Era um sábado à tarde, algumas semanas depois daquele dia na chácara. Laura tinha marcado de sair com as amigas de novo, mas dessa vez eu liguei direto pra Júlia. — Tio Pedro... — ela atendeu com aquela vozinha manhosa que eu já conhecia. — Tá querendo o que eu tô pensando? — Motel. Hoje. Só nós dois. Quero te foder o dia inteiro. Ela riu baixinho, safada. — Me busca às quatro. Chegamos no motel discreto na saída da cidade. Quarto grande, cama king, espelho enorme na parede e hidromassagem. Assim que a porta fechou, eu já empurrei Júlia contra ela, agarrando aquela bunda enorme com as duas mãos e enfiando a língua na boca dela. Ela gemia, esfregando os seios pesados contra meu peito. — Tira tudo — ordenei. Júlia obedeceu devagar, rebolando. O vestido curto subiu, revelando a calcinha fio-dental enterrada entre as bandas daquela bunda carnuda. Os seios saltaram livres, balançando pesados. Ela ficou só de salto alto, virando de costas e empinando pra mim, abrindo as pernas. — Olha como eu tô molhada já, tio... Eu me ajoelhei, puxei a calcinha pro lado e enfiei a língua direto na xota inchada. Chupei com fome, lambendo o cuzinho rosado também, enfiando dois dedos na boceta enquanto mordia de leve aquela carne macia da bunda. Júlia tremia, empurrando pra trás, gemendo alto: — Ai caralho... chupa meu cu também... isso, tio safado... Levantei, tirei a roupa e bati meu pau grosso na cara dela. Júlia abriu a boca como uma vadia faminta, engolindo até o fundo, babando, engasgando, olhando pra cima com aqueles olhos pidões. Eu fodia a garganta dela com força, segurando o cabelo cacheado, enquanto os seios enormes balançavam a cada estocada. — Engole mais fundo, porra. Isso... boa menina. Depois joguei ela na cama de quatro. Cuspi na xota e no cu, e meti tudo de uma vez na boceta. O barulho molhado era obsceno. Metia com força, batendo fundo, fazendo aquela bunda gorda tremer violentamente a cada tapa de pele. — Mais forte, tio! Me rasga! — ela gritava, rebolando loucamente. Eu dava tapas pesados naquelas nádegas, deixando marcas vermelhas. Puxei o cabelo dela pra trás, arqueando as costas, e metia sem parar. Depois mudei pro cu. Devagar no começo, sentindo o anel apertado engolir meu pau grosso. Júlia gemia de dor e prazer misturados: — Tá tão grande... vai devagar... ai porra, vai mais fundo! Quando ela relaxou, comecei a socar o cu com vontade. A cama toda balançava. Eu alternava: tirava do cu e enfiava na xota, depois voltava pro cu, usando os dois buracos como queria. Júlia gozava sem parar, escorrendo gozo pelas coxas grossas, o corpo todo tremendo. Virei ela de frente, coloquei aquelas pernas gordas no meu ombro e meti fundo de novo, olhando nos olhos dela enquanto socava. Os seios pulavam, batendo no queixo dela. Apertei os mamilos grossos, estapeei os peitos pesados. — Goza no meu cu de novo, tio... me enche — ela implorava, dedando o próprio clitóris. Não aguentei. Tirei e gozei jatos grossos dentro da xota aberta, depois continuei gozando no cu, enchendo os dois buracos. O excesso escorria branco, misturado com o creme dela. Mas não acabou. Depois do banho na hidromassagem, eu botei ela sentada no balcão, pernas abertas, e comi de novo devagar, filmando com o celular (com consentimento dela, claro). Depois mandei ela cavalgar, aqueles seios enormes quicando na minha cara enquanto eu chupava e mordia. Júlia rebolava como uma puta profissional, gemendo meu nome. No final da tarde, depois de horas de safadeza intensa, ela estava destruída, gozada, marcada de tapas, com o cabelo bagunçado e o corpo brilhando de suor e porra. Deitada de lado, ainda com meu pau meio duro dentro dela, Júlia sussurrou sorrindo: — Da próxima vez... quero que você me leve pra um motel com mais tempo. Quero acordar sendo comida, quero brinquedos, quero que você me domine de verdade... e quero que a gente grave tudo.Era um sábado à tarde, algumas