Caixa de Supermercado - Parte

Dois dias se passaram desde aquela foda selvagem no banco de trás do carro. Eu não tinha aparecido no supermercado no sábado de propósito, queria deixar ela pensar. Queria que o tesão e a culpa brigassem dentro dela.
Era domingo à tarde, o mercado estava mais calmo. Quando entrei, Ana estava no caixa 3. Assim que me viu, seu rosto mudou. Ela ficou vermelha na hora, apertou as coxas por baixo do balcão e desviou o olhar. Passei na fila dela mesmo assim.
Enquanto eu colocava poucas coisas na esteira, ela falou baixo, quase sem mexer os lábios:
— Você é louco? Eu disse que meu marido volta amanhã... Você não pode vir aqui assim.
— Só vim fazer compras — respondi com um sorriso. — Mas tô pensando na sua bucetinha apertada desde sexta.
Ana mordeu o lábio com força e passou meus produtos rápido, claramente nervosa. Quando entreguei o dinheiro, deixei meus dedos roçarem na palma da mão dela por mais tempo que o necessário. Ela puxou a mão como se tivesse levado choque.
— Para... — sussurrou.
Mas eu vi o jeito como os bicos dos seios dela marcaram o uniforme vermelho. Ela estava excitada.
Terminei de pagar e esperei do lado de fora, encostado no carro. Quinze minutos depois, vi ela saindo mais cedo do turno, olhando pros lados antes de vir na minha direção. Parou a uns três metros de distância.
— Eu não posso fazer isso de novo... — disse ela, voz tremendo. — Tenho marido, tenho filhos. Sexta eu errei feio. Foi um erro.
Eu me aproximei devagar.
— Erro? Você gozou duas vezes e pediu pra eu te chamar de puta enquanto te enchia de porra, Ana.
Ela fechou os olhos, respirando fundo. Estava claramente lutando contra si mesma.
— Por favor... não fala assim aqui. Eu sou mãe. Eu não sou esse tipo de mulher.
— Então por que sua calcinha tá molhada agora? — perguntei, chegando bem perto.
Ana ficou em silêncio por uns segundos. Depois soltou um suspiro longo e derrotado.
— Porque eu sou uma idiota... Entra no carro. Rápido, antes que alguém me veja.
Dessa vez não fomos pro estacionamento do mercado. Dirigi até um motel discreto a uns dez minutos dali. Durante o caminho ela ficou quieta, olhando pela janela, mas sua mão direita estava apertando a própria coxa.
Assim que entramos no quarto, ela ainda tentou resistir um pouco:
— Só uma vez. Rápido. E você não pode gozar dentro hoje.
Eu nem respondi. Empurrei ela contra a parede, levantei o uniforme e enfiei a mão dentro da calcinha. Estava encharcada, escorrendo.
— Porra, Ana... você tá pingando.
— Cala a boca... — gemeu ela.
Em menos de dois minutos, a mãe de família certinha desapareceu de novo.
Ana me empurrou pra cama, tirou minha calça com pressa e engoliu meu pau até o fundo da garganta. Chupava com fome, babando, olhando pra cima com aqueles olhos de puta.
— Você me deixou louca esses dois dias... Fiquei pensando no seu pau me arrombando — confessou entre uma chupada e outra.
Eu tirei o uniforme dela. Os seios grandes caíram pesados, mamilos duros. A barriguinha suave de quem teve dois filhos e a buceta inchada, brilhando de tesão. Virei ela de quatro na cama e dei um tapa forte na bunda.
— Então agora você vai tomar como merece.
Enfiei tudo de uma vez. Ana soltou um grito abafado no travesseiro.
— Ai meu Deus! Que gostoso... Me fode! Me fode forte!
Eu metia com força, segurando aqueles quadris largos, vendo a bunda dela balançar. Ana rebolava pra trás, completamente entregue.
— Diz que você é uma puta casada — ordenei.
— Eu sou... eu sou uma puta casada! — gemeu alto. — Uma vadia que trai o marido com estranho... Ai, continua metendo assim!
Ela gozou pela primeira vez tremendo inteira, apertando meu pau com força. Mas não parou. Virou de frente, abriu bem as pernas e puxou meus quadris.
— Goza dentro... por favor... me enche de novo. Eu quero sentir você gozando dentro da buceta casada.
Eu não aguentei. Meti fundo e gozei forte, enchendo ela de porra quente enquanto Ana gemia como uma cadela no cio, unhas cravadas nas minhas costas.
Depois, ainda com meu pau dentro dela, Ana olhou pra mim com um sorriso safado e cansada:
— Você me transformou numa puta... Segunda meu marido volta. Mas... se eu te mandar mensagem, você vem me comer onde eu quiser?
Eu sorri e respondi:
— Sempre que você quiser bancar a vadia casada, Ana.
Ela mordeu o lábio, já com cara de quem sabia que não ia conseguir resistir por muito tempo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Caixa de Supermercado - Parte

Codigo do conto:
262822

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/05/2026

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