem me foder"

Alberto ajeitou a pica e empurrou tudo nela, que gemeu alto. Ela me viu e disse

- "Tá vendo aí, corno ? Olha bem pra ver se você aprende a comer uma boceta"

Eu, então, me dei conta do tamanho da minha ereção.. o pau não podia estar mais duro. Conecei a bater punheta bem devagar.

A cópula à minha frente era magnífica. Ana era uma mulher realmente gostosa. Os seios fartos balançando cada vez que Alberto metia e a expressão de prazer no rosto dela eram uma visão e tanto.

Então, depois de alguns minutos comendo ela naquela posição, Alberto tira o pau e se deita, mandando que ela sentasse nele

Ana obedeceu prontamente. Se levantou e pôs um pé de cada lado do corpo do amante. Se agachou e, com a mão, ajeitou o cacete dele na portinha da boceta. Foi arriando devagar até colar a bunda na região pélvica de Alberto. O pau todo atolado dentro.

Ela, então, se apoiou com as duas mãos no peito do macho e começou a subir e descer, sempre rebolando na descida. Alberto agarrou a bunda dela com as duas mãos e ajudava a dar sustentação.

Aos poucos ela foi acerando mais a sentada, parando de rebolar, apenas subindo e descendo com força.

Eu via tudo aquilo e só podia pensar em como eu era sortudo por ter uma esposa assim, tão puta.

Passados alguns minutos, Ana cansou e sentou no pau dele até o talo. Ela então, se ajeitou e se apoiou no joelhos. Passou a rebolar em cima do cacete, movendo-se pra frente e pra trás.

Alberto agarrou os seios dela e brincava com os mamilos. Ana ficou toda arrepiada e riu..

Minha esposa safada reclinou o corpo para frente, beijando o amante. Alberto a abraçou e eles ficaram colados. Os dois estavam suados e as mãos dele corriam o corpo dela, até que chegaram à bunda.

Alberto abriu as nádegas, expondo pra mim o cuzinho da minha mulher e depois, deu um baita tapa naquela bunda. Ana pediu outro. Ele bateu de novo. Ela riu e pediu mais. Alberto bateu com força e a mão dele ficou marcada naquele rabão.

Ana passou a cavalgar o amante, ainda com o corpo colado no dele, trocando beijos e falando putaria, chamando ele de "meu macho", pedindo pra ser fodida gostoso e rindo..

Alberto então, mandou ela parar de se mexer e segurou a bunda dela. Colocando os pés no colchão, passou a movimentar o quadril rapidamente pra cima e pra baixo, fodendo a bocetinha de Ana com força.

Aquilo levou alguns instantes até que, de repente, ele cravou tudo nela e começou a gozar. Ana gemeu alto e gozou junto com ele.

A visão da porra escorrendo pelo cacete dele, ainda cravado na xoxota da minha mulher, foi demais pra mim e eu gozei também.

Ana ficou ali, com o corpo colado no dele. A boceta toda esporrada e o pau ainda dentro dela. Ela o beijava e ele tinha as duas mãos nos cabelos dela.

Talvez tenham ficado assim por uns 2 ou 3 minutos. Ana e Alberto sussurravam coisas um pro outro, até que ela lentamente levantou o corpo e saiu de cima dele.

O pau caiu de lado, mole e todo melado de porra. Ana se deitou ao lado dele. De pernas abertas. A boceta toda gozada. Ela então perguntou

- "Ta aí, corno ?"
- "Tô.."
- "Vem limpar minha boceta com a lingua"

Eu nem pensei duas vezes. Me coloquei entre as pernas dela e caí de boca na xoxota da minha esposa. Era muita porra. Limpei tudo. Tomei aquele caldinho todo, enfiando a lingua dentro dela e lambendo tudo.

Depois que eu sorvi toda aquela porra, passei a chupar o grelo dela. Ana levantou as pernas e agarrou minha cabeça. Ela sempre gostou do meu sexo oral...

Aos poucos ela foi se animando de novo e eu chupava sua boceta com paixão. Ana foi ficando mais e mais excitada e depois de alguns instantes ouvi o som de beijos. Alberto e Ana chupando a lingua um do outro enquanto ela brincava com o pau dele, que aos poucos, foi começando a dar sinais de vida.

Alberto então parou de beija-la e se sentou na cama, depois se ajoelhou perto da cabeça de Ana e ela entendeu o que ele queria. Ana virou levemente o corpo de lado e passou a chupar a pica dele.

Eu seguia chupando o grelo da minha mulherzinha linda e olhava o pau do cara entrando e saindo daquela boquinha macia. A rola dele ficando cada vez mais dura.

Quando o pau de Alberto voltou a ficar totalmente duro ele mandou que eu me deitasse na cama, com a cabeça perto da beira do colchão. Então pôs Ana de quatro, com a boceta bem em cima da minha cara e disse

- "Agora olha bem de perto eu arrombar tua mulher"

E meteu fundo na xereca dela. Ana gemeu alto e ele passou a foder com força. Eu tinha uma visão privilegiada do cacete dele entrando e saindo. O suor do saco do Alberto pingava no meu rosto. Eu botei a lingua de fora e tentei lamber o clitóris da minha esposa.

Alberto tirou o pau de dentro dela e botou na minha boca. Não me fiz de rogado e engoli tudo que podia. Ele fodeu minha boca por alguns segundos e tornou a enfiar nela.

Ana estava louca de tesão e passou a chupar o meu pau. Ela tinha uma boquinha tão.gostosa..era uma delícia. Lingua macia, lábios que pareciam um veludo.

Alberto seguia socando a pica e eu olhava extasiado, massageando o grelo com o dedão da minha mão esquerda.

Eu já tinha mandado a vergonha pra casa do caralho e com a outra mão, passei a acariciar o saco do amante da minha mulher.

Aquilo tudo estava delicioso. Alberto passou a alternar, fodendo a boceta dela e fodendo a minha boca. Ele tirava o pau de dentro de Ana e botava em na minha cara, para que eu engolisse tudo.

