Depois daquela manhã na cozinha, algo mudou de verdade. No começo da tarde ela foi tomar banho. Deixou a porta do banheiro entreaberta — não escancarada, mas também não fechada como sempre fazia. Eu ouvi a água caindo e, quando passei pelo corredor, vi o vulto dela através da fresta. Ela estava de costas, ensaboando os seios devagar, os braços erguidos, a barriga redonda brilhando de água e espuma. Mas o que me fez parar foi que ela não estava só se lavando. Uma das mãos desceu entre as coxas. Não era um toque rápido, de quem só quer limpar. Era lento, circular, os dedos abrindo os lábios grossos, o quadril rebolando de leve enquanto a água escorria pelas costas. Ela estava se masturbando. De dia. Com a porta entreaberta. Sabendo que eu podia aparecer a qualquer momento. Eu entrei sem bater. Ela virou o rosto rápido, assustada por um segundo. Depois viu que era eu. Em vez de cobrir o corpo ou mandar eu sair, ela… continuou. Os dedos seguiram mexendo no clitóris inchado, os olhos fixos nos meus, quase desafiadores. — Você não vai fechar a porta? — perguntei, já tirando a camisa. — Não — respondeu ela, voz rouca, diferente da de antes. — Quero que você veja. Foi a primeira vez que ela falou algo assim sem gaguejar, sem pedir perdão a Deus no meio da frase. Entrei no box com ela. A água quente caiu nas minhas costas. Ela me olhou de cima a baixo, demorando no pau que já estava duro de novo. Então, sem dizer nada, se ajoelhou na cerâmica molhada. Nunca imaginei que veria dona Clara de joelhos na minha frente, água escorrendo pelo rosto, segurando meu pau com as duas mãos como quem segura algo precioso. Ela abriu a boca devagar e colocou a língua pra fora primeiro, lambendo a cabeça em movimentos longos, olhando pra cima o tempo todo. Depois engoliu. Não foi delicado. Engoliu até onde conseguia, a garganta se contraindo, os olhos lacrimejando, mas sem parar. Chupava com vontade. Fazia barulho. Babava. Uma mão apertava a base, a outra subia e descia nas minhas bolas, massageando. De vez em quando tirava da boca só pra falar coisas que eu nunca pensei que sairiam daquela boca: — Tá gostoso… bem grosso… enche minha boca toda… Eu segurei o cabelo molhado dela e fodi a boca devagar, depois mais rápido. Ela engasgava, tossia um pouco, mas voltava logo, querendo mais. Quando senti que ia gozar, avisei. — Na boca ou no rosto? — perguntei. Ela tirou o pau da boca só o tempo de responder: — No rosto. Quero sentir. Gozei forte. Jatos grossos acertaram a bochecha, o nariz, os lábios entreabertos. Ela fechou os olhos e deixou escorrer, lambendo o que caía perto da boca. Depois abriu os olhos de novo, me olhando com uma expressão que misturava satisfação e uma espécie de orgulho safado. — Agora me fode de quatro — disse ela, já se virando e apoiando as mãos na parede do box. Empinou a bunda gorda, as coxas abertas, a buceta vermelha e inchada aparecendo inteira. — Quero sentir você bem fundo. Entrei de uma vez. Ela gemeu alto dessa vez, sem tentar abafar. A buceta ainda estava escorregadia da água, do sabonete e do mel que não parava de sair. Batia com força, a barriga dela tremendo a cada estocada, os seios balançando pra frente e pra trás. Ela mesma levava a mão pra trás e abria mais a bunda, querendo que eu visse tudo. — Mais forte… — pediu. — Me arromba essa buceta… faz ela lembrar do seu pau o dia inteiro… Eu obedeci. Segurei nos quadris largos e meti com tudo. O barulho da pele molhada batendo ecoava no banheiro. Ela gozou duas vezes seguidas — a primeira gritando meu nome, a segunda só tremendo inteira, as pernas quase cedendo. Quando eu estava perto de gozar de novo, ela virou o rosto por cima do ombro. — Dentro. Goza tudo dentro de novo. Quero ficar pingando o resto do dia. Não precisei de mais nada. Meti até o fundo e esvaziei tudo lá dentro, sentindo a buceta apertar e sugar como se quisesse guardar cada gota. Depois do banho, ela não colocou calcinha. Nem sutiã. Vestiu só um roupão fino de cetim que mal fechava na frente. Os mamilos marcavam o tecido, os seios balançando livres a cada passo. Sentou no sofá da sala comigo, abriu as pernas sem cerimônia e começou a se tocar devagar enquanto me olhava. — Eu sempre tive vontade… — confessou, voz baixa, mas sem vergonha. — Sempre. Quando meu marido estava vivo eu fingia que não sentia nada. Mas eu sentia. Eu imaginava coisas… coisas sujas. E agora… agora eu não quero mais fingir. Ela abriu mais as pernas, enfiou dois dedos na buceta ainda cheia de porra e mostrou pra mim, os dedos brilhando. — Olha o que você fez comigo… — disse, quase sorrindo. — Olha como eu fico molhada só de lembrar. Eu me aproximei. Ela puxou minha cabeça pro colo dela. — Chupa de novo. Quero gozar na sua boca enquanto conto o que eu quero fazer com você nos próximos dias. E começou a falar. Coisas que a Clara de uma semana atrás jamais diria em voz alta: Queria ser fodida na sala com as cortinas abertas. Queria sentar no meu pau na cadeira da cozinha enquanto fingia que estava só tomando café. Queria que eu enfiasse os dedos no cuzinho dela enquanto chupava os peitos. Queria acordar de manhã com meu pau já dentro dela, sem aviso. Queria que eu gozasse na cara dela antes de ela ir à missa de domingo — só pra sentar no banco da igreja com minha porra secando embaixo da saia. Enquanto contava, ela gozou de novo. Os dedos encharcados, a buceta pulsando, o roupão aberto, os seios pra fora, o rosto vermelho de tesão e sem nenhum traço de culpa. Quando terminou de tremer, me olhou nos olhos e falou a frase que selou tudo: — A partir de agora… eu sou sua puta particular. Quando sua esposa não estiver em casa… você manda. E eu obedeço. E abriu as pernas mais ainda, como quem entrega o corpo inteiro.
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