A Tentação na Areia do Caribe



Eu ainda trabalhava na multinacional em Campinas quando tudo começou a mudar. Ana era minha chefe direta — 48 anos, corpo maduro e cheio de curvas que o terninho social mal conseguia disfarçar. Casada, mãe de dois filhos adolescentes, com um marido gente boa que todo mundo na empresa elogiava. Mas havia algo nos olhares dela durante as reuniões longas, na forma como seus dedos roçavam os meus ao entregar relatórios, que me deixava com tesão danado.
A viagem ao Caribe foi o ponto sem volta. A empresa havia organizado um retiro para líderes e alguns colaboradores chave, com vários casais. Dias de sol, mar cristalino e drinks à beira da piscina. Durante o dia, Ana era a profissional impecável, sorrindo ao lado do marido. À noite, quando as luzes baixavam, os olhares entre nós ficavam mais pesados.
Naquela tarde quente, o grupo todo decidiu ir à praia. As crianças brincavam mais adiante e os casais entraram no mar para refrescar. Eu fiquei na areia, fingindo arrumar a canga, o coração acelerado. Ana saiu da água devagar, o biquíni branco colado no corpo molhado, gotas escorrendo pelos seios fartos. Ela olhou para os lados, viu que estávamos relativamente isolados e veio caminhando até mim com aquele sorriso safado que eu conhecia bem.
— Tá calor demais, né? — murmurou, sentando-se ao meu lado na areia quente.
Antes que eu pudesse responder, ela olhou mais uma vez para o mar, onde o marido e os outros riam e mergulhavam. Com um gesto rápido e ousado, puxou o top do biquíni para baixo, liberando os seios pesados e bronzeados. Os mamilos escuros estavam duros, apontando para mim. Meu pau endureceu instantaneamente dentro da bermuda.
— Olha o que você me faz... — sussurrou ela, segurando os próprios seios e apertando-os levemente, como se me oferecesse. — São seus pra olhar agora.
Eu engoli em seco, o desejo queimando. Ela não parou aí. Ainda olhando para o mar para garantir que ninguém se aproximava, deslizou a mão pela barriga e puxou a calcinha do biquíni para o lado, revelando a boceta depilada, inchada e brilhando de excitação. Os lábios grossos estavam molhados, não só de água do mar.
— Tá vendo como eu tô molhada? — disse com a voz rouca, cheia de sacanagem. — Só de imaginar você me comendo aqui, na frente de todo mundo sem eles saberem... Meu marido tá ali na água, todo inocente, e eu só penso na sua rola grossa me arrombando.
Ela começou a falar um monte de putaria baixinho, enquanto seus dedos circulavam o clitóris devagar:
— Eu quero que você me foda bem gostoso, bem fundo... Quero sentir essa pica jovem me rasgando. Imagina eu gemendo no seu ouvido enquanto ele acha que eu tô só tomando sol... Eu sou uma puta casada louca pra dar pra você, sabia? Quero engolir seu pau até o talo, engasgar com ele, depois sentar e cavalgar até você gozar dentro de mim e me encher toda.
Meu coração batia forte. Eu estendi a mão e toquei aqueles seios macios, apertando os mamilos entre os dedos. Ela mordeu o lábio para não gemer alto. A calcinha ainda puxada para o lado, ela abriu um pouco mais as pernas, mostrando tudo.
— Toca aqui... Sente como tá quente e molhada pra você — pediu.
Meus dedos deslizaram pela fenda encharcada. Ela estava encharcada, pulsando. Enquanto eu a masturbava devagar na areia, ela continuava o sussurro safado:
— Quero que você me coma escondido essa noite no quarto. Enquanto meu marido dorme, eu vou até você de quatro, com a buceta pingando. Vou te chamar de patrão agora, viu? Me fode, patrão... Me usa como sua vadia secreta.
O risco de sermos vistos tornava tudo mais intenso. O sol queimava nossa pele, o som das ondas misturava com nossos gemidos abafados. Eu estava louco para enterrar meu pau nela ali mesmo, mas nos contivemos — por pouco.
Naquela noite, depois que todos foram dormir, Ana cumpriu a promessa. Entrou no meu quarto só com uma camisola fina, sem calcinha. O resto da viagem foi uma sequência de momentos roubados: boquetes rápidos no banheiro da suíte, foda silenciosa enquanto o marido tomava banho, ela falando sacanagem no meu ouvido o tempo todo.
Até hoje, em Campinas, quando a vejo no escritório, lembro daqueles seios expostos na areia e da voz dela dizendo o quanto era louca pra levar minha porra.
E o tesão nunca passou.
Foto 1 do Conto erotico: A Tentação na Areia do Caribe

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Tentação na Areia do Caribe

Codigo do conto:
265684

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/06/2026

Quant.de Votos:
2

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