Dava algumas bombadas em minha boca e depois tornava a enfiar na xoxota de Ana.

Depois de termos passado alguns minutos fodendo assim, Alberto passou a socar com toda força e Ana foi chupando meu pau também com mais vigor. Eu, levantando a cabeça o maximo que conseguia, pude alcançar o grelinho dela e com a ponta da lingua o estimulava.

Alberto a chamava de puta e batia em sua bunda com força. Ana começou a tremer e esguichou na minha cara. Eu nâo aguebtei e gozei na boca da minha mulher, que tomou tudo. Quando ela sentiu que eu tinha começado a gozar, Ana engoliu minha rola até o talo e ficou com ela na boca até que eu despejasse a última gota de esperma.

E então Alberto também gozou... a porra começou a pingar na minha cara, escorrendo de dentro da boceta dela. Alberto tirou o pau e Ana então, saiu de cima de mim e vindo em minha direção, lambeu a porra dele em meu rosto.

Alberto ofereceu o cacete para nós e passamos a disputar aquele membro todo gozado.

Passados alguns instantes Alberto disse que precisava ir ao banheiro. Ficamos eu e Ana no quarto. Nos beijamos e eu dizia a ela que eu a amava muito.

- "Você é maravilhosa. Te amo muito, minha linda"
- "Te amo também corninho"

Alberto entrou pro banho e Ana foi atrás dele. Como de hábito, trancou a porta. Eu fiquei no quarto, deitado na cama. Os lençóis manchados do nosso prazer. Eu fiquei ali pensando em tudo o que tinha acontecido e mal podia acreditar que tinha feito certas coisas. Mas não estava nem um pouco arrependido.

Eles sairam do banheiro depois de uns 20 minutos ou mais. Eu fui pro banho e Ana disse que ia trocar os lençois. Alberto foi pra sala e antes de entrar pro banho, fui à cozinha e peguei uma cerveja pra eles.

Quando saí do banheiro, Ana estava parada na porta do quarto, nua, apenas calçando um par de chinelos. Alberto estava deitado na minha cama e ela me disse...

- "Bem, meu corninho, agora ta na hora de você ir pro quarto de hóspedes. Já arrumei a cama la pra você. Boa noite."

Me deu um selinho e sem me dar chance de dizer qualquer coisa, entrou, fechou a porta do quarto e passou a chave. Ouvi o ar condicionado ligando.

Eu fiquei ali, pelado, parado no corredor sem ação. Aquilo era a suprema humilhação. Eu sendo enxotado do meu próprio quarto e sendo obrigado a deitar no quarto de hospedes, enquanto o macho dormia na minha cama com a minha mulher.

Lembrei do buraco na madeira da janela do quarto e sem fazer barulho, botei um short e saí no quintal, dando a volta na casa e me esgueirando até a janela.

Ela havia se esquecido de tapar o buraco e eu pude ver com alguma dificuldade, pois era um buraco pequeno.

Ana deitada de bruços e ele com a barriga pra cima. Não dava pra ver a cabeça deles, nem dava pra ouvir o que diziam. Ana se levantou e acendeu o abajur ao lado da cama, se dirigiu até à porta e apagou a luz no interruptor que ficava ao lado dela.

Voltou pra cama, deitando entre as pernas dele, que as abriu bem. Ana enterrou a cabeça no meio das pernas dele. Eu não conseguia enxergar perfeitamente, mas era obvio que ela o mamava.

Senti meu pau latejar.

Dava pra ver a cabeça de Ana subindo e descendo. A bunda da minha mulher me pareceu ainda mais gostosa. Os pezinhos dela pro alto enquanto ela chupava o amante e eu ali fora. O corno manso.

Depois de alguns bons 15 minutos mamando, Ela se levantou e ele também. Ela se deitou e ele a puxou pra beirada da cama. Pegou as pernas dela e as levantou, segurando as duas juntas no alto pelos tornozelos. Ajeitou o pau e cravou na boceta dela.

Eu conseguia ouvir os gemidos abafados pelo ar condicionado de Ana, e me esforçando, ouvia o som das estocadas. O saco batendo na bunda da minha mulher.

Ele então separou as pernas dela, mantendo-as no alto, segurando ambas pelos tornozelos e metia a pica sem dó

Aquilo estava lindo. Apesar da dificuldade pra ver, o que eu conseguia enxergar era maravilhoso.

Eu um determinado ponto ele soltou as pernas dela e tirou o pau. Ela se levantou e, sentada na beira da cama, botou a rola na boca e mamou.

Não demorou muito ele tirou o pau da boca da Ana e ela se levantou. Ele se deitou e ela foi pra cama, subindo nele. Aí não deu mais pra ver muita coisa, apenas as pernas dele, do joelho pra baixo e os pés de Ana na cama. Com certeza ela o cavalgava apoiada nos joelhos.

Ouvi um barulho no quintal do vizinho e achei melhor sair dali. Não queria que ele me visse ali, espiando de madrugada por uma fresta na janela do meu proprio quarto. Aquela era uma atitude por obvio, no mínimo, estranha e o cara podia desconfiar de alguma coisa.

Resolvi entrar e fui pro meu quarto. Me deitei na cama e bati uma punheta. Gozei muito rápido. Fui até o banheiro e a porta do quarto permanecia fechada.

Me limpei com papel higiênico. Não quis ligar o chuveiro e dar bandeira que continuava acordado. Voltei pro quarto e fechei a porta. Me deitei e acabei adormecendo. Já eram 10 pras 4 da manhã.

Quando foi 6 horas eu acordei e fui ao banheiro. Ainda estava escuro. Era finalzinho de outono e as noites já estavam mais longas. O dia ainda não tinha clareado.

Quando saí do banheiro, percebi um vulto sentado no sofá da sala. Voltei e olhei. Era Alberto sentado nu, no escuro, fumando sozinho.

Me aproximei e parei perto dele e não disse nada. Ele estava na sombra da escuridão e também não disse nada.

