Era uma noite abafada de verão na casa da família Silva, onde o ar quente parecia amplificar cada som e sensação. A residência modesta, com seus quartos amplos e paredes finas, guardava segredos familiares que ninguém ousava mencionar. Pedro, o filho do meio, aos 19 anos, exibia um corpo atlético moldado por horas de futebol nas ruas poeirentas do bairro. Seus músculos definidos, pele bronzeada e olhos castanhos cheios de uma curiosidade voraz pelo proibido o tornavam irresistível para as garotas da faculdade, mas era em casa que seus desejos mais sombrios fervilhavam. Sua mãe, Ana, uma viúva de 38 anos, carregava curvas voluptuosas que o luto não havia diminuído. Seus seios fartos, agora inchados e sensíveis pela amamentação da caçula Laura, de apenas quatro meses, eram um testemunho de sua fertilidade e sensualidade reprimida. Há dois anos sem o toque de um homem, Ana mantinha uma aura de inocência maternal, mas seu corpo ansiava por algo mais primal. A irmã mais velha de Pedro, Sofia, de 21 anos, monopolizava o banheiro principal há uma eternidade, se produzindo para uma noite de balada com as amigas. O som da água correndo e risinhos abafados só aumentavam a impaciência de Pedro, cuja bexiga apertada o fazia andar de um lado para o outro no corredor escuro. "Sofia, caralho, anda logo! Eu tô quase mijando nas calças!", gritou ele, batendo na porta com força. A resposta veio afiada: "Vai se foder, maninho! Usa o da mãe, seu preguiçoso!" Resmungando palavrões baixinho, Pedro dirigiu-se ao quarto da mãe no final do corredor. A porta estava entreaberta, liberando um aroma suave de loção de bebê e perfume floral que sempre o fazia lembrar de abraços quentes da infância. Ele bateu de leve, mas a urgência o fez empurrar a porta sem esperar. A cena que o recebeu o paralisou como um raio. Ana estava sentada na beira da cama king size, iluminada pela luz amarelada do abajur. Sua blusa de algodão fina estava desabotoada até a cintura, revelando o seio esquerdo nu e exuberante. O mamilo rosado, ereto e úmido de leite, brilhava levemente enquanto Laura sugava com avidez, emitindo gorgolejos suaves. O seio balançava ritmicamente, gotas de leite perolado escorrendo pela curva perfeita da carne macia e branca, contrastando com a aréola escura e inchada. Pedro sentiu um calor subir pelo corpo, seu pau inchando instantaneamente dentro da boxer apertada, latejando com uma intensidade que o deixou tonto. Aquela visão era proibida, sagrada, mas irresistivelmente erótica – a essência da maternidade misturada a uma sensualidade crua que ele nunca havia testemunhado tão de perto. "Ah, oi, meu amor", disse Ana com voz suave e acolhedora, sem fazer menção de se cobrir. Seus olhos verdes, cheios de cansaço maternal, encontraram os dele com um sorriso inocente. "O que houve? Sofia te trancou fora de novo? Essa menina é um furacão." Pedro engoliu em seco, os olhos lutando para se desviar daquela curva hipnótica do seio exposto. Sua boca secou, e ele gaguejou: "S-sim, mãe. Posso... posso usar o seu banheiro? Tô apertadíssimo." "Claro, filho. Vai lá, não precisa pedir. Eu termino de alimentar a Laura aqui", respondeu ela, ajustando o bebê no colo com um movimento que fez o seio tremer levemente, liberando outra gota de leite que escorreu pela pele. Pedro assentiu rápido, virando-se para o banheiro anexo como se fugisse de um incêndio. Fechou a porta atrás de si, trancando-a por instinto, e baixou as calças com mãos trêmulas. Sentou no vaso sanitário frio, mas sua mente era um turbilhão. A imagem do seio da mãe queimava em sua retina: a textura aveludada, o cheiro imaginado de leite morno e pele aquecida pelo calor do verão. Seu pau, agora totalmente ereto, pulsava dolorosamente, veias salientes ao longo do comprimento grosso. Sem resistir, ele envolveu a mão ao redor da base, sentindo o calor da própria excitação. Começou a se masturbar devagar, o polegar roçando a glande sensível, imaginando aqueles seios em sua boca, sugando o leite doce enquanto Ana gemia seu nome. "Ah... mãe... Ana... seus peitos são tão perfeitos...", murmurou ele, acelerando o ritmo, o pré-gozo lubrificando os movimentos. O prazer construía como uma onda, tenso e inevitável. No auge, quando o orgasmo ameaçava explodir, ele não conteve um gemido alto: "Mãe! Ah, Ana!" Do quarto, Ana ouviu o chamado ecoar pelo banheiro. Seu coração acelerou com preocupação maternal. "Pedro? Foi você que me chamou? Tá tudo bem aí dentro, filho?" Ela depositou Laura no berço com delicadeza, abotoando a blusa às pressas – mas não completamente, deixando um decote generoso exposto. Caminhou até a porta do banheiro e, sem bater, girou a maçaneta, abrindo-a de uma vez. "O que houve? Você gritou meu nome como se estivesse doendo ou—" Pedro, pego no flagra, virou-se assustado, o pau ainda na mão. O orgasmo irrompeu incontrolável, jatos quentes e espessos de sêmen voando pelo ar, acertando o rosto delicado de Ana, escorrendo pelo queixo e pescoço, manchando a blusa fina sobre os seios e pingando na barriga exposta. Ele gozou abundantemente, o corpo convulsionando em ondas de prazer culpado, enquanto o cheiro almiscarado enchia o ar úmido do banheiro. Ana piscou, atônita, limpando o líquido viscoso e quente do rosto com os dedos, cheirando-o