O sol da tarde filtrava-se entre as árvores do bosque da chácara, pintando o chão de manchas douradas. O ar estava quente, carregado do cheiro de terra úmida e folhas secas. Caminhávamos lado a lado pela trilha estreita, o silêncio quebrado apenas pelo farfalhar dos nossos passos e pelo canto distante de algum pássaro. Minha sobrinha andava um pouco à frente. A camiseta fina grudava no corpo pelo suor, marcando o contorno dos seios. As pernas nuas, abaixo do short curto, brilhavam com o calor. Eu observava cada movimento dela, a forma como o tecido subia um pouco nas coxas a cada passo. — Para um pouco — pedi, baixinho. Ela parou e se virou, o rosto corado pelo esforço da caminhada. Os olhos grandes me olharam, curiosos. — O que foi? Olhei em volta. Estávamos sozinhos. As árvores formavam uma barreira natural. Aproximei-me dela, a voz baixa, quase um sussurro: — Mostra os peitos pra mim. Ela engoliu em seco. Por um segundo ficou parada, o peito subindo e descendo mais rápido. Depois, sem dizer nada, puxou a camiseta para cima, lentamente, até expor os seios. Os mamilos estavam duros, escuros, contrastando com a pele clara. O sol batia neles, deixando-os brilhantes de suor. Estendi a mão e toquei um deles com a ponta dos dedos. Ela tremeu. Aproximei o rosto e passei a língua no mamilo, sentindo o gosto salgado da pele. Ela soltou um suspiro curto, os olhos se fechando. — Agora o short — murmurei. — Desce ele. Ela obedeceu. O tecido escorregou pelas coxas e caiu nos tornozelos. Ficou só de calcinha fina, já úmida no meio. Empurrei o tecido de lado com os dedos e encontrei a fenda quente, escorregadia. O clitóris estava inchado, fácil de achar. Comecei a circular o dedo nele, devagar no início. Ela abriu a boca, a respiração irregular. Apoiei a outra mão na árvore atrás dela, prendendo-a ali. Os dedos deslizavam com facilidade, o líquido dela molhando minha mão. — Mais forte… — ela pediu, a voz falhada. Aumentei a pressão, esfregando o clitóris em círculos firmes, depois de cima para baixo, sentindo-o latejar sob a ponta do dedo. Ela arqueou as costas, os seios se empurrando para frente. Meta dois dedos dentro dela enquanto o polegar continuava no clitóris, fudendo-a devagar, sentindo as paredes apertarem. O corpo dela começou a tremer. As pernas abriam mais, o quadril se movendo contra minha mão, buscando mais contato. Os gemidos saíam baixos, abafados, como se ela ainda tivesse vergonha do próprio prazer. Mas o líquido escorria pelos meus dedos, escorrendo pela mão, pingando no chão de folhas. — Vai gozar pra mim — ordenei, a boca colada no ouvido dela. Ela soltou um gemido mais alto, o corpo se contraindo de uma vez. O clitóris pulsou sob o meu polegar, a buceta apertando os dedos em espasmos ritmados. O gozo veio quente, abundante, molhando minha mão inteira, escorrendo pelos pulsos. Ela se agarrou no meu braço, as unhas cravadas, as pernas fraquejando enquanto o orgasmo a atravessava. Continuei acariciando, mais devagar agora, extraindo cada tremor até ela soltar um suspiro longo e se apoiar completamente em mim. A calcinha ainda puxada de lado, os seios ainda expostos, o peito subindo e descendo rápido. Quando ela abriu os olhos, estavam úmidos, brilhantes. Eu retirei os dedos devagar e mostrei a mão molhada. Ela olhou, o rosto vermelho, e sem eu pedir, inclinou a cabeça e limpou dois dos dedos com a língua, devagar, como se estivesse provando o próprio sabor.O bosque continuava quieto ao nosso redor. Só o nosso respirar e o farfalhar distante das folhas.
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