Não sei o que me deu naquele momento, mas eu senti um impulso incontrolável. Me ajoelhei na frente dele. Ele abriu as pernas em absoluto silêncio. Me reclinei sobre ele e tomei aquele caralho grosso mole nas mãos.

Passei a brincar com aquela pica e senti que aos poucos, ele foi ficando duro. Botei o saco dele na boca e passei a bater nele uma punheta bem devagar.

Ele levou o cigarro à boca. Vi a brasa se avivar conforme ele tragava e segui mamando aquele saco. Ele suspirou e então, subi toda a extensão daquela rola com a minha lingua explorando casa centímetro.

Parei na glande, passei a lingua nela, fazendo movimentos circulares e fazia isso acariciando o saco.

Botei a cabeça da pica na boca e chupei com gosto. Lambi o freio da rola e entâo, fui botando ela toda na boca. Engoli tudo que conseguia e passei a mamar o pau dele bem devagar.

Tirava da boca, batia com ela no rosto, botava na boca de novo.

Mamei aquele pau por uns bons 10 minutos e então ele tirou a rola da minha boca e me pegou pelos braços. Me fez levantar do chão e também se levantou. Me pegou e então eu ouvi a voz dele.

- " Fica de quatro"

Eu gelei, mas eu era um corno manso, obediente e submisso. Eu não diria não pro macho alfa da milnha mulher

Fiquei de quatro e logo senti ele cuspir no meu cu. Meu toba piscou na mesma hora e ele cuspiu de novo.

Então do nada, senti o dedo dele penetrar meu cu e ele foi botando sem dó. Doeu mas eu não reclamei. Ele meteu o dedo fubdo no meu rabo e cuspia no meu cu.

Passou a foder meu rabo com aquele dedo e eu, de olhos fechados, comecei a relaxar. Conforme eu fui relaxando o dedo passou a entrar e sair com menos dificuldade.

Então, ele foi tirando o dedo e cuspiu mais no meu cu. Ai ele enfiou dois dedos em mim. A essa altura eu ja arreganhava a minha bunda com as mãos, totalmente entregue.

Alberto comia meu cuzinho com aqueles dedos e eu mal podia esperar para que ele trocasse os dedos pelo pau.

E isso não demorou a acontecer. ele tirou os dedos, cuspiu mais no meu cu, que àquela altura estava todo aberto aguardando a rola do alfa e veio pra cima de mim.

Senti a cabeça do pau dele no meu cu e pisquei o toba pra ele. Alberto forçou e eu senti dor. Ensaiei dizer um "ai" e ele me mandou aguentar calado.

Eu obedeci. Fechei os olhos e fui sentindo ele me penetrar. Alberto me rasgava no meio, entrando com aquela rola grossa no neu cu. Meus punhos cerrados, agarravam uma almofada e a rola foi desbravando minhas entranhas.

Eu já estava sen ar, sentindo uma dor fudida, quando o saco do Alberto bateu na minha bunda. Ele tinha atolado tudo bo neu rabo.

Eu queria sair dali, mas ao mesmo tempo, queria ser fodido por ele. Eu que achava
que tinha sido bastante humilhado naquela noite, percebi que aquilo era o auge.

Não bastasse ser corno tendo servudo minha mulher para ele, eu agora servia meu cu também.

Alberto passou a me foder. A cada estocada eu tinha vontade de chorar. O pau dele era grosso e eu estava sentindo dor.

Mas Alberto não quis saber. Ele queria fazer barba, cabelo e bigode no casal. Eu fazia o possivel para não gemer e confesso que foi dificil.

Alberto metia no neu cu e o que me dava tesâo era que ele não falava nada. Não enitia um som. Nem gemia. Nada. Me segurava as nádegas com força, mantendo-as arreganhandas e fodia. Fodia forte, acelrando o vai e vem aos poucos, mas metendo vigorosamente, me arrombando.

Eu aos poucos fui sentindo mais prazer do que dor e comecei a rebolar no pau dele de forna instintiva.

Ele então, tirou o pau abruptamente de eentro de mim e se sentou ao meu lado. Me pegou pela perna e me puxou. Eu entendi o que ele queria e passei ua perna direira por cima dele. Me apoiei no encosto do sofá e subi nele. Alberto me pegou pelo quadril e com a outra mão, ajeitou a piroca na porta do meu cu.

Eu passei a descer, sentando no pau dele. Fui sentando até encostar minha bunda nos ovos. Ele agarrou minhas nádegas e eu comecei a cavalgar.

Alberto lambeu meu mamilo esquerdo e eu fiquei doido de tesâo. Passei a sentar
naquela rola com força, sentindo ele me arregaçar.

Não denorou muito e Alberto gemeu e eu senti o leite quente dele dentro de mim.

Continuei sentando na rola, sentindo a porra dele me lambuzando e acelerei mais a sentada. Ele gemeu gostoso e eu então sentei até o talo no seu pau e parei de me mexer.

Ficamos assim, Alberto apertando minhas nádegas e ei atolado no cacete dele. Sentindo mei cu pegar fogo e a minha bunda toda melada.

Depois de talvez um ou dois minutos, saí de cima dele. Ele não disse nada. Eu me levantei e fui até a cozinha. A porra escorria pelas pernas. Peguei uma cerveja pra ele. Ele a tomou em 2 goles longos.

Eu fui ao banheiro. Agora não ia ter jeito. Eu tinha que me lavar. Alberto apareceu e entrou no box junto comigo.

Ele não disse nada, nem eu, mas antes que ele fizesse ou disse qualquer coisa, peguei o sabonete e comecei a lavar o pau dele

Enquanto eu lavava a piroca dele, ele me olhava sério. Quando eu acabei de lavar aquela pica, eu falei baixinho

- "Eu gostaria muito se você viesse mais vezes comer a minha mulher na minha casa"
- "Talvez eu faça isso. Você é um cormo que recebe muito bem um comedor."
- "Eu gostaria muito"
- "Vou analisar o seu caso"

Ele então saiu do box e pegou uma toalha para se enxugar. Eu fiquei no chuveiro, me lavando. Era muita porra no meu cu.

