Eu meu amigo do trabalho comendo a estagiária de engenharia
A convenção da empresa em São Paulo estava no terceiro dia e o clima entre o pessoal era de puro tesão reprimido. Bebidas liberadas, festas à noite e quartos de hotel cheios de possibilidades. Eu e o Rafael, meu amigo de trabalho de anos, estávamos no bar do hotel quando a Júlia apareceu. Ela era a estagiária de engenharia, 23 anos, corpo definido de quem malhava, pele clara, cabelo castanho ondulado até os ombros e um rosto de menina safada que contrastava com o terninho social que ainda usava. Júlia já estava bem alegrinha. Sentou com a gente, cruzou as pernas e o short saia subiu o suficiente para mostrar as coxas grossas e firmes. Conversa vai, conversa vem, piadas com duplo sentido, olhares. Quando ela colocou a mão na minha coxa e depois na do Rafael, sorrindo com aqueles olhos brilhando, já sabíamos como a noite ia terminar. — Vocês dois vão me deixar dormir sozinha hoje? — perguntou ela, voz manhosa e cheia de álcool. Não demorou dez minutos e estávamos os três no elevador. Assim que a porta do quarto fechou, a Júlia virou uma fera. Ela agarrou meu pescoço e me beijou com fome, língua molhada e quente, enquanto o Rafael já descia o zíper do short dela por trás. Eu arranquei a blusa social dela, revelando um sutiã preto rendado que mal continha os seios médios e empinados. Rafael abriu o sutiã e começou a chupar um mamilo com força enquanto eu enfiava a mão dentro da calcinha dela. — Caralho... vocês dois vão me foder hoje? — gemeu ela, já molhada pra caralho. Júlia caiu de joelhos no carpete do quarto, olhando pra nós dois com cara de puta safada. Abriu nossas calças ao mesmo tempo. Meu pau e o do Rafael pularam livres, duros. Ela começou a chupar o meu primeiro, enfiando fundo na garganta, babando inteiro, enquanto masturbava o Rafael com a mão. Depois trocou, engolindo o pau dele com a mesma gana, olhos lacrimejando, mas de puro tesão. Alternava entre um e outro, lambendo as bolas, passando a língua na cabeça, gemendo como se estivesse viciada. — Quero os dois na minha boca... — pediu, rouca. Nós dois ficamos em pé, paus juntos. Júlia abriu bem a boca e tentou encaixar os dois ao mesmo tempo, língua girando, saliva escorrendo pelo queixo. Ela choramingava de tesão, olhos vermelhos e molhados. Rafael a levantou, jogou na cama king size e tirou o resto da roupa dela. A boceta da Júlia estava inchada, brilhando de tanto mel. Totalmente depilada. Ele abriu as pernas dela e mergulhou a boca ali, chupando o clitóris com força enquanto eu enfiava dois dedos nela. Júlia arqueava as costas, segurando a cabeça do Rafael. — Ai, porra... assim... chupa minha bucetinha... tô muito safada hoje... Ela gozou pela primeira vez rápido, tremendo, gemendo alto. Mas não parou. Virou de quatro na cama, empinando aquela bunda redonda e perfeita. — Me fode. Os dois. Quero sentir tudo. Rafael meteu primeiro. Enfiou o pau grosso de uma vez só até o fundo. Júlia soltou um grito abafado no travesseiro. Ele começou a socar forte, segurando a cintura dela, fazendo a bunda bater contra ele. Eu me posicionei na frente, ajoelhado, e ela engoliu meu pau novamente, mamando enquanto era comida por trás. Trocamos de posição. Eu deitei e puxei ela por cima. Júlia sentou no meu pau devagar, descendo até engolir tudo, rebolando gostoso. Rafael se posicionou atrás dela, cuspiu no cu e começou a pressionar o cu apertado dela. — Devagar... ai meu Deus... — gemeu ela, mas empinou mais. Ele foi entrando devagar no cuzinho enquanto eu metia na buceta. Dupla penetração completa. Júlia começou a chorar de tesão, lágrimas escorrendo pelo rosto, boca aberta, gemendo sem parar. — Tô cheia... caralho... vocês dois me arrombando... não para... me fode mais forte! Começamos a estocar juntos. Eu de baixo socando a boceta encharcada, Rafael metendo no cu dela com força. O quarto estava tomado pelos sons molhados de sexo, tapa de pele, gemidos e o choro safado dela. Júlia gozou de novo, tão forte que quase desmaiou, corpo convulsionando, boceta apertando meu pau enquanto o cu piscava no pau do Rafael. Viramos ela de lado. Rafael deitou atrás, meteu no cu novamente e eu entrei na buceta na frente. Sanduíche perfeito. Seguramos uma perna dela bem aberta e fodemos com tudo. Eu chupava os mamilos dela, Rafael mordia o pescoço. Júlia chorava e gemia ao mesmo tempo: — Me usam... sou a putinha de vocês dois... goza dentro... os dois... Eu fui o primeiro a gozar. Explodi dentro da buceta dela, jatos grossos enchendo tudo. Rafael continuou mais um pouco e gozou no cu dela, enchendo também. Júlia tremia inteira, outro orgasmo rasgando o corpo dela enquanto sentia o sêmen quente dos dois escorrendo. Ficamos os três deitados, suados, ofegantes. O pau ainda semi-duro dentro dela. Júlia, com lágrimas no rosto e um sorriso safado, passou a mão entre as pernas, sentindo a bagunça que fizemos. — Isso foi... foda. Mas a noite ainda não acabou — disse ela, lambendo os dedos melados. — Quero mais. Quero que vocês me comam no banheiro agora, debaixo do chuveiro. Rafael e eu nos olhamos e sorrimos. A convenção ainda tinha mais dois dias. E a estagiária de engenharia estava só começando a mostrar o quanto era safada.
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