semanas depois daquele dia na chácara. Laura tinha marcado de sair com as amigas de novo, mas dessa vez eu liguei direto pra Júlia. — Tio Pedro... — ela atendeu com aquela vozinha manhosa que eu já conhecia. — Tá querendo o que eu tô pensando? — Motel. Hoje. Só nós dois. Quero te foder o dia inteiro. Ela riu baixinho, safada. — Me busca às quatro. Chegamos no motel discreto na saída da cidade. Quarto grande, cama king, espelho enorme na parede e hidromassagem. Assim que a porta fechou, eu já empurrei Júlia contra ela, agarrando aquela bunda enorme com as duas mãos e enfiando a língua na boca dela. Ela gemia, esfregando os seios pesados contra meu peito. — Tira tudo — ordenei. Júlia obedeceu devagar, rebolando. O vestido curto subiu, revelando a calcinha fio-dental enterrada entre as bandas daquela bunda carnuda. Os seios saltaram livres, balançando pesados. Ela ficou só de salto alto, virando de costas e empinando pra mim, abrindo as pernas. — Olha como eu tô molhada já, tio... Eu me ajoelhei, puxei a calcinha pro lado e enfiei a língua direto na xota inchada. Chupei com fome, lambendo o cuzinho rosado também, enfiando dois dedos na boceta enquanto mordia de leve aquela carne macia da bunda. Júlia tremia, empurrando pra trás, gemendo alto: — Ai caralho... chupa meu cu também... isso, tio safado... Levantei, tirei a roupa e bati meu pau grosso na cara dela. Júlia abriu a boca como uma vadia faminta, engolindo até o fundo, babando, engasgando, olhando pra cima com aqueles olhos pidões. Eu fodia a garganta dela com força, segurando o cabelo cacheado, enquanto os seios enormes balançavam a cada estocada. — Engole mais fundo, porra. Isso... boa menina. Depois joguei ela na cama de quatro. Cuspi na xota e no cu, e meti tudo de uma vez na boceta. O barulho molhado era obsceno. Metia com força, batendo fundo, fazendo aquela bunda gorda tremer violentamente a cada tapa de pele. — Mais forte, tio! Me rasga! — ela gritava, rebolando loucamente. Eu dava tapas pesados naquelas nádegas, deixando marcas vermelhas. Puxei o cabelo dela pra trás, arqueando as costas, e metia sem parar. Depois mudei pro cu. Devagar no começo, sentindo o anel apertado engolir meu pau grosso. Júlia gemia de dor e prazer misturados: — Tá tão grande... vai devagar... ai porra, vai mais fundo! Quando ela relaxou, comecei a socar o cu com vontade. A cama toda balançava. Eu alternava: tirava do cu e enfiava na xota, depois voltava pro cu, usando os dois buracos como queria. Júlia gozava sem parar, escorrendo gozo pelas coxas grossas, o corpo todo tremendo. Virei ela de frente, coloquei aquelas pernas gordas no meu ombro e meti fundo de novo, olhando nos olhos dela enquanto socava. Os seios pulavam, batendo no queixo dela. Apertei os mamilos grossos, estapeei os peitos pesados. — Goza no meu cu de novo, tio... me enche — ela implorava, dedando o próprio clitóris. Não aguentei. Tirei e gozei jatos grossos dentro da xota aberta, depois continuei gozando no cu, enchendo os dois buracos. O excesso escorria branco, misturado com o creme dela. Mas não acabou. Depois do banho na hidromassagem, eu botei ela sentada no balcão, pernas abertas, e comi de novo devagar, filmando com o celular (com consentimento dela, claro). Depois mandei ela cavalgar, aqueles seios enormes quicando na minha cara enquanto eu chupava e mordia. Júlia rebolava como uma puta profissional, gemendo meu nome. No final da tarde, depois de horas de safadeza intensa, ela estava destruída, gozada, marcada de tapas, com o cabelo bagunçado e o corpo brilhando de suor e porra. Deitada de lado, ainda com meu pau meio duro dentro dela, Júlia sussurrou sorrindo: — Da próxima vez... quero que você me leve pra um motel com mais tempo. Quero acordar sendo comida, quero brinquedos, quero que você me domine de verdade... e quero que a gente grave tudo.
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