Ele saiu do banheiro sem dizer nada. Deixou a porta aberta e eu ouvi ele entrar no meu quarto e fechar a porta com a chave.

Terminei o banho, fui na cozinha, bebi um copo de Coca Cola e comi um.pão com umas fatias de mortadela e fui pro quarto se hospedes. Fechei a porta e me deitei. Feliz e me sentindo um corno perfeito.

No dia seguinte acordei e ele não estava mais lá. Eu não contei pra Ana que ele tinha me comido e ela também não mencionou nada. Certamente ele também não contou, porque conhecendo a minha mulher, se ele tivesse contado, ela não ia deixar passar batido e ia falar alguma coisa comigo.

Ana só me disse que ele tinha gostado.muito e que, por ele, a comeria mais vezes lá em casa.

- "Não sei se eu quero isso não, corno. Foi muito bom e tal, mas eu gosto muito de ficar sozinha com ele."
- "Deixa de ser chata. De vez em quando, não precisa ser sempre...de vez em quando.."
- "Vou pensar. Agora eu só não ganho na loteria porque eu não ganho. O que que eu falei ??"
- "Que ?"
- "Que só faltava você tomar o.leite dele direto da rola....kkkk..não deu outra, né corno ? Ai ai.. era só o que me faltava, alem de corno, viadinho. Se eu deixar, daqui a pouco você vai querer dar o cu pra ele também...kkkkkk"

Eu ri junto com ela e pensei "imagina..."

Alberto voltou outras vezes. Comeu muito a minha mulher. E a mim também.

Mas essas são outras histórias.

beijar o pescoço e a orelha dela e aquele ritual se repetiu novamente. So que dessa vez, enquanto beijava minha mulher, Alberto simplesmente colocou o pau entre as nossas bocas. Eu me assustei na hora, mas não tirei o rosto.

Ele passou a deslizar a pica entre nossas bocas e o tesão foi irresistivel..botei a lingua pra fora e deixei que ele empurrasse a rola pra dentro. Ana foi direto no saco do amante e agora eu a minha mulher dividiamos aque pirocão grosso do Alberto.

Ele fodia a minha boca e Ana mamava seus ovos. Ela foi subindo a lingua pelo pênis e tomando-o com a mão direita, o tirou da minha boca e botou na dela. Eu ão.me fiz de rogado e fui até o saco para mamar os ovos do macho alfa da minha esposa.

Alberto pôs um pé no sofá e eu coloquei minha cabeça por baixo dele, engolindo seus ovos enquanto ana chupava a pica com vontade.

A baba escorria pelo pênis e eu comecei a subir minha lingua... eu e Ana passamos a lamber aquela ferramenta grossa, cada um de um lado. Alberto puxava os cabelos da minha mulher e gemia.

- "Isso... vai seu corno...chupa essa piroca que vai foder a tua mulher. Alem de cormo é viadinho... isso, safado"

Ana riu e pegou o pau dele, botou na minha boca e mandou que eu mamasse.

- "Isso seu corno. Chupa essa.pica."

Ela se.levantou e beijou Alberto na boca. Eu fiquei ali, ajoelhado e chupando o cacete dele. Alberto voltou a mamar as tetas da minha esposa e eu ouvi quando ela pediu

- "Vem me comer, vem.."

Ele mandou ela ficar de quatro e, sem.pestanejar, Ana obedeceu. Ele tirouno pau da minha boca e mandou eu chegar pro lado...eu me sentei no sofá ao lado dela e ele se ajoelhou atrás da.minha esposa. Passou a lamber o cu e a xoxota dela, que rebolava na lingua do macho.

Ele ficou ali alguns minutos chupando minha mulher. Botou a cabeça no meio das pernas dela, que se abriu toda, facilitando que ele alcançasse seu grelo.

Enquanto eles estavam nessa putaria, tirei minha roupa e, me ajeitando no sofá, passei a bater uma punheta, louco de tesão.

Alberto, depois de uma bela chupada na boceta de Ana, se levantou e cuspindo do cu dela, ajeitou a pica para enraba-la.

Ana não me dava o cu. Nunca me deu, dizia que doía. Mas pro Alex e pro Alberto ela dava. Sendo que ambos tinha picas bem maiores que a minha. Logo, ela não me dava o cu por medo de dor, ela não me dava porque eu era o marido corninho e o que ela gostava mesmo era de uma rola grossa e grande naquele rabo. Coisa que eu não podia dar.

Ela olhou pra trás, empinou a bunda e pediu

- "Isso, soca fundo no meu cu"

Alberto não precisou de um segundo pedido. Enpurrou a pica e a glande passou. Ana jogou a cabeça pra trás, com os.olhos fechados e uma expressão que denunciava um misto de dor e prazer. Os cabelos longos e já molhados de suor cairam no meio das suas costas e ela soltou um "puta que pariu, que pirocão" que quase me fez gozar.

Alberto foi empurrando devagar a rola cu adentro e Ana abria as nádegas com as mãos. Aquele membro grosso foi sumindo dentro dela até que eu assisti,.pasmo, as bolas tocarem a bunda da minha mulher. Estava tudo dentro.

Alberto passou a se movimentar dentro de Ana e ela sacudia cada vez que ele metia. Ela gemia alto e eu só pensava nos vizinhos...

O som dos corpos se chocando a cada estocada de Alberto me deixava louco de tesão. Eu tinha que dosar a masturbação, parando toda hora, porque se eu não fizesse isso, eu gozaria rapido.

Ana começou a balbuciar coisas incompreensíveis e de repente, começou a tremer... então, ela começou a gozar, esguichando, molhando todo o sofá. Eu só tinha visto ela gozar assim uma vez, quando Alberto tinha comido ela também na nossa casa. Nem com Alex eu a vi gozando dessa forma.

Depois, conversando com ela, fiquei sabendo que quando eles saiam sozinhos, era comum que ela gozasse assim e que nem ela sabia de onde aquilo vinha, pois ela nunca tinha gozado dessa forma antes com nenhum outro homem.

