Valéria era a empregada doméstica da casa havia quase três anos. Tinha 38 anos, era casada com o Seu Jorge, um caminhoneiro que passava a maior parte do tempo na estrada. Não era uma mulher bonita no sentido clássico: rosto marcado por espinhas antigas, nariz um pouco largo, dentes ligeiramente tortos e pele morena com algumas manchas. Mas o corpo... ah, o corpo compensava tudo. Seios grandes e pesados, cintura grossa mas firme, quadril largo, bunda enorme e empinada, coxas grossas e pernas curtas que terminavam em pés pequenos. Ela se vestia sempre com roupas simples — shorts de algodão justos e blusas velhas de algodão — e suava muito trabalhando, o que deixava a pele brilhante e o cheiro natural dela forte, misturado com sabonete barato. Eu, o dono da casa, um homem de 42 anos divorciado, vivia sozinho naquele sobrado grande. No começo era só respeito. Valéria chegava cedo, fazia a limpeza, cozinhava e ia embora. Mas com o tempo comecei a notar os detalhes: o jeito como os seios balançavam quando ela passava o aspirador, o suor escorrendo pelo decote, o short marcando a bunda redonda quando ela se abaixava para limpar o chão. Ela falava pouco da vida pessoal, mas às vezes comentava que o marido passava semanas fora e que “homem tem necessidade, mas eu também tenho as minhas”. O estopim aconteceu numa sexta-feira quente de verão. Eu tinha tirado o dia de folga. Valéria chegou às 7h30, como sempre, com o uniforme improvisado: uma blusa regata branca fina e um short jeans surrado. O ar-condicionado estava ligado, mas ela suava mesmo assim. Eu estava na sala tomando café quando ela começou a limpar as estantes altas. Subiu na escada pequena e, ao se esticar, a blusa subiu, revelando a barriga macia e a calcinha preta simples aparecendo acima do short. — Cuidado aí, Valéria — eu disse, me aproximando. — Tô acostumada, patrão — respondeu ela, rindo com aquele jeito simples. Mas dessa vez eu não me afastei. Fiquei olhando. Ela percebeu. Desceu da escada devagar, o rosto corado de calor e algo mais. Ficamos em silêncio por uns segundos. Eu vi o bico dos seios marcando o tecido fino da blusa — ela não usava sutiã. — Seu Jorge tá viajando de novo? — perguntei, a voz mais rouca. — Faz dez dias. Só volta semana que vem — respondeu ela, baixando os olhos, mas sem se afastar. Eu dei um passo à frente. Minha mão tocou o braço dela, úmido de suor. Valéria respirou fundo, mas não recuou. Em vez disso, ergueu o olhar. — Eu sou casada, patrão... mas tô precisando — murmurou, quase envergonhada. Foi o suficiente. Eu a puxei pela cintura e a beijei. A boca dela tinha gosto de café e cigarro. Beijava desajeitada, com fome. Minhas mãos desceram direto para aquela bunda grossa, apertando forte por cima do short. Valéria gemeu baixo na minha boca, colando o corpo no meu. Senti os seios pesados esmagando contra meu peito. — Vamos pro quarto — eu disse. Ela assentiu, corada. Subimos as escadas. No meu quarto, fechei a porta. Valéria tirou a blusa sozinha, revelando os seios enormes, caídos mas cheios, com aréolas escuras e grandes. Os mamilos já estavam duros. Eu me aproximei e os segurei, apertando, sentindo o peso. Ela soltou um gemido rouco quando chupei um deles com força, lambendo e mordiscando. Valéria segurou minha cabeça, empurrando contra os peitos. — Ai, patrão... chupa mais forte... Eu obedeci, passando de um seio para o outro, babando neles. Enquanto isso, minhas mãos desceram e abriram o botão do short dela. O short caiu, revelando uma calcinha preta simples, já molhada no meio. Tirei tudo. A boceta de Valéria era peluda, com pelos pretos crespos, os lábios grossos e escuros já brilhando de tesão. O cheiro dela era forte, almiscarado, de mulher que trabalhou a manhã inteira. Eu a empurrei na cama de casal. Valéria deitou de costas, abrindo as pernas grossas. A bunda dela se espalhou no lençol. Eu tirei minha roupa rápido, o pau já duro latejando. Ela olhou para ele e lambeu os lábios. — Tá grande... — murmurou. Me ajoelhei entre as pernas dela e comecei a comer aquela boceta. Lambi os lábios grossos, chupei o clitóris inchado, enfiei a língua dentro. Valéria se contorcia, segurando minha cabeça com as duas mãos, gemendo alto: — Isso... aí... come a buceta da empregada... ai que delícia... Ela gozou pela primeira vez rápido, tremendo, soltando um líquido quente que escorreu pela minha barba. Levantei e subi em cima dela. Valéria abriu bem as pernas, segurando os próprios joelhos. Eu esfreguei a cabeça do pau na entrada molhada e empurrei devagar. Era apertada, quente, molhada pra caralho. Entrei centímetro por centímetro até enterrar tudo. Ela soltou um gemido longo, quase um urro. — Ai meu Deus... tá me enchendo toda... Comecei a meter devagar, sentindo a boceta dela pulsar ao redor do pau. Depois aumentei o ritmo. Os seios dela balançavam forte a cada estocada. Eu segurava os quadris largos, batendo forte, pele contra pele. O barulho molhado enchia o quarto. Valéria gemia sem parar: — Me fode... me fode gostoso... sou sua puta hoje... Virei ela de quatro. Aquela bunda enorme ficou empinada na minha frente. Abri as nádegas e cuspi na rosca escura antes de enfiar o pau de novo na boceta. Meti com força, fazendo a bunda tremer. Batia a palma da mão na carne macia, deixando marcas vermelhas. Valéria empinava mais, pedindo: — Mais forte... bate nessa bunda... Eu bati. Depois molhei o dedo e comecei a massagear o cuzinho dela enquanto metia. Valéria gemeu mais alto, empurrando para trás. Enfiei o dedo devagar no cu apertado. Ela tremia. — Nunca deixei o Jorge fazer isso... mas com você eu quero... Tirei o pau da boceta e encostei na rosca. Empurrei devagar. Valéria segurou os lençóis, gemendo de dor e prazer misturados. Entrei aos poucos até as bolas. O cu dela era absurdamente apertado. Comecei a foder devagar, depois mais rápido. Uma mão ia na boceta dela, esfregando o clitóris. Valéria gozou de novo, o cu apertando meu pau como um torno. Eu não aguentei mais. Tirei e mandei ela virar de novo de costas. Subi por cima, colocando o pau entre os seios enormes. Ela apertou os peitos em volta e eu fodi entre eles, a cabeça roçando na boca dela. Valéria lambia e chupava quando conseguia. Finalmente, senti o gozo subir. Puxei e gozei forte no rosto dela — jatos grossos acertando bochecha, nariz, boca e seios. Valéria abriu a boca, pegando o que conseguia, gemendo. Ficamos ofegantes na cama. O corpo dela brilhava de suor, a boceta vermelha e aberta, o cu piscando, o rosto melado de porra. — Isso fica entre nós, patrão... — murmurou ela, ainda com a voz rouca de tesão. Eu sorri, passando a mão na bunda dela. — Claro. Mas toda vez que seu marido viajar... você vai limpar essa casa direito. Valéria riu baixinho, já esfregando a minha perna com o pé. — Pode deixar. Eu limpo... e ainda dou uma faxina especial.
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