Minha Sogra certinha - 2

No dia seguinte pela manhã, o clima na casa estava estranho. Ela acordou antes de mim, como sempre. Quando desci, já tinha café coado, pão na mesa, tudo arrumadinho. Clara estava de vestido florido, daqueles bem comportados, comprimento abaixo do joelho, mangas três quartos, gola redonda fechada. Cabelo preso num coque baixo, sem maquiagem, óculos de armação fina. A sogra perfeita.
Mas quando ela se virou pra me servir o café, nossos olhares se cruzaram por meio segundo a mais do que o normal. Ela desviou rápido, as bochechas ficaram vermelhas na hora. Colocou a xícara na minha frente com a mão tremendo levemente.
— Dormiu bem? — perguntou, voz baixa, quase sussurrada.
— Dormi… depois de ontem — respondi, olhando direto pra ela.
Ela engasgou com o ar. Virou de costas rápido, começou a esfregar a pia que já estava limpa.
— Não fala nisso aqui na cozinha… — murmurou. — Pelo amor de Deus.
Eu me levantei devagar, fui até atrás dela. Não toquei ainda. Só fiquei perto o suficiente pra ela sentir meu corpo. O cheiro de sabonete de lavanda dela subiu de novo, misturado com um leve suor de nervoso.
— Você tá com vergonha agora? — perguntei baixinho no ouvido dela. — Ontem à noite você não tinha tanta vergonha quando abriu as pernas na pia e pediu pra eu não parar.
Ela apertou a esponja com tanta força que escorreu sabão pelas mãos.
— Para… — sussurrou. Mas a voz saiu fraca, quase implorando o contrário.
Coloquei as mãos na cintura dela por cima do vestido. Senti a gordurinha macia ceder sob meus dedos. Ela não se mexeu pra fugir. Só respirou mais fundo.
— Levanta o vestido — mandei, voz calma, mas firme.
— Aqui não… — ela tentou. — É de manhã… tem luz… eu não consigo…
— Levanta — repeti.
As mãos dela tremiam quando seguraram a barra do vestido. Subiu devagar, revelando primeiro as panturrilhas grossas, depois as coxas claras e cheias, até aparecer a calcinha bege de algodão, modelo vovó, mas já com uma mancha escura bem no centro.
Ela parou, segurando o vestido na altura da cintura, sem coragem de olhar pra trás.
Ajoelhei atrás dela. Abri as pernas dela com as mãos, devagar. A bunda era redonda, pesada, com covinhas suaves nas laterais. Puxei a calcinha pra baixo até os joelhos. A buceta apareceu inteira sob a luz da manhã que entrava pela janela. Ainda estava um pouco inchada de ontem à noite. Os lábios grossos meio abertos, brilhando de umidade nova. O clitóris já estava aparecendo, vermelho e duro.
Passei a língua bem devagar na entrada, só provando. Ela deu um gemidinho abafado e se apoiou na pia com os dois braços.
— Meu Deus… que vergonha… assim de dia… — gemia baixinho, mas empinava a bunda pra trás, buscando mais.
Chupei devagar, sentindo o gosto dela de novo: salgado, quente, com aquele cheirinho forte de mulher excitada. A buceta apertava minha língua toda vez que eu entrava. Era realmente pequena, mesmo estando tão molhada. Os lábios se fechavam em volta dela como se quisessem sugar.
Levantei. Tirei a calça de moletom. Meu pau já estava duro só de olhar pra ela naquela posição: vestido levantado, calcinha nos joelhos, bunda empinada, seios pesados balançando dentro do sutiã enquanto ela tremia.
Encostei a cabeça na entrada. Ela soltou um “ai” baixinho.
— Devagar… — pediu, voz de quem está com medo e louca de vontade ao mesmo tempo.
Empurrei aos poucos. A buceta cedeu devagar, abraçando cada centímetro. Quando entrei até o talo, ela soltou um gemido longo e rouco, daqueles que saem do fundo da garganta.
— Tá sentindo de novo? — perguntei, segurando firme nos quadris dela. — Tá sentindo seu genro te fodendo de manhã, na cozinha da sua casa?
Ela só balançava a cabeça, mordendo o próprio braço pra abafar os gemidos.
Comecei a mexer. Devagar no começo, sentindo cada dobra daquela bucetinha apertada deslizando no pau. Depois mais forte. A cada estocada, a barriga dela tremia, os seios balançavam dentro do vestido, o coque ia se desfazendo. O barulho era molhado, alto, indecente: a pele batendo na pele, o mel dela escorrendo pelas coxas.
Ela gozou primeiro. De repente. A buceta apertou tão forte que quase doeu. Um jorro quente escorreu pelas minhas bolas, pingou no chão da cozinha. Ela soluçava de prazer e vergonha ao mesmo tempo.
— Não goza dentro… por favor… — implorou, mesmo enquanto rebolava pra trás, querendo mais.
Mas era tarde. Eu já estava gozando. Segurei firme na cintura dela e meti até o fundo, esvaziando tudo lá dentro. Senti as contrações dela me ordenhando, tirando até a última gota.
Quando saí, um fio grosso de porra escorreu da buceta aberta e caiu no chão. Ela ficou ali, ofegante, vestido ainda levantado, pernas tremendo.
Virou o rosto devagar. Olhos vermelhos, bochechas molhadas de lágrimas e suor. O cabelo todo bagunçado agora.
— Você… você me transformou numa… — não terminou a frase.
— Numa puta? — completei, limpando o pau na coxa dela.
Ela fechou os olhos, como se doesse ouvir, mas ao mesmo tempo assentiu quase imperceptível.
— Isso não pode continuar… — murmurou.
Mas quando eu fui pegar a calcinha dela no chão pra devolver, ela segurou minha mão.
— Deixa… — sussurrou. — Deixa eu ficar sem… só hoje.
E passou o resto da manhã andando pela casa sem calcinha por baixo do vestido, as coxas brilhando de porra seca e mel novo toda vez que se esfregava uma na outra.
Eu sabia que ela ia pedir de novo.
E eu sabia que ia dar.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