Ela esguichou, e contoninuou se tremendo, enquanto Alberto possuia seu cu sem dó. De repente, ele falou

- "Vem aqui, corno... bota a cara aqui..."

Eu fui sem pensar duas vezes..ele me mandou botar o rosto colado ao rego da minha mulher e, assim que eu botei a cara, ele deu mais umas 5 ou 6 estocadas e tirou o pau do cu de Ana, deapejando uma enorne quantidade de porra na bunda dela e também na minha cara.

Instintivamente, pus a lingua pra fora e ele, então, veio e socou a pica na minha boca.

Ele fodeu minha boca por alguns segundos. O gosto do sêmem era forte. Eu chupei o pau dele, totalmente submisso.

Ana se levantou do sofá e se ajoelhou, dividindo comigo o pau do amante. Ficamos ali chupando aquela pica por alguns minutos, até que ele a tirou das nossas bocas e passou a esfregá-la em nossas caras...

Ana se levantou depois de alguns segundos e o beijou. Eu fiquei ali...sentado no sofá, com a cara lambuzada de leite e melada de baba, olhando os dois se beijando nus e suados bem na minha frente.

Então a voz de Alberto me tirou daquele estado hipnótico

- "Pega uma.cerveja pra mim, corno"

Eu tomei um susto mas levantei imediatamente e fui até a cozinha. Ouvi os dois rindo e Ana falando

- "Ai ai esse meu corninho é muito obediente"
- "E chupa pica direitinho..kkkkk... você sabia que ele tem esse dom, minha putinha ?"
- "kkkkkk... não sabia não...era sóno que me faltava, além de corninho, é viadinho"

Eu ouvi aquilo tudo, afinal eles não estava exatamente sussurrando para que eu não ouvisse, pelp contrário, mas ao invés de ficar com raiva, senti tesão

Voltei com 3 cervejas. Dei uma a cada um e me sentei no sofá. Eles pegaram, beberam uns bons goles e foram os dois ao banheiro. Ana fechou a porta e passou o trinco. Aquilo era uma espécie de sinal que ela me dava. "Agora você não tem permissão pra ver nada".

Eles ficaram lá por quase 40 minutos. Eu escutava os risos de Ana. Mas não dava pra ouvir muito mais, porque logo o chuveiro foi ligado e o que quer que eles estivessem dizendo era inaudivel pra mim.

Tentando imaginar o que faziam e batia uma punheta, alucinado de tesão. Acabei gozando assim... sujei a parede a minha frente de porra.. pensei "ih que merda" e fui buscar papel toalha pra limpar a sujeira.

Acabei indo limpar o sofá, mas não teve muito o que eu pudesse fazer. O gozo da Ana já tinha praticamente secado e a porra do Alberto que foi ao chão também. Limpei o melhor que pude, torcendo pra não ficar tudo manchado.

Depois de todo o tempo que ficaram lá, finalmente ouço a porta sendo destrancada. Os dois sairam e foram pro nosso quarto de casal.

Eu me levantei e vi Alberto nu, de pau duro, deitado na cama e Ana deitada de bruços ao lado dele. Eles se beijavam e ele tinha uma das mãos na bunda da minha mulher.

Eu fui ao banheiro, fiz xixi e reolvi tomar um banho rapido também. Lá do chuveiro comecei a ouvir sons que vinham do quarto. Ana deu um gemido alto..eu pensava "Meu Deus, a vizinhança deve estar de cabelos em pé"

Terminei meu banho e quando saí do banheiro e entrei no quarto, o que vi foi minha mulher de pernas abertas pro alto e Alberto entre elas, apoiado em seus punhos, metendo a rola nela com raiva.

Minha esposa safada tinha a xoxota toda preenchida por aquela rola grossa. Alberto socava sem dó e Ana pedia, implorava por mais

- "Vai.. mete, mete, mete..."

Alberto a essa altura já começava a suar e respondia aos pedidos da minha mulher com estocadas cada vez mais vigorosas.

Ele parou de repente e se ajeitou, ficsndo de joelhos e colocando Ana de lado, com a perna esquerda levantada. Nessa posição ela ficou toda aberta pra ele e com a mão abriu os labios da boceta

- "Vem me foder"

Alberto ajeitou a pica e empurrou tudo nela, que gemeu alto. Ela me viu e disse

- "Tá vendo aí, corno ? Olha bem pra ver se você aprende a comer uma boceta"

Eu então me dei conta do tamanho da minha ereção.. o pau não podia estar mais duro. Conecei a bater punheta devagar pra evitar que eu gozasse logo.

A cópula à minha frente era magnífica. Ana era uma mulher realmente gostosa. Os seios fartos balançando cada vez que Alberto metia e a expressão de prazer no rosto dela eram uma visão e tanto.

Então, depois de alguns minutos comendo ela naquela posição, Alberto tira o pau e se deita, mandando que ela sentasse nele

Ana obedeceu prontamente. Se levantou e pôs um pé de cada lado do corpo do amante. Se agachou e, com a mão, ajeitou o cacete dele na portinha da boceta. Foi arriando devagar até colar a bunda na região pélvica de Alberto. O pau todo atolado dentro.

Ela então, se apoiou com as duas mãos no peito do macho e começou a subir e descer, sempre rebolando na descida. Alberto agarrou a bunda dela com as duas mãos e ajudava a dar sustentação.

Aos poucos ela foi acerando mais a sentada, parando de rebolar, subindo e dsacendo com força.

Eu via tudo aquilo e só podia pensar em como eu era sortudo por ter uma esposa assim, tão puta.

Passados alguns minutos, Ana cansou e sentou no pau dele até o talo. Ela então, se ajeitou e se apoiou no joelhos. Passou a rebolar em cima do cacete, movendo-se pra frente e pra trás.

Alberto agarrou os seios dela e brincava com os mamilos. Ana ficou toda arrepiada e riu..

Minha esposa safada reclinou o corpo para frente, beijando o amante. Alberto a abraçou e eles ficaram colados. Os dois estavam suados e as mãos dele corriam o corpo dela, até que suas mãos chegaram à bunda.

