O escritório já estava vazio fazia horas. As luzes fluorescentes piscavam no corredor, mas na minha sala, só a luminária da mesa iluminava o caos de papéis e o monitor ainda ligado. Eu estava ali, fingindo trabalhar, mas na real, esperando por ela. Janaína, a empregada da limpeza noturna. Baixinha, uns 1,55m no máximo, com cabelos ruivos cacheados que caíam até os ombros, sempre presos num rabo de cavalo prático. Peitos fartos, daqueles que esticam o uniforme azul-claro até o limite, e uma bunda redonda, empinada, que balançava a cada passo como se estivesse dançando samba invisível. Ela era safada pra caralho, do tipo que sorria com os olhos enquanto limpava, deixando recados implícitos nos olhares demorados. Ela entrou sem bater, como sempre. O carrinho de limpeza rangendo no piso de cerâmica. Vestia o uniforme apertado, o decote mostrando o vale entre os seios suados do calor da noite curitibana — mesmo no verão, o ar-condicionado desligava às 18h. "Boa noite, chefe", disse com voz rouca, um sotaque mineiro misturado com malícia. "Vai ficar até tarde de novo? Posso limpar aqui ou prefere que eu espere?" Eu levantei os olhos do computador, fingindo surpresa. "Pode entrar, Jana. Só terminando um relatório." Mas meu pau já estava se mexendo na calça social, endurecendo só de ver ela se abaixar pra pegar o pano de chão, a bunda se abrindo no tecido fino, marcando a calcinha fio dental que eu sabia que ela usava — vermelha, porque uma vez vi o elástico escapando. Ela começou pelo chão, de quatro, esfregando devagar, de costas pra mim. Os peitos balançavam pendurados, quase escapando do decote. Eu me levantei devagar, fechei a porta com o pé e tranquei. "Tá quente hoje, né?", comentei, voz baixa, aproximando. Ela virou o rosto, sorriso de lado, os lábios carnudos pintados de batom vinho. "Quente pra caralho, chefe. Meu corpo todo tá suado." Ela se endireitou, limpando as mãos na saia curta do uniforme, que mal cobria as coxas grossas. "Quer que eu limpe sua mesa também? Ou... outra coisa?" Não aguentei mais. Cheguei por trás, colei meu corpo no dela. Senti a bunda macia pressionando contra minha ereção, dura como ferro. Minhas mãos subiram pelas laterais, apertando a cintura fina, subindo pros peitos. Eles eram pesados, cheios, os mamilos já duros sob o sutiã de renda barata. Apertei com força, sentindo a carne transbordar entre os dedos. Ela soltou um gemidinho baixo, empinando mais a bunda, rebolando devagar contra mim. "Porra, Jana, você me deixa louco toda noite", murmurei no ouvido dela, mordendo o lóbulo macio. O cheiro dela era de sabonete barato misturado com suor fresco, feminino, excitante. Desabotoei o uniforme devagar, botão por botão, expondo os seios. Tirei o sutiã com um puxão, e eles saltaram livres — grandes, redondos, com auréolas rosadas e mamilos eretos, implorando por boca. Ela virou de frente, olhos verdes brilhando de tesão. "Então me come, chefe. Me fode bem safado, como se eu fosse sua puta particular." As mãos dela foram pro meu cinto, abrindo rápido, descendo a calça e a cueca num movimento só. Meu pau pulou pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça inchada e vermelha, já babando pré-gozo. Ela lambeu os lábios, se ajoelhou devagar, sem tirar os olhos dos meus. "Olha isso... tá pulsando pra mim", disse ela, voz sussurrada, safada. Envolveu com as duas mãos — pequenas, mas firmes — e começou a punhetar devagar, subindo e descendo, torcendo de leve na cabeça. Depois, abriu a boca quente, úmida, e engoliu metade de uma vez. A língua rodando em círculos, chupando com força, fazendo barulhinho de sucção que ecoava na sala vazia. Eu segurei o cabelo ruivo, puxando pra guiar, fodendo a boca dela devagar, sentindo a garganta apertar quando ia fundo. "Caralho, sua boca é um inferno... chupa mais forte, vai", gemi, as bolas apertando de tesão. Ela acelerou, uma mão massageando as bolas, a outra apertando a base. Saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos nus. Eu sentia o orgasmo subindo, mas parei ela antes. "Não... quero gozar dentro de você." Levantei ela pelos braços, virei de costas pra mesa. Ela se inclinou, apoiando as mãos na madeira, bunda empinada, pernas abertas. Levantei a saia, arranquei a calcinha vermelha com um rasgo — o tecido cedendo fácil. A buceta dela estava depilada, lisinha, lábios inchados e vermelhos, já encharcada, brilhando sob a luz da luminária. Passei os dedos ali, abrindo, sentindo o calor pegajoso. "Tá pingando, sua safada. Molhada pra mim desde que entrou?" "Desde que te vi sozinho aqui... imaginando você me comendo", respondeu ela, rebolando nos meus dedos. Enfiei dois de uma vez, fundo, sentindo as paredes apertarem, quentes e escorregadias. Ela gemeu alto, unhas arranhando a mesa. "Mete logo, porra... me enche com esse pau grosso." Não esperei. Posicionei a cabeça na entrada, esfregando pra lubrificar mais, e entrei devagar, centímetro por centímetro. Ela era apertada, apesar de safada, o corpo baixinha tremendo enquanto me engolia todo. "Ahhh... tá me rasgando... grande pra caralho", gemeu ela, mas empurrou pra trás, querendo mais. Comecei a bombar, devagar no início, sentindo cada veia roçando nas paredes dela. A bunda quicando a cada estocada, os peitos balançando pendurados, batendo na mesa. Aumentei o ritmo, mãos apertando a carne farta da bunda, abrindo as nádegas pra ver o pau entrando e saindo, coberto de melado branco. O som era pornográfico: pele batendo em pele, buceta molhada fazendo squish a cada thrust. "Mais forte... me fode como uma vadia... bate na minha bunda", pediu ela, voz entrecortada. Dei um tapa forte na nádega direita, deixando marca vermelha. Ela gritou de prazer, apertando mais em volta do pau. Outro tapa na esquerda, e ela começou a gozar — o corpo convulsionando, pernas tremendo, um jorro quente escorrendo pelas coxas. "Tô gozando... caralho, tô gozando no teu pau... não para!" Senti ela pulsar, milkando meu pau com os espasmos. Segurei firme na cintura, metendo descontrolado, o suor escorrendo pelas minhas costas. Os peitos dela suados roçando na mesa fria, mamilos duros como pedras. Puxei o cabelo ruivo pra trás, arqueando as costas dela, e mordi o ombro enquanto bombava fundo, batendo no colo do útero. "Vai... goza dentro... me enche de porra quente", implorou ela, ainda tremendo do orgasmo. Não aguentei. Dei mais umas estocadas brutas, sentindo as bolas subirem, e explodi — jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. Meu pau pulsando dentro, cada contração mandando mais, escorrendo pelas pernas dela misturado com o gozo dela. Ficamos assim, ofegantes, colados. Eu ainda dentro, amolecendo devagar. Ela virou o rosto, beijou minha boca desleixado, língua com gosto de saliva e tesão. "Amanhã tem mais hora extra, chefe?" Sorri, apertando um peito suado. "Todo dia, se você quiser." Saí devagar, vendo a porra escorrer da buceta vermelha, inchada. Ela pegou com os dedos, levou à boca e chupou, olhos nos meus. O escritório nunca mais foi o mesmo.
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