Alguns dias depois, Helena me mandou uma mensagem curta e direta: “Hoje quero que você me foda no cu. Vem à noite. Estou molhada só de pensar.” Cheguei ao apartamento dela por volta das oito. Ela abriu a porta vestindo apenas um robe de seda preto semi-aberto. Os seios pesados apareciam quase inteiros, os mamilos escuros já duros. O cabelo prateado estava solto e levemente bagunçado, como se ela já tivesse se tocado antes. Mal entrei, ela me beijou com aquela fome de sempre, apertando meu pau por cima da calça. — Hoje eu preparei tudo — murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Tomei banho, me limpei bem, passei lubrificante… Quero sentir você bem fundo na minha bunda. Ela me levou até o quarto. A luz era baixa, só um abajur aceso. Helena tirou o robe devagar, revelando o corpo maduro e cheiroso. Virou de costas, empinou aquela bunda grande e macia, e abriu as nádegas com as duas mãos. O cuzinho rosado e enrugadinho piscava, já brilhando de lubrificante. — Olha como tá prontinho pra você… — disse ela com a voz rouca de tesão. Fiquei nu em segundos. Meu pau estava latejando, a cabeça inchada e roxa. Ajoelhei atrás dela e comecei lambendo aquela bundona generosa, passando a língua pelas nádegas, descendo até o buraco apertado. Helena gemeu alto quando senti minha língua pressionando o anelzinho. — Ai, que delícia… lambe meu cu, vai… enfia a língua. Chupei e lambi com vontade, sentindo o gosto limpo e o cheiro de pele quente misturado com lubrificante. Enfiei a ponta da língua o máximo que consegui enquanto masturbava ela devagar. Helena rebolava contra meu rosto, gemendo sem vergonha. — Isso… prepara essa bunda velha pra levar pau… Levantei, posicionei a cabeça grossa do meu pau bem no meio da fenda e comecei a pressionar devagar. Helena respirava fundo, empurrando para trás. — Devagar no começo… tá grosso pra caralho… ai… isso… vai entrando… Senti o anel apertado resistindo, depois cedendo aos poucos. A cabeça do meu pau entrou com um “plop” molhado. Helena soltou um gemido longo e rouco, quase um grunhido de prazer e dor misturados. — Porra… que delícia… vai devagar… me abre toda… Segurei aqueles quadris largos e fui empurrando centímetro por centímetro. A pressão era insana — o cu dela era apertadíssimo, quente, pulsando em volta do meu pau. Quando estava pela metade, ela já tremia. — Mais… mete tudo… quero sentir suas bolas batendo na minha buceta. Com um último impulso, enterrei até o fundo. Helena gritou de prazer, apertando os lençóis. — Ai, caralho! Tá me arrombando… que pauzão gostoso! Comecei a meter devagar, saindo quase tudo e voltando fundo. O lubrificante fazia barulhos obscenos a cada estocada. Aos poucos aumentei o ritmo. Helena empinava mais a bunda, rebolando, pedindo mais forte. — Fode meu cu! Mais forte! Me usa como sua puta coroa! Segurei os cabelos prateados dela como rédea e comecei a socar com vontade. A bundona balançava, vermelha dos tapas que eu dava. O cuzinho dela apertava meu pau ritmadamente, uma pressão quente e molhada que me deixava louco. Virei ela de lado, uma perna levantada. Meti novamente, agora olhando nos olhos dela. Helena tinha o rosto vermelho, boca aberta, gemendo sem parar enquanto eu metia fundo no seu cu. — Toca na sua buceta enquanto eu te fodo — ordenei. Ela obedeceu, dois dedos no clitóris inchado, esfregando rápido. O cu dela apertava ainda mais. — Vou gozar… vai, mete fundo… não para! Senti o orgasmo dela chegar primeiro. O cuzinho deu espasmos fortes em volta do meu pau, ela gritou, o corpo tremendo inteiro, gozando forte com meu pau enterrado na bunda. Não aguentei. Segurei firme nos quadris e meti fundo umas últimas vezes, bem brutas. — Vou gozar no seu cu, Helena… — Goza! Enche minha bunda de porra quente! Com um gemido gutural, explodi dentro dela. Jatos grossos e longos enchendo aquele cu apertado, transbordando enquanto eu ainda metia devagar, prolongando o prazer. Helena gemia baixinho, sentindo cada pulsada. Quando saí, um fio grosso de porra escorreu do cuzinho arrombado, descendo pela boceta molhada dela. Helena virou de lado, me puxou e me beijou com a língua, ainda ofegante. — Da próxima vez quero sentar nesse pau até você não aguentar mais… e quero que você goze na minha cara depois. Ela sorriu safada, passando o dedo no cuzinho melado e levando à boca, provando meu gozo. — Ainda tenho muita safadeza guardada pra você, rapaz. Fiquei ali, acariciando aqueles seios pesados, sabendo que nossa história estava só começando.
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