Alberto abriu as nádegas e depois deu um baita tapa naquela bunda. Ana pediu outro. Ele bateu de novo. Ela riu e pediu mais. Alberto bateu com força e a mão dele ficou marcada naquele rabão.

Ana passou a cavalgar naquele pau, ainda com o corpo colado no dele, trocando beijos e falando putaria, chamando ele de "meu macho", pedindo pra ser fodida gostoso e rindo..

Alberto então mandou ela parar de se mexer e segurou a bunda dela. Colocando os pés no clochão, passou a movimentar o quadril rapidamentecpra cima e pra baixo, fodendo a bocetinha de Ana com força.

Aquilo levou alguns instantes até que, de repente, ele cravou tudo nela e começou a gozar. Ana começou a gemer alto e gozou junto com ele.

A visão da porra escorrendo pelo cacete dele, ainda cravado na xoxota da minha mulher, foi demais pra mim e eu gozei também.

Ana ficou ali, com o corpo colado no dele. A boceta toda esporrada e o pau ainda dentro dela. Ela o beijava e ele tinha as duas mãos nos cabelos dela.

Talvez tenham ficado assim por uns 2 ou 3 minutos. Ana e Alberto sussurravam coisas um pro outro até que ela lentamente levantou o corpo e saiu de cima dele.

O pau caiu de lado, mole e todo melado de porra. Ana se deitou ao lado dele. De pernas abertas. A boceta toda gozada. Ela então perguntou

- "Ta aí, corno ?"
- "Tô.."
- "Vem limpar minha boceta com a lingua"

Eu nem pensei duas vezes. Me coloquei entre as pernas dela e caí de boca na xoxota da minha esposa. Era muita porra. Limpei tudo. Tomei aquele caldinho todo, enfiando a lingua dentro dela e lambendo tudo.

Depois que eu sorvi toda aquela porra, passei a chupar o grelo dela. Ana levantou as pernas e agarrou minha cabeça. Ela sempre gostou do meu sexo oral...

Aos poucos ela foi se animando de novo e eu chupava sua boceta com paixão. Ana foi ficando mais e mais excitada e depois de alguns instantes ouvi o som de beijos. Alberto e Ana chupando a lingua um do outro enquanto ela brincava com o pau dele, que aos poucos, foi começando a dar sinais de vida.

Alberto então parou de beija-la e se sentou na cama, depois se ajoelhou perto ca cabeça de Ana e ela entendeu o que ele queria. Ana virou levemente o corpo de lado e passou a chupar a pica dele.

Eu seguia chupando o grelo da minha mulherzinha linda e olhava o pau do cara entrando e saindo daquela boquinha macia. A rola dele ficando cada vez mais dura.

Quando o pau de Alberto voltou a ficar totalmente duro ele mandou que eu me deitasse na cama, com a cabeça perto da beira do colchão. Então pôs Ana de quatro, com a boceta bem em cima da minha cara e disse

- "Agora olha bem de perto eu arrombar tua mulher"

E meteu fundo na xereca dela. Ana gemeu alto e ele passou a foder com força. Eu tinha uma visão privilegiada do cacete dele entrando e saindo. O suor do saco do Alberto pingava no meu rosto. Eu botei a lingua de fora e tentei lamber o clitóris da minha esposa.

Alberto tirou o pau de dentro dela e botou na minha boca. Não me fiz de rogado e engoli tudo que podia. Ele fodeu minha2 boca por alguns segundos e tornou a enfiar nela.

Ana estava louca de tesão e passou a chupar o meu pau. Ela tinha uma boquinha tão.gostosa..era uma delícia. Lingua macia, lábios que pareciam um veludo.

Alberto seguia socando a pica nela e eu olhava extasiado, massageando o grelo com o dedão da minha mão esquerda.

Eu já tinha mandado a vergonha pra casa do caralho e com a outra mão, passei a acariciar o saco do amante da minha mulher.

Aquilo tudo estava delicioso. Alberto passou a alternar, fodendo a boceta dela e fodendo a minha boca. Ele tirava o pau de dentro de Ana e botava em na minha cara, para que eu engolisse tudo.

Dava algumas bombadas em minha bica e depois tornava a enfiar na xoxota de Ana.

Depois de termos passado alguns minutos fodendo assim, Alberto passou a socar com toda força e Ana foi chupando meu pau também com mais vigor. Eu, levantando a cabeça o maximo que conseguia, pude alcançar o grelinho dela e com a ponta da lingua o estimulava.

Alberto a chamava de puta e batia em sua bunda com força. Ana começou a tremer e esguichou na minha cara. Eu nâo aguebtei e gozei na boca da minha mulher, que tomou tudo. Quando ela sentiu que eu tinha começado a gozar, Ana engoliu minha rola até o talo e ficou com ela na boca até que eu despejasse a última gota de esperma.

E então Alberto também gozou... a porra começou a pingar na minha cara
m escorrendo de dentro da boceta dela. Alberto tirou o pau e Ana então, saiu de cima de mim e vindo em minha direção, lambeu a porra dele em meu rosto.

Alberto ofereceu o cacete para nós e passamos a disputar aquele membro todo gozado.

Passados alguns instantes Alberto disse que precisava ir ao banheiro. Ficamos eu e Ana no quarto. Nos beijamos e eu dizia a ela que eu a amava muito.

- "Você é maravilhosa. Te amo muito, minha linda"
- "Te amo também corninho"

Alberto entrou pro banho e Ana foi atrás dele. Como de hábito, trancou a porta. Eu fiquei no quarto, deitado na cama. Os lençóis manchados do nosso prazer. Eu fiquei ali pensando em tudo o que tinha acontecido e mal podia acreditar que tinga feito certas coisas. Mas não estava nem um pouco arrependido.

Eles sairam do banheiro depois de uns 20 minutos ou mais. Eu fui pro banho e Ana disse que ia trocar os lençois. Alberto foi pra sala e antes de entrar pro banho, fui à cozinha e peguei uma cerveja pra eles.

