Ana era uma mulher de 38 anos, com uma vida que, aos olhos dos outros, parecia perfeita. Casada há vinte anos com Carlos, um homem dedicado ao trabalho como engenheiro civil, ela vivia em uma casa confortável nos subúrbios de uma cidade média no interior de São Paulo. Seu corpo ainda carregava as marcas da juventude: curvas generosas, seios fartos que desafiavam a gravidade mesmo após a maternidade, e uma pele morena clara que reluzia sob o sol. Seus cabelos castanhos caíam em ondas até os ombros, e seus olhos verdes transmitiam uma mistura de doçura e uma fome reprimida que poucos notavam. Mas Ana estava carente. Carlos viajava constantemente, deixando-a sozinha por semanas a fio. As noites eram longas, preenchidas por séries na TV e banhos quentes onde suas mãos vagavam por seu corpo, buscando um alívio solitário que nunca era suficiente. Ela se masturbava com frequência, imaginando toques mais intensos, mais reais, mas a culpa sempre a consumia depois. Seu filho, Lucas, acabara de completar 18 anos. Ele era o orgulho dela: alto, com 1,85m, corpo atlético moldado pelas horas no futebol e na academia da escola. Seus cabelos pretos eram bagunçados de um jeito charmoso, e seus olhos castanhos herdados do pai tinham um brilho inocente, mas ultimamente, Ana notava algo mais nele – uma maturidade emergente, um olhar que se demorava um pouco mais em seu decote quando ela usava blusas soltas em casa. Lucas era virgem, ou pelo menos era o que Ana supunha, baseado nas conversas casuais que tinham. Ele passava muito tempo no quarto, estudando para o vestibular ou jogando videogames, mas Ana ouvia, às vezes, gemidos abafados vindos de lá, e imaginava o que ele estaria vendo na tela do computador. Tudo começou em uma noite quente de verão, quando Carlos estava em outra viagem de negócios, dessa vez para o Nordeste, e ficaria fora por duas semanas. Ana havia preparado um jantar simples: frango assado com salada e arroz. Ela vestia um robe leve de seda rosa, que mal cobria suas coxas grossas e macias, e por baixo, apenas uma calcinha de renda preta – um luxo que ela se permitia para se sentir desejável. Lucas desceu as escadas vestindo apenas uma bermuda folgada e uma camiseta velha, o suor brilhando em sua pele bronzeada do dia de treino. "Mãe, que cheiro bom", disse ele, sentando-se à mesa e sorrindo para ela. Seus olhos percorreram rapidamente o contorno dos seios dela sob o robe, e Ana sentiu um arrepio involuntário. Ela serviu a comida, inclinando-se um pouco mais do que o necessário, sentindo o tecido roçar contra seus mamilos endurecidos pelo ar condicionado. Durante o jantar, a conversa fluiu como sempre: sobre a escola dele, os planos para a faculdade. Mas Ana notou como Lucas estava inquieto, cruzando as pernas com frequência, como se algo o incomodasse. "Tudo bem, filho? Você parece distraído", perguntou ela, pousando a mão em seu braço. A pele dele era quente, firme, e ela demorou um segundo a mais para retirar a mão. "Ah, nada, mãe. Só... pensando em coisas", respondeu ele, corando levemente. Ana sorriu por dentro; ela sabia o que "coisas" significavam para um garoto de 18 anos. Depois do jantar, eles se sentaram no sofá para assistir a um filme. Ana escolheu algo romântico, com cenas sugestivas, e se aninhou ao lado dele, suas pernas tocando as dele casualmente. O ar estava carregado de uma tensão que ela não conseguia ignorar. Quando uma cena de beijo apareceu na tela, Ana sentiu sua calcinha umedecer. Ela olhou para Lucas e viu que ele estava com uma ereção visível sob a bermuda, o volume inchado pressionando o tecido. Seu coração acelerou. "Filho... você está... excitado?", perguntou ela, sua voz baixa, quase um sussurro. Lucas congelou, o rosto vermelho. "Mãe, eu... desculpa, é que... o filme..." Ana não pensou duas vezes. A carência a consumia há meses, e ali estava ele, seu filho, jovem, viril, desejando algo que ela podia