Dois dias depois, às 22h47, meu celular vibrou com uma mensagem dela: “Ele saiu agora há pouco. Casa vazia. Vem. Rua das Camélias, 87. Portão verde. Não acende o farol.” Eu dirigi com o pau meio duro só de imaginar. Quando cheguei, o portão já estava entreaberto. Entrei, fechei tudo e estacionei nos fundos, atrás da casa. Vanessa abriu a porta dos fundos antes mesmo que eu batesse. Estava usando apenas um robe preto curto de seda, sem nada por baixo. Os cabelos soltos, maquiagem leve, batom vermelho. Os seios pesados esticavam o tecido, os mamilos já duros marcando. — Entra logo — sussurrou, puxando-me pela camisa. Mal a porta se fechou e ela já estava de joelhos no chão da cozinha. Abriu minha calça com fome, puxou o pau duro pra fora e enfiou tudo na boca de uma vez. Sem preliminares. Garganta funda, saliva escorrendo, olhos lacrimejando enquanto me olhava por baixo. Chupava como se estivesse com raiva do marido, com vontade acumulada de meses. — Porra, Vanessa... que boca gulosa. Ela tirou o pau da boca só para falar, babando: — Hoje eu quero ser sua puta de verdade. Sem limite. Me usa inteira. Eu a levantei, arranquei o robe com violência e joguei no chão. Peguei aqueles dois peitos enormes com as duas mãos, apertando forte, chupando os mamilos enquanto enfiava dois dedos na boceta já encharcada. Ela estava pingando. Literalmente. O mel escorria pela coxa grossa. Levei ela até a sala. Na parede principal, grande e iluminada por uma luz amarelada, estava a foto de casamento: Vanessa de véu branco, sorrindo, ao lado do marido. Parei bem em frente a ela. — Olha pra foto — ordenei, curvando ela sobre o sofá. Vanessa obedeceu. Empinei aquela bunda perfeita, abri as bandas grossas com as mãos e cuspi direto no cuzinho rosado. Esfreguei a cabeça do pau ali, provocando. — Olha bem pra ele enquanto eu te como — rosnei, enfiando o pau todo na boceta de uma estocada só. Ela gritou de prazer. Comecei a foder forte, fundo, batendo as bolas contra o clitóris inchado. Cada estocada fazia os seios balançarem pesadamente. Eu dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. — Ele te fode assim, Vanessa? Te come com força ou só mete rapidinho e dorme? — Não... ele não me fode mais... ai, caralho... me fode mais forte! Eu puxei os cabelos dela, arqueando suas costas, e meti ainda mais fundo. O barulho molhado da boceta ecoava na sala silenciosa. Tirei o pau, agachei e chupei ela toda: boceta, clitóris e o cuzinho. Enfiei a língua no cu dela enquanto massageava o grelo. Vanessa tremia, gemendo alto, sem se importar com os vizinhos. Virei ela de frente, deitei no sofá e fiz ela sentar no meu pau virada pra foto. — Rebola olhando pra ele. Vanessa desceu devagar, engolindo cada centímetro. Quando estava toda empalada, começou a rebolar gostoso, aqueles quadris largos girando, a bunda enorme subindo e descendo. Os peitos pulavam na minha cara. Eu mordia, chupava, estapeava. Ela acelerou, quicando com força, o cu batendo nas minhas coxas. — Olha pra ele... olha pra cara do seu marido enquanto você senta no meu pau, sua vadia casada! Ela gozou violentamente. O corpo inteiro convulsionou, a boceta apertando meu pau em espasmos fortes. Escorreu tanto que molhou minhas bolas e o sofá. Mas eu não parei. Segurei aquela cintura grossa e continuei socando de baixo pra cima, furioso. Depois de dois orgasmos dela, eu a carreguei pro quarto do casal. A cama de casal estava arrumada, travesseiros com fronhas bordadas. Joguei ela de bruços, abri as pernas e cuspi bastante no cuzinho. — Agora vou te arrombar esse cu gostoso. Vanessa empinou mais, olhando por cima do ombro: — Arromba. Quero sentir você bem fundo. Entrei devagar no começo, sentindo o anel apertado resistir, depois se abrindo pra mim. Quando estava todo dentro, comecei a meter com força. O cu dela era quente, apertado, sugava meu pau. Eu segurava os cabelos, dava tapas na bunda, metia sem piedade. Vanessa gemia como uma cadela no cio: — Isso! Me rasga! Me fode no cu do meu marido! Sou sua puta... sua puta! Eu metia cada vez mais forte. O barulho de pele contra pele era obsceno. Peguei o celular dela, abri a câmera e gravei um pedaço: meu pau grosso entrando e saindo daquele cu arrombado, a bunda tremendo, os gemidos dela. Mostrei a tela pra ela ver. — Olha como você tá safada. Isso a deixou ainda mais louca. Ela gozou de novo só com o cu, tremendo inteira, apertando meu pau até eu não aguentar mais. Puxei pra fora e gozei absurdamente. Jatos grossos, longos e quentes acertaram as costas dela, a bunda, escorrendo pelo cu arrombado e pela boceta inchada. Vanessa virou, pegou meu pau na boca e limpou tudo, chupando até a última gota, engolindo com gosto. Ficamos deitados na cama dele, suados, ofegantes. Ela passou o dedo na porra que escorria na própria pele e lambeu, olhando pra mim com olhos de quem acabara de descobrir um novo mundo. — Amanhã ele volta... mas eu já tô contando os dias pra ele viajar de novo. Quero você aqui outra vez. Quero que você me foda na banheira, na mesa da cozinha, no carro dele... quero tudo. Eu sorri, apertando um daqueles peitos pesados. — Da próxima vez eu trago cordas. Quero te amarrar nessa cama e te comer até você implorar pra parar. Vanessa mordeu o lábio, os olhos brilhando de tesão renovado. — Então traz. Quero sentir dor gostosa... quero ser completamente sua. A noite ainda não tinha acabado. Antes de eu ir embora, ela me chupou mais uma vez no sofá, bem em frente à foto de casamento, engolindo meu pau até o fundo da garganta até eu gozar pela terceira vez na boca quente daquela esposa safada.
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