Quando saí do banheiro, Ana estava parada na porta do quarto, nua, apenas calçando um par de chinelos. Alberto estava deitado na minha cama e ela me disse...

- "Bem, meu corninho, agora ta na hora de você ir pro quarto de hóspedes. Já arrumei a cama la pra você. Boa noite."

Me deu um selinho e sem me dar chance de dizer qualquer coisa, entrou, fechou a porta do quarto e passou a chave. Ouvi o ar condicionado ligando.

Eu fiquei ali, pelado, parado no corredor sem ação. Aquilo era a suprema humilhação. Eu sendo enxotado do meu próprio quarto e sendo obrigado a deitar no quarto de hospedes, enquanto o macho dormia na minha cama com a minha mulher.

Lembrei do buraco na madeira da janela do quarto e sem fazer barulho, botei um short e saí no quintal, dando a volta na casa e me esgueirando até a janela.

Ela havia se esquecido de tapar o buraco e eu pude ver com alguma dificuldade, pois era um buraco pequeno.

Ana deitada de bruços e ele com a barriga pra cima. Não dava pra ver a cabeça deles, nem dava pra ouvir o que diziam. Ana se levantou e acendeu o abajur ao lado da cama, se dirigiu até à porta e apagou a luz no interruptor que ficava ao lado dela.

Voltou pra cama, deitando entre as pernas dele, que as abriu bem. Ana enterrou a cabeça no meio das pernas dele. Eu não conseguia enxergar perfeitamente, mas era obvio que ela o mamava.

Senti meu pau latejar.

Dava pra ver a cabeça de Ana subindo e descendo. A bunda da minha mulher me pareceu ainda mais gostosa. Os pezinhos dela pro alto enquanto ela chupava o amante e eu ali fora. O corno manso.

Depois de alguns bons 15 minutos mamando, Ela se levantou e ele também. Ela se deitou e ele a puxou pra beirada da cama. Pegou as pernas dela e as levantou, segurando as duas juntas no alto pelos tornozelos. Ajeitou o pau e cravou na boceta dela.

Eu conseguia ouvir os gemidos abafados pelo ar condicionado de Ana, e me esforçando, ouvia o som das estocadas. O saco batendo na bunda da minha mulher.

Ele então separou as pernas dela, mantendo-as no alto, segurando ambas pelos tornozelos e metia a pica sem dó

Aquilo estava lindo. Apesar da dificuldade pra ver, o que eu conseguia enxergar era maravilhoso.

Eu um determinado ponto ele soltou as pernas dela e tirou o pau. Ela se levantou e, sentada na beira da cama, botou a rola na boca e mamou.

Não demorou muito ele tirou o pau da boca da Ana e ela se levantou. Ele se deitou e ela foi pra cama, subindo nele. Aí não deu mais pra ver muita coisa, apenas as pernas dele, do joelho pra baixo e os pés de Ana na cama. Com certeza ela o cavalgava apoiada nos joelhos.

Ouvi um barulho no quintal do vizinho e achei melhor sair dali. Não queria que ele me visse ali, espiando de madrugada por uma fresta na janela do meu proprio quarto. Aquela era uma atitude por obvio, no mínimo, estranha e o cara podia desconfiar de alguma coisa.

Resolvi entrar e fui pro meu quarto. Me deitei na cama e bati uma punheta. Gozei muito rápido. Fui até o banheiro e a porta do quarto permanecia fechada.

Me limpei com papel higiênico. Não quis ligar o chuveiro e dar bandeira que continuava acordado. Voltei pro quarto e fechei a porta. Me deitei e acabei adormecendo. Já eram 10 pras 4 da manhã.

Quando foi 6 horas eu acordei e fui ao banheiro. Ainda estava escuro. Era finalzinho de outono e as noites já estavam mais longas. O dia ainda não tinha clareado.

Quando saí do banheiro, percebi um vulto sentado no sofá da sala. Voltei e olhei. Era Alberto sentado nu, no escuro, fumando sozinho.

Me aproximei e parei perto dele e não disse nada. Ele estava na sombra da escuridão e também não disse nada.

Não sei o que me deu naquele momento, mas eu senti um impulso incontrolável. Me ajoelhei na frente dele. Ele abriu as pernas em absoluto silêncio. Me reclinei sobre ele e tomei aquele caralho grosso mole nas mãos.

Passei a brincar com aquela pica e senti que aos poucos, ele foi ficando duro. Botei o saco dele na boca e passei a bater nele uma punheta bem devagar.

Ele levou o cigarro à boca. Vi a brasa se avivar conforme ele tragava e segui mamando aquele saco. Ele suspirou e então, subi toda a extensão daquela rola com a minha lingua explorando casa centímetro.

Parei na glande, passei a lingua nela, fazendo movimentos circulares e fazia isso acariciando o saco.

Botei a cabeça da pica na boca e chupei com gosto. Lambi o freio da rola e entâo, fui botando ela toda na boca. Engoli tudo que conseguia e passei a mamar o pau dele bem devagar.

Tirava da boca, batia com ela no rosto, botava na boca de novo.

Mamei aquele pau por uns bons 10 minutos e então ele tirou a rola da minha boca e me pegou pelos braços. Me fez levantar do chão e também se levantou. Me pegou e então eu ouvi a voz dele.

- " Fica de quatro"

Eu gelei, mas eu era um corno manso, obediente e submisso. Eu não diria não pro macho alfa da milnha mulher

Fiquei de quatro e logo senti ele cuspir no meu cu. Meu toba piscou na mesma hora e ele cuspiu de novo.

Então do nada, senti o dedo dele penetrar meu cu e ele foi botando sem dó. Doeu mas eu não reclamei. Ele meteu o dedo fubdo no meu rabo e cuspia no meu cu.

Passou a foder meu rabo com aquele dedo e eu, de olhos fechados, comecei a relaxar. Conforme eu fui relaxando o dedo passou a entrar e sair com menos dificuldade.