dar. "Não precisa se desculpar. É normal. Eu... eu também sinto falta disso", confessou ela, sua mão deslizando para a coxa dele, sentindo os músculos tensos. "Mãe?", murmurou ele, os olhos arregalados, mas sem se afastar. "Shh... deixa a mamãe te ajudar", disse ela, sua voz rouca de desejo. Ela abriu o robe devagar, revelando seus seios pesados, os mamilos rosados e eretos. Lucas engoliu em seco, seu pau latejando visivelmente. Ana pegou a mão dele e a guiou até um de seus seios, fazendo-o apertar. "Assim, filho. Aperta devagar." Ele obedeceu, os dedos tremendo ao massagear o seio macio, o polegar roçando o mamilo. Ana gemeu baixinho, inclinando-se para beijá-lo. Seus lábios se encontraram em um beijo hesitante no início, mas logo se tornou faminto. A língua dela invadiu a boca dele, explorando, enquanto ela sentia o gosto jovem e doce dele. Suas mãos desceram para a bermuda dele, abrindo o zíper e libertando seu pau. Era grosso, com cerca de 18 centímetros, veias pulsantes e a cabeça vermelha e inchada, já pingando pré-gozo. "Oh, filho, você é tão grande", murmurou ela, envolvendo-o com a mão e masturbando devagar, sentindo a pele quente e sedosa deslizar sob seus dedos. Lucas gemeu alto, os quadris se movendo instintivamente. Ana se ajoelhou no chão entre as pernas dele, seus seios balançando, e levou a boca ao pau dele. Primeiro, lambeu a cabeça, saboreando o salgado do pré-gozo, depois engoliu metade, sugando com força enquanto sua língua rodopiava ao redor. Lucas agarrou os cabelos dela, ofegante. "Mãe... isso é... ahh..." Ela chupou com mais intensidade, a boca subindo e descendo, saliva escorrendo pelos cantos dos lábios. Uma das mãos dela massageava as bolas dele, pesadas e cheias, enquanto a outra descia para sua própria calcinha, esfregando o clitóris inchado através do tecido úmido. Depois de minutos, ela se levantou, tirando a calcinha e revelando sua buceta depilada, os lábios inchados e brilhantes de excitação. "Agora, filho, me come. Enfia esse pau na mamãe." Lucas a puxou para o sofá, deitando-a de costas. Ele se posicionou entre suas pernas, o pau roçando a entrada dela. Ana guiou-o, sentindo a cabeça grossa forçar caminho para dentro. "Devagar, amor... ah, sim, assim." Ele entrou centímetro por centímetro, esticando-a deliciosamente. Quando estava todo dentro, ela gemeu alto, as unhas cravando nas costas dele. "Fode a mamãe, filho. Forte." Ele começou a bombear, devagar no início, sentindo as paredes quentes e úmidas da buceta dela apertarem seu pau. Ana ergueu os quadris para encontrá-lo, os seios balançando a cada estocada. "Mais rápido... ah, sim, me fode como um homem." Lucas acelerou, o som de pele contra pele ecoando na sala, misturado aos gemidos dela. Ele chupava um mamilo enquanto metia, mordiscando levemente, fazendo-a arquear as costas. Eles mudaram de posição: Ana montou nele, cavalgando com força, sua bunda redonda batendo contra as coxas dele. Ela girava os quadris, sentindo o pau dele acertar seu ponto G repetidamente. "Você é meu, filho... só meu", sussurrava ela, as mãos no peito dele. O suor escorria entre seus seios, e Lucas os apertava, sugando-os alternadamente. Depois de longos minutos, Ana sentiu o orgasmo se aproximando. "Vou gozar, filho... goza dentro da mamãe." Ele grunhiu, acelerando, e explodiu dentro dela, jatos quentes de porra enchendo sua buceta. Ana veio em seguida, tremendo, sua buceta pulsando ao redor dele, leite escorrendo pelas coxas. Eles ficaram abraçados, ofegantes, o ar cheirando a sexo. "Isso foi errado, mãe?", perguntou ele, tímido. "Não, amor. Foi perfeito. E vamos fazer de novo", respondeu ela, beijando-o profundamente. Nas noites seguintes, a casa se tornou um ninho de desejos proibidos, com Ana ensinando Lucas todos os segredos do prazer, e ele saciando a carência dela de formas que Carlos nunca poderia imaginar.
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