instintivamente. Seus olhos se arregalaram ao reconhecer o aroma familiar – sêmen, puro e fresco, algo que ela não sentia há anos. "Pedro... o que é isso? Meu Deus, filho, você tá machucado? Isso é... sêmen?", perguntou ela, a voz trêmula de confusão e um traço sutil de excitação reprimida. Seus mamilos endureceram sob a blusa molhada, traídos pelo toque inesperado. Pedro, corado de vergonha e frustração, puxou as calças para cima às pressas, cobrindo o pau ainda semi-ereto. "N-não, mãe! É... é shampoo! Eu tava lavando o cabelo aqui no chuveiro e... escorregou tudo! Sai daqui, por favor, eu tô pelado! Vai, mãe, me deixa sozinho!" Ana, sempre a mãe ingênua e confiante, franziu a testa mas acreditou na mentira desajeitada. "Shampoo? Ah, tá bom, mas que cheiro estranho... e que bagunça no chão! Deixa eu limpar isso antes que grude e fique fedendo." Sem questionar mais, ela se abaixou inocentemente, posicionando-se de quatro no piso frio do banheiro para alcançar um pano de limpeza debaixo da pia. Sua saia florida subiu pelas coxas grossas e macias, revelando a calcinha branca de algodão que se esticava sobre a bunda redonda e empinada, as nádegas cheias tremendo levemente com o movimento. O contorno da buceta se marcava sutilmente no tecido úmido pelo suor do verão, e Pedro sentiu uma nova onda de desejo o invadir. Seu pau endureceu completamente de novo, latejando contra a calça. "Mãe, espera... eu ajudo a limpar", murmurou ele, a voz rouca e carregada de luxúria. Ajoelhou-se atrás dela, as mãos tremendo ao erguer a saia devagar, expondo mais da pele suave. Baixou as próprias calças, libertando o pau rígido, e o encostou na curva da bunda dela, esfregando devagar contra o tecido da calcinha, sentindo o calor irradiando dela. "Preciso... limpar as costas da senhora também. Tá sujo aqui... olha só." Ana congelou, o corpo tenso ao sentir algo quente, duro e pulsante pressionando contra ela. Um arrepio subiu por sua espinha, misturando choque e um desejo há muito esquecido. "Pedro? O que você tá fazendo aí atrás? Isso não é o pano... ah, meu Deus!" Ela virou a cabeça ligeiramente, os olhos se fixando no pau do filho – grosso, veioso, com a glande vermelha e inchada, maior do que qualquer coisa que ela lembrava do falecido marido. "Filho... isso é... tão grande! Tão grosso... o que você pretende—" Antes que ela pudesse se mover, Pedro puxou a calcinha para o lado com um movimento urgente, expondo a buceta rosada e úmida de Ana, os lábios inchados e reluzentes de excitação involuntária. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada e empurrou devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrindo para ele, engolindo centímetro por centímetro. Ana arfou alto, as unhas cravando no chão. "Pedro! Não... isso é errado, filho! Somos mãe e filho... ah, Deus, para com isso!" Mas seu corpo a traía; ela estava encharcada, o suco natural facilitando a penetração, e um gemido escapou de seus lábios carnudos. "Mãe... você é tão apertada... tão quente por dentro. Eu sempre sonhei com isso, com você assim, de quatro pra mim", grunhiu Pedro, segurando os quadris largos dela com firmeza, as mãos afundando na carne macia. Ele começou a bombear devagar, cada estocada profunda fazendo os seios dela balançarem pesadamente sob a blusa, os mamilos roçando o tecido molhado. O som úmido de carne contra carne ecoava no banheiro confinado, misturado ao cheiro de suor e excitação. Ana delirava, a culpa se dissolvendo no prazer avassalador. "Filho... isso é incesto... a gente vai pro inferno... mas, ah, sim, mais fundo! Seu pau é enorme, me estica toda... fode sua mãe, Pedro, fode forte!" Ela empurrava os quadris para trás, encontrando o ritmo dele, a bunda batendo contra a virilha do filho com um tapa ritmado. Pedro acelerou, uma mão subindo para abrir a blusa dela, libertando os seios fartos que balançavam livres, leite pingando dos mamilos eretos. Ele os apertou, sentindo a maciez e o calor, enquanto a outra mão descia para esfregar o clitóris inchado dela. "Você gosta, mãe? Gosta do pau do seu filho te preenchendo, te fazendo gozar como uma puta?", provocou ele, a voz grave e dominante, beijando o pescoço suado dela, mordiscando a orelha. "Sim... ah, Pedro, eu amo! Maior que o do seu pai... me faz delirar... tô gozando, filho! Gozando no pau do meu menino!" Ana convulsionou, o orgasmo a atingindo como um tsunami, as paredes da buceta se contraindo em espasmos violentos ao redor dele, jatos de prazer fazendo-a tremer e gemer alto, o corpo arqueando em êxtase puro. Pedro não resistiu mais; com um rugido primal, ele gozou dentro dela, enchendo-a de sêmen quente e espesso, pulsação após pulsação, até transbordar e escorrer pelas coxas dela. Eles desabaram no chão, ofegantes e suados, Ana virando-se para encará-lo, os olhos vidrados de satisfação e um brilho de submissão. "Isso... não pode se repetir, Pedro. Foi loucura... mas tão bom, tão intenso." Ele sorriu maliciosamente, puxando-a para um beijo profundo, as línguas dançando em um tango proibido. "Vai se repetir sim, mãe. Todas as noites. Você é minha agora, minha mulher." E assim, sob o véu da noite, um laço pecaminoso se formou, prometendo mais noites de paixão incestuosa.
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