Então, ele foi tirando o dedo e cuspiu mais no meu cu. Ai ele enfiou dois dedos em mim. A essa altura eu ja arreganhava a minha bunda com as mãos, totalmente entregue.

Alberto comia meu cuzinho com aqueles dedos e eu mal podia esperar para que ele trocasse os dedos pelo pau.

E isso não demorou a acontecer. ele tirou os dedos, cuspiu mais no meu cu, que àquela altura estava todo aberto aguardando a rola do alfa e veio pra cima de mim.

Senti a cabeça do pau dele no meu cu e pisquei o toba pra ele. Alberto forçou e eu senti dor. Ensaiei dizer um "ai" e ele me mandou aguentar calado.

Eu obedeci. Fechei os olhos e fui sentindo ele me penetrar. Alberto me rasgava no meio, entrando com aquela rola grossa no neu cu. Meus punhos cerrados, agarravam uma almofada e a rola foi desbravando minhas entranhas.

Eu já estava sen ar, sentindo uma dor fudida, quando o saco do Alberto bateu na minha bunda. Ele tinha atolado tudo bo neu rabo.

Eu queria sair dali, mas ao mesmo tempo, queria ser fodido por ele. Eu que achava
que tinha sido bastante humilhado naquela noite, percebi que aquilo era o auge.

Não bastasse ser corno tendo servudo minha mulher para ele, eu agora servia meu cu também.

Alberto passou a me foder. A cada estocada eu tinha vontade de chorar. O pau dele era grosso e eu estava sentindo dor.

Mas Alberto não quis saber. Ele queria fazer barba, cabelo e bigode no casal. Eu fazia o possivel para não gemer e confesso que foi dificil.

Alberto metia no neu cu e o que me dava tesâo era que ele não falava nada. Não enitia um som. Nem gemia. Nada. Me segurava as nádegas com força, mantendo-as arreganhandas e fodia. Fodia forte, acelrando o vai e vem aos poucos, mas metendo vigorosamente, me arrombando.

Eu aos poucos fui sentindo mais prazer do que dor e comecei a rebolar no pau dele de forna instintiva.

Ele então, tirou o pau abruptamente de eentro de mim e se sentou ao meu lado. Me pegou pela perna e me puxou. Eu entendi o que ele queria e passei ua perna direira por cima dele. Me apoiei no encosto do sofá e subi nele. Alberto me pegou pelo quadril e com a outra mão, ajeitou a piroca na porta do meu cu.

Eu passei a descer, sentando no pau dele. Fui sentando até encostar minha bunda nos ovos. Ele agarrou minhas nádegas e eu comecei a cavalgar.

Alberto lambeu meu mamilo esquerdo e eu fiquei doido de tesâo. Passei a sentar
naquela rola com força, sentindo ele me arregaçar.

Não denorou muito e Alberto gemeu e eu senti o leite quente dele dentro de mim.

Continuei sentando na rola, sentindo a porra dele me lambuzando e acelerei mais a sentada. Ele gemeu gostoso e eu então sentei até o talo no seu pau e parei de me mexer.

Ficamos assim, Alberto apertando minhas nádegas e ei atolado no cacete dele. Sentindo mei cu pegar fogo e a minha bunda toda melada.

Depois de talvez um ou dois minutos, saí de cima dele. Ele não disse nada. Eu me levantei e fui até a cozinha. A porra escorria pelas pernas. Peguei uma cerveja pra ele. Ele a tomou em 2 goles longos.

Eu fui ao banheiro. Agora não ia ter jeito. Eu tinha que me lavar. Alberto apareceu e entrou no box junto comigo.

Ele não disse nada, nem eu, mas antes que ele fizesse ou disse qualquer coisa, peguei o sabonete e comecei a lavar o pau dele

Enquanto eu lavava a piroca dele, ele me olhava sério. Quando eu acabei de lavar aquela pica, eu falei baixinho

- "Eu gostaria muito se você viesse mais vezes comer a minha mulher na minha casa"
- "Talvez eu faça isso. Você é um cormo que recebe muito bem um comedor."
- "Eu gostaria muito"
- "Vou analisar o seu caso"

Ele então saiu do box e pegou uma toalha para se enxugar. Eu fiquei no chuveiro, me lavando. Era muita porra no meu cu.

Ele saiu do banheiro sem dizer nada. Deixou a porta aberta e eu ouvi ele entrar no meu quarto e fechar a porta com a chave.

Terminei o banho, fui na cozinha, bebi um copo de Coca Cola e comi um.pão com umas fatias de mortadela e fui pro quarto se hospedes. Fechei a porta e me deitei. Feliz e me sentindo um corno perfeito.

No dia seguinte acordei e ele não estava mais lá. Eu não contei pra Ana que ele tinha me comido e ela também não mencionou nada. Certamente ele também não contou, porque conhecendo a minha mulher, se ele tivesse contado, ela não ia deixar passar batido e ia falar alguma coisa comigo.

Ana só me disse que ele tinha gostado.muito e que, por ele, a comeria mais vezes lá em casa.

- "Não sei se eu quero isso não, corno. Foi muito bom e tal, mas eu gosto muito de ficar sozinha com ele."
- "Deixa de ser chata. De vez em quando, não precisa ser sempre...de vez em quando.."
- "Vou pensar. Agora eu só não ganho na loteria porque eu não ganho. O que que eu falei ??"
- "Que ?"
- "Que só faltava você tomar o.leite dele direto da rola....kkkk..não deu outra, né corno ? Ai ai.. era só o que me faltava, alem de corno, viadinho. Se eu deixar, daqui a pouco você vai querer dar o cu pra ele também...kkkkkk"

Eu ri junto com ela e pensei "imagina..."

Alberto voltou outras vezes. Comeu muito a minha mulher. E a mim também.

Mas essas são outras histórias.


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Comentários


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pedronoas Comentou em 10/01/2026

Que tesao, pau duro durante toda a leitura, você é um Homem muito sortudo. Belo conto




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bipassivocarioca55

Nome do conto:
Esposa puta, macho alfa, corninho viadinho

Codigo do conto:
251657

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
10/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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