253645 - Minha Sogra certinha - 2 - Categoria: Incesto - Votos: 2
253617 - Minha Sogra certinha - 1 - Categoria: Incesto - Votos: 3
253225 - Minha irmã dando pro meu cunhado e eu assistindo escondido - Categoria: Incesto - Votos: 6
253176 - Baixinha Delicia da Limpeza - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
253138 - Afilhada Puta no meio das arvores - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
253136 - Sogra Vadia - Categoria: Heterosexual - Votos: 13
247680 - Empregada rabuda - Categoria: Coroas - Votos: 10
246553 - Minha sobrinha me viu batendo punheta - Continuação - Categoria: Incesto - Votos: 7
246533 - Minha sobrinha me viu batendo punheta - Categoria: Incesto - Votos: 13
241646 - Rapidinha no Churrasco - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
241330 - Tereza Diarista Gostosa - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
240627 - Empregada do escritório virou minha amante - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
239107 - A putinha da Duda - Categoria: Heterosexual - Votos: 8
238117 - Provocando a Sobrinha - Categoria: Incesto - Votos: 10
237345 - Evangélica pecadora - Categoria: Heterosexual - Votos: 8
236950 - Duda me leva para sua casa - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
236910 - Enquanto Eles Estavam Fora - Cunhada me queria de novo - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
236886 - Esposa acordando na madrugada - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
236861 - Kelly me quis de novo. A praia não resolveu. - Categoria: Coroas - Votos: 8
236850 - Congresso de Investimentos - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
236846 - Cunhada carente - Categoria: Heterosexual - Votos: 13
236810 - Eu devorei a Duda de novo — Segundo round no almoxarifado, sem freio - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
236809 - Duda Recepcionista Safada 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
236563 - Cidinha Empregada Safada do Escritório - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
236465 - Coroa na piscina - 2 - Final - Categoria: Coroas - Votos: 8
236422 - Coroa na piscina - Categoria: Heterosexual - Votos: 13

Ficha do conto

Foto Perfil gafa11x
gafa11x

Nome do conto:
Minha Sogra certinha - 2

Codigo do conto:
253646

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0