Era uma tarde de sábado quente. Minha esposa tinha viajado para visitar a família no interior e eu fiquei em casa cuidando de algumas coisas pendentes. Por volta das 16h, a campainha tocou. Abri a porta e lá estava ela: dona Lúcia, minha sogra, com um vestido leve de algodão florido que marcava as curvas que o tempo não conseguiu apagar.
“Oi, genro Querido… a Ma não está, né? Ela me avisou. Vim só pegar umas coisas que deixei aqui na última visita.”
Entrei em modo automático: “Claro, entra, Lúcia. Quer um café?”
Ela passou por mim roçando de leve o braço no meu peito. O perfume dela — aquele floral doce e maduro — invadiu o ar. Fechei a porta e a segui até a sala.
Enquanto ela se abaixava para abrir a gaveta do aparador, o vestido subiu o suficiente para mostrar a parte de trás das coxas grossas e a borda de uma calcinha preta de renda. Meu pau deu um pulo imediato dentro da bermuda. Tentei disfarçar olhando para o lado, mas ela percebeu.
“Você tá bem, Querido?” perguntou, virando o rosto com um sorrisinho malicioso. “Tá com a cara de quem viu fantasma.”
“Não… é que… tá calor hoje.”
Ela se levantou devagar, o vestido ainda um pouco levantado. “Calor mesmo. E você aí só de bermuda… sem camisa… gostei do visual.”
O tom era provocador, quase desafiador. Ela deu dois passos na minha direção, parou bem perto. Tão perto que eu sentia o calor do corpo dela.
“Você já reparou que eu e a Ma temos o mesmo jeito de morder o lábio quando queremos alguma coisa?” perguntou baixinho, mordendo o próprio lábio inferior devagar.
Eu engoli em seco. “Já… reparei.”
Ela colocou a mão no meu peito, os dedos descendo devagar até a cintura da bermuda. “Então você sabe o que significa quando eu faço isso agora.”
Não deu tempo de responder. Ela puxou a cintura elástica para baixo e meu pau saltou livre, já duro como pedra. Lúcia deu um suspiro longo, quase um gemido, e envolveu a base com a mão quente.
“Caralho… maior do que eu imaginava,” murmurou, começando a masturbar devagar, olhando nos meus olhos. “A Marcela tem sorte… mas hoje eu quero provar.”
Ela se ajoelhou ali mesmo, na sala, sem cerimônia. A boca quente envolveu a cabeça, a língua rodando devagar enquanto os olhos continuavam fixos nos meus. Chupava com vontade, como se tivesse esperado anos por aquilo. A mão livre apertava minhas bolas, massageando com pressão exata.
Eu segurei a cabeça dela, os cabelos castanhos escuros escorregando entre os dedos. “Porra, Lúcia…”
Ela tirou a boca por um segundo, saliva brilhando no pau. “Shhh… deixa a mamãe cuidar de você.”
Levantou-se, virou de costas e levantou o vestido até a cintura. A calcinha preta estava encharcada, grudada na buceta inchada. Ela a puxou para o lado com dois dedos, mostrando os lábios grossos e molhados.
“Vem… mete logo. Quero sentir você bem fundo.”
Não precisei de mais convite. Segurei a cintura dela, alinhei e entrei de uma vez. Ela gemeu alto, as unhas cravando no braço do sofá. A buceta era apertada, quente, pulsando em volta do pau. Comecei a meter forte, o som molhado ecoando na sala.
“Assim… isso… fode a tua sogra, vai… me faz gozar no teu pau…”
Eu segurei os seios por cima do vestido, apertando os mamilos duros. Ela jogava a bunda para trás, rebolando, pedindo mais. Quando senti ela apertar forte, tremendo toda, gozei dentro dela, enchendo-a enquanto ela gemia meu nome baixinho, quase chorando de prazer.
Ficamos ali alguns segundos, ofegantes, suados. Ela virou o rosto, me deu um beijo lento na boca e sussurrou:
“Não conta pra Ma… mas toda vez que ela viajar, eu venho buscar minhas coisas.”
Sorriu safada, ajeitou a calcinha, baixou o vestido e saiu como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei parado na sala, pau ainda meio duro, o cheiro dela no corpo e a certeza de que aquilo ia acontecer de novo.
Muito em breve.